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Silas Malafaia defende evangelização no Carnaval

Silas Malafaia
Silas Malafaia

O pastor Silas Malafaia publicou, em suas redes sociais, um vídeo para falar sobre a atuação de igrejas evangélicas no Carnaval. Ele defendeu o trabalho de evangelização nesta época do ano.

“Na época de Jesus, se tinha uma classe que Jesus não suportava era religioso. Raça hipócrita e farisaica. E lamento dizer que essa raça não foi extinta. Ainda está no meio da Igreja Evangélica. Criticam tudo, falam de tudo e não fazem porcaria nenhuma. Não são capazes de dar um folheto para ninguém. Não são capazes de evangelizar ninguém, mas para criticar têm uma língua tão grande, que quando morrer será um caixão maior para a língua e outro menor para o corpo. “Igreja em Carnaval, é um absurdo. Vão lá para sambar”. Não sabem o que estão falando”, ressaltou.

Malafaia explicou que é preciso evangelizar “onde há trevas” e desafio o críticos a tomarem uma atitude.

“Esse Evangelho que só presta pra você estar dentro da Igreja, mas que não faz aquilo que Jesus falou: “Que possamos brilhar diante dos homens” e, como Paulo diz, “no meio dos homens”. Luz no meio de luz não brilha nada. Luz só brilha onde há trevas. Ninguém vai fazer evangelismo estratégico em Carnaval para sambar, para rebolar, para sambar debaixo de música profana. Antes de você criticar e abrir a boca, te desafio a ir lá no trabalho que estão fazendo, ao invés de ficar atrás de um celular ou uma praia no Carnaval metendo pau, escrevendo ‘textinho’ e falando bobagem nos comentários (…) É muito fácil criticar e falar mal, mas vamos lá fora onde estão os pecadores, onde tem gente perdida”.

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Igreja Internacional da Graça de Deus comemora 40 anos

Jair Bolsonaro discursou e dançou durante sua participação no evento que atraiu cerca de 100 mil pessoas

Unção dobrada – Igreja da Graça comemora 40 anos. (Foto: Isac Nóbrega/PR)
Neste sábado sábado (15), a Igreja Internacional da Graça de Deus realizou um grande evento na Enseada de Botafogo, no Rio de Janeiro (RJ), para comemorar os 40 anos da denominação.

Liderada pelo missionário R.R. Soares, a igreja convidou diversas personalidades políticas e religiosas para esta festividade, inclusive o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, e o presidente Jair Bolsonaro.

lsonaroEm seu discurso, Bolsonaro agradeceu ao apoio dado nas urnas e declarou: “O Brasil é laico, mas o presidente é cristão”.

Jair Bolsonaro e RR Soares. (Foto: Carolina Antunes/PR)

Sendo ovacionado pelo público de aproximadamente 100 mil pessoas, o presidente citou os números positivos da economia e declarou que o país está mudando não só pela política econômica, mas porque “respeita a família”.

Em parte da festa, Bolsonaro foi até Crivella e o puxou para dançar a música “Volta da Vitória”, cantada pelo missionário R.R. Soares.

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“Se vai ter Jesus, vai ter Satanás nas escolas públicas”, diz líder de marcha

Movimento é inspirado no Templo Satânico.

Marcha para Jesus. (Foto: Reprodução / Youtube)

No dia 29 de março um grupo pretende realizar em Belo Horizonte, Minas Gerais, a “Marcha para Satanás”, movimento inspirado no Templo Satânico e na Global Order of Satan.

Ao BHAZ, o líder do movimento, que prefere o anonimato, afirmou que o objetivo é lutar contra o “conservadorismo medieval” e diz que “se vai ter Jesus nas escolas públicas, vai ter Satanás nas escolas públicas”.

“Se os imóveis de igrejas não pagam impostos, as casas daqueles que se declaram satanistas também tem que estar isentas”, defende.

A proposta visa combater o cristianismo, defendendo ideias contrárias e ridicularizando os evangélicos e católicos.

A ideia é fazer algo como a “Marcha para Jesus”. Os líderes do movimento fazem críticas aos cristãos e tentam se equiparar.

“[A Marcha para Jesus] infelizmente é marcada por figuras que dizem defender a Família enquanto na verdade disseminam valores opostos ao amor e aceitação (que deveriam ser a base da Família), com atitudes de homofobia, ódio, exclusão, propagando mentiras e criando inimigos imaginários e teorias malucas da conspiração para perpetuar os seus projetos de poder”, atacou.

Segundo disseram ao site, os organizadores querem mostrar à população que “religiões bíblicas não são soberanas e que o Estado é laico”.