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Bíblia judaica é restaurada

Efe

Trabalho deve estar pronto no ano que vem

RAMAT GAN, ISRAEL – O Estado de S.Paulo

O professor Menachem Cohen, da Universidade de Bar Ilán, próximo a Tel Aviv, está prestes a completar um grande projeto: a versão mais completa e precisa do Antigo Testamento.

À frente de uma equipe de mais de uma dúzia de pesquisadores do Departamento da Bíblia da universidade, Cohen desenvolve há mais de 30 anos um ambicioso trabalho chamado Mikraot Gdolot-Haketer ou As Grandes Escrituras, uma espécie de molde para o Antigo Testamento, que deve ficar pronto até o ano que vem e será digitalizado.

A última compilação desse tipo foi feita no século 16, cerca de 50 anos depois da invenção da imprensa, pelo judeu sefardita Jacó Ben Haim, que viveu em Veneza. Sua versão, reproduzida desde então, baseou-se em manuscritos e consultas a rabinos. Contém também notas e explicações sobre o texto.

Apesar de ser uma das obras mais reproduzidas e estudadas do mundo, essas edições estão cheias de imprecisões, afirma Cohen. "Pesquisei os manuscritos da Idade Média e descobri que os textos prévios utilizados para a publicação da primeira versão compilada de Ben Haim não eram totalmente precisos e eu me propus a resolver esse problema", afirmou o acadêmico. O professor chama de "discrepâncias" problemas como a ausência de uma letra ou um erro de pontuação.

Essa nova edição da bíblia judaica conta com uma fonte privilegiada, o Códice de Alepo, escrito no século 10 por Aarão Ben Asher em Tiberíades, hoje Israel.

"Não há, na história do povo de Israel, uma bíblia mais precisa", afirma Cohen. Segundo ele, a versão de Haim possui milhares de erros, enquanto a de Asher tem apenas algumas dezenas de imprecisões.

Haim nunca teve acesso ao Códice de Alepo porque na época ele estava guardado na Síria pela comunidade judaica local. / EFE

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Bial visita Culto das Princesas de Sarah Sheeva em Copacabana

 

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

O apresentador da Globo, Pedro Bial, participou nesta quinta-feira (26) o Culto das Princesas ministrado pela pastora Sarah Sheeva, em Copacabana, Rio de Janeiro.

  • pedro bial

    (Foto: Facebook/Culto das Princesas)

    Pedro Bial participa do Culto das Princesas ministrado por Sarah Sheeva.

 

Bial sentou numa platéia só de mulheres para gravar imagens que servirão para uma matéria do seu novo programa na emissora, Na Moral. Não há ainda data definida para ir ao ar.

No seu Facebook, Sarah Sheeva divulga a foto do culto levando a todos a encontrar o Bial no meio da multidão de mulheres.

O culto é voltado para jovens solteiras e casadas com o intuito de dar aconselhamentos baseados na Bíblia sobre temas como relacionamento, casamento, santificação, escolha da pessoa por Deus, pureza sexual, moralidade, entre outros.

“Observe que quando Ele escolhe, Ele não te entristece, nem te decepciona (com a escolha dEle). O que Ele escolhe não é “menos” do que você esperava, pelo contrário, quando Deus escolhe, Ele te surpreende! Ele faz muito mais do que pedimos ou pensamos…”, escreve a pastora em seu blog sobre a escolha.

Sarah Sheeva, que é filha de Baby Consuelo e Pepeu Gomes, também ministra Congressos de Santificação que são divididos em nível I e II.

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A pastora é conhecida por defender a abstinência sexual, revelando que já foi ninfomaníaca, mas Deus trabalhou em relação a seus desejos sexuais. Ela defende a abstinência sexual completa antes do casamento e afirma que está sem nenhum companheiro.

"Deus adormeceu o meu desejo (sexual) porque eu pedi".

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Polêmica de ‘frango de Jesus’ e comunidade gay agita EUA

 

LUCIANA COELHO
DE WASHINGTON

"Ajude-nos a lutar pelos valores familiares tradicionais e coma frango", pede o e-mail de Rick Santorum.

O ex-presidenciável republicano é o nome mais recente a entrar em uma polêmica nacional envolvendo aves, muppets, casamento gay e uma rede cujo produto é apelidado de "frango de Jesus", a Chick-fil-A (lê-se tchic-filêi).

Robert MacPherson/France Presse

Ativistas protestam contra rede Chick-fil-A em Washington; rede de lanchonetes é acusada de homofobia

Ativistas protestam contra rede Chick-fil-A em Washington; rede de lanchonetes é acusada de homofobia

A cadeia de lanchonetes, fundada em 1967 na Geórgia e hoje com 1.600 lojas, é alvo de boicote após seu dono admitir que a empresa contribui com campanhas antigay.

As doações foram reveladas no início do ano, mas a controvérsia só tomou corpo nos últimos dias, quando Dan Cathy disse em entrevistas que a empresa segue "a definição bíblica" de família para justificar as doações.

A página da rede no Facebook diz que a empresa sempre "aplicou princípios bíblicos", "como fechar aos domingos [dia de missa e culto] e doar parte do lucro".

O prefeito de Boston, Thomas Menino, prometeu vetar a abertura de uma filial na cidade (lá o casamento gay é legal) e foi criticado em editoriais por atentar contra a liberdade de expressão.

Nesta semana, a empresa dona dos personagens Muppets rompeu contrato para fornecer brindes à Chick-fil-A por causa da posição antigay. Na quarta-feira, foi a vez de Santorum capitalizar, conclamando seguidores a comer na lanchonete para afrontar o "boicote liberal".