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LOTERIA DE CRENTE

 

Evangélicos e Mega Sena: Premio é benção ou fruto de jogo de azar?

O sorteio da Mega-Sena fica agora para quarta-feira e os apostadores podem jogar com um custo apenas de R$ 3,50 em qualquer casa lotérica do país. Todos vão tentar a sorte ou, para alguns, uma bênção de Deus.

Há pessoas que ganharam na Mega-Sena que disseram que realmente precisavam, será que Deus tem parte nisso? Não há estatísticas sobre se realmente ganhar numa Mega-Sena significa uma benção. Mas há evangélicos que jogam e assim pensam.

Há estudos bíblicos que explicam que não há nada que proíbe jogar na Mega-Sena, ou outros jogos de azar, mas também não há sinal de bençãos através disso. Eles indicam mais que isso seja incentivo para as pessoas conseguirem algo sem troca de nada, a fim de obterem o que desejam sem trabalhar.

Na verdade, muitos evangélicos temem ser isso um prática pecaminosa.

Em um pergunta do Yahoo Respostas, uma pessoa diz:

“Queria saber se jogar na mega sena é pecado e caso um cristão joga e ganha quem fez ele ganhar, Deus ou o diabo. A bíblia diz que tudo que é bom vem de Deus e se a pessoa tá precisando muito e de repente joga e ganha não é uma benção ? Deus pode abençoar alguém assim ?”

Vejam aqui algumas das repostas:

“Quando o diabo disse para Jesus transforme as pedras em pão não era uma coisa boa e lícita aparentemente? Jesus não necessitava dessesperadamente de pão? Quando o diabo ofereceu a Jesus posse, prazer e poder na terceira tentação Jesus aceitou? Quando Jesus predisse o seu sofrimento e morte, Pedro disse-lhe: tem compaixão de ti. Não é uma coisa boa a sua observação? Mas o que disse Jesus? Arreda, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço porque cogitas das coisas dos homens e não das de Deus (leia Mt.l6: 21-23)”.

Se a pessoa está precisando e joga na sena… Em muitos casos de dívidas e prestações o que a pessoa precisa fazer não é jogar na sena mas é jogar fora e quebrar os cartões de crédito, cancelar o cheque especial. Deus não vai abençoar uma pessoa que joga na sena porque está precisando só porque com as suas mãos desabou o teto sobre si mesma. Se Ele o fizesse você partiria para jogar em outra sena…

“Não devemos incitar homens a empregar recursos em empresas mineiras ou em terrenos em cidades, apresentando o incentivo de que o dinheiro empregado duplicará em pouco tempo…Muitos se mantém afastados do serviço de Deus, porque desejam lucros mundanos; e Satanás se serve deles para desviar outros. O tentador chega aos homens como o fez com Jesus, apresentando-lhes a glória deste mundo; e quando suas tentativas são coroadas de certa medida de exito, tornam-se ávidos de mais, perdem o amor à verdade, e sua espiritualidade perece. A herança imortal, o amor de Jesus, são eclipsados aos seus olhos pelas transitórias perspectivas deste mundo”. OE, 341-342. – Dr. Wilson Endruveit – doutor em Divindade

A unica desvantagem, na minha opinião está na compulsividade que uma pessoa possa adquirir pelo jogo, e não o jogo em si. é igual bebida alcoólica, quando pesa na dose e torna-se um hábito diário, aí mora o perigo.. – DELLACRU.

Idem resposta acima.

E quanto a pergunta de onde esta o pecado na Biblia, `e so vc ler de Genesis 1 ate apocalipse 23 que vc vai achar. Hauhsuhauhsa – Joseph P.I.F.

Os jogos de azar não são coisa de Deus !

Pecado não, mas não é o indicado !

Dizem que o Abismo está cheio de apostadores, e não é novo saber que muitos já tiraram a própria vida devido as jogatinas …é isto. Felicidades. – Pescador…
Fonte: Christian Post

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em teologia, doutor em Novo testamento, presidente da Primeira Igreja Virtual do Brasil e Presidente da Igreja Batista da Restauração de Vidas no Gama- Brasilia-DF, referendado pela Internationa Ministry of Restoration USA e pela MultiUniversidade Cristocêntrica

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Centenário de Dodanin Gonçalves Pereira

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Sudão: uma lição de genocídio anticristão

 

Julio Severo

Nasceu na África o Sudão do Sul, que teve sua independência e soberania formalmente reconhecido em 9 de julho de 2011. Não foi uma guerra contra os chamados colonizadores europeus que libertou a nova nação africana de uma dominação cruel. Na verdade, o povo Sudão do Sul, composto por animistas e cristãos, estava oprimido pelos sudaneses muçulmanos do Norte.

Bandeira do Sudão do Sul, o mais novo país da comunidade inernacional

Mais de um milhão e meio de sudaneses foram mortos durante os anos em que os sudaneses muçulmanos estavam determinados a matar, estuprar e escravizar seus compatriotas cristãos e animistas do Sul. A imprensa mundial fala de um grande número de mortos como resultado de uma guerra, como se muçulmanos e cristãos tivessem lutado uns contra os outros em igualdade de atrocidades, escravidão e crucificações.

Entretanto, o genocídio que foi cometido não foi contra os muçulmanos. Os autores desse genocídio não são cristãos.

A ONU quase nada fez para incomodar os muçulmanos do Norte do Sudão, a não ser oferecer condenações diplomáticas capazes de fazer qualquer ditador bocejar. Os mais de um milhão de sudaneses mortos são o monumento da inutilidade da ONU na proteção dos direitos humanos dos inocentes. A Missão Portas Abertas tem um registro público da perseguição aos cristãos no Sudão.

A ONU, que se gaba de se preocupar com os direitos humanos de meninas e mulheres, não interveio enquanto milhares delas estavam sendo estupradas no Sudão. As feministas ocidentais também não abriram a boca. Será que há uma exceção para homens muçulmanos que estupram?

Em pleno século XX e XXI, a escravidão descarada dos sudaneses muçulmanos contra os cristãos e animistas foi praticada bem debaixo do nariz da ONU e das nações. Os oportunistas que dizem lamentar a escravidão do passado mal levantaram um dedo para deter a escravidão bem nos dias de hoje.

O governo dos Estados Unidos, que intervém em qualquer país com a desculpa gasta de proteger direitos humanos, nunca invadiu o Sudão para impedir o genocídio que virou história.

Mesmo que os americanos tivessem invadido, é pouco provável que os cristãos escapariam de massacres. Para proteger seus próprios interesses, o governo dos EUA tem uma política de não incomodar os muçulmanos. Assim, por onde passam as forças militares americanas, os muçulmanos se sentem à vontade para perseguir os cristãos com mais liberdade. Esse foi o caso do Iraque e do Afeganistão. Depois que os americanos invadiram esses países, a minoria cristã iraquiana e afegã ficou muito mais à merce da violência islâmica do que antes.

No caso do Sudão, muitos cristãos foram martirizados, até mesmo com crucificações literais, porque aparentemente as bestas islâmicas achavam que ninguém os incomodaria. De fato, a OTAN não jogou nenhuma bomba nos muçulmanos do Norte. E mesmo que americanos tivessem invadido o Sudão, que benefício os pobres cristãos negros teriam?

Contudo, a ONU, os EUA, a Europa e outros fariam vista grossa se o caso fosse inverso? E se um milhão de muçulmanos corresse perigo de ser massacrado por cristãos, com centenas de crianças e mulheres muçulmanas sob risco de estupros e escravidão?

Será que a ONU, os EUA, a Europa e outros esperariam, sentados em suas poltronas confortáveis, a concretização cruel de um genocídio contra os muçulmanos para iniciar uma burocrática solução diplomática?

Fonte: www.juliosevero.com