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Militares da Nova Zelândia divulgam arquivos sobre OVNIs

 

Qua, 22 Dez, 10h41

WELLINGTON (AFP) – As Forças Armadas da Nova Zelândia divulgaram nesta quarta-feira milhares de relatórios até então classificados como confidenciais que detalham casos envolvendo avistamentos de Objetos Voadores Não-identificados (OVNI) e encontros alienígenas.

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Os relatórios, que datam de 1954 a 2009, foi liberados pela lei de liberdade de imprensa depois que a Força de Defesa neozelandesa removeu nomes e outros elementos de identificação.

Em cerca de 2 mil páginas de documentos, civis, pessoal militar e pilotos comerciais relatam encontros imediatos, geralmente envolvendo luzes que se movem pelo céu.

Alguns dos relatos incluem desenhos de discos voadorews, descrições de alienígenas usando "máscaras de faraó" e suposto material de escrita extraterrestre.

Antes de sua liberação, o líder do esquadrão da Força Aérea Kavae Tamariki informou que a Força de Defesa não tem recursos para investigar os avistamentos de OVNIs e que não poderia comentar o conteúdo dos arquivos.

"Apenas fizemos uma coletânia das informações. Não investigamos ou fazemos relatórios, não confirmamos nada neles", declarou ao Dominion Post.

Um dos relatos diz respeito ao avistamento de estranhas luzes na cidade de Kaikoura, litoral de South Island, em 1978, que foram registradas em vídeo por uma equipe de Tv local a bordo de um avião.

O incidente ganhou as manchetes internacionais na ocasião, mas a Força Aérea explicou que se tratou apenas ou de um fenômeno natural no qual as luzes dos navios se refletiram nas nuvens ou então foi uma visão incomum do planeta Vênus.

Os documentos originais nos quais esses relatórios se basearam permanecerão guardados no Arquivo Nacional até 2080.

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A principal notícia da semana para quem é contra o aborto e o PNDH-3

 

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A futura ministra dos Direitos Humanos disse que implantará o PNDH-3 como ele está. Ou seja, aborto, legalização da prostituição, perseguição
religiosa, "casamento" homossexual, e mais 510 aberrações!

Daniel Martins

Temos falado muito do termômetro do PNDH-3. Subiu mais um grau. E o Brasil vai chegando perto de uma intensa febre. Que grau foi esse? A futura ministra de Direitos Humanos do governo Dilma Roussef, Maria do
Rosário, disse que vai implantar o PNDH-3 “como ele está”. Foi o que
afirmou em entrevista para a Folha de S. Paulo (18/12/10).

Chamo a atenção para alguns pontos da entrevista:

a) Ela afirma que é preciso aceitar a adoção de crianças por “casais” homossexuais, dizendo que o fato de serem homossexuais não influencia na educação (sic!)

b) Sobre a lei de “homofobia”, que instaura a perseguição religiosa contra quem se oponha por princípio e consciência à prática homossexual, as declarações nos deixam perplexos.
Ao ser perguntada sobre o projeto de lei da homofobia, ela respondeu:

“Quem tem urgência não espera a lei ser votada no Congresso. Muitas vezes as legislações demoram nessa área de direitos humanos mais do que deveriam. Não vou começar pela lei, mas pela mobilização nacional.”

Em outras palavras, ditadura do Executivo, através de seu “Soviet Supremo”, a Secretaria de Direitos Humanos, passando por cima do Legislativo.

c) Sobre a questão do aborto, a futura ministra tergiversou, acabando por dizer que vai implantar exatamente o que está no PNDH-3. Em última análise, aborto em todas as ocasiões no
sistema público de saúde.

Quer o leitor uma prova mais rotunda de que precisamos agir? É por isso que no dia 5 de Janeiro sairá mais uma Caravana Terra de Santa Cruz, contra o aborto e o PNDH-3. São mais de 35
jovens que estão na lista para sair, a maioria já confirmados.

E você, caro leitor, ajudará os jovens a sairem em Caravana para combater o PNDH-3? Clique aqui e ajude a Caravana Terra de Santa Cruz com um tanque de…. Serão mais 450Km que, por sua contribuição, serão percorridos. Já pensou o que isso significa?

É com doações assim que poderemos mobilizar um grande número de brasileiros. Se nos mobilizarmos, o PNDH-3 dificilmente se implantará! E o Brasil continuará a ser a Terra de Santa
Cruz. Se não…

Fonte: http://www.ipco.org.br/home/noticias/a-principal-noticia-da-semana-…

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Quanto custa um parlamentar?

 

Posted: 21 Dec 2010 11:00 AM PST

A partir de 1º de fevereiro, os deputados e senadores deixarão de ganhar R$ 16.512,09 e passarão a receber R$ 26.723,13 mensais

Todos os meses, o mandato de cada deputado federal custará aos cofres públicos entre R$ 116 mil a R$ 131 mil. O de senador, de R$ 130 mil a R$ 159 mil por mês. Assim, o custo anual de um senador poderá chegar a R$ 1,9 milhão. Os números fazem parte de levantamento, a partirda elevação salarial que os parlamentares conferiram na quarta-feira (15) a si mesmos somada aos demais benefícios já conquistados no passado.

Mesmo os valores máximos não incluem benefícios difíceis de serem mensurados, como uso ilimitado de telefone celular e plano de saúde e as impressões de materiais.
A partir de 1º de fevereiro, os deputados e senadores deixarão de ganhar R$ 16.512,09 e passarão a receber R$ 26.723,13 mensais. Como já acontece hoje, eles terão direito a 14º e 15º salários todos os anos. A nova remuneração é igual à dos ministros do Supremo Tribunal Federal e será paga também à presidente da República, seu vice e todos os ministros da Esplanada.

A mudança nos salários vai impactar também as despesas anuais com a remuneração dos congressistas. Se antes elas vaimage riavam de R$ 755 milhões a R$ 878 milhões, agora irão para um nível entre R$ 843 milhões e R$ 966 milhões. O salário novo e os benefícios antigos dos 594 parlamentares significam um custo anual de 10% a 12% maior a partir do ano que vem.

As variações entre o mínimo e o máximo se devem à diversidade de benefícios aos quais os parlamentares têm direito, que ainda ainda dependem do estado em que moram. Por exemplo: a verba de transporte aéreo no Senado e o ‘cotão’ da Câmara, que paga despesas como voos de avião e diárias em hotéis, é maior para quem mora em Roraima. E menor para os senadores e deputados do Distrito Federal.

Benefícios
Voar pelo Brasil não é a única vantagem de ser parlamentar. Os deputados e senadores têm direito a serem ressarcidos com despesas de transporte, alimentação, hospedagem, consultorias técnicas, pesquisas, segurança, combustíveis, aluguel de escritórios políticos, divulgação do mandato, assinaturas de publicações e serviços de internet e TV. Os congressistas ainda têm direito a uma cota para correspondências. Na Câmara, ela faz parte do ‘cotão’. No Senado, pode chegar a 159 mil cartas, caso o senador seja líder ou membro da Mesa Diretora. Os deputados não têm direito a carro oficial, à exceção do presidente da Câmara e dos demais seis membros da Mesa Direitora da Casa. No Senado, cada senador possui um veículo com motorista e uma cota semanal de 25 litros de gasolina ou 36 litros de álcool. Os carros só podem rodar em Brasília. Veja aqui detalhes sobre os veículos dos parlamentares Funcionários.

Na Câmara, os congressistas têm direito a até 25 funcionários. No Senado, são 20. Em ambas as Casas, os colaboradores podem ser divididos entre o gabinete e escritórios políticos nos estados. Na Câmara, a verba de gabinete de R$ 60 mil mensais paga os salários que podem chegar a R$ 8 mil por mês.
No Senado, o senador tem à disposição um conjunto de funcionários que, juntos, consumiriam R$ 82 mil. O maior salário é de R$ 8 mil, mas como é permitido contratar servidores efetivos, esse valor pode ser maior.
Na Câmara, não é permitida a contratação de funcionários efetivos nos gabinetes. No Senado, é obrigatório que o chefe de gabinete seja um servidor da própria Casa.

Plano vitalício
Na Câmara, o deputado tem à disposição um Departamento Médico (Demed) para ser atendido quando precisar. Se não houver atendimento específico para o parlamentar, ele pode ser reembolsado, sem limite de despesas, pelos gastos feitos na rede particular.
No Senado, o plano de saúde é ilimitado e vitalício. Ao contrário dos colegas deputados, os senadores ainda podem ser ressarcidos em até R$ 32.958,12 por ano, o equivalente a pouco mais de R$ 2 mil mensais, em despesas odontológicas e psicoterápicas.

Fonte: Jornal do Dia