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Deus ama o sexo, prega igreja americana

A ideia é atrair jovens para falar sobre sexualidade com base nos Cantares de Salomão

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Deus ama o sexo, prega igreja americana
“Eu amo sexo”, diz Deus em cartaz usado por igreja

A Restored Church, uma igreja evangélica localizada em Wilke-Barre, na Pennsylvania (Estados Unidos), resolveu divulgar uma campanha de estudos através de um outdoor posto na rodovia que corta o estado.

Na placa é possível ler a mensagem “Eu amo sexo, Deus”, como se Deus estivesse declarando tal afirmação. Liderada por jovens pastores, a Restored fará durante o mês de setembro uma série de sermões baseados no livro Cântico dos Cânticos, onde é possível ler uma série de relatos de amor escritos pelo noivo e por sua noiva.

Os pastores interpretam o livro como erótico e as mensagens do sermão irão mostrar que realmente o Cântico dos Cânticos fala sobre sexo. O pastor Dan Nichols, 26 anos, líder da Restored Church, disse ao canal local que a ideia dos sermões é trazer os jovens, mas que pessoas de todas as idades poderão participar dos cultos.

Sobre o tema dos sermões, Nichols afirma que em todos os lugares encontramos pessoas falando sobre sexo e que na igreja também é possível tratar sobre isto.

“O sexo está em toda série de comédia. Está no rádio. Quer dizer, você olha qualquer veículo de comunicação e encontra histórias sobre sexualidade. Se uma cultura é tão forte, acho que a igreja pode ser igualmente forte e falar diretamente sobre o assunto e ser direto sobre isso.” Com informações Brasil Post

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Rede Fale lança campanha contra o “voto de cajado”: “Foco é combater curral eleitoral em igrejas”

Avatar de Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas em 12 de setembro de 2014

Rede Fale lança campanha contra o “voto de cajado”: “Foco é combater curral eleitoral em igrejas”As indicações de candidatos com tom de determinação feitas por pastores evangélicos é uma prática recorrente nas igrejas, e a Rede Fale iniciou uma campanha para coibir a ocorrência desses casos.

A proposta de conscientização do público é baseada no slogan “Diga Não Ao Voto de Cajado”, numa referência ao instrumento utilizado pelos pastores de ovelhas para guiar seu rebanho.

Com o objetivo de tornar o eleitor evangélico um pouco mais consciente do peso do voto, a campanha quer combater o uso da fé como ferramenta de manipulação eleitoral: “Nosso foco é trabalhar para combater a estratégia de angariação de votos dos membros da igreja como curral eleitoral”, afirma a secretária-executiva da Rede Fale, Morgana Boostel, 27 anos, que é psicóloga e fiel da Igreja Batista.

A Rede Fale reúne membros de diversas igrejas evangélicas, e na entrevista concedida por Morgana ao jornal Estado de Minas, a psicóloga

Um dos cartazes da campanha

afirmou que a entidade é contra o uso do espaço religioso como plataforma eleitoral. Segundo ela, além da prática não ser um exemplo da “melhor tradição cristã de participação política”, também é proibida pela legislação eleitoral vigente, que proíbe pastores, bispos e padres de fazer propaganda eleitoral e fixar ou distribuir material de campanha nos templos.

Um manifesto divulgado pela Rede Fale pondera que um dos equívocos que podem ser facilmente cometidos por cristãos que se lançam na política é achar que, por ser “crente”, tem uma benção divina para exercer um mandato.

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Jovens evangélicos são mais liberais, aponta estudo surpreendente nos EUA

Estudo indica o que faz os jovens evangélicos serem menos conservadores

PorLuciano Portela | Repórter do The Christian Post

Um estudo feito nos EUA, sobre o que leva alguns evangélicos da chamada “geração do milênio” a ter menos pontos de vista conservadores que os mais velhos, trouxe resultados surpreendentes.

  • oração
    (Foto: Reuters)
    Jovem cristão orando em igreja dos EUA.

Em uma análise de redes sociais mais seletivas para gerações mais novas, foi possível observar que jovens brancos e evangélicos são os mais propensos a se distanciar dos evangélicos mais velhos em questões culturais, enquanto jovens evangélicos de redes sociais mais diversificadas estão predispostos a ter visões semelhantes aos crentes mais experientes.

Em outras palavras, quanto mais esses jovens evangélicos estavam imersos na chamada “subcultura evangélica” e quanto menos interação com os não-crentes, mais eles são inclinados a demonstrar atitudes diferentes de seus pares com mais idade.

Esta foi a principal conclusão da pesquisa realizada pelo Instituto de Público de Pesquisas da Religião (em inglês, PRRI), uma organização de pesquisa liberal, apartidária que estuda a relação entre religião e vida pública, e que apresentou no encontro anual da Associação Americana de Ciência Política, em 30 de Agosto, a pesquisa “Semeando as sementes da discórdia: Fontes da divisão entre os brancos evangélicos”, de autoria de Juhem Navarro-Rivera.

Navarro-Rivera é pesquisador associado do PRRI, e desenvolveu o estudo em conjunto com Daniel Cox, diretor de pesquisa do PRRI, Robert P. Jones, CEO do PRRI, e Paul Djupe, professor associado de Ciência Política na Universidade de Denison e estudioso afiliado à organização.

Para o estudo das redes sociais de evangélicos, a pesquisa da PRRI perguntou aos entrevistados sobre sete “pessoas com quem você discute assuntos importantes”. E dentro da análise, os autores argumentaram que os evangélicos com mais exposição à subcultura evangélica estão reagindo negativamente a essa subcultura.

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“Por isso, reunimos algumas evidências de que é sugestivo sobre o porquê de jovens evangélicos serem diferentes dos seus antecessores – eles estão reagindo negativamente à conturbada subcultura política de seus pais”, escreveram eles.

Os autores admitem que as divergências que encontraram são pequenas e pouco prováveis de fazer a diferença em uma eleição qualquer no futuro próximo, mas sugerem que essas disparidades poderiam importar em longo prazo, enquanto mudam as redes sociais dos evangélicos.

“Mas, enquanto jovens evangélicos crescem, mudam, e começam a exercitar mais discrição em suas relações sociais, suas opções políticas podem crescer para corresponder às suas orientações políticas. Dito de outro modo, um movimento político, certamente não pode ser mantido principalmente pela pressão social”, eles escreveram.