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México: un estudio revela que el pueblo evangélico creció un 72% en diez años

 

México: un estudio revela que el pueblo evangélico creció un 72% en diez años

En 2000 la población evangélica era el 5,26% de la población mexicana; en 2010 la cifra se elevó a 7,68%.

08 DE MARZO DE 2012, MÉXICO

Un estudio realizado recientemente por el Instituto Nacional de Estadística y Geografía (INEGI) ha revelado un hecho sorprendente en relación a la población cristiana evangélica: La misma ha tenido un aumento del 72% en los últimos 10 años.
Los primeros misioneros protestantes llegaron oficialmente a México en 1872, un año después de que el ex sacerdote católico Manuel Aguas -en ese momento líder de la Iglesia de Jesús en la ciudad de México- predicara  un encendido sermón  para explicar detalladamente su conversión, reconociendo la gesta de Martín Lutero en el siglo XVI .
Según comenta el periodista Carlos Martínez García, el mensaje testimonial tuvo gran difusión porque la publicó el periódico El Monitor Republicano , de amplia circulación. Otros diarios y revistas de distintas ciudades reprodujeron dicho artículo, permitiendo que el mensaje llegara mucho más allá de la audiencia original, reunida en la Iglesia de Jesús.
EXPANSIÓN DEL MENSAJE
El evangelio se extendió con lentitud en este país americano de fuerte tradición católica, donde aún hoy numerosos cristianos pertenecientes a grupos aborígenes sufren agresiones y persecución a causa de su fe, en regiones del estado de Chiapas y otros puntos del país.
Según el informe elaborado por el INEGI, en el año 2000 la población evangélica representaba el 5,26% de la población mexicana pero en 2010 esta cifra se elevó a 7,68%, lo que viene a ser un aumento del 72,19%.
En cifras esto representa un aumento de 3,2 millones de creyentes en el país, o lo que es lo mismo, un salto de 4,4 millones, hasta alcanzar 7,6 millones de fieles.

Fuentes: Entrecristianos

© Protestante Digital 2012

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Padre Marcelo acredita que Brasil nunca será totalmente ateu ou fiel da Igreja Universal

 

O católico divide as igrejas evangélicas entre as tradicionais e as seitas e acredita que Jesus usaria as redes sociais para levar a mensagem

 

Padre Marcelo acredita que Brasil nunca será totalmente ateu ou fiel da Igreja Universal

Em entrevia ao jornal Correio da Manhã o padre Marcelo Rossi respondeu uma pergunta sobre o que mais o assustaria: um Brasil com a maioria ateia ou fiel a Igreja Universal do Reino de Deus e o padre católico foi enfático ao dizer que nenhuma das alternativas vai acontecer com o país.

“Não acredito que isso possa acontecer. Nunca. O Brasil não vai deixar que isso aconteça. Quem prega um Deus e vende chaves do reino dos céus…”, disse o padre-cantor.

A entrevista falava sobre o livro Ágape que se tornou um sucesso editorial alcançando 7 milhões de cópias vendidas. O jornalista também aproveitou para saber se Rossi se incomoda com o crescimento das igrejas protestantes e ele divide o segmento entre seitas e igrejas tradicionais.

“Há igrejas e igrejas. Uma coisa são as igrejas tradicionais evangélicas e outra são as seitas”, afirmou ele. Marcelo Rossi percebe que as igrejas evangélicas estão marcando presença nas redes sociais e observa que a Igreja Católica precisa fazer o mesmo.

O repórter questionou o padre sobre se Cristo vivesse neste século se ele usaria as redes sociais para difundir sua mensagem e o padre acredita que sim. “Com certeza que Jesus Cristo usaria as redes sociais. Estaria em todos os meios de comunicação.”

Marcelo Rossi tem uma forma peculiar de aproximar o público da religião, tanto que está construindo em São Paulo um santuário para 100 mil pessoas. Esse jeito carismático chegou a ser elogiado pelo Papa Bento XVI. “Em 2010 recebi um prêmio do Papa Bento XVI enquanto evangelizador moderno. E o Santo Padre disse-me: “Continue.” Precisamos evangelizar de um modo moderno. As redes sociais são essenciais”.

Com informações Correio da Manhã

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/padre-marcelo-acredita-que-brasil-nunca-sera-totalmente-ateu-ou-fiel-da-igreja-universal/#ixzz1oWFFAhtY

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TJ determina retirada de símbolos religiosos de prédios públicos a pedido de Liga Lésbica

 

Tribunal de Justiça gaúcho acolheu o pedido por unanimidade

 

TJ determina retirada de símbolos religiosos de prédios públicos a pedido de Liga Lésbica

A Justiça do Rio Grande do Sul acatou o pedido da ONG Liga Brasileira de Lésbicas e vai retirar crucifixos e símbolos religiosos de todas as salas do Judiciário do Estado.  Em fevereiro, a Liga Brasileira de Lésbicas pediu à presidência do TJ-RS a retirada das imagens religiosas.

O Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça (TJ-RS) decidiu por unanimidade após votação na primeira sessão do ano do conselho. O Tribunal gaúcho considerou que a presença de objetos religiosos nos fóruns e na sede do Judiciário vai contra princípios constitucionais de um Estado laico.

O desembargador Cláudio Baldino Maciel foi o relator da matéria e afirmou que julgamentos feitos em uma sala de tribunal sob um “expressivo símbolo” de uma igreja e de sua doutrina não é “a melhor forma de se mostrar o Estado-juiz equidistante dos valores em conflito”. Ainda segundo o relator, o espaço público do Judiciário deve ter apenas os símbolos oficiais do Estado. Esse seria o “único caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de um Estado laico, devendo ser vedada a manutenção dos crucifixos e outros símbolos religiosos em ambientes públicos dos prédios”.

A sessão foi acompanhada por representantes de religiões e de entidades sociais. Nos próximos dias, todos os crucifixos deverão ser retirados. As entidades religiosas protestaram e creem que a decisão poderá gerar pedidos similares em outros Estados da União.

A discussão sobre o uso de símbolos cristãos em prédios públicos já é amplamente discutida em outras partes do Brasil e do mundo.

Em São Paulo, o Ministério Público Federal determinou em 2009 a retirada de crucifixos de edifícios federais. Porém, o pedido foi negado em primeira instância. A juíza responsável considerou, na época, “natural” a exibição do objeto em um país de “formação histórico-cultural cristã”.

Nos Estados Unidos vários Estados já decidiram por retirar símbolos religiosos de prédios públicos. Alguns anos atrás, a Comissão Europeia condenou a Itália por manter objetos religiosos em salas de aula.

Com informações Terra e Zero Hora

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/tj-determina-retirada-de-simbolos-religiosos-de-predios-publicos-a-pedido-de-liga-lesbica/#ixzz1oWDZLmV4