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Marcha da maconha:PM usa bombas de gás para dispersar manifestação na Paulista

21/05/2011 – 15h25

DE SÃO PAULO

A Polícia Militar usou bombas de gás lacrimogêneo para tentar dispersar cerca de 700 manifestantes que bloquearam a avenida Paulista, no sentido da Consolação, região central de SP, em protesto contra a proibição da Marcha da Maconha.

Cerca de 100 PMs, a maioria da Tropa de Choque, estão no local.

Zanone Fraissat/Folhapress

Manifestantes entraram em conflito com policiais em protesto contra a proibição da Marcha da Maconha, em SP

Manifestantes entraram em conflito com policiais em protesto contra a proibição da Marcha da Maconha, em SP

Mais cedo, durante a concentração no vão livre do Masp, skinheads trocaram ofensas com os manifestantes.

Na sexta-feira à noite, a Marcha da Maconha foi proibida por uma decisão judicial, a pedido do Ministério Público. De acordo com o relator do processo, desembargador Teodomiro Mendez, o evento "não trata de um debate de ideias, apenas, mas de uma manifestação de uso público coletivo de maconha" que favorece "a fomentação do tráfico ilícito de drogas".

PELO BRASIL

Em Curitiba, a marcha da Maconha, que seria realizada neste domingo (22), foi proibida por decisão da Justiça e se transformou em Marcha pela Liberdade de Expressão. A Marcha está marcada para as 15h, na praça Santos Andrade, centro de Curitiba. A expectativa da organização é que cerca de 300 pessoas participem do evento.

No Rio, a marcha ocorreu no último dia 7 com a proteção de um habeas corpus preventivo, que garantia que os manifestantes não seriam presos no ato.

Já em Vitória, o Ministério Público acionou a Justiça pedindo a proibição do movimento, mas a Justiça negou o pedido e a marcha foi realizada com a presença ostensiva de policiais também no dia 7.

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Get your politics off my grief: After my abortion, neither pro-life nor pro-choice forces helped

 

BY KASSI UNDERWOOD

DAILY NEWS STAFF WRITER

Monday, May 02, 2011

In a boldly improvised speech on the House floor in February, Rep. Jackie Speier (D-Calif.) admitted she had "lost a baby." Markai Durham, star of MTV’s "16 and Pregnant" abortion special, feels "sad from time to time," and on NBC’s "Friday Night Lights," Becky still dwells on her termination.

As a 26-year-old New Yorker who has no problem telling a stranger about the abortion I had at 19, I have found that people make two assumptions: that I am pro-choice and that simply being pro-choice would resolve any difficult emotions I have encountered.

Identifying with political ideology does not jibe with my more complicated experience. Grief might be normal, but dogmatic agendas have hijacked outlets for healing.

After my procedure, relief washed over me – just as I had read it would, in a report from the Guttmacher Institute, an offshoot of Planned Parenthood. Yet it was the kind of relief I have felt after losing someone to a prolonged battle with cancer: grateful the suffering had ended, but sorry my loved one had to go.

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Evangélicos protestam contra "kit gay" e criminalização da homofobia

 

Autoria: Jornal esquerdista Folha de S. Paulo, de 21 de maio de 2011

Organizada por cerca de 600 igrejas evangélicas, a Marcha para Jesus reuniu aproximadamente 50 mil pessoas neste sábado (21) em Curitiba.

De acordo com a Folha de S. Paulo, Marcha para Jesus em Curitiba reuniu cerca de 50 mil pessoas

A multidão percorreu ruas do centro da cidade e se concentrou numa praça do bairro Centro Cívico, onde há shows programados até as 18h de hoje.

Além de confraternizar, os participantes do evento aproveitaram a oportunidade para defender bandeiras evangélicas, protestando contra a legalização da maconha e a distribuição de um kit anti-homofobia (chamado pelos evangélicos de "kit gay") pelo governo federal.

Os manifestantes também realizaram abaixo-assinado contra o kit e o projeto de lei que criminaliza a homofobia.

"Estamos manifestando nosso apoio à família, aos valores da família", diz o pastor Cirino Ferro, bispo da igreja Sara Nossa Terra e presidente do Comep (Conselho de Ministros Evangélicos do Paraná).

O PLC 122, que criminaliza a homofobia, está em tramitação no Senado e é chamado, no meio evangélico, de "lei da mordaça". Para Ferro, ele "pune o livre pensamento que é garantido pela Constituição" e impede os pastores de defenderem o sistema bíblico de família.

Quanto ao kit anti-homofobia, cuja distribuição em escolas públicas ainda está sendo estudada pelo MEC (Ministério da Educação), o pastor afirma que é "outra imposição que chega sem consultas prévias à sociedade, induzindo nossos filhos a aderir a coisas com as quais não concordamos".

Já os protestos contra a legalização da maconha eram motivados principalmente pela realização da Marcha da Maconha no país — em Curitiba, ela deveria ocorrer neste domingo, mas foi proibida por decisão da Justiça.