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Pai de santo Bruno era evangélico e cantava no coral da igreja, revela a mãe, agora é ‘possuído’

 

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

Edmar Santos de Araújo, de 23 anos, conhecido como pai de santo “Bruno de Pombagira” que foi preso recentemente por estelionato, era evangélico e cantava no coral da igreja, segundo informou sua mãe.

  • pai de santo bruno

    (Foto: Divulgação/Internet)

    Imagem do anúncio de Pai de santo Bruno de trazer seu ‘amor em 3 horas’, que foi recentemente por estelionato e formação de quadrilha.

Dona Jussiara, a mãe de Edmar, o pai Bruno, disse ao Extra Globo que era um garoto evangélico e chegou a integrar o coral da Igreja Batista de Miguel Couto, em Nova Iguaçu.

“Deus me deu como filho Edmar, que era um doce de menino, e não Pai Bruno”, expressou com emoção Dona Jussiara, de 53 anos, segundo a mesma publicação.

Bruno fazia trabalhos de macumba e prometia para seus clientes que poderia trazer ‘a pessoa amada’ em três horas. Ele e seus comparsas aplicavam um golpe em um morado extorquindo seu dinheiro, quando foram delatados à polícia.

Jussiara informa que Bruno mudou quando ele começou a frequentar “centros de macumba” por influência de seus amigos. De acordo com ela, o “inimigo” se possuiu dele em 2010.

Os parentes também se entristeceram como sua mãe com a situação de Edmar e afirmam que também têm dificuldade de explicar como ele, que sempre leu a Bíblia e cresceu frequentando a igreja, se tornou um “adorador do diabo”.

Segundo a família, depois de sua mudança de atitude, Edmar também se afastou de sua mãe e seus irmaõs, Jucimar e Luvimar, de 32 e 30 anos.

Ao ser preso, Bruno não quis dar depoimento e está respondendo por formação de quadrilha e estelionato e pode pegar até 10 anos de prisão.

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Ministro israelense promove estudo Bíblico em sua casa

 

PorLuana Santiago | Correspondente do The Christian Post

O Primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu abriu a primeira sessão do "Clube da Bíblia de Estudo" em sua residência oficial de Jerusalém, fazendo reviver uma tradição de décadas: o estudo da Bíblia na casa do primeiro-ministro.

  • Benjamin Netanyahu

    (Foto: Divulgação)

    Primeiro ministro Israelense

"Estamos estudando a Bíblia, a Bíblia é o livro do povo judeu, mas também o livro de valores universais", disse Benjamin. "É a história do povo judeu e que expressa a esperança de que vamos voltar a esta terra”.

Ha dois anos atrás, Avne, o filho mais novo de Benjamin, foi o terceiro colocado na competição anual Bíblia Internacional realizado em Jerusalém. Benjamin disse que estuda a Bíblia hebraica com seus filhos todos os sábados.

"Eu acho que em muitos aspectos, é uma parábola para a humanidade, porque se o povo judeu foi capaz de atravessar a odisseia do tempo, o abismo da aniquilação, e conseguir voltar à nossa pátria ancestral, para reconstruir nossas vidas, isso significa que há esperança para toda a humanidade”, disse Benjamin.

O Primeiro ministro, sua esposa, Sarah, e mais de uma dezena de rabinos e estudiosos estudaram o livro de Rute a partir das escrituras judaicas, conhecido pelos cristãos como Antigo Testamento.

Benjamin pediu ao professor de Bíblia Judaica, Micah Goodman, para conduzir a sessão.

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“Eu falei de histórias bíblicas e ideias bíblicas e como a Bíblia pode nos guiar em desafios bem sofisticados e modernos de soberania judaica em Israel, nós temos que comunicar isso aos israelitas seculares bem como aos israelitas religiosos”, disse Mirah.

Mirah Goodman relata ainda que Benjamin disse ao grupo que quando ele lê a Bíblia, ele está sempre chocado com o quão relevante ela é.

O professor do estudo, Mirah, disse também que como líder do povo judeu em um volátil Oriente Médio, Benjamin precisa de um refúgio de vez em quando.

"Ele fugiu para a Bíblia, para algo que está além do tempo, além da política, além do dia-a-dia. E mergulhar neste grande texto e lidar com essas grandes ideias, de alguma forma, ele sentiu como se fosse uma lufada de ar fresco para ele”, explicou Mirah.

"E por isso estamos estudando o nosso mapa e nossa bússola e nossa fundação, a Bíblia," Netanyahu concluiu, convidando os repórteres a participar do estudo, segundo biblicação CBN News

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Foto na prisão de pai de santo que prometia amor em 3h no RJ

 

Pai de santo é acusado de estelionato, extorsão e formação de quadrilha.
Além dele, foram presas outras três pessoas suspeitas de atuar no esquema.

Do G1 RJ

 

Pai Bruno cortou cabelos e assumiu os fios escuros na prisão (Foto: Divulgação/Seap e Reprodução/ TV Globo)Pai Bruno mudou o visual na prisão
(Foto: Divulgação/Seap/ Reprodução/ TV Globo)

A Secretaria de estado de Administração Penitenciária (Seap) divulgou, nesta segunda-feira (25), a foto do pai de santo Edmar dos Santos Araújo, 23 anos, conhecido como "Pai Bruno da Pomba Gira" ou "Pai Bruno de Ogum". Preso na madrugada de 13 de junho, Pai Bruno, que prometia trazer a pessoa amada em três horas, é acusado de ameaçar e extorquir seus clientes.

Pai Bruno divulgava seus serviços em anúncios de jornais e nas ruas. Nas propagandas, ele aparecia maquiado, com cabelos descoloridos e usando trajes com brilho. Já no presídio, o pai de santo cortou o cabelo, assumiu os fios escuros e só pode usar o uniforme, uma camiseta verde com a inscrição Seap.

Além de pai Bruno, foram presos Alex Alberto de Souza, que trabalhava como motoboy da quadrilha, e as irmãs Viviane Duarte de Souza, de 37 anos, e Luciana Duarte de Souza Reis, de 42. Elas são acusadas de extorquir os clientes por telefone. Todos os envolvidos negam os crimes.

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Eles foram denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, por intermédio da Promotoria de Justiça junto à 27ª Vara Criminal, pelos crimes de estelionato, quadrilha e extorsão. A Promotoria requereu ainda a conversão da prisão dos denunciados em preventiva.

Quadrilha
Para a delegada Flávia Monteiro, cada um dos presos tinha uma função definida na quadrilha.

"Havia uma prévia divisão de funções. Pai Bruno era o mentor, elas faziam as ligações com as ameaças e o motoboy ia ao encontro das vítimas para pegar o dinheiro obtido com as extorsões", explicou ela, acrescentando que a polícia continua as investigações em busca de outros integrantes da quadrilha.

As investigações apontam que a mãe de Pai Bruno e um outro homem cediam as contas bancárias para que os clientes fizessem os depósitos com os pagamentos dos trabalhos espirituais. A polícia investiga ainda se um policial militar fazia a segurança do pai de santo.

"O crime não é a religião, se a pessoa acredita que vai ter a pessoa em três, cinco horas, não há problema. É questão de fé de cada um. O problema é quando há extorsão. O crime é a extorsão. Investiguei o crime após uma vítima extorquida ter feito uma denúncia na delegacia do Leblon", ressaltou Flávia.

Denúncia de vítimas
Segundo a delegada, 15 pessoas foram à 14ª DP (Leblon) denunciar a quadrilha de Pai Bruno. "Mas há denúncias em várias delegacias, e acho que as denúncias chegam a 50", disse Flávia, ressaltando que "o número de vítimas, no entanto, deve ser bem maior, já que nem todo mundo denuncia, por medo ou por vergonha".