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Manifestantes chamam igreja de refúgio gay durante 13º Congresso

PROTESTO NA LAGOINHA

Foto - lagoinha gay

O protesto realizado durante o 13º Congresso de Louvor e Adoração Diante do Trono ocorreu de forma pacífica, segundo relato de um dos organizadores, Wagner Lemos.

De acordo com Lemos, os manifestantes não tiveram permissão para entrar no estacionamento do Expominas, porém estenderam suas faixas na calçada do centro de exposições onde acontecia o evento.

Segundo Wagner Lemos, houve reprovação por parte dos participantes do Congresso de Louvor e Adoração Diante do Trono: “Quando abrimos as faixas, a fila para entrar no ‘Congresso’ se voltou para nós: Expressões de Ódio e Reprovações eram nítidas! Poucas pessoas vieram até o movimento saber do que se tratava, quais eram nossas ideias”.

O manifestante do grupo que ostenta faixas como “Evangelho Puro e Simples” e “O $how tem que parar” afirmou que a Igreja Batista da Lagoinha se tornou um reduto de homossexuais: “Não sou homofóbico e quem me conhece das redes sociais sabe que não sou preconceituoso (sabem que sou contra a pratica, o pecado). Claro que nossas igrejas são para as pessoas que são discriminadas, doentes, etc… Mas é nítido que a Lagoinha virou um refugio para a comunidade gay. Uma coisa é acolher os homossexuais (não fazemos mais do que obrigação como cristãos), mas é preciso pregar a verdade, verdade essa que vai trazer libertação. Mas parece que a Lagoinha não prega contra! Atendemos grupos e grupos de homossexuais que vieram falar conosco. Os recebemos em amor, e tenho certeza que ali foi plantado uma semente, que no tempo hábil o Senhor fará germinar”, relatou.

Alguns participantes do Congresso foram até a manifestação para saber do que se tratava, segundo Wagner Lemos: “Para as pessoas que vieram até nós, deixamos claro que não tínhamos nada contra a Ana Paula Valadão ou a Lagoinha. Somos contra o Show, o comércio da fé, o mercantilismo, contra as manifestações mágicas distribuídas por atacado e varejo por algumas igrejas”, criticou o manifestante, que questionou o motivo da irritação das pessoas com os protestos: “Nossas faixas não havia nada escrito com agressividade, mas as pessoas que olhavam e liam reprovavam, e era nítido através da reação! Agora eu me pergunto: o que tem demais uma faixa com versículos bíblicos? Estão assustados com versículos bíblicos? Que igreja é essa? Que geração é essa que se assusta com um versículo bíblico estampado em uma camiseta e em algumas faixas?”.

Em um dos comentários da publicação, um dos manifestantes, identificado como Teophilo Noturno, afirma que uma senhora procurou os manifestantes oferecendo R$ 100,00 para que eles enrolassem suas faixas e fossem embora.

Data: 10/4/2012 09:07:01
Fonte: G+

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Revelação de pastor muda local de busca de família por músico desaparecido

 

PorKeyla Cezini | Colaboradora do The Christian Post

O músico mineiro Vinícius Maia Carvalho, de 28 anos, está desaparecido desde o dia 11 de janeiro, mas na última semana uma revelação alterou as buscas da família.

Os familiares acreditavam que o rapaz estivesse em Guarapari, ES. Mas agora alteraram o principal local de buscas para a Serra, ES. Segundo a família, eles receberam uma revelação de um pastor em Minas Gerais informando que o músico estaria no município.

"Vocês estão procurando no lugar errado. Vocês devem procurá-lo em El Dourado, Feu Rosa, Carapina, perto do aeroporto, em abrigos e igrejas", teria dito o pastor.

Diante da revelação, a família entrou em contato com veículos de comunicação do Espírito Santo para pedir que o caso fosse novamente divulgado, agora com a nova informação.

A revelação também foi transmitida à equipe que policiais que investiga o desaparecimento. O dom espiritual, porém, não pode ser usado como pista nas investigações.

Vinícius Maia Carvalho foi visto pela última vez na Zona da Mata Mineira. Ele desapareceu após pular de uma ponte sobre o Rio Doce, localizada entre os municípios de Rio Casca e São Domingo da Prata, MG, quando voltava de Guarapari, acompanhado pelo pai.

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“Quando eles passaram pela ponte, ele deu um golpe no volante fazendo meu pai perder o controle da direção e bater na mureta. O Vinícius saiu do carro e pulou no rio”, relatou Gustavo Maia Carvalho, irmão de Vinícius ao jornal Estado de Minas.

“Meu pai gritou por ele, que chegou a olhar para trás, mas se embrenhou no mato e sumiu”, completou.

Vinícius é morador de Belo Horizonte e é integrante do grupo Nem Secos e do Trio Curimã. De acordo com a família, ele sofreu um surto desencadeado por um processo depressivo e, por isso, sumiu.

Quem tiver alguma informação sobre a localização do músico pode entrar em contato através dos telefones (31) 3841 3419, (31) 2511 7194, (31) 9243-1426, (27) 9783 0184 ou (27) 8806 4746.

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Páscoa une judeus e cristãos em comemorações na Terra Santa

 

PorJussara Teixeira | Correspondente do The Christian Post

Católicos e protestantes na Terra Santa celebraram no último fim de semana a Páscoa, evento que relembra a ressurreição de Jesus, enquanto que judeus comemoraram desde sexta-feira(6) o Pessach, a Páscoa judaica.

  • Procissão de cristãos na Igreja do Santo Sepulcro

    Procissão de cristãos na Igreja do Santo Sepulcro

    (Foto: Ammar Awad/Reuters)

mark-driscoll-easterMark Driscoll defende a celebração da Páscoa com Cristo e o coelhinho da Páscoa

 

Os cristãos católicos e protestantes relembram os últimos acontecimentos da vida de Jesus e em particular a ressurreição.

O evento da páscoa, que é originalmente uma festa judaica, marca o tempo em que Jesus morreu, foi crucificado e ressucitado ao terceiro dia, segundo os evangelhos.

Os fiéis da igreja ortodoxa, que seguem o calendário Juliano, marcam também a páscoa em comemorações durante uma semana.

Esta época também é marcada pelas peregrinações cristãs, principalmente católicas, na Terra Santa vindos de todo mundo. Muitos participam de procissão rumo à Cidade velha de Jerusalém, no setor oriental de maioria árabe. O local é ocupado por Israel desde junho de 1967.

Já os judeus festejam o a Pessach, uma das principais festas da comunidade judaica. A festividade recorda a saída do povo hebreu do Egito e dura sete dias a partir do pôr do sol da sexta-feira (6).

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Acesso restrito

As festas de cristãos e judeus fizeram com que Israel anunciasse o fechamento no último fim de semana dos pontos de acesso a seu território a partir da Cisjordânia ocupada, limitando o acesso apenas aos casos humanitários.

Tradicionalmente o governo israelense autoriza, todos os anos, a entrada de até 500 cristãos da Faixa de Gaza para que possam ir até seu território e à Cisjordânia.

Além disso, mais de 20 mil cristãos receberam uma permissão especial para visitar Jerusalém durante a semana, de acordo com um comunicado militar.

Segundo a AFP, durante a criação do Estado de Israel, em 1948, os cristãos representavam mais de 18% da população em seu território. Atualmente, esse percentual reduziu-se para apenas 2 %.