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Presidente Dilma desdenha da candidatura de Marina Silva: “Não posso ficar preocupada com qualquer pessoa”

Avatar de Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas

Presidente Dilma desdenha da candidatura de Marina Silva: “Não posso ficar preocupada com qualquer pessoa”A entrada de Marina Silva (PSB) na disputa pela presidência da República nas eleições deste ano foi desdenhada pela candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT). Durante uma entrevista na última terça-feira, 19 de agosto, quando questionada sobre a ex-senadora, a presidente afirmou que não poderia “ficar preocupada com qualquer pessoa”.

A afirmação foi feita após uma visita às obras da hidrelétrica de Santo Antônio, em Rondônia. Dilma vem cumprindo a chamada “agenda casada” durante essa campanha, em que ela aproveita os compromissos oficiais de presidente para pedir votos nas mesmas cidades que visita.

“Eu vou fazer a minha campanha. Tenho muito que mostrar. Eu não posso ficar preocupada com qualquer pessoa ou com o que ela queira fazer. É direito das pessoas concorrerem. E é meu direito, agora, aproveitar esse período que vou ter e apresentar as obras que estamos fazendo”, afirmou Dilma Rousseff.

A candidata do PSB, que substitui o falecido Eduardo Campos, apareceu na pesquisa de intenção de voto feita pelo Instituto Datafolha em segundo lugar, com 21%, empatada com o tucano Aécio Neves, que somou 20%, contra 38% de Dilma.

Numa simulação de segundo turno, Marina Silva aparece com 47% das intenções de voto, contra 43% de Dilma, o que configura empate técnico no limite da margem de erro, que é de dois pontos percentuais.

Marina Silva, evangélica, vem recebendo manifestações de apoio ao longo dos últimos dias. O pastor Silas Malafaia teria decidido apoiar a ex-senadora no segundo turno, caso ela chegue a essa etapa da disputa, de acordo com informações do jornalista Lauro Jardim.

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Vândalos picham igreja católica com símbolos satânicos

As câmeras de segurança da igreja conseguiram flagrar um homem e duas mulheres que atacaram o templo durante a madrugada

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Vândalos picham igreja católica com símbolos satânicosVândalos picham igreja católica com símbolos satânicos

Vândalos atacaram a Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, em Rio Bonito, interior do Rio de Janeiro, na madrugada do último domingo (17). Uma cabeça de bode foi deixada na porta da igreja que também foi pichada.

Em uma das paredes o número 666 foi pichado fazendo ligações com o chamado “número da besta”, em um monumento dedicado à missão os vândalos picharam um pentagrama e a palavra “satã”.

Em outra lateral do prédio foi escrito “Jesus escravista” e na porta de entrada do templo foi pichado a suástica nazista.

A ação dos vândalos deixou o padre Eduardo Braga, responsável pela igreja, consternado. “O fato foi um repúdio dos hereges em relação a semana que houve na igreja. Muitas pessoas viram uma procissão e carreata que fizemos e isso deixou muitos insatisfeitos. Essas pichações aconteceram justamente na semana de aniversário da Matriz que tem 246 anos”, disse o pároco ao site G1.

O padre Rafael Santana, de Cabo Frio (RJ) compartilhou as imagens no seu Facebook pedindo aos fiéis que rezassem pelos vândalos. “No mínimo foi uma falta de educação, de respeito, de ódio e intolerância! Será que nós, católicos, também não temos o direito de professarmos a nossa fé? Oremos pedindo ao Senhor que perdoe este tipo nefasto de atitude e quanto aos seus autores, rezemos: “Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem!”, escreveu.

jesus escravista Vândalos picham igreja católica com símbolos satânicos

O padre Eduardo Braga fez um boletim de ocorrência sobre o caso que ficou registrado como agressão ao patrimônio histórico. As imagens das câmeras da igreja conseguiram flagrar o ato de vandalismo e a Polícia Civil já está com estes registros para identificar o homem e as duas mulheres que aparecem nos registros.

“Esse afronte será superado. Todas as pessoas da paróquia de Nossa Senhora Conceição irão rezar com mais fé e buscar o perdão de Deus em favor dos autores desse sacrilégio”, disse o padre que contou com o apoio da comunidade para apagar as pichações e descartar a cabeça de bode.

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Palestinos perdem a confiança no Hamas pela situação na região

Foram mais de 2 mil mortos, mais de 10 mil feridos, além de casas e escolas destruídas pelos bombardeios

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Palestinos perdem a confiança no Hamas pela situação na região
Foto: Khalil Hamra / AP

Os ataques na Faixa de Gaza deixaram mais 2 mil mortos entre os palestinos além de destruir bairros e atrapalhar a vida de milhares de pessoas que sofrem pela escassez de água e energia elétrica.

Por mais que sejam contra Israel, os palestinos estão começando a criticar o Hamas e outros militantes acusando-os da situação precária deixada pela guerra. O jornal O Globo divulgou o depoimento de Ziad Abu Halool, um funcionário do governo que pede pelo fim dos ataques do Hamas contra Israel.

“Todas as facções palestinas deveriam parar de disparar foguetes. Já chega. Estamos sofrendo”, disse ele. Halool afirmou que odeia Israel, mas agora culpa o Hamas pelas tragédias de sua vida.

Outros palestinos começam a criticar o Hamas, mesmo tendo na guerra a única opção para alcançar o fim dos bloqueios econômicos mantidos por Israel e Egito. Acontece que a população está magoada com os resultados negativos que os ataques trouxeram para a região.

Segundo o analista político Mkhaimer Abusaada, da Universidade Al-Azhar, se o Hamas não reconstruir Gaza antes das eleições palestinas, isso poderá resultar de forma negativa no resultado das urnas.

Casas destruídas, falta de energia, de água potável, escolas bombardeadas e mais de 10.190 feridos são a herança deixada pelos ataques que ainda não se findaram. Somado a isso está a economia local paralisada pela falta de abertura internacional, fruto de um acordo entre Israel e Egito que prejudicam a vida dos palestinos.

Com tudo isso o Hamas vai perdendo o apoio dos palestinos, principalmente agora quando o número de mortos passa para 2.016. “Todos sussurram ‘por que o Hamas não aceitou a iniciativa egípcia no início do conflito, quando o número de vítimas ainda era baixo?’”, disse o Hani Habib, analista político e jornalista palestino ouvido pelo jornal O Globo.

“Estamos cansados. Não temos o poder necessário para lutar contra os israelenses. Sentados em seus escritórios em Israel, eles podem destruir toda a Faixa de Gaza por controle remoto”, disse o palestino Rafaat Shamiya, de 40 anos.