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Kit gay chega às escolas e cristãos se revoltam

 

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

 

A família Bolsonaro denunciou nesta segunda-feira em seu site que o "kit gay" já chegou às escolas e alertou para o estímulo ao homossexualismo que contém o material. Trata-se do livro didático chamado “Menino Brinca de Boneca?” adotado pelo Ministério da Educação como referência para alfabetização das crianças até 6 anos de idade.

  • kit gay

    (Foto: http://familiabolsonaro.blogspot.com.br/)

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De acordo com o site da família, cujo líder Jair Bolsonaro é conhecido por sua oposição feroz às ações dos grupos LGBT na política, o livro já está sendo utilizado em algumas escolas particulares em São Paulo. O livro ainda deve expandir para todo o Brasil, segundo a orientação do Governo Federal.

“Caso seus filhos tenham este exemplar em suas mochilas, fiquem atentos pois certamente estão recebendo carga de informações estimulando o homossexualismo em suas cabeças”, alerta a família em seu blog.

O site também mostra fotografias do “Menino Brinca de Boneca?” onde a família expõe palavras obscenas num conteúdo para crianças como “vulva” e “pênis”, citadas na página 16 do livro. Além disso, a família Bolsonaro aponta para a contra-capa, onde diz-se que Frei Betto é incisivio ao dizer que a obra criada estimula o público infantil a decidir-se por si só sobre sua sexualidade.

Um outro livro apontado no site foi o “Porta Aberta” de Geografia e História, que é voltado ao público do primeiro ano, e segundo os Bolsonaro também estimula o homossexualismo.

“A lição mostra uma brincadeira intitulada de “Gavião, na qual um homem adulto agarra uma criança, ambos nús, orientando que os meninos e meninas brinquem daquela maneira com seus amigos. Uma clara afronta que estimula a pedofilia”.

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Além disso, o livro possui na página 225, um jogo da memória formando famílias de pais homossexuais.

“Além das mensagens diretas, em ambos é nitidamente fácil constatar as mensagens subliminares envolvendo o homossexualismo e pedofilia, que são exploradas durante todas as tarefas ensinadas”, afirmam os Bolsonaro no site.

“A sanha dos ativistas homossexuais que desde o início mentem e dizem que o kit-gay não seria para o público infantil é desmascarada, e já tomou também as escolas privadas do Brasil. É isso que queremos para nossos filhos?”

O material vem depois que um outro material contra homofobia, conhecido como kit-gay e lançado pelo Ministério da Educação, foi vedado pela presidente Dilma Rousseff, após pressão da bancada evangélica.

O pedagogo Felipe Nery, que primeiro detectou a inclusão de livros com tal conteúdo nas escolas, levou a questão à Frente Parlamentar Evangélica no início do mês de julho. O pedagogo, que é membro do Instituto de Ensino Superior de São Paulo apresentou outros dois livros: “Porta Aberta”, voltado para alunos de seis anos, da autora Mirna Lima e editado pela FTD e “Aprendendo a Viver, Sexualidade”, voltado para alunos de 10 e 11 anos, das autoras Patricia Mata e Lydia R. e editados pela Ciranda Cultural.

Segundo Nery, a distribuição dos livros está sendo feita nas escolas que não possuem um projeto pedagógico. Ele também alerta que os pais devem acompanhar o material que é usado na educação dos filhos.

Explicações são esperadas do atual ministro da educação, Aloízio Mercadante (PT-SP) à pedido do deputado federal Filipe Pereira (PSC-RJ).

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50 cristãos queimados vivos na casa de um pastor na Nigéria

 

O país se transformou em um campo de extermínio; muçulmanos declaram “convertam-se ou morram”

Michael Carl

Cinquenta membros de uma igreja no norte da Nigéria foram queimados vivos na casa do pastor.

O ataque, realizado por homens armados, foi apenas o primeiro de uma onda de violência que se espalhou por 12 vilas e deixou mais de 100 mortos no estado nigeriano de Plateau, região que anteriormente estava fora da área de atuação do grupo islâmico terrorista Boko Haram e é a terra natal da etnia fula, majoritariamente islâmica.

Apesar disso, o Boko Haram assumiu responsabilidade pelos ataques e prometeu mais violência.

O porta-voz americano da Missão Portas Abertas, Jerry Dykstra, alerta que a recente onda de ataques está rapidamente se transformando em um funesto campo de batalha religioso, onde o Boko Haram declara que os cristãos devem se converter… ou morrer.

“A Nigéria está se transformando em um campo de extermínio para os cristãos. Centenas deles já foram brutalmente assassinados pelo Boko Haram, incluindo mulheres e crianças”, explica Dykstra. “Ainda esta semana o grupo afirmou que todos os cristãos deveriam buscar o islamismo ou ‘nunca teriam paz novamente’. O objetivo deles é transformar toda a Nigéria em um país governado e dominado pela lei islâmica da sharia”.

Os líderes da Igreja de Cristo da Nigéria relatam que todas as igrejas da denominação foram totalmente queimadas durante a destruição em 12 cidades.

O estado de Plateau é a terra natal dos fulas, grupo nômade e majoritariamente muçulmano, originalmente apontados pelas autoridades de segurança nigerianas como responsáveis pelo ataque.

Segundo uma reportagem local, o consultor criminal nigeriano Innocent Chukwuni teria dito que a logística sugere que o Boko Haram não poderia ter agido sozinho.

“Não acredito que o Boko Haram teria condições de atacar essas vilas tão de repente. Não conseguiriam sem apoio e cooperação local”, ponderou Chukwoma, segundo a reportagem.

O porta-voz dos fulas negou responsabilidade e não respondeu sobre a possível aliança com o Boko Haram.

A analista da Heritage Foundation na África, Morgan Roach, não acredita no envolvimento do Boko Haram devido ao histórico de violência dos fulas.

“Ataques a povoados cristãos não são novidade no estado de Plateau, uma vez que se sabe que os fulas já atacaram comunidades cristãs no passado”, sustenta Roach.

Ela afirma que, como o estado de Plateau é fora do território do Boko Haram, ela tende a concordar com as autoridades nigerianas. Ela também acredita que as queimas de igrejas são um desvio dos métodos do grupo terrorista, tipicamente mais avançados.

“Caso eles sejam responsáveis, isso seria um desvio das suas táticas anteriores, que tendem a ser mais sofisticadas”, questiona Roach.

“Acredito que convém fazer duas perguntas: O Boko Haram está tentando tirar vantagem da instabilidade de Plateau e se aliar aos fulas? Talvez, mas é preciso mais provas”, opina. “Se for confirmada a ligação do incidente ao Boko Haram, seria um caso preocupante para a segurança do país”.

Mas Michael Rubin, analista de Oriente Médio e Terrorismo do Instituto Empresarial Americano, diz acreditar que o Boko Haram é responsável pelos ataques.

“Ninguém iria se surpreender se o campo de ação do Boko Haram estiver se expandindo. Os jihadistas não podem ser aplacados; são expansionistas”, declara.

Roach teme pelas consequências caso o Boko Haram esteja realmente avançando sobre Plateau e sobre o território fula.

“Será que eles estão buscando expandir sua influência para outras partes do território? Provavelmente", constata Roach. “Certamente iria ao encontro do seu objetivo maior de criar um estado muçulmano”.

Dykstra acredita que a maior prioridade da Nigéria é proteger seus cidadãos cristãos e reforçar a segurança nacional.

“O governo nigeriano precisa se posicionar e proteger os fieis cristãos”, defende. “O Departamento de Estado Americano precisa reconhecer que o que está acontecendo na Nigéria não é apenas devido à pobreza e à injustiça”.

Dykstra estava se referindo a uma reportagem da Reuters de 11 de julho sobre um relatório sobre a Nigéria elaborado pelo Conselho Mundial das Igrejas.

“A pobreza, a desigualdade e a injustiça estão ameaçando desencadear um conflito sectário na Nigéria, explicou uma força-tarefa cristã-muçulmana na quarta-feira”, dizia a Reuters, citando o relatório. “O relatório identificou dezenas de problemas distintos, cuja resolução poderia contribuir para a paz de maneira geral”.

Ainda citando o relatório do CMI, a Reuters prosseguia: “A disparidade de riqueza entre os estados produtores de petróleo do sul e os países pobres em recursos do norte é um dos principais fatores para as tensões regionais, como são também as disputas por terra, como a falta de terra de pasto reconhecida para os pastores de gado do grupo nômade fula”.

O relatório também cita o príncipe Bola Ajibola, ex-ministro da justiça, dizendo, “Na Nigéria, três coisas são entrelaçadas: religião, política e etnia; e as três são ofuscadas pela corrupção, a pobreza e a insegurança”.

Dykstra questiona as conclusões do relatório, inclusive a afirmação que joga a culpa em “missionários bem financiados tanto do islamismo quanto do cristianismo” por aumentar as tensões.

“É ridículo”, critica.

Dykstra ressalta também que os cristãos precisam orar pelos seus irmãos e irmãs perseguidos.

Rubin alerta que terríveis consequências irão se seguir se o governo da Nigéria não colocar um fim na guerra civil auto-anunciada Boko Haram.

“Se não for contra-atacado e derrotado, o Boko Haram pode transformar a Nigéria no maior estado falido do mundo”, lamenta.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “50 Christians burned to death in pastor’s home

Fonte: www.juliosevero.com

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Israel recuperará el Jordán con agua del mar de Galilea

Será como en tiempos de Jesús

 

Israel recuperará el Jordán con agua del mar de Galilea

Su caudal actual es un 5% del que tenía en tiempos bíblicos, y en su mayoría el agua está sucia o insalubre.

22 DE JULIO DE 2012, JERUSALÉN

Por primera vez desde que se fundó en 1948, el Estado de Israel, que ha hecho de la lucha contra la falta de agua un asunto estratégico nacional, tiene exceso del líquido elemento, y podrá permitirse el lujo de dejar de "desangrar" el Jordán.
Tanto que Ramon Ben Ari, director de la Autoridad de Drenaje del Jordán Sur, anunció el pasado jueves que  Israel quiere devolver al río Jordán su antiguo esplendor, el que describen las Sagradas Escrituras .
Actualmente, en muchas zonas el río donde Jesucristo fue bautizado por Juan el Bautista es apenas un arroyo, con un 5% de su antiguo caudal, y parte de su cauce está contaminado o estancado.
La causa es la sobreexplotación a que ha sido sometido desde su nacimiento y a lo largo de su recorrido para riego y agua potable, que lo ha hecho serpentear, reducido a su mínima expresión, a lo largo del valle desde el mar de Galilea al mar Muerto.
En algunas zonas "se puede caminar con facilidad hasta la otra orilla", explica Ben Ari, porque casi toda el agua que alimenta el río es desviada por Siria, Jordania e Israel antes de llegar al sur.
APROVECHAMIENTO DEL AGUA
El desolador panorama puede cambiar debido a que actualmente los israelíes reutilizan ya el 75% de sus aguas residuales, y el año que viene el 85% del agua potable provendrá de plantas desalinizadoras . Cada vez hay más agua disponible y volverán a cubrirse puntos que, a cientos de metros de su caudal actual, son ahora visibles.
Según anunció el ministro de Agua y Energía, Uzi Landau, una media de 150 millones de metros cúbicos de agua se trasvasarán al río anualmente desde el mar de Galilea: "En diez años eliminaremos nuestra deuda con la naturaleza", explicó.
PUESTOS LOS OJOS EN EL TURISMO
Se espera que uno de los grandes beneficiados sea el turismo . Cada mes llegan al país 300.000 visitantes, la mitad de ellos cristianos: "Estos peregrinos organizan su viaje a Tierra Santa alrededor del agua. Cuando el río Jordán esté rehabilitado, ello influirá directamente en sus itinerarios", declaró el ministro de Turismo, Stas Misezhnikov.
Como es sabido, cristianos de todo el mundo acuden al Jordán para bautizarse pero ahora sólo pueden hacerlo actualmente en dos sitios concretos especialmente destinados a este fin, pues en el resto de lugares, a causa de la falta de agua o de los desechos y la basura, podría ser insalubre.
El Gobierno prevé además gastar decenas de millones de dólares para limpiar el valle del Jordán y darle un impulso al turismo con la instalación de campamentos y hostales a lo largo de sus riberas.
LIMPIEZA A FONDO
Ya se está construyendo una gran planta de tratamiento de residuos el extremo sur del mar de Galilea que, cuando se inaugure en dos años, mejorará la calidad del agua del río.
Otro obstáculo a vencer es que en algunas zonas de la ribera del río sur, que se extiende a lo largo de la frontera entre Jordania e Israel, sigue habiendo minas procedentes de las dos guerras libradas entre ambos países. Limpiar esas zonas, además de convertir los antiguos puestos militares en sitios turísticos, es parte del ambicioso plan.

Fuentes: ReL

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