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Em meio ao crescimento econômico, budismo avança na China

 

EFEPor María Esther Chía | EFE – 2 horas 3 minutos atrás

 

Embora o governo de Pequim continue controlando as práticas religiosas da sociedade, as crenças têm se tornado muito populares na China, sobretudo o budismo. Em todo o país, há mais de 13 mil templos budistas, além da estátua de Buda mais alta do mundo. E, de todas as variedades dessa religião, justo a tibetana é a mais popular.

Buda gigante de Leshan, na província de Sichuan

Buda gigante de Leshan, na província de Sichuan

O budismo foi introduzido na China proveniente da Índia por volta do século 1 e se transformou na religião de maior influência do império chinês após o século 4. Diz-se que um dos imperadores da Dinastia Han enviou uma delegação à Índia para trazer livros, estátuas e monges com os quais depois se traduziram os escritos divinos ao chinês.
A China, onde há mais de 13 mil templos budistas, abriga a escultura do Buda mais alta do mundo, de 128 metros de altura, o Buda do Templo de Primavera, em Lushan. Além disso, o budismo tibetano é o mais popular, não só na região do Tibete, mas também na da Mongólia Interior.
Esta religião, que durante a Revolução Cultural (1966-76) foi proibida e seus praticantes, perseguidos, detidos e, no caso dos monges e freiras, obrigados a se casar e viver em sociedade, hoje voltou a se difundir em abundância na China. Mas, por que de repente muitos cidadãos chineses decidiram se converter ao budismo? Por que ultimamente se começaram a construir mais templos budistas na China?
Renascimento religioso
Um estudo realizado pelo pesquisador Hongyi Harry Lai e publicada na revista dinamarquesa "The Copenhagen Journal of Asian Studies" explica que, desde 1979, apenas um ano depois da abertura econômica chinesa, o país experimentou o renascimento das religiões, especialmente do budismo.

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Perseguição Religiosa Cresce em Todo o Mundo

 

Por Portas Abertas|

INTERNACIONAL – Os cristãos estão sob ataque em muitos países com governos que reprimem a religião, ou são hostilizados na sociedade, segundo um novo relatório.

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(Foto: Divulgação)

Os cristãos estão sob ataque em muitos países com governos que reprimem a religião, ou são hostilizados na sociedade, segundo um novo relatório.

O relatório, feito pelo Fórum Pew Research Center sobre Religião e Vida Pública, olhou para as estatísticas e dados governamentais, que vão de 2006 a 2009, utilizando critérios como a repressão do governo sobre a religião e a hostilidade social, incluindo motivos religiosos, para saber quais foram os países menos tolerantes com a religião.

Cristãos em 130 países – 66% dos países do mundo – sofrem com as leis do governo e com o assédio social. Os muçulmanos, de acordo com o relatório da Pew, enfrentaram um assédio do governo e da sociedade um pouco menor, com incidentes reportados em 117 países. Muitas das regiões onde há perseguição indicam que há conflitos entre as duas religiões, segundo relatório.

A intolerância religiosa é mais alta no Oriente Médio e Europa. Embora o Oriente Médio seja predominantemente muçulmano, o relatório diz que os próprios muçulmanos sofrem mais oposição, com cristãos e judeus perseguindo com mais vigor.

O Egito mostrou um aumento maior na repressão do governo e na hostilidade social contra cristãos, sendo que o relatório relaciona tal dado com o fato de ter acontecido uma recente revolução democrática no país. Cristãos e muçulmanos têm constantes conflitos entre si, por isso há dificuldade de se expressar livremente a religião.

A França ficou em segundo lugar e recebeu muitas críticas por ter implementado leis antiburca no ano passado. O preconceito contra os muçulmanos tem aumentado.

“Em geral, a maioria dos países que tiveram aumento substancial de restrições governamentais ou hostilidade social envolvendo religião já tinha níveis altos ou muito altos de restrições e hostilidade religiosa”, disse o relatório.

Fonte: Fox News

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Abuso de autoridade: Outdoors bíblicos são retirados sob ameaça

 

Comentário de Julio Severo: Paradas gays no Brasil têm liberdade de afrontar a Bíblia e valores religiosos, sob a capa de direito de expressão. Mas quando os cristãos colocam versículos da Bíblia em outdoors, ativistas gays e governo gritam “homofobia”! A Defensoria Pública de Ribeirão Preto envergonhou toda a sua classe ao ameaçar os responsáveis pelos outdoors bíblicos. No mínimo, toda essa equipe da Defensoria deveria ser exonerada imediatamente por defender e praticar a censura. A notícia a seguir é do jornal esquerdista Folha de S. Paulo:

As mensagens bíblicas que geraram críticas do movimento gay, em Ribeirão Preto (313 km de SP), foram apagadas do outdoor. Na noite de ontem (19), a 6ª Vara Cível concedeu liminar a uma ação proposta pela Defensoria Pública, determinando a retirada imediata. Na manhã deste sábado, o outdoor, colocado ao lado da Câmara da cidade, já estava em branco.

A obrigação da retirada foi dirigida à Casa de Oração, igreja evangélica autora das mensagens, e à empresa Nobile Publicidade Visual, sob pena de multa de R$ 10 mil. Nenhum representante da empresa foi encontrado para falar sobre a retirada.

O pastor Antônio Hernandez Lopes, da Casa de Oração, disse que ficou surpreso com a retirada das mensagens porque ele ainda não havia sido notificado.

 

Ameaça estatal prevaleceu: outdoor bíblico foi censurado e retirado

"Dormi em um país democrático e acordei em um país ditatorial. Estou assustado", afirmou. Lopes disse que assinou um termo de responsabilidade com a empresa por conta da mensagem e que analisa a possibilidade de pedir ressarcimento.

O outdoor foi colocado na última quarta-feira (17) e trazia três citações bíblicas. Entre elas, uma do livro de Levítico: "Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável…".

Outra, da Carta de São Paulo aos Romanos, diz que "até as mulheres trocam as relações naturais pelas que são contra a natureza. E também os homens deixam as relações naturais com as mulheres e se queimam de paixão uns pelos outros".

Fonte: Folha de S. Paulo

Divulgação: www.juliosevero.com