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Bial visita Culto das Princesas de Sarah Sheeva em Copacabana

 

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

O apresentador da Globo, Pedro Bial, participou nesta quinta-feira (26) o Culto das Princesas ministrado pela pastora Sarah Sheeva, em Copacabana, Rio de Janeiro.

  • pedro bial

    (Foto: Facebook/Culto das Princesas)

    Pedro Bial participa do Culto das Princesas ministrado por Sarah Sheeva.

 

Bial sentou numa platéia só de mulheres para gravar imagens que servirão para uma matéria do seu novo programa na emissora, Na Moral. Não há ainda data definida para ir ao ar.

No seu Facebook, Sarah Sheeva divulga a foto do culto levando a todos a encontrar o Bial no meio da multidão de mulheres.

O culto é voltado para jovens solteiras e casadas com o intuito de dar aconselhamentos baseados na Bíblia sobre temas como relacionamento, casamento, santificação, escolha da pessoa por Deus, pureza sexual, moralidade, entre outros.

“Observe que quando Ele escolhe, Ele não te entristece, nem te decepciona (com a escolha dEle). O que Ele escolhe não é “menos” do que você esperava, pelo contrário, quando Deus escolhe, Ele te surpreende! Ele faz muito mais do que pedimos ou pensamos…”, escreve a pastora em seu blog sobre a escolha.

Sarah Sheeva, que é filha de Baby Consuelo e Pepeu Gomes, também ministra Congressos de Santificação que são divididos em nível I e II.

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A pastora é conhecida por defender a abstinência sexual, revelando que já foi ninfomaníaca, mas Deus trabalhou em relação a seus desejos sexuais. Ela defende a abstinência sexual completa antes do casamento e afirma que está sem nenhum companheiro.

"Deus adormeceu o meu desejo (sexual) porque eu pedi".

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Polêmica de ‘frango de Jesus’ e comunidade gay agita EUA

 

LUCIANA COELHO
DE WASHINGTON

"Ajude-nos a lutar pelos valores familiares tradicionais e coma frango", pede o e-mail de Rick Santorum.

O ex-presidenciável republicano é o nome mais recente a entrar em uma polêmica nacional envolvendo aves, muppets, casamento gay e uma rede cujo produto é apelidado de "frango de Jesus", a Chick-fil-A (lê-se tchic-filêi).

Robert MacPherson/France Presse

Ativistas protestam contra rede Chick-fil-A em Washington; rede de lanchonetes é acusada de homofobia

Ativistas protestam contra rede Chick-fil-A em Washington; rede de lanchonetes é acusada de homofobia

A cadeia de lanchonetes, fundada em 1967 na Geórgia e hoje com 1.600 lojas, é alvo de boicote após seu dono admitir que a empresa contribui com campanhas antigay.

As doações foram reveladas no início do ano, mas a controvérsia só tomou corpo nos últimos dias, quando Dan Cathy disse em entrevistas que a empresa segue "a definição bíblica" de família para justificar as doações.

A página da rede no Facebook diz que a empresa sempre "aplicou princípios bíblicos", "como fechar aos domingos [dia de missa e culto] e doar parte do lucro".

O prefeito de Boston, Thomas Menino, prometeu vetar a abertura de uma filial na cidade (lá o casamento gay é legal) e foi criticado em editoriais por atentar contra a liberdade de expressão.

Nesta semana, a empresa dona dos personagens Muppets rompeu contrato para fornecer brindes à Chick-fil-A por causa da posição antigay. Na quarta-feira, foi a vez de Santorum capitalizar, conclamando seguidores a comer na lanchonete para afrontar o "boicote liberal".

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Kit gay chega às escolas e cristãos se revoltam

 

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

 

A família Bolsonaro denunciou nesta segunda-feira em seu site que o "kit gay" já chegou às escolas e alertou para o estímulo ao homossexualismo que contém o material. Trata-se do livro didático chamado “Menino Brinca de Boneca?” adotado pelo Ministério da Educação como referência para alfabetização das crianças até 6 anos de idade.

  • kit gay

    (Foto: http://familiabolsonaro.blogspot.com.br/)

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De acordo com o site da família, cujo líder Jair Bolsonaro é conhecido por sua oposição feroz às ações dos grupos LGBT na política, o livro já está sendo utilizado em algumas escolas particulares em São Paulo. O livro ainda deve expandir para todo o Brasil, segundo a orientação do Governo Federal.

“Caso seus filhos tenham este exemplar em suas mochilas, fiquem atentos pois certamente estão recebendo carga de informações estimulando o homossexualismo em suas cabeças”, alerta a família em seu blog.

O site também mostra fotografias do “Menino Brinca de Boneca?” onde a família expõe palavras obscenas num conteúdo para crianças como “vulva” e “pênis”, citadas na página 16 do livro. Além disso, a família Bolsonaro aponta para a contra-capa, onde diz-se que Frei Betto é incisivio ao dizer que a obra criada estimula o público infantil a decidir-se por si só sobre sua sexualidade.

Um outro livro apontado no site foi o “Porta Aberta” de Geografia e História, que é voltado ao público do primeiro ano, e segundo os Bolsonaro também estimula o homossexualismo.

“A lição mostra uma brincadeira intitulada de “Gavião, na qual um homem adulto agarra uma criança, ambos nús, orientando que os meninos e meninas brinquem daquela maneira com seus amigos. Uma clara afronta que estimula a pedofilia”.

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Além disso, o livro possui na página 225, um jogo da memória formando famílias de pais homossexuais.

“Além das mensagens diretas, em ambos é nitidamente fácil constatar as mensagens subliminares envolvendo o homossexualismo e pedofilia, que são exploradas durante todas as tarefas ensinadas”, afirmam os Bolsonaro no site.

“A sanha dos ativistas homossexuais que desde o início mentem e dizem que o kit-gay não seria para o público infantil é desmascarada, e já tomou também as escolas privadas do Brasil. É isso que queremos para nossos filhos?”

O material vem depois que um outro material contra homofobia, conhecido como kit-gay e lançado pelo Ministério da Educação, foi vedado pela presidente Dilma Rousseff, após pressão da bancada evangélica.

O pedagogo Felipe Nery, que primeiro detectou a inclusão de livros com tal conteúdo nas escolas, levou a questão à Frente Parlamentar Evangélica no início do mês de julho. O pedagogo, que é membro do Instituto de Ensino Superior de São Paulo apresentou outros dois livros: “Porta Aberta”, voltado para alunos de seis anos, da autora Mirna Lima e editado pela FTD e “Aprendendo a Viver, Sexualidade”, voltado para alunos de 10 e 11 anos, das autoras Patricia Mata e Lydia R. e editados pela Ciranda Cultural.

Segundo Nery, a distribuição dos livros está sendo feita nas escolas que não possuem um projeto pedagógico. Ele também alerta que os pais devem acompanhar o material que é usado na educação dos filhos.

Explicações são esperadas do atual ministro da educação, Aloízio Mercadante (PT-SP) à pedido do deputado federal Filipe Pereira (PSC-RJ).