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Marcha da maconha:PM usa bombas de gás para dispersar manifestação na Paulista

21/05/2011 – 15h25

DE SÃO PAULO

A Polícia Militar usou bombas de gás lacrimogêneo para tentar dispersar cerca de 700 manifestantes que bloquearam a avenida Paulista, no sentido da Consolação, região central de SP, em protesto contra a proibição da Marcha da Maconha.

Cerca de 100 PMs, a maioria da Tropa de Choque, estão no local.

Zanone Fraissat/Folhapress

Manifestantes entraram em conflito com policiais em protesto contra a proibição da Marcha da Maconha, em SP

Manifestantes entraram em conflito com policiais em protesto contra a proibição da Marcha da Maconha, em SP

Mais cedo, durante a concentração no vão livre do Masp, skinheads trocaram ofensas com os manifestantes.

Na sexta-feira à noite, a Marcha da Maconha foi proibida por uma decisão judicial, a pedido do Ministério Público. De acordo com o relator do processo, desembargador Teodomiro Mendez, o evento "não trata de um debate de ideias, apenas, mas de uma manifestação de uso público coletivo de maconha" que favorece "a fomentação do tráfico ilícito de drogas".

PELO BRASIL

Em Curitiba, a marcha da Maconha, que seria realizada neste domingo (22), foi proibida por decisão da Justiça e se transformou em Marcha pela Liberdade de Expressão. A Marcha está marcada para as 15h, na praça Santos Andrade, centro de Curitiba. A expectativa da organização é que cerca de 300 pessoas participem do evento.

No Rio, a marcha ocorreu no último dia 7 com a proteção de um habeas corpus preventivo, que garantia que os manifestantes não seriam presos no ato.

Já em Vitória, o Ministério Público acionou a Justiça pedindo a proibição do movimento, mas a Justiça negou o pedido e a marcha foi realizada com a presença ostensiva de policiais também no dia 7.

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Cerca de 70 mil são esperados para beatificação de Irmã Dulce

22/05/2011 – 08h04

 

 

DE SALVADOR

A missa de beatificação de Irmã Dulce, que será celebrada hoje, em Salvador, é um dos momentos mais esperados do catolicismo brasileiro.

A presidente Dilma Rousseff assistirá à celebração, para a qual são esperadas cerca de 70 mil pessoas.

A cerimônia será presidida pelo cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo, que representará o papa Bento 16, no parque de exposições da capital baiana.

Nascida Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes em 1914, a religiosa tornou-se Irmã Dulce após se formar na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição, onde ingressou aos 18 anos.

Um dos episódios mais marcantes de sua vida ocorreu em 1949, quando invadiu um galinheiro em Salvador para abrigar 70 doentes.

A ação deu origem ao que é hoje uma organização assistencial responsável por 5,5 milhões de atendimentos gratuitos em saúde.

BEATA

O decreto de beatificação de Irmã Dulce foi assinado pelo papa Bento 16 no dia 10 de dezembro de 2010, após reconhecimento de um milagre da freira. Ela é a primeira baiana a se tornar beata.

Formalizada essa condição, ganhará outro nome, Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, em alusão ao trabalho de caridade ao qual dedicou a sua vida.

Já o título de santa só é dado após a comprovação de mais um milagre atribuído à religiosa e reconhecido pelo Vaticano.

Imagem de Irmã Dulce distribuída em santinhos pela Igreja Católica

Imagem de Irmã Dulce distribuída em santinhos pela Igreja Católica

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Get your politics off my grief: After my abortion, neither pro-life nor pro-choice forces helped

 

BY KASSI UNDERWOOD

DAILY NEWS STAFF WRITER

Monday, May 02, 2011

In a boldly improvised speech on the House floor in February, Rep. Jackie Speier (D-Calif.) admitted she had "lost a baby." Markai Durham, star of MTV’s "16 and Pregnant" abortion special, feels "sad from time to time," and on NBC’s "Friday Night Lights," Becky still dwells on her termination.

As a 26-year-old New Yorker who has no problem telling a stranger about the abortion I had at 19, I have found that people make two assumptions: that I am pro-choice and that simply being pro-choice would resolve any difficult emotions I have encountered.

Identifying with political ideology does not jibe with my more complicated experience. Grief might be normal, but dogmatic agendas have hijacked outlets for healing.

After my procedure, relief washed over me – just as I had read it would, in a report from the Guttmacher Institute, an offshoot of Planned Parenthood. Yet it was the kind of relief I have felt after losing someone to a prolonged battle with cancer: grateful the suffering had ended, but sorry my loved one had to go.