Pr. Batista, Avivado, Bacharel em Teologia, PhDr. Pedagogo Holístico docente Restaurador, Reverendo pela International Minystry of Restoration - USA - Autor dos Livros: A Maçonaria e o Cristianismo, O Cristão e a Maçonaria, A Religião do Anticristo, Vendas Alto Nível com Análise Transacional, Comportamento Gerencial.
Casado, 4 filhos, 6 netos, 2 bisnetos.
Amilcar Rodrigues foi ordenado pastor em 1978 na “Apostolic Faith Mission” na República da África do Sul, onde fez estudos teológicos. Como missionário em Portugal, fundou três igrejas e foi Presidente Nacional da Comissão de Programas da Aliança Evangélica Portuguesa, para a televisão, RTP2. Foi formado produtor de televisão “Broadcast” pela “Geoffrey Connway Broadcast Academy” Toronto, Canadá, é filiado do “Crossroads Christian Comunication”. Em 1998 veio para o Brasil convidado pelo Ministério Fé Para Todos, Rio de Janeiro. No ano 2000 fundou em Cabo Frio uma congregação do mesmo Ministério e foi nomeado Vice-Presidente do Conselho de Pastores até ao ano de 2004. Em 2006 ficou cego. Escreveu o livro “Deus da Aliança” , Evangelho dos Sinais aos Hebreus” e “Contos do Apocalipse”. Foi convidado pelo Gospel+ para participar como colunista em Maio de 2012.
Emissora exibe beijo gay na terceira idade no capítulo de estreia de Babilônia.
por Michael Caceres
“Não assisto novela, e já que o nome é Babilônia, deixo a Bíblia falar por mim”, disse o líder evangélico citando algumas passagens bíblicas.
A novela escrita por Gilberto Braga, João Ximenes Braga e Ricardo Linhares, com direção de Dennis Carvalho, recebe o nome de Babilônia por causa do Morro da Babilônia, que fica na Zona Sul do Rio de Janeiro, região onde é ambientada a história.
No capítulo de estreia da nova novela, que substitui Império, as personagens interpretadas por Nathalia Timberg e Fernanda Montenegro protagonizaram um beijo gay. As atrizes interpretam Teresa e Estala, duas mulheres que vivem juntas há mais de 40 anos.
Para Marco Feliciano a cena exibida logo na estreia é mais um indício de que a Globo apadrinhou o comportamento homossexual. A emissora vem fazendo apologia a prática nos últimos anos e exibindo cenas constrangedoras entre homossexuais.
“A Globo já demonstrou seu apadrinhamento ao movimento gay. Virou moda. O público é adulto, eu ficaria preocupado e agiria nos rigores da lei caso fosse passado em horários onde crianças tivessem acesso”, disse Feliciano.
Preocupado com o avanço da ideologia homossexual, Feliciano tem orientado os fiéis a não compactuar com a prática e se manifestar contra as tentativas de doutrinar os telespectadores a ser favorável à agenda homossexual.
Não é a primeira vez que Feliciano se posiciona em favor da família. Em 2013, quando assumiu a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados o parlamentar foi perseguido por conta de suas opiniões contrárias a prática homossexual e afirmou na época que não recuaria, pois estava defendendo a família.
Existe um ditado popular que diz que não há ateu em leito de morte. Se é verdade, ninguém pode comprovar, mas a história de Lee Strobel dá indícios de que sim, ateus se convertem quando se deparam com aqueles que podem ser os últimos momentos de vida.
Strobel era um ateu convicto e quando uma série de problemas de saúde se acumularam, ele se viu diante do que não acreditava.
Ele havia acabado de passar por um procedimento de rotina no coração, mas houve complicações, e juntamente a isso, uma pneumonia passou a se desenvolver nos pulmões. Seu organismo teve uma rara reação alérgica e os medicamentos que ele estava tomando causaram problemas às suas cordas vocais.
Além disso, Strobel teve uma hiponatremia, que é a redução drástica do nível de sódio no sangue, o que causou uma “penetração” da água do corpo em suas células, o que estava inchando o cérebro.
Certo dia, sozinho em casa, passou por uma experiência que o assustou: “Eu me senti sem energia, incapaz de sequer levantar um braço. A sala começou a escurecer. Uma presença ameaçadora e malévola encheu a casa. Meu coração disparou. Eu estava descendo para o inferno”, relatou Strobel, segundo informações do Charisma News.
À época, Lee Strobel já tinha 60 anos e havia passado sua vida com convicções incrédulas quanto à espiritualidade. Mas aquele episódio estava mudando as coisas: “O quarto estava frio e úmido. Eu me senti sufocado pelo medo e desespero. Criaturas ameaçadoras começaram a surgir na sala e vinham em minha direção. Cobras e demônios se arrastavam no chão. Eu queria levantar os pés para escapar deles, mas eu não podia me mover”, contou o ateu. “Na parede, o relógio parou, então o ponteiro começou a andar para trás. Eu senti que era como a eternidade do mal”, acrescentou.
Foi nesse momento que sua esposa, Leslie, chegou e o encontrou abalado, pálido. Ela perguntou o que estava acontecendo, e ele, com vergonha de admitir que havia tido uma experiência espiritual, se manteve em silêncio.
Sua esposa preparou um chá e voltou a questioná-lo: “Você está bem?”. A resposta não poderia ser mais chocante para ela que havia convivido com um ateu por tantos anos: “Leslie, você acha que haverá muitas pessoas no inferno?”, disse Strobel. Atordoada com a resposta, sua mulher levou a fala como um delírio natural de sua condição de saúde: “Eu não sei, por que você disse isso. Você está suando. Você não parece bem. Por que você não deitar por um tempo?”, sugeriu, levando-o ao quarto do casal.
Sozinho novamente, os sintomas da hiponatremia pioraram, e Strobel se tornou totalmente convencido de que tudo na vida tinha acabado, e se sentia exausto com o tumulto emocional que havia experimentado.
Depois disso, Leslie o encontrou no chão do quarto, em coma, e chamou por socorro. Quando Strobel acordou, estava em um quarto da emergência do hospital, com um médico olhando para ele. “Você está a um passo de um coma, e a dois passos da morte”.
Hoje, Lee Strobel, se tornou um escritor cristão e pastor em uma Igreja no Texas, e compartilha seu testemunho através de livros e palestras.