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Rachel Sheherazade diz que Lei do Feminicídio é inconstitucional

Para a apresentadora do Jornal da Manhã, na Jovem Pan, a Lei é sexista e pode aumentar a violência contra a mulher

por Leiliane Roberta Lopes – gospelprime

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Sheherazade diz que Lei do Feminicídio é inconstitucional

A jornalista Rachel Sheherazade, conhecida por suas posições firmes, se posicionou contra a Lei do Feminicídio que torna o homicídio contra mulheres como crime hediondo.

A lei tem como objetivo proteger as mulheres que são vítimas de violência doméstica, mas para a jornalista do Jornal da Manhã, na Jovem Pan, o projeto de lei pode ter efeito contrário, além de ser inconstitucional.

“As estatísticas provam que as maiores vítimas de assassinatos brutais não são as mulheres. São os homens, pobres, jovens e negros. Então, partindo do mesmo argumento da lei do Feminicídio não seria os homens, os pobres, os jovens e negros igualmente ou mais vulneráveis que as mulheres?”, questiona.

Sheherazade diz que esse grupo também teria que ser protegido e questiona por quê as mulheres, que hoje rejeitam o rótulo de sexo frágil, se sujeitam a uma lei como esta se elas se consideram iguais aos homens.

“Quem luta por direitos iguais não pode exigir privilégios diferentes. Além de afrontar o princípio constitucional da igualdade, esse projeto sexista pode ter o efeito inverso do que pretende seus defensores e acirrar ainda mais o preconceito contra as mulheres”, diz.

 

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Comparado a Moisés, iraquiano compra meninas escravizadas pelo Estado Islâmico e as devolve aos pais

Profile photo of Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas -gnoticias.com.br – em 10 de março de 2015
Comparado a Moisés, iraquiano compra meninas escravizadas pelo Estado Islâmico e as devolve aos paisA iniciativa de um homem em comprar meninas sequestradas pelo Estado Islâmico para serem revendidas como escravas sexuais tem sido vista como um ato de heroísmo, pois ele as devolve às suas famílias.Ele se mantém anônimo, por questões de segurança, mas a reputação de herói tem sido propagada por veículos de mídia cristã por causa de sua iniciativa ousada.

O iraquiano acessa áreas controladas pelo Estado Islâmico, compra uma das meninas das minorias religiosas (cristãs, yazidis ou até mesmo muçulmanas de minorias étnicas), e depois de sair das áreas de domínio dos terroristas, faz contato com a família e as devolve.

O vídeo de um dos encontros promovidos por este iraquiano foi publicado no YouTube e tem repercutido fortemente nas redes sociais.

A informação sobre o gesto humanitário deste iraquiano misterioso foi divulgada pelo Shoebat, e comparou a atitude do homem com a missão que Moisés cumpriu ao libertar o povo hebreu da escravidão no Egito.

A quantidade de meninas compradas para serem libertas não foi informada, porém o site destaca que o gesto tem inspirado outros cristãos a se manterem firmes frente a perseguição do Estado Islâmico.

O grupo terrorista usa o mercado sexual como uma das formas de financiamento de suas ações, e também para oferecer regalias a seus militantes, que muitas vezes estupram as meninas sequestradas.

Enquanto isso, a propaganda do Estado Islâmico continua aliciando jovens na Europa, e muitas meninas se voluntariam para serem esposas dos terroristas acreditando que serão tratadas com luxo e riqueza, além dos rapazes, que se oferecem para estar na linha de frente do combate contra cristãos e outras minorias religiosas do Oriente Médio.

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Franklin Graham critica Obama e diz que presidente é influenciado pelo Islã

Não é a primeira vez que o presidente americano é citado como muçulmano

por Leiliane Roberta Lopes – gospelprime –

 

Franklin Graham critica Obama e diz que presidente é influenciado pelo Islã
zGraham diz que Obama é influenciado pelo Islã

A forma como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tratou o primeiro-ministro israelense na semana passada fez com que o pastor Franklin Graham viesse a público criticar o líder político e acusá-lo de ter influências muçulmanas em seu governo.

Benjamin Netanyahu esteve nos Estados Unidos a pedido dos republicanos dizendo ao país norte-americano que não aceitasse negociar com o Irã a respeito das armas nucleares, mas Obama rejeitou o pedido e ironizou a presença no premiê israelense.

Esse foi o ponto principal para as declarações do Franklin Graham. “Há muçulmanos que têm acesso a ele na Casa Branca. Vemos o primeiro-ministro de Israel sendo esnobado pelo presidente, pela Casa Branca e pelos democratas, por causa da influência do Islã. Eles odeiam Israel e odeiam os cristãos, e assim a tempestade está chegando, eu acredito.”

O filho de Billy Graham, conferencistas cristão de muita influência na política americana, relembrou o passado de Barack Obama que é filho de muçulmano e foi criado em uma escola islâmica quando morava na Indonésia. “Sua influência quando jovem foi o Islã, não foi o cristianismo”, disse.

Graham foi além e disse que essa ligação com o Islã impede Obama de se posicionar contra o Estado Islâmico, grupo terrorista que tem matado milhares de cristãos na Síria e no Iraque. “A vzzerdade é que seus assassinos bárbaros disseram abertamente que os mataram porque eles erazzm o povo da cruz. Porque é que o presidente continua protegendo o Islã e se recusando a abrir os olhos para a verdade?”, questionou.

Essa não é a primeira vez que o passado de Obama com o Islã é colocado em pauta, em outras vezes o presidente precisou dizer que é cristão e que ser ligado a uma religião diferente do cristianismo não é uma coisa ruim.

“Em nossas vidas, Michelle e fomos fortalecidos pela nossa fé cristã. Ainda assim, a minha fé tem sido questionada por pessoas que não me conhecem. Eles dizem que eu aderi a uma religião diferente, como se isso fosse, de alguma forma, uma coisa ruim”, afirmou Obama em outra ocasião. Com informações Guia-me