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Rede de Escândalos retrata mais sete casos

 

Ferramenta acompanha os desdobramentos dos escândalos e os destinos de seus principais personagens

Em imagem de fevereiro de 2000, os então senadores José Roberto Arruda e Antônio Carlos Magalhães e Regina Célia Borges, diretora do Prodasen, todos eles envolvidos no escândalo da violação do painel do Senado

Em imagem de fevereiro de 2000, os então senadores José Roberto Arruda e Antônio Carlos Magalhães e Regina Célia Borges, diretora do Prodasen, todos eles envolvidos no escândalo da violação do painel do Senado (Geraldo Magela/Agência BG Press)

A Rede de Escândalos do site de VEJA retrata nesta sexta-feira mais sete casos: a construção da ferrovia Norte-Sul (1987); o superfaturamento de obras na prefeitura de São Paulo durante a gestão de Paulo Maluf (1993-1996); as acusações de compra de votos para a emenda da reeleição (1997); o caso do Dossiê Cayman (1998); a violação do painel do Senado (2000); os rolos do ex-governador do Rio, Anthony Garotinho (2000); e a CPI do Banestado (2003).

Os escândalos abordados nesta sexta envolvem 43 personagens: ex-presidentes (Fernando Collor e José Sarney), ex-senadores (Antônio Carlos Magalhães e José Roberto Arruda), ex-ministros (José Reinaldo Tavares e Sérgio Motta), ex-prefeitos (Paulo Maluf e Celso Pitta), entre outros políticos, assessores, empresários e arapongas.

Com atualizações semanais, esta rede social peculiar perfila os envolvidos nos piores escândalos da história recente do país e acompanha os desdobramentos dessas histórias. Ao todo, a ferramenta vai retratar cerca de 300 personagens, implicados em mais de 60 escândalos desde o governo Sarney.

Mais do que entender como funcionavam os esquemas por trás de cada um dos casos, a rede vai esclarecer o destino que tiveram seus personagens. O compromisso não é apenas o de revisitar o passado, ressaltando as lições que o país aprendeu (ou desperdiçou) em cada episódio. É também o de manter o leitor informado sobre o desenrolar de investigações e julgamentos – e sobre o destino daqueles que em algum momento, ou repetidamente, atentaram contra o bem público.

Clique sobre a imagem para acessar o infográfico:

Arte/VEJA

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Padre de Las Vegas é condenado após apostar US$ 650 mil da igreja

 

Kevin McAuliffe, de 59 anos, ficará preso por 3 anos e 1 mês e não poderá mais frequentar cassinos.

Da BBC

 

O padre Kevin McAuliffe (Foto: AP)

O padre Kevin McAuliffe (Foto: AP)

Um padre americano da cidade americana de Las Vegas foi condenado a três anos e um mês de prisão por roubar e apostar em cassinos da cidade centenas de milhares de dólares de sua paróquia.

Kevin McAuliffe, de 59 anos, também foi proibido de frequentar cassinos e será obrigado a passar por um tratamento por seu vício em jogos após ser libertado.

Segundo o relato do jornal local ‘Las Vegas Review-Journal’, McAuliffe passou a maior parte do julgamento cabisbaixo e se disse arrependido de ter desviado cerca de US$ 650 mil (o equivalente a R$ 1,8 milhão) ao longo de oito anos.

Como vigário-geral da diocese de Las Vegas, o padre tinha amplo controle das finanças da igreja na qual trabalhava.

Ele foi acusado de desviar o dinheiro da conta bancária da igreja, das cestas para coletas de doações, da loja da paróquia e do fundo missionário.

Investigado pelo FBI
Os desvios de McAuliffe teriam sido descobertos após uma investigação de três anos realizada pelo FBI, a polícia federal americana. Desde que foi descoberto, o padre já teria devolvido US$ 13 mil (R$ 35,5 mil) do dinheiro roubado.

‘Eu tenho o mais profundo remorso e arrependimento’, afirmou McAuliffe durante o julgamento, afirmando ter ‘traído e escandalizado’ a Igreja Católica e sua congregação.

‘A igreja é minha família’, disse McAuliffe. ‘Sei que minha falha pessoal ficará comigo para o resto de minha vida’, afirmou.

Apesar de sua admissão, muitos frequentadores de sua paróquia defenderam o padre e esperam que ele recorra da sentença.

‘No tempo em que esteve aqui, esse homem fez mais para nossa paróquia que qualquer outro padre’, afirmou ZoeAnn Murphy à TV ABC.

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Igreja Mundial desrespeita ordem judicial e complica trânsito na Dutra

 

DEH OLIVEIRA
DE SÃO PAULO

Apesar da suspensão, por ordem judicial, da vigília programada para iniciar na noite desta sexta-feira (13) no templo da Igreja Mundial do Poder de Deus próximo da via Dutra em Guarulhos, fiéis da religião foram até o local e provocaram congestionamento nas proximidades, devido ao grande volume de veículos.

Segundo a Nova Dutra, concessionária que administra a rodovia, o congestionamento começou por volta das 20h e atingiu o pico por volta das 22h15, quando a fila de veículos chegou a cinco quilômetros, estendendo-se do trecho de acesso ao megatemplo – na avenida Monteiro Lobato, altura do quilômetro 219 – até o quilômetro 224. Por volta das 23h30, o trânsito foi normalizado.

Jorge Araújo-1º.jan.12/Folhapress

Trânsito congestionado na via Dutra no dia da inauguração da Igreja Mundial do Poder de Deus

Trânsito congestionado na via Dutra, em Guarulhos, no dia da inauguração da Igreja Mundial do Poder de Deus

Nenhum representante da religião foi localizado para comentar o não cumprimento da decisão judicial, motivada por uma ação popular devido aos transtornos provocados na Dutra na inauguração do templo, em 1º de janeiro, quando a rodovia ficou paralisada por seis horas, comprometendo o acesso ao aeroporto de Cumbica.

A proibição da realização do megaevento foi requerida à Justiça pelo vereador Geraldo Celestino (PSDB) e concedida pelo juiz Rafael Tocantins Maltez. O magistrado estipulou ainda multa de R$ 100 mil à igreja em caso de desrespeito à sua decisão.

Após congestionamento, igreja prepara novo evento hoje na Dutra
Justiça suspende evento em megatemplo na Dutra

"Certo que existe a liberdade de consciência religiosa e o direito de exercício de culto e respectiva liturgia. Contudo, em tal direito não está incluída a instauração de caos em local situado em cidade-chave para a população do Estado de São Paulo", afirmou o juiz.
Na decisão, o juiz afirma que a própria igreja divulga que o templo tem capacidade para 150 mil pessoas, embora o alvará de funcionamento estipule público máximo de 30 mil.

ESTACIONAMENTO

Para tentar reduzir os efeitos do evento, a Prefeitura de Guarulhos informou mais cedo que iria disponibilizar cerca de mil vagas de estacionamento para ônibus fretados.

O plano, que inclui ainda 3.100 vagas para carros, foi apresentado na quarta-feira (11) durante uma reunião de administração com representantes da igreja, polícias rodoviárias Estadual e Federal, Infraero (estatal que administra o aeroporto), Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar.

No dia 1º, ônibus com fiéis estacionaram no acostamento da rodovia, prejudicando o tráfego e a segurança dos motoristas e pedestres.
Na quarta, o Ministério Público instaurou um inquérito civil para apurar as responsabilidades pelo congestionamento.
Após pedido da Polícia Rodoviária Federal, a Promotoria ainda recomendou à Justiça a interdição do templo.