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EX-OBREIRO DA UNIVERSAL DENUNCIA

 

Igreja tinha metas de arrecadação e dava comissões a pastores

     Um jovem identificado como Diego Ribeiro, que se apresenta como ex-obreiro da Igreja Universal do Reino de Deus, lançou um documentário em que faz diversas acusações à denominação fundada pelo bispo Edir Macedo.
     No vídeo, Ribeiro relata supostos detalhes de bastidores da IURD, e acusa a igreja de possuir um pacto com a maçonaria, além de afirmar que um jovem foi abusado sexualmente e queimado vivo por bispos da denominação.
     -Desde os meus quinze, aos dezoito anos, estive presente dentro dessa organização para ser capacho da Universal. Exclusivamente para manipular pessoas por intermédio das ordens do responsável por essa organização, chamado Edir Macedo – introduz Diego Ribeiro, que também relata sua trajetória na hierarquia da IURD.
      As acusações mais concretas contra a Universal se baseiam em supostas provas de imposição de metas de arrecadação, impostas pela igreja aos pastores e bispos, e comissões repassadas a esses líderes, como forma de recompensa pelas metas alcançadas.
     No documentário, Ribeiro apresenta folhas que aparentemente fazem parte de um relatório, com números relacionados a valores arrecadados em filiais da IURD, e percentagens de comissões.
     “Funciona como um empresa”. Diego Ribeiro exibe em seu documentário, detalhes da estrutura organizacional e hierárquica da igreja, como por exemplo, emissão de contracheques de pagamentos quinzenais aos pastores, guias de recolhimento de contribuição ao INSS, imposição de bateria de exames médico e assinatura em certidões que isentam a Universal de responsabilidade de traslado de corpo em caso de falecimento no exterior, entre outros.
     Segundo Ribeiro, a Igreja Universal faz aquisições com cheques dos pastores auxiliares, e só realiza o depósito do valor para cobrir a despesa, se o titular do cheque bater uma meta de arrecadação. Nos casos em que a meta não era alcançada, a dívida fica sob responsabilidade do pastor auxiliar.

Data: 10/12/2012 09:11:33
Fonte: Gospel+

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Tras ‘Vatileaks’ el Vaticano implanta la identificación con microchip a sus empleados

Bajo control de ‘Monseñor 007’

 

Tras ‘Vatileaks’ el Vaticano implanta la identificación con microchip a sus empleados

La Ciudad del Vaticano, en Roma

Los empleados del Estado Vaticano serán controlados mediante una tarjeta de identidad con un dispositivo de rastreo implantado en un microchip.

07 DE DICIEMBRE DE 2012, ROMA

El Vaticano presenta nuevas medidas de seguridad tras el escándalo «Vatileaks» para prevenir futuros ataques a su sistema de su seguridad. A partir de ahora los empleados del Estado Vaticano tendrán una tarjeta de identidad con un dispositivo de rastreo implantado en un microchip.
También se han incluido controles más estrictos para aquellos que vengan del exterior y pretendan ingresar fotocopias de los archivos del Vaticano, expedientes o documentos, explica «The Telegraph».
Los apartamentos papales que incluyen las viviendas del Papa Benedicto XVI y las oficinas del estado mayor personal, se encuentran en el interior del Palacio Apostólico y han quedado totalmente fuera del alcance de cualquier persona sin autorización estricta.
CASCADA DE ACONTECIMIENTOS
Todo este despliegue es culpa de Claudio Sciarpelletti, el experto en informática declarado culpable de complicidad en el ex mayordomo del Papa Paolo Gabriele en el escándalo Vatileaks.
La decisión se produjo cuando los tres jueces que evaluaron el caso plantearon dudas sobre la credibilidad de Sciarpelletti y la amistad entre los dos hombres.
Sciarpelletti fue condenado en noviembre de complicidad con Gabriele, declarado culpable de haber robado documentos privados del pontífice y luego haberlos cedido a un periodista italiano a principios de este año.
“MONSEÑOR 007”
Además, el Vaticano cuenta con el Sacerdote esloveno Mitja Leskovar, un experto anti-espionaje apodado «Monseñor 007», encargado de aplicar los nuevos procedimientos de seguridad con los documentos de identidad previstos para ser introducidos a partir de 1 de enero.
Leskovar, creció en la antigua Yugoslavia bajo el comunismo. Es responsable de la transmisión de documentos confidenciales entre el Vaticano y sus nuncios papales o diplomáticos dentro de la Secretaría de Estado y también supervisa todas las solicitudes de fotocopia del documento de la secretaría.
El personal de oficina y en general los laicos que trabajan en el interior de los muros del Vaticano estarán afectados por el escrutinio más estricto y se permitirá a sus superiores controlar cuando entran y cuando salen.

Fuentes: Efe

Editado por: Protestante Digital 2012

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Justiça condena Igreja Universal por coagir fiel a dar o dízimo

 

Por Luana Santiago | Correspondente do The Christian Post

A Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) condenou esta semana a Igreja Universal do Reino de Deus a pagar indenização de R$ 20 mil, por ter coagido um casal de fiéis a entregar dízimos.

  • Igreja Universal

    (Foto:Divulgação)

    Igreja Universal condenada a pagar indenização de R$ 10 Mil por agressão

Segundo a publicação Terra, uma empresária e seu companheiro afirmaram terem sido enganados e iludidos.

De acordo com a empresária, o casal passava por problemas financeiros, quando decidiram procurar a Igreja Universal. A mulher afirma que ao final de cada culto, passava-se uma cesta recolhendo doações e que pastores afirmavam que, quanto mais dinheiro fosse doado, mais Jesus daria em troca.

O casal que pede indenização por danos morais e materiais chegou a vender o veículo que possuía, entregou joias, eletrodomésticos, aparelho celular e uma impressora à Igreja.

Houve revogação da sentença pela Igreja Universal que alegou não constrangir seus fieis a entregar dízimos. Eles declararam também que não há provas de que a mulher estivesse provada de discernimento durante o período no qual frequentou a igreja, salientando que ela passou a frequentar o local por vontade própria.

No entanto, a justiça levou em consideração o depoimento de outros fiéis que relataram o momento da entrega dos dízimos, onde uma delas revelou já ter doado em torno de R$ 5 mil e um carro, falando também sobre o voto quebrado, que segundo a igreja seria uma penalidade sofrida por aqueles que não cumprem com o voto.

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De acordo com a justiça, os depoimentos demonstram que a empresária, juntamente com os demais fieis, foi desafiada a fazer donativos, inclusive superiores a sua capacidade financeira, com o objetivo de provar a fé e sob ameaça de não ser abençoada.

Apesar do dízimo ser considerado uma doação voluntária, se provado que o doador foi coagido a tal ato, a doação pode ser anulada sob pena de sofrimento ou penalidades. De acordo com o desembargador Tasso Caubi Soares Delabary, nesses casos, a violência psicológica é tão ampla e profunda que anula, por completo, a sensatez e a manifestação da vontade.