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Pastor faz “desafio de Elias” ao califa do Estado Islâmico

“É hora de alguém expor esses instrumentos de Satanás”, afirma Bill Keller

por Jarbas Aragão

Pastor faz “desafio de Elias” ao califa do Estado Islâmico

Um pastor cristão norte-americano está propondo um desafio de fé ao chefe do grupo terrorista Estado Islâmico, o autoproclamado califa Abu Bakr al-Baghdadi. Basicamente é uma repetição do que fez Elias com os profetas de Baal no Monte Carmelo, no Antigo Testamento.
O evangelista Bill Keller, que mantém o site Liveprayer.com, disse que deseja provar ao mundo que os muçulmanos adoram a um falso deus. Ele fez um vídeo onde afirma: “É hora de alguém expor esses instrumentos de Satanás, em vez de se esconder na tenda como o exército de Israel fez quando foi hostilizado por Golias”.
Keller explica que seu desejo é mostrar que “Jesus morreu pelos pecados de todos os homens, incluindo os do Sr. al-Baghdadi”. Por isso, ele deseja ver o califa renunciar ao Islã e aceitar Jesus. Para que isso aconteça, Keller diz estar pronto para dar ao mundo uma demonstração pública do poder divino.
“Eu iriei para o Iraque, a Síria, ou qualquer local que você deseja”, diz Keller. “Cada um levará um animal puro, cortado em pedaços. Armamos as fogueiras. Depois de tudo preparado, você tem uma hora para pedir que Alá faça chover fogo sobre a sua oferta. Se no final daquela hora Alá não responder às suas súplicas, eu invocarei o único e verdadeiro Deus, o Deus da Bíblia… não apenas para lançar fogo sobre a minha oferta, mas também sobre a sua”.
E Keller vai mais além: “Se o seu deus Alá não responder, você… renuncia como líder do Estado Islâmico. Você se aposenta da sua vida de terror e incentiva seus seguidores a viver em paz. Então eu poderei voltar para minha casa nos Estados Unidos. Mas caso seu deus Alá responder às suas súplicas por fogo [e] o meu Deus não, eu renuncio à fé cristã, e você poderá fazer o que quiser e até me matar”.
O desafio de Keller é baseado no relato de 1 Reis 18, em que o profeta Elias derrotou os 450 profetas do deus pagão Baal. O evangelista deseja que esse desafio de fé cause um impacto em todos os muçulmanos do mundo.
“O Islã é uma mentira 1.400 anos de idade, vinda do inferno, nascido da voz de Satanás, literalmente. Maomé estava correto quando disse que era Satanás que inicialmente falou com ele. Ele sonhou com o seu próprio deus, Alá, que tenta ser uma imitação do Deus da Bíblia, e inspirou o seu próprio livro sagrado, o Alcorão, também uma imitação barata, muitas vezes plágio da Palavra de Deus inspirada, inerrante, a Bíblia”
Keller postou o desafio pela primeira vez julho, mas não obteve resposta de Baghadai nem de algum representante do Estado Islâmico, e afirma que o desafio continua de pé. Com informações WND.

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Cresce perseguição a evangélicos na América Latina

Bolívia, Costa Rica e Cuba mudam leis e fecham igrejas

por Jarbas Aragão

Cresce perseguição a evangélicos na América Latina

Enquanto cristãos são ameaçados e mortos em diferentes países do mundo por causa de sua fé, os evangélicos da América Latina veem aumentar a perseguição contra eles, mas em outros termos. Eles não são decapitados nem crucificados, mas vem sofrendo sanções políticas de seu direito de cultuar livremente.
Medidas de governos tem impedido a abertura de novas igrejas e também tentando fechar os templos já existentes. Na Bolívia, a Associação Nacional dos Evangélicos da Bolívia (ANDEB) trava uma batalha jurídica, que inclui uma petição de Inconstitucionalidade ao Tribunal Constitucional buscando a revogação de leis assinadas pelo presidente Evo Morales.
Defensor do chamado “socialismo bolivariano”, que tem mostrado sua influência em países vizinhos como Venezuela e Brasil, Morales estabeleceu regras que são empecilhos à liberdade religiosa. A advogada Ruth Montaño, que auxilia juridicamente a ANDEB contesta: “Essa lei é totalmente inconstitucional, incongruente com o artigo 4 da Constituição”.
Os evangélicos são minoria no país, cerca de 1,6 milhão de pessoas. O Decreto 1987 e a Lei 351, criados pelo governo de Evo e aprovados pela Assembleia Legislativa da Bolívia, tem como objetivo “regular a concessão e registro da legitimidade para igrejas, grupos religiosos e crenças espirituais, cujos objetivos não envolvem lucro”.
Morales deseja que qualquer organização religiosa no país precise reaplicar para ser considerada legalizada a partir do próximo ano. Para que isso aconteça, as denominações devem apresentar uma “lista autenticada” contendo os nomes, números da carteira de identidade, certidões de impostos e arquivos da polícia de seus líderes, bem como a relação oficial contendo nomes e números de identificação de todos os seus membros.
As igrejas também precisam fornecer um cronograma de todas as suas atividades anuais “para o controle e acompanhamento” pelo Ministério das Relações Exteriores. Quem se negar ou não preencher corretamente a documentação exigida, terá seu registro oficial cancelado, o que levaria ao confisco de propriedades da igreja, proibição de realizar cultos e fechamento de centros de treinamento.
“A ameaça de revogar os documentos que nos legaliza, simplesmente por decisão de um burocrata estatal, viola o devido processo legal”, disse Montaño. Lembrou também que antes de ser eleito, em 2009, Evo Morales defendia um Estado laico e desmentiu todos os rumores que fecharia igrejas. Depois de 5 anos no poder, ele mudou sua perspectiva e esqueceu dos compromissos firmados com líderes na época.
Um dos países mais fechados para o evangelho do continente desde que passou a ser comunista, Cuba aumentou a perseguição religiosa nos últimos anos, segundo comprova um relatório da organização Christian Solidarity Worldwide, com vários registros de hostilidade, tortura e prisões.
Somente no primeiro semestre de 2014, foram registradas 170 violações de liberdade religiosa, tendo dezenas de vítimas. Em contraste, no mesmo período de 2011 foram 120 casos, com 40 vítimas.
O governo cubano emprega táticas brutais incluindo a intimidação de pastores e líderes, ameaças de fechamento das igrejas, confisco de imóveis, demolição de igrejas e prisões temporárias. “É angustiante ver um aumento tão significativo e sustentado de violações relatadas da liberdade religiosa em Cuba”, disse Mervyn Thomas, diretor da CSW. Segundo ele, o governo cubano tem se recusado a permitir que todas as organizações religiosas funcionem legalmente.
Na Costa Rica, as 2.500 igrejas que formam a Aliança Evangélica Costarriquenha estão preocupadas por que o governo impôs novas regras de funcionamento de templos. Com isso, cerca de 1.500 delas seriam proibidas de continuar funcionando.
O presidente do grupo evangélico, Juan Luis Calvo disse que fez um esforço para que todos se enquadrem nas novas exigências, mas que precisa do apoio do governo. Entre elas, estão o isolamento acústico dos templos, uma adequação muito cara para a maioria das igrejas evangélicas. Várias já foram proibidas de funcionar em 2014.
Desde 2005 os evangélicos vêm travando uma luta política contra resoluções do governo que prejudicam o funcionamento livre dos templos, em especial os evangélicos. O governo alega que existem padrões mínimos de segurança e acessibilidade a serem respeitados e que os templos que não se adequarem serão fechados. Enquanto isso, os deputados do partidos ligados aos evangélicos como Renovação Costa Rica (RC), Restauração Nacional (RN) e Aliança Democrática Cristã (ADC), travam uma batalha no âmbito legislativo, mas o governo afirma que não há perseguição. Com informações de CBN, [2], Christian News

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Difícil ser profeta em sua própria terra, diz Marina Silva no Jornal Nacional

Candidata do PSB à Presidência deu entrevista ao vivo no Jornal Nacional.

por Michael Caceres – gospelprime

Difícil ser profeta em sua própria terra, diz Marina Silva no Jornal Nacional
Difícil ser profeta em sua própria terra, diz Marina Silva

Marina Silva, candidata do Partido Socialista Brasileiro (PSB) ao Palácio do Planalto, participou nesta quarta-feira (27) da série de entrevistas com os principais candidatos à Presidência da República promovida pelo Jornal Nacional.
Escolhida pelo PSB para ocupar o lugar de Eduardo Campos, que morreu em um acidente aéreo, Marina foi à última entrevistada da série e respondeu perguntas feitas pelos apresentadores William Bonner e Patrícia Poeta.
Bonner iniciou a entrevista questionando Marina sobre a contratação do avião que havia sido usado por Eduardo Campos e que teria sido feito de forma irregular, conforme a imprensa tem divulgado. O apresentador questionou se a presidenciável procurou saber algo a respeito do avião, ou se confiou “cegamente” na palavra dos aliados.
Segundo Marina, o avião havia sido emprestado por um empresário e que ela não teria como saber de qualquer irregularidade na aquisição da aeronave por parte dos responsáveis pela prestação do serviço.
A exemplo da entrevista com outros candidatos, William Bonner tentou criar uma linha polêmica e mostrar uma contradição entre o uso do avião e a postura da candidata do PSB. Mas Marina Silva mostrou-se firme e deixou muito claro sua posição em relação ao uso da aeronave.
“Nós tínhamos, William, uma informação de que era um empréstimo, que seria feito um ressarcimento, num prazo legal, que pode ser feito, segundo a própria Justiça Eleitoral, até o encerramento da campanha”, disse Marina.
William Bonner lembrou que quando os políticos são confrontados ou cobrados por alguma irregularidade costumam dizer que não sabiam, e questionou se ao usar o mesmo discurso a candidata não estaria tendo o mesmo comportamento destes políticos, que ela afirma ser da velha política.
“Este é um discurso muito, muito comum aqui no Brasil. E é o discurso que a senhora está usando neste momento. Eu lhe pergunto: em que esse seu comportamento difere do comportamento que a senhora combate tanto da tal velha política?”, questionou Bonner.
Marina respondeu o questionamento afirmando que utiliza o discurso para todas as situações, inclusive quando envolve algum adversário, e que deseja que as investigações aconteçam, pois tem um compromisso com a verdade.
Ao ser questionada sobre uma suposta falta de rigor em relação à compra irregular da aeronave por parte dos empresários que fizeram o empréstimo ao partido, Marina afirmou que não usa de “dois pesos e duas medidas” e que o mesmo rigor que exige por parte dos adversários exigirá nas investigações envolvendo o avião.
Marina também foi questionada sobre a sua baixa popularidade no Acre, seu estado de origem, durante a corrida presidencial de 2010. Marina afirmou que contrariou muitos interesses naquele estado e citou um provérbio como argumento.
“Há um provérbio que diz: ‘é muito difícil ser profeta em sua própria terra’, pois temos que confrontar os interesses. Contrariei muitos interesses no Acre ao lado de Chico Mendes, índios e seringueiros”, disse a candidata.
A apresentadora Patrícia Poeta insistiu na pergunta e lembrou que o berço político dos candidatos é geralmente onde eles conseguem uma certa vantagem. “Isso pode ser uma enorme vantagem para um candidato ou não. No seu caso não foi. Não seria como se os acreanos estivessem dizendo uma variação daquele velho ditado: ‘Quem não a conhece que vote na senhora’?”, questionou Patrícia.
Em resposta a pergunta a candidata afirmou que Patrícia Poeta a conhecia direito e que foi eleita senadora sem ser filha de nenhum político tradicional ou empresário e que não contou com ajuda em TV ou rádio para fazer sua campanha.
“Eu não sou filha de político tradicional, não sou filha de nenhum empresário, porque, no meu estado, até a minha eleição, para ser senador da República, era preciso ser filho de ex-governador, era preciso ser filho de alguém que tivesse, de preferência, um jornal, uma TV e uma rádio para falar bem de si mesmo e falar mal daqueles que ficavam defendendo a Justiça”, disse.
Patrícia então questionou se a candidata estaria culpando seus conterrâneos pela baixa popularidade no estado. Marina disse: “Não é culpa dos acreanos, é culpa das circunstâncias”. Em sequência disse: “Cheguei a ficar quatro anos sem andar no meu estado. Eu não podia trocar o futuro das futuras gerações pelas próximas eleições. Preferi pagar o preço de perder os votos”.
William Bonner questionou a candidata sobre a chapa, afirmando que o vice, Beto Albuquerque, discorda dela em relação às pesquisas com células tronco e os transgênicos. Marina foi enfática ao afirmar que apesar das diferenças, existe convergências entre os dois e que mesmo com as diferenças em algumas opiniões, ela saberia trabalhar com elas.
“Nós somos diferentes, mas a nova política sabe trabalhar na diversidade. Há uma lenda de que eu sou contra os transgênicos, mas eu defendia a coexistência: áreas com transgênicos e áreas livres de transgênicos. Infelizmente, no Congresso, não passou a proposta de coexistência e o Beto votou na que avançou”, disse Marina.
Por fim, Marina apresentou suas propostas de campanha e afirmou que a política precisa ser renovada e prometeu que se for eleita não vai se preocupar em buscar uma nova eleição, mas fará as mudanças necessárias para melhorar o país.
Assista:httpv://www.youtube.com/watch?v=Xky4LcuzKrA