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Programa da Globo faz piada com a crucificação de Jesus

Junto & Misturado fala que crucificação foi estratégia de marketing

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Programa da Globo faz piada com a crucificação de Jesus
Programa da Globo faz piada com a crucificação de Jesus

O programa “Junto & Misturado” do último domingo (8) tentou fazer piadas com diversas religiões. As esquetes tentaram fazer humor com diversas situações, criando um debate sobre os exageros em diversas crenças.

Em uma delas os atores ouvem, em uma mesa de bar, a atriz Gabriela Duarte dizer que fez um despacho. Dessa conversa os humoristas começam a brincar com as religiões. Outra esquete mostra Jesus com alguns assessores discutindo estratégias de marketing, como o uso da cruz, os pregos e a ressurreição.

Ainda falando do cristianismo, os humoristas brincaram com uma aparição de Nossa Senhora na parede de um apartamento. Outra situação eles criaram um drive-thru confessionário onde as pessoas confessam seus pecados e recebem a penitência. Eles chegaram a fazer uma cena em uma igreja cristã para surfistas que tem uma prancha como púlpito, uma clara referência à Igreja Bola de Neve.

Nem os muçulmanos escaparam da brincadeira, duas atrizes brincaram sobre o Niqab. Uma delas foi à praia com a vestimenta e apenas os olhos ficaram bronzeados. Em outra cena eles falam de uma “aula” de como ser um homem bomba.

Não é a primeira vez que o grupo de atores, liderados por Bruno Mazzeo, fazem brincadeiras com religiões. Em outubro o “Juntos & Misturado” fez uma brincadeira com a última ceia de Jesus

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Palamentar utiliza microblog ainda para falar da ‘Lei da Palmada’, que deve ser analisada na Câmara dos Deputados

Marco Feliciano alerta para projetos ‘nocivos às crianças, à família tradicional e às igrejas cristãs’ em tramitação no Senado

Por Maria Carolina Caiafa | Correspondente do The Christian Post

O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) chamou atenção pelo Twitter no domingo (8) para o processo legislativo desta semana em trâmite no Senado Federal. Ele postou: “Esta semana o Senado tem em sua pauta alguns projetos que ferem os princípios de liberdade de expressão e depõe contra a família natural. São estes os projetos dos quais estou falando: PLC 103/2012; PLC 122/2006; PLS 236/2012 e PLC 72/2007. Estes projetos são nocivos às crianças, à família tradicional e às igrejas cristãs, e serão votados no Senado Federal”, alertou o pastor.

  • marco feliciano
    (Foto: Divulgação)
    Deputado Marco Feliciano (PSC), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM).

Ele seguiu explicando mais detalhes na série de nove tweets: “A aprovação do PLC 103/2012 – PNE [Plano Nacional de Educação] trata de ‘orientação sexual e gênero’, abre brecha na lei para a liberação sexual das crianças; o PLC 122 se aprovado corre o risco da pedofilia ser naturalizada como variante da orientação sexual e gênero criminalizando os contrários; o PLS 236/2012 (Reforma do Código Penal) – criminaliza os contrários à ‘livre orientação sexual e à igualdade gênero’ e suas variantes”.

Em seguida, Feliciano pediu: “Portanto, divulgue nas redes sociais, escreva e telefone para os Senadores da República, pedindo que estejam atentos. […] Preferi alertar agora porque creio na oração da madrugada: ‘Eu amo aos que me amam, e os que de madrugada me buscarem, me acharão’. Pv 8:17”, finalizou.

Sobre o trabalho na sua casa – a Câmara dos Deputados, o parlamentar apontou e solicitou aos fieis: “na CCJC [Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania] deve ser colocado em pauta a ‘LEI DA PALMADA’ para aprovação. Escreva para os deputados”.

Durante todo o ano de 2013, Marco colocou em evidência o trabalho do Congresso Nacional, levantando diversas discussão sobre muitas leis.

Os links acima levam para as páginas dos projetos nas devidas casas legislativas, possibilitando um melhor entendimento. O PLS 236/2012 é de autoria do ex-presidente José Sarney, já o PLC 122/2006  é de responsabilidade da Iara Bernardi e foi apelidado de criminalização da homofobia.

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Plano Nacional de Educação (PNE) apresenta dez diretrizes objetivas e 20 metas, seguidas das estratégias específicas de concretização para vigorar entre 2011 a 2020.

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Cantar gospel dá dinheiro, diz Mara Maravilha em entrevista

A cantora explica que sempre teve uma boa condição financeira

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Cantar gospel dá dinheiro, diz Mara Maravilha em entrevistaCantar gospel dá dinheiro, diz Mara Maravilha

Em entrevista ao jornalista Léo Dias, do jornal O Dia, a cantora Mara Maravilha falou sobre sua vida pessoal e profissional revelando que canta gospel por prazer, mas que também recebe dinheiro.

“Cantar gospel acima do dinheiro me dá prazer, mas dá dinheiro também”, disse ela negando que tivesse algum problema financeiro quando se tornou evangélica.

Mara teve uma carreira bem sucedida como cantora e apresentadora até o início da década de 90. Mesmo estando longe do meio secular, ela não se arrepende da escolha. “Eu tenho um vida boa (financeiramente). Te asseguro que é mais do que eu preciso”, respondeu a cantora. Mas ao contrário do que muitos possam pensar, Mara não enriqueceu no gospel.

Mara revelou que tem muitos bens, casas e carros, mas deixou claro que seu coração não está nestas coisas. “Olha, eu sou uma pessoa muito simples. Não preciso de muita coisa. Se bem que eu tenho bastante. Tenho carros bons, conheço lugares legais, mas não é isso que vai preencher.”

Ao falar sobre herança, a ex-apresentadora falou do desejo de ser mãe através da adoção, mas espera ter um companheiro para poder adotar uma criança e formar uma família.

Depois de dois casamentos frustrados, Mara Maravilha se arrepende do segundo casamento, disse que foi precipitada e que a relação não deveria ter começado.

Léo Dias também questionou sobre a amizade entre a cantora e Augusto Vicente apontado como novo namorado de Mara, mas ela desviou o assunto e disse apenas que são “bons amigos”.

Daniela Mercury é ingrata

O assunto polêmico sobre a posição de Mara a respeito da homossexualidade não foi deixado de lado. O jornalista questionou sobre o apoio da cantora ao projeto “cura gay” e sobre o apoio dado ao deputado Marco Feliciano (PSC-SP).

“Eu não apoiei ele, não levantei bandeira nenhuma”, diz. “Eu apoio o livre arbítrio de cada um dentro do conceito de sociedade. Quiseram me pintar de homofóbica, mas se tem alguém que não é sou eu, Mara.”

Mara cresceu no meio artístico e acompanhou a carreira de muitos cantores, incluindo Daniela Mercury, quem ela se arrepende de ter conhecido. ”Não é pelo fato dela ser homossexual, porque isso não define caráter. Minha mãe fez muito pela Daniela Mercury e eu acho ela uma pessoa ingrata”.

Maravilha diz que sua mãe ajudou muito a cantora baiana e que hoje quando elas se encontram Daniela finge não conhecê-la. “Já aconteceu da gente estar no mesmo avião, ela sentada em uma poltrona próxima a mim e me ignorar. É muito surto, pelo amor de Deus.”