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Servidor é demitido por postar piada sobre Dilma em Twitter

19/08/2011 – 19h17

 

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DE SÃO PAULO

Um servidor da assessoria de imprensa do Ministério do Planejamento foi demitido por ter publicado no Twitter oficial da pasta uma piada sobre a presidente Dilma Rousseff. A exoneração foi publicada no "Diário Oficial" da União desta sexta-feira.

Ele divulgou na quinta-feira (18) no microblog um link do site de humor "Sensacionalista" com uma sátira sobre a presidente.

O site brinca que a faxina de Dilma no "submundo de corrupção do governo" rendeu um contrato de propaganda.

"Ela fará o comercial do produto Veja Limpeza Pesada. A presidente chegou ser cotada para anunciar o Bombril, mas não aceitou. Dilma disse a amigos que seu trabalho é muito mais do que arear panelas. Trata-se de uma limpeza difícil, acumulada por muitos anos, que não poderia acabar com um produto qualquer", ironiza o "Sensacionalista".

Nesta sexta-feira, o próprio site publicou um nota sobre o episódio com o título "Real: twitter do governo publica notícia do Sensacionalista".

O ministério afirma que a brincadeira ficou apenas alguns minutos no ar antes de ser retirada.

OUTRAS DEMISSÕES

Em abril, um funcionário terceirizado da TV Brasil pediu demissão depois de ter feito um ataque ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) no Twitter oficial da emissora.

O funcionário da Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto, que presta serviço para a TV Brasil, disse que publicou a mensagem pensando estar usando sua conta pessoal.

Outro caso conhecido aconteceu em fevereiro quando o STF (Supremo Tribunal Federal) mandou dispensar uma funcionária terceirizada que questionou no Twitter quando o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), iria pendurar as chuteiras.

"Ouvi por aí: ‘agora que o Ronaldo se aposentou, quando será que o Sarney vai resolver pendurar as chuteiras?’", dizia o tuite publicado na página oficial do Supremo.

Após o incidente, o presidente do STF, Cezar Peluso, telefonou para Sarney para desculpar-se. Na conversa, o senador pediu que o ministro não tomasse medida contra a funcionária.

Uma nota oficial com pedido de desculpas também foi publicada na página do Supremo.

Já Sarney reagiu com bom humor. Em vídeo divulgado na página do Senado, ele afirmou que ficou "feliz" ao ser comparado com alguém que leva o apelido de "fenômeno".

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Justiça manda retirar outdoor evangélico criticado por gays em SP

 

JULIANA COISSI
DE RIBEIRÃO PRETO

A Justiça de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) determinou a retirada imediata da mensagem com citações evangélicas em um outdoor que gerou críticas pelo movimento gay da cidade.

Outdoor evangélico gera crítica de gays

A liminar foi concedida para ação civil pública movida pela Defensoria Pública de Ribeirão.

Segundo o defensor público Victor Hugo Albernaz, a decisão da 6ª Vara Cível de Ribeirão determina a imediata retirada, sob pena de multa de R$ 10 mil.

A obrigação de retirada foi dirigida à Casa de Oração, igreja evangélica autora das mensagens, e à Nobili Painéis, proprietária do outdoor.

Segundo Albernaz, até o início da noite desta sexta (19) a Nobili já havia sido notificada.

À Folha o pastor Antonio Hernandes Lopes disse que só se manifestará após ser notificado.

Silva Junior/Folhapress

Outdoor de uma igreja evangélica de Ribeirão Preto vem gerando críticas do movimento gay local

Outdoor de uma igreja evangélica de Ribeirão Preto vem gerando críticas do movimento gay local

O outdoor colocado na última quarta-feira (17) trazia três citações bíblicas. Entre elas uma do livro de Levítico: "Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável…".

A outra, da Carta de São Paulo aos Romanos, diz que "até as mulheres trocam as relações naturais pelas que são contra a natureza. E também os homens deixam as relações naturais com as mulheres e se queimam de paixão uns pelos outros".

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Protestantes españoles y la visita del Papa

 

Protestantes españoles y la visita del Papa

La visita del Papa católico a España siempre ha levantado expectación y polémica.

11 DE AGOSTO DE 2011

En la que coincide con las Jornadas Mundiales de la Juventud (JMJ) se repite este fenómeno.
Sin duda entrando en cuestiones de protocolo, una clave es que nunca se sabe si quien visita España es el líder de un movimiento religioso o un Jefe de Estado extranjero.
El primer caso es sencillo.  Hace poco visitó España por primera vez un Secretario general de la Alianza Evangélica Mundial y fue recibido por el Ministro de Justicia. Representa a una organización que aglutina a más de 400 millones de evangélicos en el mundo, así que no parece una locura pensar que la misma actuación debería tenerse con el líder del movimiento católico mundial.
El segundo caso –como Jefe de Estado- es más complejo.  Pero no hemos visto al Gobierno o a instituciones públicas españolas (Ayuntamiento y Comunidad de Madrid) subvencionar un encuentro de algún Presidente de Estado con sus ciudadanos o simpatizantes asentados en España. Suponemos que de eso se encarga su Embajada, caso de producirse.
Y así entramos en el aspecto económico.  Quienes defienden que es una buena inversión, deberían aplicar el mismo principio con el Día del Orgullo Gay (y a la inversa). Por otra parte, quienes opinan que se debe financiar (de manera directa o indirecta) por parte de instituciones públicas, olvidan que esto implicaría que se actuase igual siempre que un Jefe de Estado-líder religioso visite España. Quizás no cuantitativamente, pero sí de forma proporcional. Algo que nos parece contrario al sentido común y práctico, así como entrar en una línea de mezcla de Iglesia y Estado tan mala como que un Estado aconfesional apoye a una sola confesión. Ni café del Estado para uno solo, ni café para todos. [i]
Por último, no podemos dejar de afirmar que los evangélicos o protestantes españoles de forma mayoritaria (y hasta creemos que se podría decir que prácticamente unánime) asistimos a esta visita con una doble valoración.
La primera , el respeto  que toda persona merece, y máxime siendo el representante de un importante colectivo religioso español y mundial. En este sentido, se sigue cumpliendo en algunos que en nuestro país se va siempre detrás de los curas (del Papa en este caso). Bien para seguirles en la procesión con las velas, o bien corriendo tras ellos con una estaca. Una confesión religiosa tiene todo el derecho a manifestarse públicamente (lo que no quita todo lo hablado en cuanto a trato y financiación del Estado).
La segunda valoración es nuestra postura respecto a lo que significa la figura del Papa católico.  En especial su pretendido papel de representante Vicario de Cristo en la Tierra, y su supuesta infalibilidad en los dogmas que rubrica al margen de la que diga la propia Biblia. Su papel es totalmente contrario e inaceptable para la fe cristiana bíblica tal cual la entendemos y asumimos los evangélicos.
Para acabar no entraremos en cuestiones políticas, pero sí dejaremos un par de preguntas:  ¿ha tenido que pagar un precio político el Gobierno socialista por la visita del Papa, por ejemplo parar la Ley de Igualdad religiosa?, y ¿qué función jugarán cara a las próximas elecciones generales los reproches que va a hacer o no hacer Benedicto XVI a las leyes socialistas moralmente polémicas?


[i]  Este principio es aplicable a cualquier país, y sea cual sea la confesión religiosa.