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Benny Hinn podría volver a casarse con su ex esposa Suzanne

 

Benny Hinn podría volver a casarse con su ex esposa Suzanne

Benny Hinn con Suzanne

Hinn dice que el proceso de reconciliación empezó durante la celebración navideña de 2011.

08 DE JUNIO DE 2012, ESTADOS UNIDOS

El conocido evangelista Benny Hinn anunció durante una ‘cruzada de milagros’, realizada el pasado 24 de mayo en Nueva York, que está en proceso de reconciliación con su ex esposa Suzanne.
“El pastor Benny lanzó una bomba sobre nosotros esa noche”, publicó en su página de Facebook el violinista Maurice Sklar. “¡Él y Suzanne se han reconciliado! ¡Anunció que se volverán a casar en diciembre! Casi me caigo de la silla. Casi me caigo del escenario. ¡El Dios que tenemos es maravilloso! ¡Es un milagro! ¡Alabado sea el Señor! ¡Estoy muy feliz de escuchar esta buena noticia!”, dijo.
Después de más de 30 años de matrimonio, Suzanne pidió el divorcio al evangelista en febrero del 2010, citando como causa unas relaciones “irreconciliables”. En ese tiempo Hinn emitió un comunicado diciendo que estaba “conmocionado y entristecido al enterarse de esta noticia sin previo aviso”.
Luego Hinn admitió que había contribuido al fracaso de su matrimonio, poniendo primero el ministerio y después su familia. Dijo que a menudo predicaba que el ministerio era primero, reconociendo que esa enseñanza dañó a sus hijos y a Suzanne.
PROCESO DE RESTAURACIÓN
Benny Hinn ha expresado que está muy contento por haberse reconciliado con su esposa, tanto así que publicó en su web oficial un comunicado titulado: “La restauración de mi familia ha empezado”.
En el escrito Hinn, dice que el proceso de restauración y reconciliación empezó durante la celebración navideña del año 2011, donde el evangelista pensaba que pasaría esas fiestas solo con sus hijos y no con su esposa, pero fue todo lo contrario.
“Tú has sido mi compañera y te has quedado conmigo contra viento y marea. Con todo mi corazón quiero decirte gracias, gracias, gracias. Y más allá de las palabras, te amaré siempre. Doy gracias a mi precioso Jesús por haberte traído a mi vida, y oro para que Él te bendiga una y otra vez, y satisfaga todas las necesidades en tu vida”, escribió Hinn.
En cuanto a la reconciliación, Suzanne puede haberse sorprendido al oír el anuncio de una posible boda. Un amigo cercano a la familia dijo: “el anuncio es prematuro, pero por favor, manténgase orando”.

Fuentes: Noticias Cristianas

© Protestante Digital 2012

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Igreja defende homossexual cercado por 30 trinta pessoas

 

Igreja não sabia que jovem estava sendo perseguido por ter roubado. Mesmo assim, todos os membros, inclusive o pastor, o protegeram

Uma igreja evangélica na cidade de Piracicaba (SP) foi palco de uma cena de tumulo e violência no último domingo. Um jovem de 18 anos entrou no templo, localizado na Rua Marilice Rodrigues da Silva Pinto, no bairro Monte Líbano, e sentou em uma das cadeiras. Pouco depois várias pessoas surgiram na frente do local, perseguindo o jovem para agredi-lo, segundo informou o pastor Júlio César Carneiro, de 38 anos.

“Esse rapaz entrou na igreja, conversou com a minha esposa e sentou. Minutos depois, 30 ou 40 pessoas estavam na frente da igreja para bater nele”, contou o pastor, que completou: “Acho que o grupo aglomerado na porta percebeu ligações das pessoas para a polícia e, por isso, eles invadiram o local”.

Carneiro afirma que depois da invasão se iniciou um confronto generalizado entre os fiéis e os agressores. “Teve senhora batendo com bíblia nas pessoas, gente correndo para proteger as crianças. Havia cerca de 30 crianças no culto. Graças a Deus não aconteceu nada de grave. Eu pulei em um homem para tirar ele de cima do jovem. Fiquei com o cotovelo machucado”.

Na versão registrada no boletim de ocorrência o jovem disse que é homossexual e estava indo participar de um baile funk quando cerca de 30 pessoas o tentaram agredir e ele fugiu para se esconder dentro da igreja. O jovem relatou também que Carneiro tentou intervir, mas os dois foram agredidos.

Porém o pastor afirma ter ouvido dos policiais que foram ao local que o jovem tem passagem pela polícia por furto e que teria sido perseguido por ter roubado uma pessoa nas redondezas.

De acordo com o G1, nenhum dos agressores foi preso pela Polícia Militar, e caso vai ser enviado para o 3º Distrito Policial (DP) de Piracicaba. As vítimas tiveram ferimentos leves, e não quiseram receber atendimento médico. A igreja teve vasos sanitários e cadeiras quebradas na confusão.

Fonte: GospelMais

Divulgação: www.juliosevero.com

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Colégio Adventista: Instituição responde em nota suposto caso de homofobia

 

 

A assessoria de imprensa do Instituto Adventista Brasil Central (IABC) publicou uma nota de esclarecimento mostrando a versão do colégio sobre a matéria divulgada no Fantástico sobre uma jovem que foi expulsa da instituição por manter relações homossexuais com uma colega de turma.

Na versão da escola não houve discriminação por orientação sexual como alega Arianne Pacheco Rodrigues, hoje com 19 anos, que foi expulsa do IABC em 2010. No documento do colégio as normas são reeditadas para que todos vejam que faz parte das regras à punição de alunos que cometerem: “Furto; uso ou porte de cigarro, bebida alcoólica, droga ou armas; ato sexual; certos tipos de agressões físicas, verbais e outras, conforme considere a Comissão para Desenvolvimento Estudantil”.

Ao que foi informado, a direção da escola conta que ficou sabendo por amigas de Arianne que ela, que estudava no colégio em regime de internato, estava mantendo relações sexuais com sua parceira dentro da instituição, sendo que o namoro no Instituto é proibido.

Nas normas gerais há um artigo falando sobre isso: “h. Lembre-se de que em seu namoro (que só ocorrerá com a permissão dos pais) não é permitido contato físico, seja nas dependências da escola ou em atividades externas em que você a esteja representando.” (A letra “h” do subitem 1.1, do item 1 dos Itens Gerai).

Ou seja, as alunas foram punidas por não respeitarem as normas gerais e não por serem homossexuais. “A aluna citada em reportagem de TV conhecia as regras disciplinares internas e sempre soube das permissões e proibições a que todos os alunos estão submetidos no ambiente escolar, já que estudava havia quatro anos na instituição e já tinha passado algumas vezes pela comissão disciplinar”, diz trecho da nota de esclarecimento.

Leia na íntegra:

Nota de Esclarecimento – Instituto Adventista Brasil Central

O Instituto Adventista Brasil Central (IABC) é um colégio que oferece educação em regime de externato, em que os alunos comparecem às aulas e depois retornam aos seus lares; e, também, internato, em que os alunos residem em alojamento na escola. Os pais buscam o Instituto por ser uma escola conhecida por seus altos valores morais e pela educação integral que oferece aos alunos, fornecendo uma experiência educativa única na vida deles.

O colégio é responsável pela educação, integridade física e moral de todos os seus alunos, de modo que a observação de normas de conduta protege toda a coletividade estudantil, já que normas são para organizar e proteger a sociedade.

De acordo com o item 8 das Normas Internas da Instituição Adventista, são vedadas ao aluno, entre outras condutas:

“Furto; uso ou porte de cigarro, bebida alcoólica, droga ou armas; ato sexual; certos tipos de agressões físicas, verbais e outras, conforme considere a Comissão para Desenvolvimento Estudantil.”

Tais regras visam à segurança dos próprios alunos, sendo aceitas por eles e por seus pais quando se candidatam a uma vaga na escola. Dessa forma, a instituição de ensino busca impedir a propagação de situações que são prejudiciais à saúde e à moral no ambiente de estudo.

A aluna citada em reportagem de TV conhecia as regras disciplinares internas e sempre soube das permissões e proibições a que todos os alunos estão submetidos no ambiente escolar, já que estudava havia quatro anos na instituição e já tinha passado algumas vezes pela comissão disciplinar.

A letra “h” do subitem 1.1, do item 1 dos Itens Gerais, determina que:

“h. Lembre-se de que em seu namoro (que só ocorrerá com a permissão dos pais) não é permitido contato físico, seja nas dependências da escola ou em atividades externas em que você a esteja representando.”

A aluna tinha absoluta ciência de que seu comportamento contrariava diretamente as regras e as normas da instituição de ensino. O contato físico no namoro entre dois alunos da escola é considerado falta grave pelas normas dela, acarretando a rescisão do contrato de prestação de serviços educacionais. Essa iniciativa não é incomum na instituição, e independe de opção sexual conforme destacado acima, pois preza pelos altos valores morais e desejo dos pais, sendo essa uma característica bastante ressaltada pelos pais que confiam seus filhos à escola.

Ressalta-se que está previsto o direito de defesa nas normas internas da instituição, tendo sido este fato destacado em juízo, portanto não há inconstitucionalidade alguma em seu estatuto e regimento interno. A aluna teve ampla defesa assegurada, não podendo rotular a decisão de arbitrária.

Destaca-se, finalmente, que as normas não visam reprimir. Ao contrário, são um suporte essencial para a vida de tantos jovens em comunidade dentro de uma instituição de ensino, mantendo-os em harmonia enquanto desenvolvem-se acadêmica e socialmente.

Data: 6/6/2012 08:56:26
Fonte: Gospel Prime