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Marcha para Jesus reúne milhares de pessoas em São Paulo

O evento teve a participação de cantores como Aline Barros, Diante do Trono, Thalles Roberto e muito mais

por Leiliane Roberta Lopes

 

Futura Press

A greve dos funcionários do Metrô não impediu que milhares de pessoas participassem da Marcha para Jesus 2014 de São Paulo. O evento aconteceu neste sábado (31) a partir das 10h com saída do Metrô Tiradentes.

Doze trios elétricos guiaram os participantes até a Praça dos Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB) que fica próximo ao Metrô Santana, na zona Norte da capital paulista onde um grande palco foi montado para receber artistas evangélicos.

De acordo com a Polícia Militar, por volta das 12h havia entre 200 mil a 250 mil pessoas nas ruas, marchando para Jesus e declarando que Cristo é o Senhor de São Paulo e do Brasil.

Essa foi a 22ª edição da Marcha que é organizada pela Igreja Renascer em Cristo, mas conta com o apoio de diversas denominações. O evento tem como objetivo unir o povo de Deus e mostrar a alegria dos fiéis que cantam, dançam e oram durante todo o trajeto.

Ao chegarem a Praça Heróis da FEB o público acompanhou a apresentação de grandes artistas do gospel como Aline Barros, Fernanda Brum, Diante do Trono, Eyshila, Thalles Roberto, Ao Cubo e muito mais.

A pregação ficou a cargo do líder do evento, apóstolo Estevam Hernandes, outros pastores e autoridades políticas também falaram no evento, como o senador Magno Malta que criticou a aprovação da chamada “Lei da Palmada” pelo Senado.

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Justin Bieber é batizado em cerimônia privada na Hillsong NY

O cantor cresceu em lar cristão, mas nos últimos anos se envolveu em diversas polêmicas, incluindo brigas e consumo entorpecentes

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Justin Bieber é batizado em cerimônia privada na Hillsong NY
Justin Bieber é batizado em cerimônia privada na Hillsong

De acordo com site TMZ o cantor Justin Bieber se batizou em uma cerimônia privada da Hillsong Church de Nova York, nos Estados Unidos.

O cantor tem frequentado os cultos dessa denominação há alguns meses e teria até passado pelo curso de batismo durante uma semana estudando a Bíblia e sendo discipulado pelo pastor Carl Lentz.

A divulgação do batismo foi divulgada na mesma semana em que o cantor voltou a chamar a atenção da mídia de forma negativa. Dessa vez ele apareceu em dois vídeos fazendo comentários racistas.

Os vídeos foram gravados quando o astro teen tinha apenas 15 anos. Em um deles ele usa diversas vezes a palavra “nigger”, um vocábulo ofensivo para se referir a negros. Em outro ele troca a palavra “girl” da música “One Less Lonely Girl” [Uma Garota Sozinha a Menos] por negro, fazendo a canção se tornar algo como “um negro a menos”. Nesse mesmo vídeo ele ainda aparece brincando com a sigla KKK “Ku Klux Klan”, uma organização radical que defende a supremacia branca. “Se eu te matar, então farei parte da KKK”, cantou Justin.

Nos últimos anos o jovem cantor tem aparecido nos noticiários por conta de atitudes polêmicas como agressão a ex-funcionários, brigas em boates, dirigir em alta velocidade, aparecer consumindo um cigarro (aparentemente maconha) e muitos outros casos.

A participação de Justin nos cultos da Hillsong Chuch fez surgir rumores de que ele se aproximou da religião para se livrar desse passado de “garoto problema”. O batismo mostra a vontade do jovem de mudar de vida e voltar a exercer a fé, já que ele foi criado em lar cristão.

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Cristãos são condenados a 80 chicotadas por tomarem a ceia

Novo relatório da ONU destaca a perseguição religiosa no Irã

por Jarbas Aragão

  • gospelprime

 

Quatro cristãos do Irã foram condenados a receber 80 chicotadas cada um. São acusados de beber vinho, algo proibido pela lei do país. Na verdade, eles participavam de um culto em uma casa onde foi servida a “Ceia do Senhor”. Eles também foram punidos por terem uma antena parabólica.

Behzad Taalipasand, Mehdi Reza Omidi, Mehdi Dadkhah e Amir Hatemi pertenciam a uma igreja doméstica, o que é proibido no Irã. No final do ano passado, Taalipasand e Omidi foram detidos durante uma onde de repressão do governo iraniano contra as igrejas. A informação está sendo divulgada pela ONG Christian Solidarity Worldwide (CSW).

Os homens só receberam sua condenação dia 20 de outubro e têm 10 dias para recorrer da sentença. Mervyn Thomas, diretor executivo da CSW, disse: “As sentenças proferidas contra esses membros da Igreja do Irã na prática criminalizam o sacramento cristão da Ceia do Senhor e constitui uma violação inaceitável ao direito de se praticar a fé de forma livre e pacífica.

A denúncia ocorre na mesma semana que foi publicado um relatório das Nações Unidas onde se critica a república islâmica do Irã pela perseguição aos não-muçulmanos. Segundo Ahmed Shaheed, relator especial da ONU sobre os direitos humanos no Irã, havia a promessa do novo presidente, Hasan Rouhani, de reduzir punição às minorias religiosas.

“Pelo menos 20 cristãos estavam na cadeia em julho de 2013″, afirma o relatório. “Além disso, continuam sendo relatadas violações dos direitos dos cristãos, particularmente os de grupos evangélicos. Em sua maioria, são muçulmanos convertidos ao cristianismo”.

Estima-se que existem cerca de 370 mil cristãos no Irã. Os líderes religiosos islâmicos veem o cristianismo como uma ameaça à maioria ultra ortodoxa islâmica xiita que predomina no país. Existe a possibilidade de pena de morte para os muçulmanos que se convertem.

A ONU informa ainda que mais de 300 cristãos foram presos desde 2010. Além das dezenas de líderes e membros de igrejas foram condenados por crimes contra a segurança nacional apenas por se envolver em cultos, organizar grupos de oração, fazer proselitismo e participar de seminários cristãos no exterior.

Em resposta ao relatório, o governo iraniano criticou o Dr. Shaheed. Segundo a televisão estatal do país, a missão da ONU “não estudou devidamente o sistema legal do Irã e a cultura islâmica e considera tudo o que ele vê no Ocidente como um padrão internacional para o mundo inteiro”.

Esta é a segunda vez esta semana que a situação dos cristãos no Irã é destacada pela mídia.  O pastor Eddie Romero foi preso segunda-feira (21) enquanto fazia um protesto do lado de fora da Prisão de Evin, na capital Teerã. No local, encontram-se pelo menos cinco cristãos que foram presos ilegalmente no país, inclusive Saeed Abedini.  O pastor Abedini está preso há mais de um ano por tentar evangelizar muçulmanos. Eddie ficou preso 24 horas preso, sendo expulso do país em seguida. Com informações de Daily Mail.