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Igreja Universal se posiciona contra o Ensino Religioso em escolas públicas durante audiência do STF

 Publicado por Tiago Chagas – gnoticias.com.br – em 17 de junho de 2015
Igreja Universal se posiciona contra o Ensino Religioso em escolas públicas durante audiência do STFA Igreja Universal do Reino de Deus se manifestou contra o Ensino Religioso nas escolas públicas do Brasil, durante audiência pública realizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para tratar do tema.A denominação fundada pelo bispo Edir Macedo era uma das representantes religiosas que participaram da audiência, presidida pelo ministro Luís Roberto Barroso.“O entendimento foi transmitido pelo bispo Domingos Siqueira, indicado pela Universal para representar a instituição, atendendo a convite do ministro Luís Roberto Barroso, relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4439, ajuizada pela Procuradoria Geral da República (PGR), e que questiona o ensino religioso confessional – aquele vinculado a uma religião específica nas escolas da rede oficial de ensino do País”, disse a denominação em nota publicada em seu site.

Renato Gugliano Herani, advogado da Universal que também participou da audiência, afirmou que a denominação “tem o firme posicionamento no sentido da ausência do ensino religioso como disciplina nas escolas públicas, especialmente de oferta obrigatória, isso porque preza pelo pleno respeito à laicidade – a separação entre igreja e Estado prevista em nossa Constituição Federal”.

Mais à frente em seu discurso, o advogado destacou que “a Universal vê com preocupação o ensino religioso nas escolas públicas, pois o Estado não está devidamente preparado para assegurar a sua realização com igualdade para todas as religiões e crenças”.

A Constituição Federal prevê o Ensino Religioso de forma facultativa, e dentro dessa condição, Herani – falando em nome da Universal – sugeriu que este “deve ser sobre religião, e não da religião”.

De acordo com a assessoria de imprensa do STF, o ministro Barroso considera que há três valores constitucionais em questão: a liberdade religiosa, o Estado laico e a previsão constitucional expressa de que haja ensino religioso nas escolas públicas.

Barroso esclareceu que o questionamento feito na ADI restringe-se às escolas públicas, o que não impõe nenhuma interferência com instituições privadas, que continuarão podendo ministrar livremente ensino religioso confessional a quem procurá-las.

“O mundo pós-moderno ainda conserva a religião como expressão cultural importante, e mais de 90% das pessoas, em pesquisas, reconhecem professar algum credo ou, pelo menos, acreditar em alguma divindade. A maior parte das pessoas acredita numa dimensão transcendente na vida. Portanto, a nossa discussão aqui não é acerca da importância da religião no mundo contemporâneo, porque esta é inequívoca. Tivemos aqui uma mostra de todos os pensamentos que há na sociedade brasileira, majoritários e minoritários”, comentou Barroso, acrescentando que a audiência pública foi de grande valia para a formação de sua decisão sobre o caso: “Pessoalmente saio daqui muito mais capaz de equacionar as questões tratadas no processo do que antes da audiência”. veja os vídeos:aqui

 

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Maioria dos palestinos apoia ataques contra civis israelenses

A pesquisa foi conduzida pelo PCPS entre os dias 4 e 6 de junho de 2015

por Tazpit Brasil – gospelprime –

 

Maioria dos palestinos apoia ataques contra civis israelenses
Palestinos apoiam ataques contra civis israelenses

Uma pesquisa de opinião, realizada pelo Centro Palestino de Política e Pesquisa (PCPS) e publicada na terça-feira, 9 de junho, mostra que apenas um terço dos palestinos estão satisfeitos com os resultados da última campanha de Gaza e mais de metade dos habitantes de Gaza querem sair de lá.

A pesquisa foi conduzida pelo PCPS entre os dias 4 e 6 de junho de 2015, por amostragem, entre um grupo de 1.200 adultos em 120 locais selecionados aleatoriamente em Gaza, Judéia e Samaria. A pesquisa foi focada em diversas questões cívicas e políticas, nacionais e internacionais. De acordo com a PCPS a margem de erro da pesquisa é de 3%.

Em relação à tentativa palestina de expulsar Israel da FIFA, a maioria acredita que Israel saiu vencedor, enquanto apenas 20% dos palestinos acreditam que o lado palestino saiu por cima.

Centrando-se no resultado da operação Margem Protetora no verão de 2014, 63% dos palestinos afirmaram que estão insatisfeitos com a atuação do Hamas e apoiam as negociações indiretas entre Hamas e Israel. Apesar disso, também 63% apoiam o lançamento de mísseis de Gaza contra civis israelenses. Os resultados adicionais mostram um aumento global de pessimismo em relação ao governo de reconciliação Hamas e Fatah, situando-se em 59%.

Curiosamente,36% dos palestinos acreditam que o quadro atual do acordo nuclear EUA-Irã é ruim para os árabes. Já em relação ao futuro da região, apenas 11% acredita que o primeiro e mais importante objetivo dos palestinos deve ser o estabelecimento de um sistema político democrático que respeite as liberdades e os direitos.

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Muçulmana é condenada porque seu marido machucou a mão enquanto a espancava

 Publicado por Tiago Chagas-gnoticias.com.br- em 12 de junho de 2015
Muçulmana é condenada porque seu marido machucou a mão enquanto a espancavaUm casal que vivia de troca de agressões se tornou manchete no mundo todo porque a esposa foi condenada pagar uma multa depois de seu marido ter machucado a mão enquanto a espancava.O caso incomum foi registrado em Ancara, na Turquia, país de maioria muçulmana. O jornal Milliyet informou que os problemas envolvendo a Justiça começaram quando a mulher e o filho resolveram buscar abrigo na casa dos vizinhos para fugir dos constantes espancamentos.

No Tribunal, testemunhas disseram que depois de um tempo, a mulher resolveu voltar para casa com o filho, mas o marido voltou a agredi-la. As autoridades, então, resolveram colocar a mulher em um abrigo, juntamente com a criança. Porém, o homem se aproveitava dos dias de visita para espancá-la ainda mais.

Como o caso se mostrava fora de controle, o Tribunal da cidade de Ancara resolveu usar a lei contra os dois, numa tentativa de conter a violência, e acusou o casal de se agredirem mutuamente.

Ele foi sentenciado porque batia na esposa, enquanto ela foi condenada porque deixou alguns arranhões no braço do marido e porque ele sofreu uma lesão em uma das mãos depois de uma surra que havia dado nela.

A sentença, imposta pelo Tribunal Criminal de Primeira Instância de Ancara, estipulou que eles deveriam pagar uma multa equivalente a R$ 3.300,00 à Justiça.

Como se não fosse suficiente, o homem voltou a agredir a esposa depois do julgamento. Mas, dessa vez, a Justiça resolveu agir de forma mais definitiva, e colocaram a mulher e o filho em uma casa abrigo em outra cidade, para livrá-la das agressões.