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Missionário Atacado com Espadas é Dado como Morto

 

Por Portas Abertas|
Traduzido por Lucas Gregório

íNDIA – No dia 23 de setembro por volta das 20h30, o pastor Bashuda recebeu um telefonema de um dos membros da sua igreja pedindo oração. Ele pegou sua bicicleta e se dirigia para casa quando aconteceu o ataque.

Conforme Bashuda andava em sua bicicleta, notou um carro vindo em sua direção na estrada estreita e escura. Ele encostou para deixar o carro passar, mas, em vez disso, o carro parou e cinco homens furiosos foram atrás do missionário.

O pastor Bashuda tentou sair correndo, mas eles o pegaram e começaram a espancá-lo com espadas. O ataque brutal deixou Bashuda inconsciente.

Pensando que o cristão estivesse morto, o grupo de homens arrancou com o carro, deixando Bashuda à beira da estrada. Meia hora depois, um homem de bicicleta viu Bashuda e foi verificar se ele estava bem. Ele descobriu de qual povoado o pastor era e correu para encontrar ajuda.

Quando chegou ao povoado de Bashuda, ele chamou a primeira pessoa que encontrou, dizendo: “Um homem do seu povoado está gravemente ferido, caído na estrada”.

Ele e os moradores se dirigiram ao local onde Bashuda estava caído, impotente. Quando os moradores reconheceram seu pastor, rapidamente o levaram ao hospital.

Bashuda está atualmente em estado crítico e precisa desesperadamente de orações. Por favor, ore para que o Senhor cure milagrosamente o pastor Bashuda de seus ferimentos, trazendo glória ao Seu poderoso nome. Ore também por seus agressores: que eles venham a conhecer o amor remidor de Cristo.

Fonte: Gospel for Asia

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Povos beduínos do norte de Israel declaram greve depois de ataque à mesquita

 

 

DA EFE

Os povos beduínos do norte de Israel declararam nesta terça-feira uma greve em protesto pelo violento ataque que ontem incendiou uma mesquita na localidade de Tuba Zangaria.

Todas as escolas e instituições educacionais dos povos árabes da zona permanecerão fechadas hoje, informou a edição digital do diário "Yedioth Ahronoth".

A polícia israelense reforçou ontem a segurança nos lugares sagrados muçulmanos na Galiléia e elevou o nível de alerta na zona após o incidente registrado em Tuba, que foi seguido por violentos protestos dos residentes da localidade, alguns dos quais enfrentaram as forças policiais com pedras.

O ataque contra o templo muçulmano foi condenado imediatamente pelo presidente israelense, Shimon Peres, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, o titular da Defesa, Ehud Barak, e figuras destacadas da política e da sociedade israelenses.

Um grupo de desconhecidos entrou na madrugada de domingo na mesquita de Tuba Zangaria e ateou fogo a tapetes, livros, adornos e paredes interiores.

Os muros da mesquita foram pichados com palavras como "vingança" e "política de preço", em referência à estratégia de alguns grupos de colonos de atacar propriedades ou símbolos palestinos como maneira de ressarcir-se por incidentes contra judeus ou desmantelamentos forçados de assentamentos.

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Após ser censurada, igreja evangélica ganha na justiça direito de fazer campanha contra a sodomia

 

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Um juiz da Alta Corte da Irlanda do Norte revogou uma decisão do órgão regulador de publicidade (ASA na sigla em inglês) que tinha proibido um anúncio de uma igreja por considerá-lo homofóbico.

O anúncio de uma página, publicado pela primeira vez em agosto de 2008 pouco antes da parada gay de Belfast, trazia a manchete “A palavra de Deus contra a Sodomia” e fazia uma convocação para uma manifestação pacífica contra a prática.

Na época, após receber várias reclamações, a ASA decidiu que o anúncio de página inteira não poderia mais ser veiculado daquela forma.

Mas a igreja presbiteriana Sundown Free, que bancou o anúncio, entrou com uma ação judicial contra a decisão.

O juiz da Alta Corte considerou que a decisão da ASA interfere com o direito de expressão da igreja, que estaria coberta por um artigo da Convenção Europeia de Direitos Humanos que assegura a expressão de posições que choquem ou causem ofensas.

O juiz também observou que o anúncio não continha qualquer exortação à violência e deixava claro que qualquer ato de antagonismo contra homossexuais era inaceitável e injustificável.

Sodomia

A igreja argumentou que a ASA interpretou mal a citação do anúncio, tirada do Livro de Levítico e que classifica atos homossexuais como abominação.

De acordo com a igreja, a descrição se aplica a prática da sodomia especificamente, e não a indivíduos específicos.

O reverendo David McIlveen, da igreja Sundown Free, considerou a decisão “histórica”.

“As pessoas podem citar a Bíblia e essa é a liberdade que buscávamos”, disse ele.