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Presbiterianos dos EUA vão começar a ordenar pastores homossexuais assumidos

 

Patrick B. Craine

11 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — A Igreja Presbiteriana dos EUA está pronta para começar a ordenar pastores assumidamente homossexuais, cruzando a última barreira burocrática interna nesta semana depois de uma batalha que durou décadas.

A denominação removeu de sua constituição a exigência de que aqueles que serão ordenados como pastores permaneçam em “fidelidade no pacto do casamento entre um homem e uma mulher, ou castidade em sua vida de solteiro”. A frase foi substituída por um requisito de que os pastores “[se submetam] com alegria ao Senhorio de Jesus Cristo”.

A Assembleia Geral da denominação, seu órgão governante, havia aprovado a mudança em julho, mas primeiro precisava ser ratificada por uma maioria de suas 173 organizações regionais, também chamadas de presbitérios.

Um presbitério de Minnesota garantiu a mudança numa votação tarde na terça-feira, se tornando o 87º presbitério a apoiá-la. Sem demora foram seguidos por outro presbitério em Los Angeles. Em sua reportagem, o jornal The Los Angeles Times disse que 19 presbitérios haviam mudado seus votos desde que a questão foi considerada na última vez em 2008-09.

De acordo com os procedimentos da denominação, os presbitérios locais terão permissão de decidir por si se ordenarão homossexuais.

A Igreja Presbiteriana se torna a quarta grande denominação protestante a aprovar a ordenação de homossexuais como pastores e pastoras depois dos episcopais, evangélicos luteranos e a Igreja Unida de Cristo.

A decisão de julho na Assembleia Geral, vindo numa votação de 373 a 323, foi a quarta vez em que o órgão votou para que a ordenação de homossexuais fosse permitida. Em cada uma das vezes anteriores, esse tipo de ordenação foi rejeitado pelos presbitérios locais.

A medida foi criticada na quarta-feira numa declaraçãoda Rede de Renovação Presbiteriana, assinada por doze líderes presbiterianos.

Os líderes estão chamando a Igreja Presbiteriana ao arrependimento pela votação que fez, a qual, frisam eles, “não muda a vontade de Deus expressa nas Escrituras”. Eles dizem que a medida “se coloca em conformidade com os desejos da carne, em vez de sustentar e se entregar ao poder transformador do Espírito Santo, pelo qual a Igreja se coloca em conformidade com Cristo”.

As palavras que foram removidas da constituição, acrescentaram eles, “refletem o claro ensino das Escrituras do começo ao fim” e são “confirmadas também pela Igreja em toda a história e em todo o mundo”.

A Igreja Presbiteriana dos EUA vem permitindo cerimônias de bênçãos às duplas de mesmo sexo desde o ano 2000, e vem apoiando uniões civis para duplas de mesmo sexo desde 2004.

Eles rapidamente diminuíram em número de membros nas últimas quatro décadas, de 4,25 milhões em 1965 para aproximadamente 2,1 milhões de membros.

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O lider exemplar para o mundo Kevin Rudd

O mundo inteiro precisa de um líder assim!

 

Primeiro Ministro Kevin Rudd – Australia

Foi dito na quarta-feira aos muçulmanos que querem viver debaixo da lei islâmica Sharia para saírem da Austrália, agora que o governo está de mira nos radicais, numa tentativa de desviar ataques terroristas potenciais.

Separadamente, Rudd enfureceu alguns muçulmanos australianos na quarta-feira dizendo que ele apoiava agências de espionagem que monitoram as mesquitas da nação. Citação:

‘IMIGRANTES, E NÃO OS AUSTRALIANOS, TÊM QUE SE ADAPTAR. SE NÃO ACEITAREM, VÃO EMBORA. Estou cansado desta nação que se preocupa sobre se estamos ofendendo algum indivíduo ou a sua cultura. Desde os ataques terroristas em Bali, experimentamos uma onda de patriotismo sobre a maioria dos australianos.’

‘Esta nossa cultura foi desenvolvida através de dois séculos de lutas, experiências e vitórias por milhões de homens e mulheres que buscaram liberdade.’

‘Falamos principalmente o INGLÊS, não espanhol, libanês, árabe, chinês, japonês, russo ou qualquer outro idioma. Então, se você desejar se tornar parte de nossa sociedade, aprenda o idioma!’

‘A maioria dos australianos crê em Deus. Não se trata de um movimento direitista político, mas um fato, porque homens e mulheres cristãos fundaram esta nação em princípios cristãos, e isto está claramente documentado. É certamente apropriado exibir isto nas paredes de nossas escolas. Se Deus o ofender, então sugiro que você considere outra parte do mundo como seu novo lar, porque Deus faz parte de nossa cultura.’

‘Aceitaremos suas convicções e não questionaremos por que. Tudo que pedimos é que você aceite as nossas, e que viva em harmonia e desfruto pacífico connosco.’

‘Este é NOSSO PAÍS, NOSSA TERRA e NOSSO ESTILO DE VIDA e nós lhe permitiremos toda oportunidade para desfrutar tudo isso. Mas uma vez que você acabe de reclamar, lamentar e se queixar sobre Nossa Bandeira, Nosso Penhor, Nossas Convicções Cristãs ou Nosso Modo de Vida, eu recomendo fortemente que você tire proveito de uma outra grande liberdade do australiano, ‘O DIREITO de IR EMBORA.”

‘Se você não está então contente aqui PARTA. Não o forçamos a vir aqui. Você pediu para estar aqui. Assim aceite o país que VOCÊ aceitou.’

 

 

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Un filósofo británico escribe la Biblia para ateos

 

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Con capítulos y versículos

 

Un filósofo británico escribe la Biblia para ateos

El Libro Bueno , de A.C. Grayling, imita el formato de la Biblia, compilando textos filosóficos con enseñanzas éticas pero sin recurrir nunca a Dios ni a la religión.

13 de mayo de 2011, INGLATERRA

A.C. Grayling, reconocido escritor, profesor y filósofo británico, llevaba trabajando en este proyecto más de 30 años. Se trata de El Libro Bueno . Una Biblia humanista, un compendio de textos filosóficos, científicos y sociológicos que  intenta cimentar unos principios éticos sin la necesidad de hacer referencia a ninguna divinidad.
El autor confiesa que su idea no es original, sino que se inspiró en el trabajo de compilación que las religiones han hecho a lo largo de la historia. “¿Y si los compiladores del pasado que hacían las Biblias, recolectaban textos religiosos que eran traducidos, editados, acomodados y publicados en masa, se hubieran concentrado en ensamblar las enseñanzas no religiosas de los principales pensadores de la civilización?”, se preguntó Grayling.
La respuesta se la da a sí mismo con este libro, que acaba de publicarse en Gran Bretaña con notable éxito, llegando a ser el más vendido en la categoría de Filosofía.
Para hacer este trabajo,  Grayling ha recurrido a más de mil textos que representan a cientos de autores, colecciones y tradiciones . Las citas se entremezclan de forma temática y sin hacer referencia a los autores de las mismas, por lo que es difícil detectar la autoría de cada una.
El libro no tiene como objetivo el crear una especie de religión atea, sino que intenta dar principios de ética partiendo del humanismo, mirando a la realidad sin el prisma de una divinidad, y partiendo de la idea de que el hombre es un ser eminentemente bueno y capaz de ser feliz por sí mismo.
Grayling expresó su aprecio por los escritos de ética humanista compilados en su libro, entendiendo que los autores “partían de un entendimiento comprensivo de la naturaleza humana y aceptaban que había una responsabilidad para que todos los individuos trabajaran los valores bajo los que vivían, y sobre todo, para que reconocieran que lo mejor de nuestras vidas buenas giraba en torno a tener buenas relaciones con la gente”.
Intentando hacer el material compilado accesible, Grayling se ha inspirado en el formato de la Biblia. Así, El Libro Bueno  consta de seiscientas páginas presentadas en columnas dobles, con capítulos y versículos en cada libro.
Curiosamente, el primer capítulo también se llama Génesis, aunque en esta versión su protagonista inicial no es Dios, sino Isaac Newton y su episodio con la manzana, que le lleva a pensar en la ley de la gravedad. “A partir de la caída del fruto de tal árbol, surgió una nueva inspiración para el análisis de la naturaleza de las cosas”, dice un verso del primer capítulo de El Libro Bueno .
El capítulo final del libro ofrece una versión humanista secular de los Diez Mandamientos:  “Amarás bien, buscarás el bien en todas las cosas, no harás daño a los demás, pensarás por ti mismo, te harás responsable, respetarás a la naturaleza, darás lo mejor de ti, estarás informado, serás bueno, serás valiente… o al menos lo intentarás de forma sincera”.
LIBRO MORAL SIN DIOS
Grayling admite que el hambre por una conexión espiritual sigue viva. Este anhelo, señala, puede ser satisfecho por muchos dando un paseo por el campo, siendo cautivados por un gran libro de poesía o incluso enamorándose. “Podemos celebrar de formas muy distintas lo bueno que hay en el mundo”, agrega.
El autor, de hecho, no entiende este libro como un ataque a los cristianos, sino como una contribución al pensamiento. “Es una propuesta modesta… otra contribución a la conversación que la humanidad debe tener consigo misma”, y agregó que escribió su obra para todos, incluso para los amantes de la Biblia.
Grayling fue apodado por algunos como “el ateo de terciopelo” o “el rostro aceptable del ateísmo”, en contraste a algunos escritores más militantes como Christopher Hitchens o Richard Dawkins.

Fuentes: CNN 20M

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