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Naldo Benny afirma que a música gospel o influencia: “Mexe comigo. Sinto Deus no coração”

 Publicado por Tiago Chagas em 26 de maio de 2015
Naldo Benny afirma que a música gospel o influencia: “Mexe comigo. Sinto Deus no coração”O funkeiro Naldo Benny, que se identifica como evangélico, afirmou que a música gospel exerce influência sobre ele e sua vida.

O artista oriundo do subúrbio carioca, conhecido pelas letras de conteúdo erótico, disse ao site de celebridades O Fuxico que sua infância e adolescência foram marcadas pelos ensinamentos religiosos de sua mãe, incluindo as canções de louvor a Deus.

“A música evangélica mexe muito comigo, são os ensinamentos da minha mãe, tudo que eu aprendi de fé e igreja vem da minha família. Levo isso comigo, para os meus filhos. É a minha fé, no que eu acredito”, contou Naldo Benny.

A carreira na música, inclusive, se deve à influência que as canções cristãs exerceram sobre ele: “Não tenho uma vida de cristão assíduo, mas sempre que pode a gente vai. Me faz bem, me emociona, eu realmente sinto Deus no coração. Cresci no meio disso. A história da música, para mim, veio do lado gospel, me influenciou muito”, acrescentou.

Mesmo com toda a admiração pela música gospel, Naldo descartou abandonar a carreira no funk: “É bom deixar isso bem claro: não tenho projetos para carreira gospel. A minha carreira é a secular, eu sou… Fui considerado pela mídia e pelo público como fenômeno pop, e eu não tenho planejamentos para carreira gospel”, disse o artista, em maio de 2014, em entrevista ao TV Fama.

A pequena Maria Victoria recebeu oração do pastor Jaime Soares durante a celebração, e o funkeiro publicou uma foto nas redes sociais agradecendo pelo momento: “Obrigado meu Rei Jesus! Obrigado, muito obrigado aos meus amigos Thalles Roberto e sua esposa Dany Campos, agora padrinhos da minha princesa Maria Victoria. Hahaha Obrigado pastor Jaime Soares, obrigado pela noite de bênção”, escreveu o pai, orgulhoso.

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“Deus ajudou”, diz piloto sobre pouso forçado de avião que transportava Angélica e Luciano Huck

Publicado por Tiago Chagas – gnoticias.com.br – em 25 de maio de 2015 

“Deus ajudou”, diz piloto sobre pouso forçado de avião que transportava Angélica e Luciano HuckO acidente aéreo envolvendo os apresentadores Angélica e Luciano Huck não se transformou em tragédia por intervenção divina, segundo o piloto da aeronave, Osmar Frattini.

Uma pane em um dos motores fez o avião Embraer 820C, matrícula PT-ENM, perder altitude, o que motivou a decisão da tripulação – piloto e copiloto –  em fazer um pouso de emergência numa área de pasto.

Com apenas um dos motores funcionando, o piloto avisou à torre de controle e ao esquadrão de resgate da Força Aérea Brasileira (FAB) que iria buscar uma área plana onde pudesse fazer um pouso de emergência, pois estava a dez minutos do aeroporto de Campo Grande (MS).

Ao encontrar o local, Frattini optou por desligar o motor que restava e não acionar o trem de pouso da aeronave. O piloto temeu que, com o motor funcionando, houvesse uma explosão no momento do impacto com o solo, e com o trem de pouso baixado, o avião pudesse capotar já que a aterrissagem era feita num pasto, e não em uma pista.

“Quando o avião pousou, foi preciso retirar todo mundo às pressas porque cheirava combustível”, relatou Lucilene Vaz, esposa do piloto. “A preocupação dele era principalmente com as crianças. Ele precisou ter calma […] Ele pediu ajuda para o pessoal da fazenda. Acho que foi um milagre. Todo mundo tem que agradecer a Deus”, acrescentou.

Segundo Lucilene, o piloto sentia dor do peito, por causa do impacto contra o manche da aeronave, e tinha pequenos ferimentos na cabeça e na perna. “Mas, ele está bem”, tranquilizou.

Desespero

Lucilene afirmou ainda que a apresentadora Angélica se desesperou no momento que seu marido anunciou que seria necessário fazer um pouso de emergência: “Na hora que ele avisou que ia ter que fazer o pouso forçado, a Angélica se desesperou e gritou muito”, contou, de acordo com informações do site Diário Digital.

A equipe de resgate ressaltou a perícia do piloto ao tomar decisões cruciais para o sucesso do pouso forçado: “Ele já procurou um espaço para que ele pudesse fazer o pouso de emergência. Você vê que aqui é uma região bastante acidentada, ele conseguir esse espaço e fazer esse procedimento é algo de bastante perícia”, disse o capitão do Corpo de Bombeiros Silvio Romero, lembrando que a aeronave sobrevoava a região da Serra de Maracaju no momento da falha mecânica.

O capitão do Exército Mauro Pascale, que atuou na operação de resgate, também elogiou o piloto: “Ele conseguiu aí fazer um pouso forçado, vamos dizer, com sucesso, e dado aí a energia envolvida no acidente aeronáutico, tenho certeza aí que foi uma sobrevida, uma segunda chance para esses tripulantes, passageiros e o piloto foi muito bem na operação dele, com certeza”.

O avião, que pertence à empresa Mato Grosso do Sul Taxi Aéreo, está com documentação regularizada e com manutenção válida até o dia 12 de junho, de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

“Deus ajudou”

Na chegada ao hospital, o piloto Osmar Frattini concedeu uma rápida entrevista à repórter do programa Fantástico, da TV Globo, e contou que acreditava numa intervenção divina para o sucesso do pouso.

Piloto: Deus ajudou.

Repórter: Mas por que o senhor não baixou o trem de pouso?

Piloto: Porque se baixar o trem de pouso, já complica.

Repórter: Mas o que aconteceu?

Piloto: Uma pane.

Logo após a chegada ao hospital do casal de apresentadores, seus três filhos e as duas babás que estavam no avião, a Santa Casa de Campo Grande informou que todos foram submetidos a exames de tomografia e raio-x.

Após os primeiros atendimentos, eles foram transferidos para uma base aérea em Campo Grande, onde embarcaram para São Paulo em dois aviões UTI móvel. Na chegada à capital paulista, foram diretamente para o Hospital Israelita Albert Einstein, onde foram submetidos a uma bateria de exames.

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Derrotado no UFC, Vitor Belfort fala sobre sua fé: “Tenho um relacionamento com Deus”

 Publicado por Tiago Chagas – gnoticias.com.br – em 25 de maio de 2015

 

Derrotado no UFC, Vitor Belfort fala sobre sua fé: “Tenho um relacionamento com Deus”O lutador de MMA Vitor Belfort, derrotado no último sábado, 23 de maio, por Chris Weidman na disputa do cinturão dos pesos-médio do UFC, falou sobre sua jornada cristã.

Antes do confronto, o atleta destacou que embora não alardeie muito a esse respeito, tem a fé como uma das constantes de sua vida, assim como seus companheiros nessa jornada.

“Tenho minha família espiritual. Eles fazem parte da minha vida, estão comigo em qualquer lugar. A gente vive junto, é próximo. São conselheiros para mim. Tem igrejas no Brasil, nos Estados Unidos. A maioria das pessoas busca a Deus por culpa, quando estão na situação difícil ou para pedir algo. Eu vivo uma vida buscando a Deus porque há um vazio dentro de mim. Jesus veio para preencher esse vazio”, afirmou Belfort em entrevista à ESPN.

Questionado sobre os aspectos da religião que ele destacaria, Belfort afirmou que não se vê praticando uma religião, mas vivendo uma fé: “Eu não tenho uma vida religiosa, eu vivo uma vida de relacionamento. A religião é um trabalho. Você vai por culpa ou porque precisa. Não! A minha vida é de relacionamento. Eu vivo um relacionamento. Deus faz parte da minha vida aqui e fora daqui, onde quer que eu esteja”.

Fazem parte da equipe de apoio de Belfort alguns parentes, amigos, sua esposa, e o missionário americano Mark Shubert, 56 anos, que acompanha o lutador há dez anos, quando foi morar no Brasil.

“Moro no Rio de Janeiro, mas viajo quase toda semana. Cheguei na segunda-feira em Las Vegas, mas fiquei na casa dele, em Miami, antes. Normalmente cancelo toda a minha agenda e fico três semanas acompanhando-o antes de luta. É uma rotina de vida, de estudo bíblico, de orar todos os dias. Juntamos as forças e oramos juntos”, contou o missionário, em entrevista ao site do canal Combate.

Por fim, Shubert diz que o “irmão” Belfort busca a Deus todos os dias, e não apenas em momentos de vitórias ou derrotas: “Fazemos café de manhã, tocamos música, pegamos a Bíblia, oramos… São as mesmas coisas que fazemos no dia a dia. São músicas cristãs, de adoração. Somos seguidores. O Vitor é um cara de princípios. O que me impressiona é que fácil um lutador falar ‘glória a Deus’ ou ter tatuagem de um versículo no corpo, mas parece que não vive aquilo. O Vitor vive o que prega, o que ele fala, ele pratica. É um homem de família, de negócios, de tanta coisa, que a luta é só uma parte da sua vida, não é a identidade dele”, concluiu.