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Em mensagem a líderes, pastor Myles Munroe disse que poderia morrer em um acidente; Assista

Profile photo of Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas em 19 de novembro de 2014

Em mensagem a líderes, pastor Myles Munroe disse que poderia morrer em um acidente; AssistaEm uma curta mensagem gravada momentos antes de sua morte, o pastor Myles Munroe afirmou que o sucesso ministerial pode ser medido justamente pela ausência do líder, e usou como exemplo a possibilidade de uma morte acidental para ilustrar o sermão.

A imprensa internacional vem descrevendo o teor da mensagem como uma espécie de presciência que Munroe teve de sua morte, pois o pastor e fundador do Bahamas Faith Ministries disse se considerar “desnecessário” para a continuidade do ministério.

“O maior ato de liderança é o que acontece na sua ausência. Se tudo que você fez morreu com você, você é um fracasso. A verdadeira liderança é medida pelo que acontece depois que você morre”, disse o pastor.

Falando para líderes a partir de um estúdio de TV, Munroe usa seu exemplo pessoal e questiona sobre o que poderia acontecer aos ministérios em caso de morte de seus líderes: “Se você, em posição de liderança, morrer hoje deixando o estúdio em um acidente, o que acontece com a sua organização? O que acontece com a sua igreja? O que acontece com o seu negócio? Se ele [ministério] morre quando você morre, você é um fracassado”, disse.

Na sequência, ele pede que os investimentos feitos pelas igrejas sejam direcionados a pessoas: “Os verdadeiros líderes não investem em edifícios. Jesus nunca construiu um edifício. Eles investem em pessoas. Por quê? Porque alcançar o êxito sem deixar um sucessor é fracasso. Portanto, o seu legado não deve ser em edifícios, programas ou projetos, o seu legado deve estar em pessoas”, afirmou Munroe.

“Quem você tutoria para tomar seu lugar? Os verdadeiros líderes fazem-se desnecessários. Um verdadeiro líder funciona fora do trabalho. Então, os grandes líderes medem sua grandeza pela sua ausência. Estude Jesus. O maior líder de todos. Ouça Suas palavras. ‘É melhor para vós que eu vá embora. Se eu não for’, Ele diz, ‘você não será grande. Minha ausência é a sua grandeza’. Ele provou sua grandeza ao sair. Ele saiu e sua organização cresceu em sua ausência”, acrescentou o pastor.

Próximo ao final do vídeo, Munroe passou a explicar que seus filhos já haviam sido preparados para assumir o ministério e também seus negócios: “É por isso que, em nossa organização, me tornei desnecessário. Eu posso viajar pelo mundo e nosso ministério cresce. As minhas empresas crescem. Meu filho, aos 29 anos de idade, está tocando meus negócios. Minha filha, que tem 30, está tocando a nossa organização global”.

httpv://www.youtube.com/watch?v=n-2wN_Szcos

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Ataque a rabinos pode ser estopim de nova guerra em Israel

Homens invadem sinagoga em Jerusalém e matam quatro.

por Jarbas Aragão

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Ataque a rabinos pode ser estopim de nova guerra em Israel
Ataque a rabinos pode ser estopim de nova guerra em Israel

A tensão segue crescendo em Jerusalém, especialmente na área perto do Monte do Templo. Recentemente, o rabino Yehuda Glick foi baleado enquanto fazia uma campanha para que os judeus voltassem a orar no local, algo que não é permitido pelos muçulmanos.

A polícia fechou o acesso ao Monte, chamado pelos islâmicos de Esplanada das Mesquitas. O homem que atirou no rabino foi identificado como o palestino Moataz Hejazi, que morreu em confronto com contra policiais israelenses que cercavam sua casa.

No início da manhã de hoje, mais um incidente aumenta o clima de hostilidade.  Quatro rabinos foram mortos e oito judeus ficaram feridos após dois palestinos atacarem uma sinagoga no bairro de Har Nof. Armados com facas, machados e revólveres, invadiram o local onde os judeus estavam orando.

Har Nof é uma comunidade de judeus ortodoxos. Até o momento não foram divulgados detalhes sobre os homens nem sua motivação. Micky Rosenfeld, porta-voz da polícia, explica que o ataque é considerado um “ataque terrorista”. Contou ainda que os responsáveis foram mortos a tiros quando a polícia chegou ao local. Os feridos (seis fiéis e dois policiais) foram conduzidos a hospitais e medicados.

A cobertura pela imprensa tem sido confusa. O site do jornal britânico The Guardian publicou uma reportagem sobre o atentado ignorando que os suspeitos eram palestinos. As primeiras notícias divulgadas pela rede americana CNN davam conta que o ataque ocorrera numa mesquita. A maior parte ignorou o fato de, no momento do ataque, os mortos serem rabinos que estavam realizando o Shaharit, o serviço matinal de orações.

corpo sinagoga israel Ataque a rabinos pode ser estopim de nova guerra em Israel

O gabinete do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu prometeu que o país “vai responder com pulso firme ao assassinato brutal de judeus que foram surpreendidos por assassinos condenáveis”.

Responsabilizou ainda o Hamas e a “campanha de incitamento” liderada por Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, que “a comunidade internacional está ignorando de forma irresponsável”.

Segundo agências de notícias, o Hamas e grupo militante palestino Jihad Islâmico elogiaram o ataque. Os palestinos mortos foram identificados como os primos Odai Abed Abu Jamal, 22, e Ghassan Muhammad Abu Jamal, 32. Abu Salah, que se identificou como parente deles explicou que sua motivação foi exatamente “garantir a segurança” da Esplanada das Mesquitas e que era parte da “guerra religiosa” contra os judeus pela posse do Monte do Templo.

Entre os rabinos mortos, um nasceu na Inglaterra e outros três nos Estados Unidos, incluindo o conhecido líder hassídico Moshe Twersky, 59.  Por causa disso, o presidente Obama exigiu que Abbas condenasse os ataques. Contudo, manifestações em Gaza e as entrevistas de líderes do Hamas e da Organização pela Libertação da Palestina indicam o contrário. Todos estão tratando os primos como heróis e mártires da jihad.

A segurança será reforçada e o gabinete político de Israel vai anunciar medidas para restringir o movimento na parte oriental da capital do país. Isso certamente levará a manifestações e ondas de violência da população árabe. O diferencial desta vez é a tentativa de ressaltar a separação entre árabes e judeus.

Os assassinatos ocorrem pouco mais de uma semana após Federica Mogherini, chefe da diplomacia da União Europeia ter visitado Israel e os territórios palestinos.  Ela afirmou veementemente: “Precisamos de um Estado palestino. Este é o objetivo e esta posição é compartilhada por toda a União Europeia”. Alertou ainda que “o mundo não suportará uma nova guerra na região”.

Para os especialistas, os eventos recentes remetem diretamente ao conflito deste ano entre Israel e o Hamas, que terminou em menos de três meses atrás e vitimou 2.230 pessoas, incluindo 541 crianças, 250 mulheres e 95 idosos. Foi o maior número de mortos desde a guerra contra o Líbano em 2006.

Tudo teve início com a morte de 3 seminaristas judeus na Cisjordânia, dia 12 de junho. O Hamas, grupo islâmico que controla a Faixa de Gaza, assumiu a responsabilidade e quando Israel retaliou, a guerra explodiu. Teme-se que um novo ciclo de violência tenha início ainda este ano. Com informações de Jerusalém Post,New York Times e Jewish News

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Encontro de líderes muçulmanos mostra que América Latina é prioridade

Reunião realizada na Turquia tratou do expansionismo islâmico para o continente

por Jarbas Aragão

  • gospelprime

 

Encontro de líderes muçulmanos mostra que América Latina é prioridade
Encontro de muçulmanos mostra que América Latina é prioridade

Pouco divulgado no Brasil, ocorreu na última semana na Turquia o primeiro encontro de líderes muçulmanos da América Latina. O tema foi “Construindo as nossas tradições e do nosso futuro”, e teve como promotor o Gabinete para Assuntos Religiosos do Presidente, chamado de Diyantet.

A reunião teve a participação de 76 líderes muçulmanos de 40 países, sob a direção de Mehmet Görmez, chefe do Diyantet. Entre os participantes havia emissários de Brasil, Venezuela, Argentina, Chile, México, Suriname, Uruguai, Paraguai, Nicarágua, Panamá, Colômbia, Bolívia, República Dominicana, Guiana, Peru, Colômbia, Cuba, Equador, Jamaica e Haiti.

Único continente do mundo que não tem um número expressivo de muçulmanos, a América Latina parece ser o “alvo” do expansionismo islâmico para os próximos anos. “Nós estamos aqui reunidos para discutir questões que dizem respeito aos muçulmanos em países da América Latina, seus cultos religiosos e as oportunidades de cooperação”, disse o Dr. Görmez.

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, fez um pronunciamento no último sábado, afirmando que “A América não foi descoberta por Cristóvão Colombo em 1492, mas sim por “navegadores muçulmanos” três séculos antes”. Além de querer mudar o passado, o presidente também parece querer mudar o futuro do continente, oferecendo-se para patrocinar a construção de mesquitas.

O encontro de líderes islâmicos latino-americanos abordou formas de cooperação mútua e como o governo turco poderá ajudar os muçulmanos da América Latina em suas atividades. Um dos principais aspectos levantados por Görmez é que ainda não há islamofobia na América Latina e por isso a resistência ao Islã é menor.

Durante a reunião, outro tema que mereceu atenção foi a falta de imãs fluentes em espanhol e português. A maior concentração de muçulmanos na América do Sul está no Caribe, com cerca de 4,5 milhões de seguidores.

Segundo Mazen Mokhtar, presidente para as Américas da Associação Muçulmana, existe uma “alta taxa” de conversão ao Islã no continente. Embora não tenham divulgado números que comprovem essa afirmação.

número de muçulmanos no Brasil cresceu 29.1% entre 2000 e 2010, segundo o IBGE. Número bem maior que o crescimento médio da população, que foi de 12.3%.

Embora não existem registros oficiais, estima-se que eles possam chegar a meio milhão de seguidores. Os estados com maior concentração seriam São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Em muitos deles, existem grandes comunidades de imigrantes árabes. Só na capital paulista há cerca de 10 mesquitas, incluindo A Mesquita Brasil, a primeira mesquita construída na América Latina.

Por que na Turquia?

Embora nem todo árabe seja muçulmano, durante séculos o chamado Mundo Árabe reuniu a maior parte dos seguidores de Maomé do planeta. O último grande império a levar a mensagem de submissão a Alá foi o Otomano, cuja sede ficava na atual Turquia.

Foi justamente a capital Istambul que hospedou o que está sendo chamado por especialistas em profecias bíblicas de “Confederação do Anticristo”. O sheik Yusuf al-Qaradawi, presidente da União Internacional de Sábios Muçulmanos, que representa o maior grupo de estudiosos muçulmanos em todo o mundo, anunciou: “Diferentemente de como era no passado, o califado dos dias de hoje deve ser estabelecido através de uma série de Estados, governados pela sharia [lei islâmica], e apoiado por autoridades e o povo na forma de uma federação ou confederação”. Com informações de Carribean News e World Bulletin