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Assessor diz que Feliciano não sabia de dinheiro dado a Patrícia Lelis

Após ter negado que teria oferecido dinheiro pelo silêncio, vídeos vazados forçam novo depoimento

Um dos fatores decisivos para a mudança de versão – o assessor negou o fato no primeiro depoimento – foi a divulgação de vídeos gravados por Biazon, que aparece nas negociações como uma espécie de assessor da jovem.

Na sexta-feira passada (5), ambos foram detidos no hotel San Raphael, no centro de São Paulo. Os policiais conduziram Bauer e Biazon, acusados por Patrícia de tê-la sequestrado. Emerson tinha consigo 20 mil reais, que afirmava ter recebido de Talma, que negava ter entregue a quantia.

Agora o chefe de gabinete do deputado afirma que o dinheiro era para Patrícia. “Ela pediu dinheiro para pagar a faculdade”, afirmou. Lélis manteve nas entrevistas que nunca pediu dinheiro. Conta ainda que foi o Pastor Everaldo, presidente nacional do PSC, quem lhe ofereceu “um saco de dinheiro” para que ela não fizesse as denúncias contra Feliciano.

Talma Bauer insiste que tirou o dinheiro de suas economias pessoais. O objetivo seria “evitar o mal maior, o escândalo”. Continua dizendo que a denúncia da estudante contra o congressista é “caluniosa”.

Acompanhado do advogado e também assessor de Feliciano, Rafael Novaes, Bauer explicou à polícia que fez as negociações sem o conhecimento do deputado, por estarem “indo bem”. No momento, o chefe de gabinete está afastado do trabalho em licença médica.

Segundo o blog político Coluna Esplanada, o delegado do 3º DP de São Paulo, Luís Roberto Hellmeister, está avaliando a possibilidade de pedir a prisão preventiva de Patrícia Lélis. Ela é acusada de falsa comunicação de crime e de tentativa de extorsão. Foi chamada à capital paulista para prestar novo depoimento.

O advogado dela, José Carlos Carvalho, mantém a versão da cliente de que ela foi coagida e vigiada o tempo todo por Talma Bauer.

Vídeos dão detalhes da negociação

O jornalista Leandro Mazzini, responsável por expor toda a trama afirma que Patrícia Lelis pediu R$ 300 mil a Feliciano, que seriam pagos em 6 parcelas de 50 mil.

Em outro vídeo divulgado ontem pelo jornalista e gravado por Emerson Biazon, é possível ver Talma Bauer conversando com uma pessoa ao telefone. Ele dá o aparelho para Patrícia, dizendo “É o Marco”. No início, ela demonstra contrariedade em falar com o deputado, mas acaba concordando.

Embora a qualidade do áudio seja ruim, é possível ouvi-la dizendo “Oi, Feliciano”.

Em se confirmando que se tratava de uma ligação do próprio deputado, seria uma contradição direta com a versão dele sobre todo esse caso, dada na única ocasião que se manifestou publicamente sobre as acusações contra si.

No vídeo, divulgado no sábado (6) ao lado da esposa, ele diz que não tinha conhecimento das atividades do seu chefe de gabinete.

Na ocasião, afirma que as denúncias eram uma invenção da estudante, e que a perdoava. Também pediu que as pessoas não o condenassem “antes do tempo”. Com informações do Gospel Prime

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.
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Derrotado, judoca muçulmano se recusa a cumprimentar judeu

Terceiro caso de antissemitismo nas Olimpíadas do Rio

judeu-e-muculmano Derrotado, judoca muçulmano se recusa a cumprimentar judeu
Como seu nome indica, o judoca egípcio Islam El Shehaby é muçulmano. Ele esteve no centro de uma polêmica olímpica na manhã desta sexta-feira (12).
Na luta contra o israelense Or Sasson, válida na categoria peso pesado (acima de 100 kg), ele foi derrotado por ippon e se recusou a cumprimentar o atleta judeu.
Imediatamente após o final da disputa, Sasson se aproximou de El Shehaby e estendeu a mão, algo tradicional no esporte. Contudo, o egípcio se afastou do tatame.
Pela atitude antidesportiva ele foi chamado de volta pelo árbitro. Fez a costumeira saudação japonesa enquanto ouvia sonoras vaias das arquibancadas.

Nicolas Messner, porta-voz da Federação Internacional de Judô, minimizou o ocorrido. “No passado, uma luta entre esses dois atletas talvez sequer tenha acontecido. Já é um grande avanço que países árabes competir contra Israel”. Fez ainda uma ressalva: “Não há obrigação de apertar as mãos ao final da luta, mas a saudação é obrigatória, por isso ele foi chamado de volta”.

Devido às queixas, a atitude de El Shehaby será reavaliada após os Jogos para decidir se alguma medida será tomada. Ele foi medalhista de bronze no Mundial de Tóquio-2010.

O presidente do Comitê Olímpico egípcio, Hesham Hatab, afirmou que não retiraria o judoca da competição. “Não misturamos política e esporte”, justificou. Contudo, sabe-se que logo após o sorteio que decidiu o confronto, El Shehaby, 34 anos, foi pressionado a desistir da luta numa campanha de grupos islamistas em redes sociais.

No final da tarde, Sasson fez a semifinal contra o francês Teddy Riner e acabou perdendo. O israelense ficou com a medalha de bronze após derrotar o cubano Alex Garcia Mendoza.

Antissemitismo nas Olimpíadas

Este foi o terceiro caso de antissemitismo explícito na Rio 2016. Na noite abertura dos Jogos, atletas do Líbano e de Israel deveriam dividir o mesmo ônibus que levaria todos à cerimônia de inauguração, no Maracanã. Segundo denunciou o técnico da equipe israelense de vela, Udi Gal, os libaneses se negaram a dividir os assentos do veículo com os israelenses.

Brigando com o motorista, exigiram que a porta do veículo fosse fechada. Foi preciso encontrar um ônibus exclusivo para a delegação de Israel.

A ministra do Esporte de Israel, Miri Reguev, chamou os atletas libaneses de “racistas” e “antissemitas” e exortou o Comitê Olímpico Internacional (COI) para que condenasse a conduta.

No domingo (7), a judoca Joud Fahmy, da Arábia Saudita, simplesmente não apareceu para sua luta. Ela tinha um confronto contra a romena Christianne Legentil. O comitê olímpico saudita justifica que a lutadora não compareceu pois teve lesões nas pernas e nos braços durante o treinamento.

Contudo, o motivo teria sido outro. Caso vencesse, a árabe enfrentaria a israelense Gili Cohen. Com sua desistência, a israelense lutou com a romena. Cohen acabou perdendo.Com informações Gospel prime.

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.
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Pastor é assassinado por grupo comunista, acusado de explorar fiéis

Membros de facção política na Índia não aceitavam pedido de ofertas

 

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Pastor é assassinado por grupo comunista, acusado de explorar fiéisOs cristãos da Índia estão surpresos com o assassinato brutal de um pastor evangélico.
Acostumados a perseguição religiosa por parte de radicais hindus e muçulmanos, desta vez a motivação foi outra.
O pastor Yohan Maraiah foi espancado até a morte numa aldeia do estado de Andhra Pradesh. Sajan K George, presidente da Conselho Global de Cristãos Indianos (GCIC) condenou o assassinato, recordando que “a liberdade religiosa é garantida pela Constituição da Índia”.
A perseguição religiosa na Índia tem sido constante, centenas de cristaos tem sido mortos, templos queimados missionários e seus familiares mortos

Declarou ainda à Agência Fides que o líder cristão vinha sendo ameaçado. “Ele sofreu vários ataques e teve sua igreja incendiada mais de uma vez. No entanto, manteve-se forte, com sua fé inabalável em Jesus Cristo”, assegura.  Não havia nenhum tipo de queixa sobre o comportamento dele na aldeia.

De acordo com a polícia local, pelo menos 100 militantes da facção política Naxalite – de ideologia comunista – sequestraram Maraiah e o levaram para a floresta. Ele foi encontrado morto horas depois, com as mãos amarradas atrás das costas.

Em um bilhete deixado perto do corpo, havia acusações de que ele fazia uma “acumulação de riqueza desproporcional” e queixas que ele “explorava” os fiéis da igreja.

Aparentemente, o grupo político que o executou era contra o recolhimento de dízimos e ofertas.Com informações do GospelPrime.

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.