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BBB, na Globo ou no Congresso, só baixaria

 

Deputado gay famoso por sua participação no BBB da Globo ataca cristãos e seus valores

“Os participantes do BBB têm inteligência inferior a de uma ameba. Que as amebas me perdoem”. — Pasquale Cipro Neto.

Julio Severo

Numa carta pública negando que esteja atacando os cristãos, o Dep. Jean Wyllys declarou: “O que fanáticos e fundamentalistas religiosos mais têm feito nos últimos anos é violar a dignidade humana de homossexuais”.  O deputado GLBTBBB, cuja formação pública mais importante foi participando do Big Brother Brasil, parece conhecer a palavra “dignidade” apenas para quem pratica a sodomia. Quem discordar perderá a dignidade, virando automaticamente “fanático e fundamentalista religioso”.

O Dicionário de Português Michaelis aponta que “dignidade” significa: respeito, honraria, seriedade e elevação e grandeza moral. O Dicionário Aurélio inclui o sentido de “decência” e “decoro”. Já que essas características importantes estão tão em falta no Congresso, só dá para se imaginar que Wyllys as tenha aprendido no BBB.

No conceito bebebista, então, a sodomia agora é uma prática “decente, decorosa, respeitosa, honrada e de elevada grandeza moral”. Indecentes e imorais são aqueles que veem maldade no ato inocente de um homem enfiando seu sexo no traseiro de outro homem!

O deputado gay é membro do Partido Socialismo e Liberdade (P-SOL). Se o BBB de Wyllys consegue conviver com a decência, decoro e honraria, por que o socialismo não conseguiria conviver com a liberdade?

Wyllys, com a sabedoria suprema do BBB, proclamacomo seu socialismo gay ama a liberdade:

“O PLC 122 , apesar de toda campanha para deturpá-lo junto à opinião pública, é um projeto que busca assegurar para os homossexuais os direitos à dignidade humana e à vida. O PLC 122 não atenta contra a liberdade de expressão de quem quer que seja, apenas assegura a dignidade da pessoa humana de homossexuais, o que necessariamente põe limite aos abusos de liberdade de expressão que fanáticos e fundamentalistas vêm praticando em sua cruzada contra LGBTs”.

O PLC 122 não representa nenhuma ameaça à liberdade de expressão e religião dos cristãos do Brasil. Palavra de um socialista gay que veio diretamente do BBB!

Logo, será oficial: quem quiser trabalhar como deputado ou senador honrado no Congresso Nacional terá de passar pelo BBB, que terá programas de formação profissional de dois, três e quatro anos para alunos que desejarem se especializar em respeito, honraria, seriedade, elevação e grandeza moral, decência e decoro.

A propaganda da nova modalidade de educação, é claro, terá como exemplo o próprio Wyllys: “Quer ser igual a ele? Venha para o BBB!”

Com o BBB imperando na Globo e Congresso, quem precisa de igrejas cristãs? Quem precisa de valores cristãos? Quem precisa de padres e pastores que incentivam suas congregações à fidelidade conjugal, ao respeito, honraria, seriedade, elevação e grandeza moral, decência e decoro?

Obrigado, Wyllys, por mostrar quão obscenos são os cristãos, que envergonham o BBB e seus integrantes.

Esses “fanáticos e fundamentalistas religiosos” são uma vergonha nacional para a sodomia, não é mesmo, Wyllys?

Ainda bem que agora o Congresso Nacional tem você como exemplo. Com você aí, todo o Brasil saberá que a sodomia tem tudo a ver com respeito, honraria, seriedade, elevação e grandeza moral, decência e decoro.

Obrigado, Wyllys, por sua contribuição de BBB para o Congresso e para o Brasil.

Fonte: www.juliosevero.com

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Bíblia laica traz evangelho de filósofos

23/04/2011 – 09h00

 

JOSÉLIA AGUIAR
COLUNISTA DA FOLHA

A. C. Grayling se diz a versão suave de Richard Dawkins e Christopher Hitchens, dois ateus que militam contra Deus nos livros e na imprensa. Sua nova obra, como explica, não é "contra a religião". Apenas a ignora.

"The Good Book: A Humanist Bible" (o livro bom: uma bíblia humanista, na tradução literal) quer ser fonte de inspiração, reflexão e consolo, partindo da tradição laica do Ocidente e do Oriente.

"Ao se fixar em Deus e no que há após a morte, pessoas se distraem da vida", diz àFolha. Ninguém cai em desgraça se come o fruto da sabedoria, sugere o professor de filosofia da Universidade de Londres, autor de quase 30 livros.

Por décadas, anotou o que disse Aristóteles, Heródoto, Safo, Nietzsche, Baudelaire, Rimbaud, Newton e editou as citações com estrutura e linguagem semelhantes às da Bíblia.

Publicado há duas semanas na Inglaterra, o livro está na lista de mais vendidos. Foi comprado pela Objetiva/Alfaguara e sai em 2012.

Com bom humor, Grayling conta que sua mulher fez para ele um cartão que diz: "Achava que era ateu até que descobri que era Deus".

David Hartley/Divulgação

O autor A. C. Grayling diz que se opõe à Bíblia original

O autor A. C. Grayling diz que se opõe à Bíblia original

Folha – Com a bíblia laica, o sr. diz ajudar leitores a ter uma vida boa. O que é isso?

A. C. Grayling – Ser bom e ter afetos costumam levá-lo a ter uma vida melhor. Diferentemente da Bíblia, porém, este livro mostra que não há modo único de conduzir a vida, que é muito curta para tantas brigas. O mais importante é que o leitor pense por si mesmo e não tenha de seguir regras irracionalmente.

Tudo de que você precisa é amor", "Pense por si mesmo" e "a vida é muito curta para tantas brigas" são letras dos Beatles.

Não tinha pensado nisso. É a prova de que essa sabedoria pode ser encontrada também no senso comum.

Em oposição à Bíblia, o livro sugere retornar aos gregos?

Não só aos gregos, mas à tradição humanista que começa com eles e permanece até hoje. E, apesar de ateu, não quis me opor à Bíblia, apenas mostrar a sabedoria que nasce dos próprios homens sem tratar de Deus ou de vida após a morte.

Se não se opõe, por que se baseou na estrutura da Bíblia?

Primeiro porque o livro se torna muito acessível: você pode ler um ou dois trechos e pensar a respeito. E sem autores citados, você se concentra no que é dito, e não em quem e quando disse.

É inevitável querer saber de quem é cada citação…

Várias pessoas reclamam disso. Mas é como ver uma exposição e se concentrar nas legendas. O mais importante são as pinturas. E quer saber? Queria não ser identificado como autor do livro. Meus editores não deixaram.

Por que a religião voltou a ser tema de livros e da mídia?

Justamente por causa do seu declínio.

THE GOOD BOOK: A HUMANIST BIBLE
AUTOR A. C. Grayling
EDITORA Walker & Company

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Rob Bell afirma não estar arrependido de ter escrito o polêmico livro “Love Wins” (O Amor Vence)

 

A polêmica do livro explodiu ainda semanas antes de ser lançado, com um curta-metragem anunciando a publicação do livro.

Rob Bell afirma não estar arrependido de ter escrito o polêmico livro “Love Wins” (O Amor Vence)

Seu livro Love Wins (O Amor Vence) tem voado das prateleiras, atingindo o número 2 da lista dos mais vendidos de Nova York Times e top 10 no Amazon.

Muitos críticos combateram o livro denunciando Bell como um universalista ou um herege. Ele acusam Bell de distorcer as verdades bíblicas sobre o julgamento, a ira e o inferno, e menosprezando o significado do sangue e da cruz de Jesus Cristo para a salvação. A adoção dessa perspectiva segundo eles, leva a consequências potencialmente devastadoras para o destino espiritual daqueles que a adotam.

A polêmica do livro explodiu ainda semanas antes de ser lançado, com um curta-metragem anunciando a publicação do livro.

Nesta segunda-feira, Bell declarou em entrevista a jornalistas, que foi “duro” ser mal compreendido, mal interpretado e “acusado de todo o tipo de coisas incorretas.”

“Algumas das coisas que as pessoas dizem e da maneira que eles agem isto não pode ser o caminho de Jesus. Tem que ser um padrão mais elevado de discurso civil,” disse ele.

Para ele, uma discussão de nível teria que ser com as pessoas que realmente leram o livro desabafando “quando as pessoas falaram [sobre] a controvérsia, eu pensei ‘ninguém sequer leu o livro?’ Porque então há algo substantivo para combater.”

Apesar de tudo, Rob Bell não se arrepende de haver escrito o livro afirmando que “isto é apenas parte do custo de capturá-lo e escrevê-lo e colocá-lo lá fora.”

Mais tarde na noite, Bell subiu ao palco para falar sobre seu livro na frente de cerca de 3.000 pessoas na Igreja Metodista Central Hall, em Westminster.

Em seu discurso ele declarou que não foi sua intenção ser controverso, mas sim de “recapturar o Evangelho” e apontar que o Cristianismo tem uma “grande variedade de perspectivas” no julgamento e reconciliação.

“Eu estou interessado no que é verdadeiro o que pode ser confiável, a caça, a descoberta, a exploração e, se isso acaba por ser polêmico, vou aceitar isso, mas essa nunca foi à intenção.”

Esta exploração levou Bell a concluir que os Cristãos devem estar abertos à possibilidade de que o arrependimento pode vir tarde.

Existe um inferno, sublinhou, e este inferno é o que as pessoas experimentam quando eles rejeitam o amor de Deus e optam por um caminho diferente.

Bell explicou as razões de por que chamou o livro de Love Wins (O Amor Vence), “é que a natureza do amor é a liberdade. Você pode escolher, pode resistir, pode rejeitar, pode se rebelar contra Deus.”

Entretanto, ele afirma que Deus quer que todos sejam salvos, mas há pessoas que resistem à esse amor. “é por isso que no livro eu falo sobre o inferno e a realidade do inferno. Acho que devemos deixar espaço [para isso] porque a Bíblia deixa espaço para as pessoas rejeitarem e resistirem a Deus.”

“é por isso que eu deixo espaço para o inferno como a realidade de nossa liberdade de dizer que eu não quero isso (o amor de Deus),” disse o pastor Grand Rapids, Michigan.

Mas ele afirma que ainda há possibilidade de arrependimento e, portanto, a salvação poderia vir em um ponto além desta vida.

Perguntado sobre se ele acredita em um inferno eterno para as pessoas que não respondem nesta vida a Cristo, Bell disse que já podia ver um “inferno muito vivo, respirando na terra” sendo vivido pelas pessoas agora sob tais formas como a ganância, o estupro, genocídio, abuso e tráfico de sexo.

Para ele, ainda é possível que as pessoas desejem seguir buscando tais coisas mesmo depois de morrer e haverá aqueles que vão decidir parar e dizer “não, eu quero ter nada a ver com a festa, eu quero ter nada a ver com o convite,” disse ele.

Entretanto, ele disse que também é possível ler nas Escrituras sobre um Deus que quer que todos sejam salvos e admitiu que não sabe o que pode acontecer depois da morte, se Ele prosseguirá infinitamente buscando a salvação das pessoas ou não.

“Será que Deus prossegue infinitamente? Existe algum ponto onde Deus diz: ‘Olha, você teve sua chance e agora não há mais esperança de redenção para você?’”

“E eu não tenho idéia, não estive lá, e quando estiver lá e vir isso, então eu vou te dizer,” brincou.

“O que acho que é importante é que Deus quer que todos sejam salvos e devemos desejar as coisas que Deus deseja.”

Bell acredita que algo decisivo como “nós estamos dentro e eles estão fora, fim de papo,” não parece revelar o Deus que Jesus fala que sai em busca da ovelha, dracma e o filho.”

“Pode você se arrepender em algum momento? Há ainda a possibilidade ou Deus criou um mundo onde não há esperança, onde Ele diz ‘o arrependimento não funciona para mim?’” colocou ele.

Além de toda a polêmica, discussão e debate, Bell estava certo de que a única coisa que a maioria das pessoas quiseram tirar do seu livro foi o entendimento de que Deus é amor e que, idealmente, o amor deve ser respondido “agora.”

“As pessoas estão mais interessadas em compartilhar sua fé e contar a história porque a história pode realmente ser a melhor maneira mais do que percebemos no início,” observou. “As pessoas dizem ‘ah, isso é uma história que eu posso contar e posso contar essa história agora,” porque o Deus por trás dessa história é bom.”

Bell continua o circuito de seu livro em Cheltenham na terça-feira. Depois, irá para Liverpool no dia seguinte e terminará sua turnê em Cambridge, na quinta-feira.

Fonte: The Christian Post