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NATAL: AFIRMANDO JESUS COMO FILHO DE DEUS

Preletor: Israel Belo Azevedo

O Natal é um convite a que vivamos os ensinos do Filho de Deus

1. O Natal é um convite a que afirmemos que Jesus é o Filho de Deus.
A grande notícia do Natal é que o menino Jesus, filho de Maria, é o Filho de Deus. Precisamos afirmar que Jesus é o Filho de Deus (João 1.32-34).
O exemplo de Paulo é notável: logo após a sua conversão, ele pregava, nas sinagogas, a Jesus, afirmando que este é o Filho de Deus (Atos 9.20).
2. O Natal é um convite a que deixemos Jesus ser para nós o que Ele é: profeta de Deus, sacerdote de Deus, Rei de Deus. Quando Ele nasce no nosso coração, Ele fala a palavra de Deus, como profeta; Ele nos purifica, como sacerdote; Ele governa as nossas vidas, como rei.
É por Ele que nós vivemos, como o sabia o apóstolo Paulo (Gálatas 2.20).
Quando confessamos que Jesus Cristo é o Filho de Deus somos restaurados à família de Deus (1João 4.14-15).
Quando recebemos a Jesus Cristo como nosso Redentor, como o Senhor que veio nos salvar, a primeira palavra que falamos é “Aba”, que quer dizer “Pai” (Romanos 8.15). Quando uma criança começa a falar, “pai” está entre as suas primeiras palavras. Quando uma criança diz “pai”, está indicando seu pertencimento a uma família, está indicando que precisa de proteção.
3. O Natal é um convite a que vivamos os ensinos do Filho de Deus (1João 5.2-3).
Se não vivemos os mandamentos de Deus, nós O fazemos um mentiroso. Esta é a tragédia dos cristãos: sua religião fracassa quando se esquece de viver os mandamentos do seu Senhor; sua vida fracassa quando se afasta dos mandamentos do seu Senhor, para seguir os seus.
4. O Natal é uma afirmação de vitória para aquele que crê
A pergunta bíblica contém a resposta: “Quem é o que vence o mundo, senão aquele que crê ser Jesus o Filho de Deus?” (1João 5.5).
Quem crê vence pelo poder de Jesus, por quem foram feitas todas as coisas.
Quem crê vence do jeito de Jesus, que nem sempre coincide com o nosso jeito (o nosso é saúde e prosperidade; o dEle é graça que sustenta e companhia que aquece).

 

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CRIVELA DETONA GOVERNADOR DO RIO

 

Senador ataca Governador. Durante eleições Crivela apoiou Cabral

O senador eleito pelo Rio de Janeiro e bispo da Igreja Universal, Marcelo Crivella (PRB), criticou na sexta-feira, dia 18, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho (PMDB) por dizer: "Quem é que aqui não teve uma namoradinha que teve que abortar?", durante discurso em evento para empresários organizado pela revista Exame, em São Paulo, no dia 14.

No discurso, Cabral criticou a legislação sobre o aborto e defendeu a rediscussão da legalização do aborto em algumas situações. O governador do Rio ainda admitiu conhecer pessoas que engravidaram as namoradas e foram abortar em clínicas clandestinas, informou o site da Exame.

"Então, o policial na esquina leva a graninha dele, o médico lá topa fazer o aborto, a gente engravida uma moça – eu, não porque já fiz vasectomia e sou bem casado – mas engravidou… Quem é que aqui não teve uma namoradinha que teve que abortar?", questionou Cabral na declaração polêmica.

Em entrevista após o discurso, Cabral disse que o assunto tem de ser dicutido na sociedade, e a mulher precisa ser muito ouvida.

Crivella por sua vez chamou de sandice o posicionamento de Crivella. "De tudo que ouvi em defesa do aborto a suposiçāo de que a maioria dos homens brasileiros já engravidou a “namoradinha” e que isso basta para legitimá-lo, é de longe o mais desqualificado argumento, e será duro superá-lo, e, se um dia o for, arrisco dizer,  será por focinho de vantagem, porque estou convencido que atingimos o vértice da sandice."

O que chama atenção é que durante as eleições Crivella apoiou Cabral, a pedido de Lula.

Data: 19/12/2010 19:31:10

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VIDA EM FAMÍLIA – MULHERES

 

O LUGAR DA MULHER NA IGREJA

E ainda: se a pastora é casada e o marido não é pastor, quem é o líder espiritual dessa casa?

O tema traz consigo uma problemática antiga, que parece estar ainda bem longe de uma palavra final que ponha fim à polêmica. É inegável a diferença entre homem e mulher nas Escrituras, que revelam o Criador os fazendo macho e fêmea, com características próprias e funções distintas, a fim de se completarem mutuamente. Essa diferença, porém, deve ser considerada do ponto de vista funcional e não essencial. A posição existencial de ambos é a mesma: imagem e semelhança de Deus, mas as funções são diferentes como transparece em todo o contexto das Sagradas Letras.

Vemos que o homem recebeu de Deus a incumbência de ser o cabeça (I Coríntios 11:3), com a responsabilidade, dentre outras coisas, de ser o responsável por trabalhar para prover a família (Gênesis 2:15), de ser o líder espiritual da casa (Gênesis 2:16, 17) e de ser o protetor da família, assumindo a responsabilidade de fazer as coisas mais difíceis (Efésios 5:25-27; I Pedro 3:7). A mulher, por sua vez, recebeu do Criador o papel de auxiliadora idônea, ou seja “aquela que olha nos olhos”, que está lado a lado com o homem para cumprirem juntos a missão dada pelo Criador (Gênesis 2:18), a missão de mãe (I Timóteo 2:15) e de ser responsável por construir uma família vencedora (Provérbios 14:1; 31:10, 11, 23).

Na contramão do que diz as Escrituras, está a lei dos homens. No Brasil, por exemplo, a Constituição de 1988 estabeleceu que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações (Art. 5º., I), seguindo na mesma esteira o Novo Código Civil, que aboliu o pátrio poder e tornou a família brasileira a única instituição acéfala na sociedade, fato que tem sido duramente criticada pelos principais juristas. Hoje, se marido e mulher não concordarem sobre qualquer coisa dentro da sociedade conjugal, quem dá a última palavra é o Juiz, o que é um completo absurdo (Art. 1631 e parágrafo único). Diante desta dicotomia, inevitavelmente a questão terá que ser enfrentada no ambiente teológico e eclesiástico, exigindo cada vez mais um posicionamento atual, coerente e firme por parte dos teólogos e das instituições.

Quanto ao lugar da mulher na Igreja, parece não haver muita polêmica sobre algumas funções eclesiásticas que podem ser desempenhadas pela mulher, como orar e profetizar (I Coríntios 11:4, 5) e ensinar outras mulheres (Tito 1:4). Entretanto, quando se fala da mulher na liderança absoluta de uma comunidade, não há consenso. Alguns defendem que a submissão da mulher ao homem foi conseqüência da queda e que em Cristo não há mais essa distinção (Gálatas 4:28), podendo sim a mulher exercer autoridade na Igreja, inclusive sobre os homens. Outros rebatem dizendo que a submissão da mulher ao homem não surgiu da queda, mas faz parte do plano original de Deus para a humanidade, já que Paulo ao ensinar sobre o assunto invocou a criação e não a queda (I Coríntios 11:7-9), prevalecendo então a limitação da mulher de exercer autoridade sobre o homem (I Timóteo 2:12).

Além da hermenêutica bíblica, que obviamente é o mais importante, outras questões precisam ser analisadas, pensando no dia-a-dia de uma mulher na liderança absoluta de uma Igreja: como uma mulher sozinha poderá visitar alguém de madrugada, em um bairro perigoso? Quem vai cuidar das ovelhas durante o período de sua gravidez e amamentação? Como ela vai encarar os desafios do ministério, que basicamente é lidar com gente, durante as alterações de humor do período pré-menstrual? E ainda: se a pastora é casada e o marido não é pastor, quem é o líder espiritual dessa casa? Se for homem, a mulher não será pastora na sua própria casa; se for a mulher, perverte-se a ordem que o Criador estabeleceu.

Assim, deixando de lado a emoção e o apelo modernista, veremos que a mulher tem um lugar importantíssimo na Igreja como qualquer cristão, podendo adorar, orar, louvar, profetizar, ensinar, evangelizar, entre outras coisas. Mas, sendo realistas, veremos que a estrutura física e emocional da mulher não foram forjadas pelo Criador para encarar a dureza de uma liderança.

O grande perigo é que as mulheres percam seu tempo exigindo certos reconhecimentos humanos, e deixem de lado as inúmeras coisas que podem e devem fazer para a glória de Deus sem polêmica alguma.

Data: 17/12/2010 09:06:23

Fonte: Pastor Gerson Moura Martins