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Após escândalo extraconjugal, pastor é mais uma vez processado

BENNY HINN

 

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Benny Hinn, famoso televangelista, está sendo processado por sua editora por violar cláusula de moralidade em contrato.

O carismático televangelista Benny Hinn, que negou envolvimento romântico com Paula White, após um artigo publicado por um tablóide no ano passado, está sendo processado por 250.000 dólares por sua editora por violar uma cláusula de moralidade de seu contrato.

Hinn quebrou os termos do acordo com Strang Communications Co., quando se envolveu em uma “relação inapropriada” com White, a editora de Lake Mary arfumenta em uma ação ajuizada terça-feira.

Strang deu a Hinn um um adiantamento de 300.000 dólares para o seu primeiro livro, “Blood in the Sand”, há três anos. Hinn teria para escrever três livros para a editora, de acordo com o ação.

Arquivado em “Contrato/endividamento”, a denúncia é de que Hinn admitiu “sua relação inapropriada” com White em agosto e que ele deixou de cumprir o acordo com a Strang.

Um advogado da Strang também alega em carta anexada ao processo que Hinn também cumpriu uma cláusula contratual que o obrigava a ajudar a divulgar do livro. A carta dizia que ele era um “no-show” em aparições na mídia, inclusive o programa da Christian Broadcasting Network, “The 700 Club”.

No verão passado, o The National Enquirer publicou fotos que mostram o casal de pregadores de TV entrando e saindo de um hotel em Roma, de mãos dadas.

Na sequência da publicação do artigo, os dois emitiram declarações negando qualquer irregularidade.

Hinn rejeitou fortemente a alegação do artigo que ele tinha um caso com White, dizendo em um comunicado em seu site que havia apenas uma “amizade” e “nenhuma imoralidade” entre os dois. Ele também alegou de forma a ridicularizar que a afirmação de que ele e White secretamente ficaram juntos em um hotel era “absolutamente falsa”.

O televangelista disse que White, duas vezes divorciada, havia sido um “encorajamento” para ele e ” compartilhara conselhos úteis” depois que sua esposa, Suzanne, pediu o divórcio em janeiro passado.

“Eu não vou negar que a amizade se fortaleceu, e, permaneceu moralmente pura em todos os momentos, emquanto eu tenho desfrutado da companhia de alguém que também passou pelo trauma de um divórcio doloroso e público”, afirmou.

“Eu vigorosamente, categoricamente, e absolutamente nego as mentiras que foram distribuídos sobre mim e quero esclarecer as coisas. Não há nada de inadequado ou moralmente inadequadas sobre minha amizade com Paula White. Não houve qualquer imoralidade! ”

Em sua própria declaração, White, que conhece Hinn mais de 20 anos, chamou as afirmações do tablóide “categoricamente falsas”.

“Nós nunca ficamos sozinhos e estavamos na companhia constante de staff e outros companheiros”, afirmou. “Meu relacionamento com o Pastor Benny é genuíno e puro e não devem ser imaginado fora deste contexto.”

White, pastora da Igreja Internacional Without Walls, na Flórida, também enfatizou que ela iria responsabilizar aqueles que tentavam “frustrar” o seu chamado para pregar o evangelho de Jesus Cristo ao redor do mundo.

Ambos haviam concordado em “não ter mais nenhuma relação social” até que o divórcio de Hinn seja finalizado.

Hinn é legalmente divorciado de Suzanne, de acordo com o estado civil listados em seu processo de divórcio na Corte Superior do Condado de Orange da Califórnia.

Hinn e White estão entre os seis tele-evangelistas cujas despesas e situação de negócios sem fins lucrativos foram investigados pelo senador Charles Grassley início em 2007.

No mês passado, Grassley concluiu sua investigação de três anos e informou que os Ministérios “Joyce Meyer Ministries” e “Benny Hinn Healing Center Church”, foram os únicos ministérios que cooperaram plenamente com a investigação e até mesmo implementaram reformas financeiras.

Data: 21/2/2011 09:03:45
Fonte: Galileo

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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AD do Paraná é acusada de desviar recursos para reforma particular

 

Associação Educacional das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus do Paraná não conseguiu comprovar aplicação correta de recursos públicos, que teriam sido usados para reforma de imóvel de particular.

A 2ª Câmara de Julgamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou, durante a sessão plenária desta quarta-feira (16), a devolução de R$ 110 mil reais por parte da Associação Educacional das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus do Paraná, mantenedora da Faculdade de Administração, Ciências, Educação e Letras (Facel). Ao aprovar, por unanimidade, os termos do voto do relator, conselheiro Caio Márcio Nogueira Soares, o colegiado determinou, também, a inclusão dos responsáveis pela entidade à época (José Polini e José Alves da Silva) na lista de gestores com contas irregulares.

A lista é encaminhada, oportunamente, ao Tribunal Regional Eleitoral, que a utiliza para fins de definição da inelegibilidade de candidatos a cargos eletivos. Além disso, o colegiado do TCE estabeleceu o pagamento de multa e encaminhamento das principais peças do processo (nº 266100/07) ao Ministério Público, para as providências necessárias.

Segundo consta dos autos, relativos à prestação de contas de convênio firmado, em 2006, entre a Associação e a Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia e Ensino Superior, a maior parte da verba foi utilizada para reformas, aquisição de mobiliário e equipamentos para a implantação do Centro de Psicologia Aplicada. O objetivo do projeto seria capacitação acadêmica e formação profissional, com a realização de estágios para o corpo discente praticar os conhecimentos teóricos, prestando serviço clínico-psicológico gratuito à comunidade.

No entanto, durante a instrução do processo, constatou-se que a reforma aconteceu em imóvel de terceiro. O local em que funcionaria o centro de atendimento clínico-psicológico, no centro da Capital do Estado, não é de propriedade da Associação ou da Faculdade, mas de terceiro locador.

Cabe recurso de revista ao Tribunal Pleno, com prazo de 15 dias a partir da publicação do acórdão no periódico eletrônico Atos Oficiais do Tribunal de Contas (Aotc), disponível em www.tce.pr.gov.br.

Data: 21/2/2011 08:39:52
Fonte: Tribunal de contas do Paraná

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Todo mundo tem uma religião – Robert Thoburn (inclusive os ateus)

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Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto (1)
Quando Paulo chegou à Atenas, deparou-se com filósofos epicureus e estóicos. Na visão deles, Paulo cria em “deuses estranhos”. Paulo notou as “devoções” desses filósofos gregos pagãos. Ele também comentou sobre o altar deles, que tinha a inscrição “AO DEUS DESCONHECIDO”. Ele se referiu a eles como sendo “muito religiosos” (Atos 17:22, NVI).
O que Paulo diria sobre os filósofos da escola pública de hoje? Penso que os consideraria muito religiosos, também. O problema com o mundo hoje não é uma falta de religião. O problema é o tipo errado de religião.
As pessoas são religiosas por natureza. Elas adoram alguém ou algo.
Elas têm uma fé. As escolas públicas não estão destituídas de religião. São muito religiosas! São baseadas sobre uma falsa religião. Essa religião é o humanismo secular. É a adoração do homem.
Um estudo de John Dewey revelará que a democracia era a sua religião.
Democracia é “o governo pelo povo”. Essa é uma forma de humanismo.
Dewey queria que as escolas públicas cressem no que é comum aos homens e à sociedade. Qualquer coisa que traga diferenças deve ser eliminada. O Cristianismo teve que sair porque traz divisão.
O humanismo secular resulta numa religião do mínimo denominador comum. Leva a uma nivelação do homem. A nivelação é realizada por constantemente abaixar os padrões, quer sejam eles religiosos, morais ou acadêmicos. O filósofo cristão Cornelius Van Til chamou isso de “integração para o vazio”.
Há abundância de evidência para mostrar que as escolas públicas são religiosas. R. J. Rushdoony, em seu estudo acadêmico The Messianic Character of American Education (1963), traça a filosofia educacional desde Horace Mann(2) até o presente. Como Rushdoony observa, os vários gurus da educação pública americana usam constantemente terminologia religiosa ao descrever os seus objetivos. Eles falam de salvar o homem. O professor do Estado preparando escolas é até mesmo chamado de “a vinda do Senhor”.
A evolução substituiu a criação como explicação para a origem da vida sobre a Terra. O Estado, como a mais poderosa instituição humana, se torna o deus evoluído das escolas públicas. Escolas são financiadas pelo Estado humanista e “neutro”; elas, portanto, servem às necessidades do Estado. As crianças são ensinadas a servir ao Estado. O Estado deve planejar e controlar o futuro. O Estado se torna a autoridade final e a fonte da lei. Como Rushdoony diz, seja qual for a fonte da lei numa sociedade, esse é o seu deus.
O humanismo secular se tornou a nova religião estabelecida nos Estados Unidos, e as escolas públicas se tornaram a igreja estabelecida. Os impostos são usados para sustentar essa igreja estabelecida. Os professores se tornaram os sacerdotes e sacerdotisas dessa nova igreja. Até mesmo a beca preta, associada a sacerdotes e juízes, têm sido apropriada pelas escolas para simbolizar suas reivindicações, embora vistam apenas no dia da graduação ou em ocasiões especiais.
Fonte: The Children Trap: The Biblical Blueprint for Education,
Robert L. Thoburn, Dominion Press, pg. 81-82.
1 E-mail para contato: [email protected]. Traduzido em outubro/2007.
2 “Horace Mann (1796-1859) foi um estadunidense educador e abolucionista”. (Nota do tradutor)
Monergismo.com – “Ao Senhor pertence a salvação” (Jonas 2:9)
http://www.monergismo.com/
Fonte: http://pedagogiareformada.blogspot.com/2010/10/todo-o-mundo-tem-uma-religiao-robert.html

POSTADO POR PROF. LUIS CAVALCANTE ÀS 5:38 PM