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Estudo diz que fofocar é excitante e vicia

 

Audiência de redes sociais como Facebook e Twitter pode estar ligada à fofoca

Do R7

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Getty Images

Um estudo feito pelo cientista americano Jonah Berger aponta que um dos principais fatores da audiência de uma rede social é o fato de as pessoas compartilharem histórias e "fofocarem" sobre a vida dos outros. Ele cita como exemplo o Facebook.

Berger fez um estudo com alguns estudantes da Universidade da Pensilvânia para testar sua teoria de que a excitação promove o compartilhamento de informações.

Alunos de diferentes grupos assistiram a clipes de vídeo que os fizeram sentir emoções positivas como ansiedade e divertimento, ou emoções de baixa estimulação, como tristeza.

Em seguida, eles foram questionados como iriam compartilhar as histórias dos clipes com os amigos e familiares. Os resultados demonstraram que os alunos que sentiram emoções de alta excitação eram muito mais propensos a compartilhar com os outros.

Segundo Berger, como algumas empresas e organizações utilizam as redes sociais, é preciso que eles entendam porque as pessoas falam e compartilhar certas coisas para usar essas ferramentas de forma mais eficaz.

– Mas, curiosamente, descobrimos que, enquanto os artigos que evocam emoções mais positivas eram geralmente mais viral, algumas emoções negativas, como ansiedade e raiva, aumentaram a transmissão, enquanto outros, como tristeza, diminuíram.

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Charles Sabine, advogado dos pacientes

Mayana Zatz

Genética

30/06/2011

Fonte: Veja.com

Esse era o título de uma das sessões do Congresso Internacional de células-tronco, em Toronto. Imaginei que seria uma fala defendendo os direitos dos pacientes, as lutas com seguro saúde e outras dificuldades bem conhecidas por todos nós. Mas quando Charles – um homem alto, de compleição forte – na faixa de 50 anos- começou sua apresentação logo percebemos que não era sobre isso que ele queria falar. Era sobre a sua história pessoal. E aos poucos a emoção foi tomando conta de todos, Charles é um jornalista britânico, várias vezes premiado, e que cobriu inúmeras guerras como correspondente da NBC news. Ele iniciou seu depoimento mostrando cenas de guerra com destruição e mortes que ele havia filmado (Iraque, Siria, Israel, Bosnia, Chechenia, Ruanda entre muitas outras).

Entre uma cena e outra ele começou a contar que enquanto trabalhava como correspondente, seu pai começara a apresentar uma doença neurológica degenerativa. Não tardaram a firmar o diagnóstico: coréia de Huntington (CH). Trata-se de uma doença hereditária causada por uma mutação em um gene responsável por uma proteína que foi denominada huntingtina. Nos portadores do gene alterado há uma perda progressiva dos neurônios, que em poucos anos leva à incapacidade motora e cognitiva, de forma  irreversível O início se dá geralmente após a quarta década de vida, mas é muito variável.

Charles nunca havia ouvido falar dessa doença antes de saber do diagnóstico de seu pai. Não poderia nunca imaginar como ela iria afetar a sua família, já que ao estabelecerem o diagnóstico, os médicos informaram que ele e seu irmão mais velho tinham um risco de 50% de ter herdado o gene com a mutação.

Seu irmão mais velho,comentava Charles, vivia treinando como andar em uma linha reta porque sabia que esse seria o primeiro teste que um neurologista iria lhe pedir em uma consulta. Mas pouco adiantou. Havia herdado o gene da CH e a doença avançava. Cenas com os horrores da guerra eram mostradas ao mesmo tempo que ele falava sobre a batalha que enfrentava na sua vida pessoal – sua guerra pessoal. E seis anos atrás, Charles decidiu finalmente submeter-se ao teste genético. Tomou essa decisão após sobreviver, quase que por milagre, a uma granada que quase explodiu na perto de sua cabeça. Mas a sorte não o privilegiou uma segunda vez. Infelizmente havia herdado também a mutação da CH. Charles carregava dentro dele uma bomba que poderia ser detonada a qualquer momento, irreversivelmente.

Seu discurso não inspirava piedade. Ao contrário, ele despertava admiração por sua coragem em expor a sua vida, suas expectativas e a guerra que não era só dele, mas de todos os pacientes a quem defendia com seu depoimento. E ao mesmo tempo que nos agradecia reiteradamente por nos dedicarmos às pesquisas, ele descrevia a emoção de pacientes diante de qualquer notícia que lhes dê alguma esperança.

Terminou sua fala mostrando uma cena muito forte. Uma menina que devia ter entre  10 e 12 anos, fugindo de um massacre, com o rosto coberto de lama e carregando nos ombros a sua irmã mais velha, muito maior do que ela. Uma imagem que transmitia uma emoção indescritível pelo seu enorme simbolismo de força, determinação e coragem: ultrapassando barreiras, superando limites, mesmo carregando aquele enorme fardo…. Um recado ao mesmo tempo para os pacientes e para nós, pesquisadores. Charles foi aplaudido de pé por vários minutos. As lágrimas dos cientistas ali presentes – considerados por muitos como frios e desprovidos de emoções – corriam soltas. E certamente, todos aqueles que estavam presentes saíram diferentes do que entraram.

Muito obrigada, Charles.

Por Mayana Zatz

Tags: Charles Sabine, toronto

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Marta Suplicy e ABGLT preparam-se para lançar projeto de lei nacional anti-“homofobia” no lugar do PLC 122

 

Julio Severo

Antes de sepultar o PLC 122, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) já havia feito acordo com lideranças evangélicas para que o PLC 122, que criminaliza a “homofobia”, fosse abandonado. A estratégia é lançar um projeto muito mais ambicioso.

Foto - Marta Suplicy na Parada Gay

Com a ABGLT, Marta Suplicy lançará um projeto mais amplo de lei nacional contra a "homofobia"

O sepultamento do PLC 122 ocorreu com a presença da senadora petista e parlamentares evangélicos aliados do governo de Dilma Rousseff, inclusive o senador Magno Malta (PR-ES), o senador Walter Pinheiro (PT-BA) e o deputados Gilmar Machado (PT/MG).

Na reunião, foi apresentada uma alternativa que já havia sido costurada entre a senadora, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) e outro aliado do PT, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ).

A senadora explicou a nova tática. “Em proposta minha, e já acordada há algumas semanas, com Toni Reis, presidente da ABGLT, e os senadores Marcelo Crivella e Demóstenes Torres (DEM-GO), chegamos à conclusão que devido à demonização do PLC 122 deveríamos apresentar um novo projeto de lei, mantendo as principais diretrizes no combate à homofobia”, disse Marta.

E completou, demonstrando que o novo projeto será muito maior: “Acordamos agora que, num trabalho conjunto, um novo projeto será apresentado pelo mais amplo leque de senadores, e eu serei relatora.”

O que parecia então uma derrota para o PLC 122 é, na verdade, uma tática para lançar uma grande lei nacional que, sob a desculpa de combater a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, trará uma nova fase da novela da tirania gay no Brasil.

Esse é o preço que pagamos por votar em políticos oportunistas. É também o preço que pagamos por termos para nos representar senadores e deputados evangélicos aliados do próprio governo que quer impor a tirania gay, custe o que custar.

Com informações do site homossexual Instituto da Diversidade.

Fonte: www.juliosevero.com