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“Esses evangélicos são um saco”, ataca travesti Pabllo Vittar

Drag Queen Pablo VittarDrag Queen Pablo Vittar

Pabllo Vittar é a figura escolhida pela grande mídia, no momento, para ocupar o espaço de símbolo da revolução sexual colocada em curso pelo movimento progressista, que abrange desde partidos políticos de orientação de esquerda até ativistas em defesa do aborto, ideologia de gênero, homossexualidade e, pasmem, pedofilia, como é o caso da deputada federal Erika Kokay (PT-DF).

Nesse contexto, o cantor travesti de 23 anos se tornou alvo de críticas de lideranças evangélicas, que enxergam em sua representatividade o oposto dos valores ensinados pela Bíblia e pregados nas igrejas cristãs.

Recentemente, o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) alertou que a ascensão de um símbolo aceito pela grande mídia de forma quase unânime é sinal de que um plano político mais astuto está em curso.

A reação do cantor às críticas surgiu na última sexta-feira, 02 de março, quando publicou um ataque às convicções dos evangélicos em sua página no Facebook: “Esses evangélicos são um saco, eles acham que são melhores que todo mundo. Para de julgar e ame mais as pessoas…”, escreveu, repetindo o mantra universal de quem busca desqualificar a seriedade doutrinária evangélica. Horas depois, deletou a postagem.

Origens

Em meio a toda essa polêmica, chama atenção a postura de agressividade de Pabllo Vittar contra quem o critica, já que em sua própria postagem pede mais amor, mas não demonstra tolerância contra opiniões avessas ao que ele representa.

Em entrevista concedida ao jornalista Bruno Astuto, da revista Época, em agosto de 2017, Pabllo Vittar afirmou que seu interesse pela música surgiu durante a infância, quando sua mãe o levava à igreja.

“Comecei a cantar numa igreja presbiteriana perto de casa”, disse. “Minha mãe, Verônica, me levou para cantar na igreja”, reiterou, na ocasião.

Na mesma entrevista, o cantor Phabullo Rodrigues da Silva (seu nome de batismo) prega, de forma pouco incisiva, o conceito da ideologia de gênero: “Sou gay, me relaciono com homens, e também sou drag. Mas o que é ser menino? Menina? Trans? Não gosto de me encaixar, meu negócio é transitar”, afirmou.

As críticas à sua mensagem, no entanto, nunca são bem aceitas, ou ao menos respeitadas. O cantor pentecostal Samuel Mariano recentemente falou abertamente contra o que Pabllo Vittar representa, dizendo que o cantor é um símbolo de difusão da ideologia de gênero na mídia, e como resultado, passou a ser atacado por ativistas gays nas redes sociais.Com informações da folha gospel.

Fonte: Gospel +

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Gibi infantil da Convenção Batista Brasileira combate a ideologia de gênero

          Folha Gospel
Gibi da Convenção Batista Brasileira para combater a ideologia de gêneroGibi da Convenção Batista Brasileira para combater a ideologia de gênero

A Convenção Batista Brasileira se prepara para lançar o projeto “Viva a Diferença”, no dia 20 de março, em Curitiba, na Igreja Batista do Bacacheri.

O projeto vai usar um gibi colorido de 15 páginas com o objetivo de ajudar pais e professores a explicarem de forma didática para as crianças sobre o verdadeiro conceito de identidade.

Em comunicado oficial, a organização afirma que “o objetivo é fortalecer a equidade entre os sexos, valorizando suas diferenças e papeis, conforme ensinamentos bíblicos” e acrescenta que será “uma ferramenta poderosa na luta contra a ideologia de gênero”.

O novo gibi será produzido em português, inglês e espanhol, tendo formato impresso e também digital, para ampliar suas plataformas de distribuição e será distribuído de forma totalmente gratuita.

O texto do gibi foi produzido pela psicóloga especialista em Direitos Humanos, Marisa Lobo e doado à CBB e à Igreja Batista do Bacacheri, que são as organizadoras do projeto.

“Crianças têm sexo e identidade, meninos e meninas são diferentes, porém, iguais em direitos. A sexualidade faz parte da vida e do corpo desde o nascimento. Crianças costumam questionar sobre assuntos polêmicos, o importante é falar na linguagem adequada, com verdade e cuidado para não ofender ou discriminar quem pensa diferente”, diz Marisa Lobo.

“Você terá em mãos uma ferramenta poderosa na luta contra a ideologia de gênero”, acrescenta o comunicado oficial da Convenção Batista Brasileira.

Segundo o pastor Luiz Roberto Silvado – líder da Igreja Batista do Bacacheri e presidente da CBB – o projeto tem total base e bíblica e também constitucional.

“O projeto Viva a diferença tem o objetivo educar, nossas crianças cristãs, conforme ensinamentos bíblicos, verdade biológica, direitos adquiridos pela constituição federal.
Como cristãos ensinamos nossas crianças que elas são diferentes, nasceram diferentes, tem sexo diferentes e uma identidade única em concordância com sua biologia e cultura, gerada e criada a imagem e semelhança de Deus”, afirma o líder cristão.

Fonte: Guia-me

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No Rio, ex-militares ensinam táticas do Exército a facções

Ex-paraquedistas e ex-fuzileiros navais recebem de R$ 3 mil a R$ 5 mil por hora de aula

Os serviços de inteligência das Forças Armadas e da polícia do Rio de Janeiroinvestigam ex-militares que estão treinando integrantes de facções criminosascom táticas usadas pelo Exército e pela Marinha. Esses instrutores, principalmente ex-paraquedistas e ex-fuzileiros navais, recebem de R$ 3 mil a R$ 5 mil por hora de aula – valor que pode chegar a R$ 50 mil em uma boa semana. Eles preparam bandidos no uso de fuzis, pistolas e granadas, para atuar em áreas urbanas irregulares, como favelas, e a definir rotas de fuga.

Há cinco meses, durante operação de cerco no Morro da Rocinha, o comportamento dos traficantes fortemente armados chamou a atenção do setor de inteligência. “Seguia claros padrões profissionais, até no gestual de comando”, relatou um oficial do Exército. Em grupos de 8 a 12 homens, os criminosos se deslocavam de forma coordenada, fazendo disparos seletivos e evitando o contato direto, “exatamente como faria a tropa em um ambiente adverso”. Entre as lições ensinadas pelos ex-militares também estão o emprego da camuflagem e técnicas de enfrentamento.

Já foram rastreados entre 10 e 12 ex-combatentes, na faixa dos 28 anos. O número pode ser maior. O temor de que ex-militares sejam cooptados por facções foi explicitado pelo novo ministro da Defesa, o general da reserva Joaquim Silva e Luna, no Rio. Segundo ele, as Forças Armadas dispensam entre 75 mil e 85 mil reservistas todos os anos. “Esse pessoal passa pelas Forças, é treinado, adestrado, preparado e, quando sai, às vezes volta ao desemprego. E eles podem se tornar vulneráveis nesse momento, podem ser cooptados.” Com informações da Revista Veja.com