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Integrantes do movimento feminista Femen mostraram os seios a pastores durante uma manifestação contra a alta na tarifa de ônibus em São Paulo, nesta terça-feira (11).

Por Amanda Gigliotti | Repórter do Th

  • manifestação tarifa onibus
    (Foto: Magnus Viola/Flickr Divulgação)
    Protesto de 10 de fevereiro, no Centro da capital paulista

As feministas mostraram os seios ao passar pela Rua Conde de Sarzedas, um dos maiores polos de comércio de produtos evangélicos do país e conhecida por reunir diversas igrejas evangélicas.

Durante a passeata, os religiosos que saíram para ver o que acontecia foram surpreendidos pelas ativistas.

A manifestação é devido ao aumento da tarifa de ônibus, metrô e trem em São Paulo. Os valores subiram de R$ 3 para R$ 3,20, e começaram a ser cobrados a partir do dia 2 de junho.

A tarifa já havia aumento de R$ 2,70 para R$ 3 no início de janeiro, o que provocou diversos protestos pelo Movimento Passe Livre (MPL).

As manifestações foram ainda engroassadas com a participação de diversos outros grupos políticos e da sociedade.

 

Nesta terça-feira, foi o maior protesto do movimento contra o aumento das passagens que terminou em confrontos e destruição.

Segundo a Polícia Militar, cerca de 10 mil participaram do ato, que foi em sua maior parte pacífico, ocorrendo violência em alguns pontos.

Na Estação Brigandeiro Metrô uma bomba caseira explodiu, deixando pelo menos três pessoas feridas.

Representantes da União Nacional de Estudantes (UNE) e alas jovens do PT e do PSOL, além de estudantes de outros Estados participaram da manifestação.

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Pedra da Revelação do Anjo Gabriel

Pedra do século I a.C. com inscrições atribuídas ao anjo Gabriel Foto: Ministério do Turismo de Israel/Divulgação
Pedra do século I a.C. com inscrições atribuídas ao anjo Gabriel
Foto: Ministério do Turismo de Israel/Divulgação

O Museu de Israel, em Jerusalém, expõe ao público pela primeira vez a Pedra da Revelação do Anjo Gabriel, considerado o mais importante achado arqueológico na região desde a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, nas décadas de 1940 e 1950.

A peça é o objeto central da exposição “Eu sou Gabriel” e abordará a figura desse arcanjo nos primeiros anos do judaísmo rabínico, do cristianismo e do islamismo. A exposição foi inaugurada no dia 1° deste mês e vai até fevereiro do próximo ano. A inscrição, do século 1° antes e Cristo, foi descoberta em 2007 na região do Mar Morto.

Ela havia sido adquirida por um colecionador suíço que declarou tê-la comprado em Londres, de um antiquário jordaniano.

De acordo com pesquisadores, a peça procederia da margem leste do Mar Morto, na Jordânia.

Escrita em tinta sobre pedra, o texto de 87 linhas em hebraico está em primeira pessoa e o narrador identifica-se como o Anjo Gabriel. Aparentemente, trata-se de uma conversa do arcanjo com um profeta.

A exposição exibirá outros manuscritos raros, como cópias antigas da Bíblia e fragmentos dos Manuscritos do Mar Morto e do Codex de Damasco do século 13.

Fonte: Site G1.

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Angola proíbe funcionamento de igrejas evagélicas brasileiras

PorSarah Curty | Correspondente do The Christian Pos

Na manhã deste sábado, o governo de Angola determinou o fechamento da maioria das igrejas evangélicas brasileiras que funcionam no país.

  • evangélicos
    (Foto: Divulgação)
    Evangélicos Brasilei

Rui Falcão, secretário do bureau político do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), afirmou à Folha de São Paulo, que as “igrejas de origem brasileira (…) brincam com as fragilidades do povo angolano e fazempropaganda enganosa”.

No fim do ano passado, 16 pessoas morreram durante um culto da Igreja Universal do Reino de Deus na capital do país, Luanda, o que levou à suspensão das atividades da igreja em fevereiro.

Depois de uma investigação da polícia angolana, além a IURD, foram fechadas as igrejas Mundial do Poder de Deus, Mundial do Reino de Deus, Mundial Internacional, Mundial da Promessa de Deus, Mundial Renovada e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém. No entanto, a IURD tem seu funcionamento permitido por ser a única reconhecida pelo governo.

Falcão afirma que as igrejas fechadas podem ainda receber reconhecimento do governo do país para voltarem a funcionar, mas muitas podem continuar fechadas. “Essas igrejas não obterão reconhecimento do Estado, principalmente as que são dissidências, e vão continuar impedidas de funcionar no país”.

O secretário garante que essas igrejas, especialmente as dissidências, “são apenas um negócio” e que “ficam a vender milagres” ao povo.

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Atualmente, Angola tem mais da metade da população de católicos e cerca de 15% é evangélica, mas esse número está em constante crescimento. A IURD, única igreja ainda com permissão de funcionamento no país, tem 230 templos e aproximadamente 500 mil fiéis.