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Pastor analisa fenômeno dos “desigrejados” e aponta fardo institucional como motivo de fuga

 Publicado por Tiago Chagas -gnoticias

Pastor analisa fenômeno dos “desigrejados” e aponta fardo institucional como motivo de fugaOs “desigrejados” são um grupo de cristãos que, por diferentes motivos, abandonaram a rotina de frequentar cultos e integrar uma comunidade formada a partir de uma igreja, e que geralmente são vistos de forma preconceituosa pelos fiéis mais fervorosos.

Esse fenômeno, que não se limita ao Brasil, tem atraído o interesse de pesquisadores, fato esse que tem permitido a descoberta de informações valiosas para compreender os motivos que levam a essa ruptura.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos mostrou que 31% dos norte-americanos que antes eram frequentadores de alguma igreja hoje se encaixam no perfil dos “desigrejados”.

Esses números foram apresentados pelo sociólogo Josh Packard, durante uma conferência sobre “O Futuro da Igreja”, que contou com a presença de 130 líderes cristãos, segundo informações do Charisma News.

A discussão em torno desse fenômeno propõe uma reflexão sobre o que pode estar errado com o atual formato da Igreja, e as diversas respostas que podem surgir não parecem ser simples.

No entanto, um pastor dedicado ao estudo do tema, John White, chama a atenção para uma característica maciça presente na maioria dos “desigrejados”: o incômodo com o peso das instituições.

“Ainda que os ‘desigrejados’ não estejam na igreja institucional, a maioria deles não abandonou a Deus. Na verdade, alguns dizem que deixaram ‘a igreja’ para preservar a fé. O tipo de igreja que eles estão interessados tem a aparência da igreja retratada no livro de Atos”, explicou.

Indo mais a fundo, o pastor listou uma série de características da Igreja, descritas em Atos e nas cartas paulinas, e que vêm sendo esquecidas pelas “instituições”:

“Todas as igrejas na Bíblia se reuniam em uma casa, e funcionavam como uma pequena família espiritual. A atual igreja institucional, ao contrário, gasta uma grande quantidade de energia e dinheiro para obter e manter uma igreja”, apontou White.

Em segundo lugar, o pastor apontou que os “desigrejados” querem simplicidade: “As igrejas na Bíblia eram simples. Nós descrevemos a ‘igreja simples’ como uma igreja onde qualquer crente possa dizer: ‘Eu poderia fazer isso!’. (‘Vendo a coragem de Pedro e de João, e percebendo que eram homens comuns e sem instrução, ficaram admirados e reconheceram que eles haviam estado com Jesus. Atos 4:13’). A igreja institucional, ao contrário, exige pessoas altamente qualificadas, com formações teológicas e altamente criativas para serem bem sucedidas”.

White destacou ainda que “nas igrejas do Novo Testamento, todos usavam seus dons”, enquanto “na igreja institucional, apenas algumas pessoas altamente talentosas (líderes de louvor, pregadores, etc.) usam seus dons”.

A mensagem cristocêntrica, tão defendida por alguns poucos líderes, faz falta, segundo White: “Na igreja do Novo Testamento, Jesus trouxe a agenda das reuniões. Nas igrejas institucionais, algumas pessoas, muito inteligentes, é quem projetam as experiências de adoração”, lamentou.

Por fim, o pastor observou que “no Novo Testamento, as igrejas foram iniciadas em algumas horas ou alguns dias”, enquanto “as igrejas institucionais exigem um grande planejamento e recursos, e levam meses ou anos para começarem”, o que as tornaria burocráticas e autocentradas.

Além de descobrir o que pode estar afastando as pessoas da Igreja, as denominações poderiam aprender com os “desigrejados” a fim de evitar que o fenômeno se torne uma consequência natural para quem se converte ao Evangelho e passa a integrar uma comunidade de fé.

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Israel

Israel moderno pode repetir ações do Israel bíblico

Lei de nacionalidade é prioridade do governo

por Jarbas Aragão – gospelprime –

 

Israel moderno pode repetir ações do Israel bíblico
Israel moderno pode repetir ações do Israel bíblico

O gabinete de governo de Israel vem lutando pela aprovação de um projeto de lei controverso desde o ano passado. A onda de violência recente, que para muitos é uma “terceira intifada” mostrou as dificuldades crescentes de conviver-se com os palestinos no mesmo território.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu defende que o projeto da chamada lei de nacionalidade é necessário para estabelecer a natureza judaica do Estado. “Há aqueles que gostariam que o democrático prevalecesse sobre o judaico, e há aqueles que gostariam que o judaico prevalecesse sobre o democrático. Nos princípios da lei que vou submeter hoje, ambos valores são iguais, e ambos devem ser considerados no mesmo grau”, afirmou.

Na prática, os termos propostos definem o país como o “Estado do povo judeu”, o que cria dificuldades para os cidadãos israelenses que são cristãos, muçulmanos e de outras religiões. O projeto acaba com a ideia de “Estado laico” defendido no Ocidente, mas praticamente inexistente em países muçulmanos. Além disso, Israel não possui uma Constituição formal, como tantas nações, apenas o conjunto que é chamado de “leis básicas”.

Esse reconhecimento da natureza judaica de Israel, institucionaliza a lei religiosa do Antigo Testamento como a base para toda a legislação. Ao mesmo tempo, remove o árabe das línguas oficiais do país. Para grupos defensores dos direitos humanos, a nova lei é racista. Cerca de 20% da população de Israel é formada por árabes e por isso resiste fortemente ao projeto.

Caso seja aprovada, a lei da nacionalidade pode ser combustível para a guerra contínua entre judeus e palestinos. Não há menção sobre alterações no que diz respeito aos lugares sagrados disputados de Jerusalém, como o Monte do Templo, onde ficam a mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha e também o muro das lamentações.

Entre as principais cláusulas da nova legislação estão a valorização dos símbolos do Estado (hino nacional, bandeira), estabelecer Jerusalém como capital, hebraico como língua, o direito de retorno dos judeus que vivem na diáspora, assentamentos somente para judeus, além da fixação do calendário hebraico.

Ainda é cedo para determinar-se quais as mudanças que essa lei de fato traria na vida do povo de Israel. Contudo, para analistas é fácil traçar um paralelo com eventos descritos no Antigo Testamento, quando um rei ou líder do povo, reafirmava sua convicção que Jeová era o único Deus a ser adorado na nação e suas leis (Torá) deviam ser obedecidas. Com informações Ynet News

“Milagre”: recém-nascida é curada de tumor no cérebro após família e amigos orarem a Deus

 Publicado por Tiago Chagas – gnoticias – em 30 de novembro de 2015

 

“Milagre”: recém-nascida é curada de tumor no cérebro após família e amigos orarem a Deus

Uma menina recém-nascida foi diagnosticada com suspeita de tumor no cérebro, e a família, cristã, resolveu apelar às orações a Deus para que ela fosse curada. E os médicos confirmaram o desaparecimento repentino dos indicadores que haviam levantado a suspeita.

A bebê, chamada de Paisley, foi levada aos médicos pelos pais depois que eles notaram uma inclinação no lado esquerdo de seu rosto. Para entender o que seria, foram ao Hospital Infantil de Cincinnati, em Ohio (EUA).

Lá, os médicos descobriram uma massa próxima à base do cérebro da pequena Paisley, e disseram aos pais que aquilo poderia ser um tumor. Diante desse diagnóstico inicial, os pais pediram orações aos amigos e familiares, para que ela fosse curada, enquanto os médicos preparavam o procedimento de biópsia.

No entanto, quando os médicos foram iniciar a microcirurgia para detectar se a massa era realmente um tumor maligno, não a encontraram no lugar.

“Assim que ele [o médico] entrou, se sentou e estava apenas balançando a cabeça”, disse a mãe de Paisley, Carissa Hatfield, comentando a atitude do médico ao revelar a boa notícia. “Ele disse: ‘Suas orações devem ter funcionado, porque quando eu fui fazer a biópsia não havia nada’”, contou a mãe, de acordo com informações do Christian Post.

Nas diversas entrevistas concedidas sobre o caso, os pais consideram que o desaparecimento da massa é o resultado de uma “intervenção divina”. E o hospital não possui nenhuma explicação diferente: “Os médicos que acompanhavam o caso da criança esperavam pelo pior, ou seja, um tumor maligno. Mas quando os cirurgiões chegaram ao local onde o tumor suspeito era visível na varredura, não encontraram nada. Eles não poderiam estar mais felizes para contar a boa notícia à família Hatfield”, informou o hospital, em um comunicado.

O pai da menina, Matt Hatfield, disse ser um “servo de Deus” e que sua filha foi alvo de uma “cura verdadeira”, um “milagre”.