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Missão SAL ajuda a evangelizar homossexuais e drogados em SP

 

PorLuciano Portela | Colaborador do The Christian Post

Desde 2007, o Missão SAL é um projeto da cidade de Santo André (SP) que destina suas ações em pregar para grupos que costumam ser privados do evangelho.

  • Cracolândia

    (Foto: Reprodução/PF)

    Cracolândia é um dos locais atendidos pelo SAL

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Em sua maior parte, o centro de interesse da instituição são os indivíduos viciados em drogas, moradores de rua, garotas de programa, gays e travestis.

As áreas de atuação são lugares da Região Metropolitana de São Paulo e arredores, que ficam mais propensos a estas ocorrências.

Para cuidar de viciados em crack, por exemplo, o grupo presta suas atividades na região conhecida como “cracolândia”.

O Pastor da Igreja Batista, Paulo Capeletti, é responsável por coordenar o movimento e esteve com o site Genizah para explicar sobre os valores e ideais da Missão SAL.

O site revela que a sigla SAL significa “Salvação, Amor e Libertação”, conceito que traduz o objetivo dos missionários de resgatar pessoas excluídas pela sociedade com os ensinamentos de Jesus Cristo.

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Tudo é seguido em um processo feito por etapas, que são concebidas através do que a Palavra de Deus tem a instruir.

Primeiramente, há o resgate do indivíduo de acordo com suas dificuldades e o momento em que passa, para em logo em seguida receber assistência e reparação.

No final, após restaurá-lo como cidadão, a pessoa é reintegrado à sociedade.

A casa Comunidade Nova Chance é o local que é atribuído para esta última etapa, de restituição.

O local fica incumbido de inserir a pessoa em convívio com um ambiente humano em que se sinta aceito e incorporado, como se estivesse em família.

Atualmente, a Comunidade Nova Chance conta com a presença de mais de 30 pessoas que moram no estabelecimento e permanecem em processo de reintegração.

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La confesión católica, los evangélicos y el infierno

Defensor del lector

 

La confesión católica, los evangélicos y el infierno

Respuesta a un lector católico.

28 DE MARZO DE 2012

En respuesta a la carta de un amable lector católico que firma con el nombre de Joaquim quisiera presentar alguna matización.
En primer lugar , que el artículo de Protestante Digital titulado “ Cristianos Evangélicos irán al Infierno, según el Vaticano ” ha sido la transcripción en titular y contenido de uno procedente de la Agencia de Noticias Prensa Ecuménica (como se indica al pie) , lo que obviamente no nos exime de toda la responsabilidad pero entendemos que a quien deberían dirigirse es esencialmente a los autores de la noticia.
Entendemos que, como dice Joaquim, una nota tomada sin su contexto puede ser objeto de interpretaciones un tanto erróneas  ya que queda desprovista de los necesarios matices. Como dice textualmente: “son opiniones –no documentos oficiales– para ilustrar a los católicos en su fe, no para descalificar ni condenar a los protestantes”. Sin embargo, son opiniones de una persona representativa dentro de el Vaticano (esto sí lo matiza la noticia), y en un medio aún más representativo de la misma institución, como también recoge la noticia.
Sobre el contenido y valor del sacramento católico de la confesión , cierto es que los evangélicos tenemos diferencias en muchos aspectos de la misma. No obstante, no vamos a discutirlo aquí ya que se trata de un tema teológico más apropiado para otras publicaciones con reflexiones de fondo, y en las que posiblemente lo que siglos de diferencias no han logrado consensuar se3rá difícil que se logre en unas cuantas palabras o debates. Quizás este diario sirva más para reflejar posturas -con mayor o menor proifundidad- que para convertirse en un foro teológico (algo que, por otro lado, sinceramente creo que tampoco generaría un alto interés entre la mayoría de lectores).
Finalmente, entendemos que la discrepancia en asuntos de fondo como este ha de ser expuesta con todo respeto, actitud que sinceramente apreciamos de este lector.
Daniel Pujol
Defensor del Lector

© Protestante Digital 2012

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Aluno se diz vítima de bullyng após ritual de professora evangélica

CULTO NA SALA DE AULA

 

Um adolescente de 15 anos passou a ser vítima de bullying e intolerância religiosa como resultado de pregação evangélica realizada pela professora de História Roseli Tadeu Tavares de Santana. Aluno do 2º ano do Ensino Médio na Escola Estadual Antonio Caputo, no Riacho Grande, em São Bernardo (SP), o garoto começou a ter falta de apetite, problemas na fala e tiques nervosos.

Ele passou a ser alvo de colegas de classe porque é praticante de candomblé e não queria participar das pregações da professora, que faz um ritual antes de começar cada aula: tira uma Bíblia e faz 20 minutos de pregação evangélica aos alunos. O adolescente, que no ano passado começou a ter aulas com ela, ficava constrangido. Seu pai, o aposentado Sebastião da Silveira, 64 anos, é sacerdote de cultos afros. Neste ano, por não concordar com a pregação, decidiu não imitar os colegas. Eles perceberam e sua vida mudou.

Desde janeiro, ele sofre ataques. Primeiro, uma bola de papel lhe atingiu as costas. Depois, ofensas graves aos pais, que resolveram agir. "Ficamos abalados", disse Silveira. "A própria escola não deu garantias de que meu filho terá segurança."

O garoto estuda na unidade desde a 5ª série. Poucos sabiam de sua crença. E quem descobria se afastava.Da professora, ouviu que pregação religiosa fazia parte do seu método. Roseli não quis comentar sobre o caso.

A Secretaria Estadual da Educação promete que a Diretoria de Ensino de São Bernardo irá apurar a história e reconhece que pregar religião é proibido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

Na escola, os alunos reclamam da prática. "Não aprendi nada com ela. Só que teria de ter a mesma religião que ela", disse um menino de 16 anos.

A presidente da Afecab (Associação Federativa da Cultura e Cultos Afro-Brasileiros), Maria Campi, anunciou que dará amplo suporte à família de Magno pelo que o garoto vem sofrendo. "Nossas crianças não têm direito a ter uma identidade. São discriminadas quando usam as vestimentas. Falta estudar mais as culturas africanas", completou.

Um registro de ocorrência foi feito no 4º DP (Riacho Grande), e a Comissão de Liberdade Religiosa da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e o Ministério Público foram acionados. "O Estado brasileiro é laico e não pode promover uma religião específica através de seus agentes. É preciso compreender a importância do respeito à escolha do próximo", disse a presidente da comissão, Damaris Moura.

"Escola não é lugar para se fazer pregação", definiu Carlos Brandão, doutor em Educação pela Unesp (Universidade Estadual Paulista). "O superior que está permitindo isso não está só indo contra a lei, mas sim prejudicando a moral dos alunos."

Até mesmo pais evangélicos de alunos do local criticam a postura. "Nunca foi falado em casa que ela fazia isso. Senão eu reclamaria, é errado", disse a doméstica Edemilda Silva, 46 anos, moradora do Capelinha. Seu filho, 13, está na 8ª série do Ensino Fundamental e confirmou a atitude da professora. "Se quiser ouvir a palavra, vou na igreja. "

Data: 28/3/2012 08:56:00
Fonte: Diário do ABC