Categorias
Noticias

Reportagem sobre dízimo não dá vitória a IURD. Cabe recurso

DIFAMAÇÃO

 

A Igreja Universal do Reino de Deus teve sua queixa-crime contra o jornalista Vinícius Jorge Sassine rejeitada. A juíza Maria Umbelina Zorzetti, da 12ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça de Goías, entendeu que uma reportagem de sua autoria, que envolvia o nome da instituição religiosa, publicada no jornal O Popular, não foi difamatória. Cabe recurso.

Em 31 de julho de 2007, o jornal publicou mais uma reportagem da série especial sobre religiões e a relação entre fé e dízimo. Na reportagem “Fieis dão R$ 110 milhões de dízimo por ano”, o jornalista, valendo-se de dados da Fundação Getúlio Vargas e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, escreveu que entendia porque poucos fiéis da Universal poderiam doar cem reais.

Para a juíza, o teor da reportagem era jornalístico e informativo. Assim, o jornalista não teve, em nenhum momento, a intenção de denegrir a imagem da igreja. Além disso, Maria Umbelina observou a falta de provas concretas e objetivas que justificassem a instauração penal. “O querelado não objetivou, com o ato praticado, ofender ou violar a honra moral do querelante. Nesse sentido, após analisar criteriosamente os autos, verifico que falta interesse de agir ou justa causa para o exercício da ação penal”, ressaltou.

Ainda de acordo com a juíza, “extrai-se do texto publicado que a intenção do querelado foi somente de narrar os acontecimentos ocorridos em várias denominações, como, por exemplo, Assembleia de Deus, Deus é Amor, Sara Nossa Terra e outras”.

Data: 18/2/2011 08:32:32
Fonte: TJ-GO

Categorias
Noticias

Samuel Câmara mostra vídeo histórico sobre AD em Brasília

PENTECOSTALISMO

image

Foi extremamente produtivo e emocionante o culto da Frente Parlamentar Evangélica desta quarta-feira, 16 de fevereiro no Plenário 2, anexo II da Câmara dos Deputados. O Pastor Samuel Câmara antes de ministrar a palavra apresentou um vídeo da história e do centenário das Assembléia de Deus no Brasil, convidando a todos para, no mês de Junho (2011), participarem das comemorações dos 100 de fundação da igreja em Belém do Pará.

Ao pregar, o Pastor Samuel citou passagem bíblica registrada em Mateus 14:27 “Tende bom ânimo, sou eu, não temais”. O texto é do contexto da multiplicação dos pães, ocasião em que Jesus pediu aos discípulos que entrassem no barco e fossem para o outro lado do mar, enquanto ele despedia a multidão saciada. No meio do mar, desestabilizado pelas ondas, o barco balança e os discípulos se apavoram, mas Jesus aparece andando sobre as águas com uma palavra de ânimo num momento de medo: “Tende bom ânimo, sou eu”.

“Trazendo pra hoje, em muitos casos, vez por outra, nos deparamos com coisas que parecem fantasmas, mas não são. Não tenhamos medo! Enfrentemos encorajadamente as circunstâncias porque o Senhor continua caminhando na nossa direção”, afirma o pregador. Pastor Samuel ao concluir a mensagem declarando aos parlamentares que eles são os melhores de Deus para essa 54ª Legislatura.

O cantor de pagode Vaguinho louvou ao Senhor com a música “Segura na mão de Deus”. A RBN (Rede Boas Novas) estará cobrindo as celebrações das quartas-feiras no Congresso Nacional.

Deputado João Campos (PSDB-GO) escalou para a próxima quarta-feira, 23, as deputadas Benedita da Silva (PT/RJ) e Rosinha da Adefal (PTdoB/AL) para dirigir e pregar respectivamente. A deputada e cantora Lauriete estará louvando ao Senhor.

Data: 18/2/2011 08:35:26
Fonte: Frente Parlamentar Evangélica

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

Categorias
Noticias

População evangélica no Brasil atingirá 57,4 milhões em 2011

 

18 de fevereiro de 2011

Cidade mais evangélica do Brasil, Quinze de Novembro (RS), tem mais de 80% de evangélicos
Missionário Luis André Bruneto da Missão Internacional Servindo aos Pastores e Líderes (SEPAL) fez a projeção da população evangélica de 57,4 milhões para este ano de 2011 e 109,3 milhões para 2020, e diz que as razões para o grande crescimento não se trata de avivamento.
O pesquisador da SEPAL, que realiza estudos teológicos, falou ao The Christian Post sobre as projeções da população evangélica para os próximos anos e as possíveis razões que explicam fenômeno do rápido crescimento da população evangélica no Brasil.
A SEPAL realizou um estudo ano passado baseado nos dados do Censo do IBGE de 2000 e da pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha em março de 2007, encontrando que em 2020 a população evangélica representará mais de 50% da população brasileira.
“Projetamos uma porcentagem de cerca de 52,2% da população evangélica em 2020, ou seja, aproximadamente 109,3 milhões de evangélicos para uma população de 209,3 milhões,” afirmou Luis.
A projeção baseia-se na taxa de crescimento obtida entre os anos de 1990 e 2000 e na premissa de que a taxa de crescimento dessa religião continue a mesma dos últimos 40 anos.
A confiabilidade dos dados é de 95%, afirmou Luis.
Segundo ele, seguindo essa taxa de crescimento anual de 7,42%, ele informou que para o ano de 2011, chegaremos a 57,4 milhões de evangélicos.
A revista ÉPOCA também divulgou no ano de 2010 estudos sobre o crescimento da população evangélica, avaliando que os evangélicos influenciariam em todas as esferas da vida brasileira.
Para teólogos e antropólogos ouvidos por ÉPOCA, a população evangélica, a partir do crescimento numérico, contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos.
Na opinião do pesquisador da SEPAL, o fenômeno do grande crescimento não se trata de avivamento. Ele acredita que o avivamento se reflete, “na conversão em massa das pessoas, mas também em profundas mudanças no pensamento da sociedade, direcionada pela influência dos cristãos redimidos.”
“Se tomarmos essas duas linhas de pensamento, não está acontecendo um avivamento no Brasil,” afirmou.
Alguns motivos que o pesquisador lista são, “o evangelismo aguerrido dos evangélicos, a adoção de regras menos rígidas, a ampliação da visão da vida cristã para dentro da sociedade, a flexibilidade dos costumes e o aumento da classe média.”
Na região nordeste do Brasil, onde se constatou menor presença de evangélicos, o estudioso explicou os fatores de acordo com o tipo de região que ele menciona de “dois tipos de nordeste.” O tipo “A,” diz ele, com belas praias, grandes cidades, onde os evangélicos possuem um crescimento abaixo do restante do país, mas aceitável. E o outro, ele chama de tipo “B,” que é o nordeste do sertão, onde os evangélicos raramente passam de 1%.
Como fatores do baixo índice ele cita três razões. A “primeira é a forte raiz católica romana da população, ampliada pela religiosidade sincrética mística.” Um exemplo disso é a forte adoração à ídolos católicos como padre Cícero e frei Damião, que ainda não foram canonizados pelo Vaticano.
A segunda razão se deve à dificuldade de evangelizar as cidades do interior do nordeste. “Boa parte do sertão não possui estradas asfaltadas e os meios de comunicação são precários,” explicou.
A terceira razão é a falta de interesse da Igreja em evangelizar esse povo carente. “Na verdade, a razão para isso é que o retorno financeiro dentro dessa realidade é mínimo, e assim, a missão não consegue se auto sustentar nem mesmo a longo prazo.”
Apesar dessas estimativas ele alerta que é necessário pensar além dos números.
Ele questiona, “O que muda na sociedade com tanta gente nas Igrejas?”
A questão do nominalismo na opinião do pesquisador deve avançar, citando um exemplo em que a cidade mais evangélica do Brasil, Quinze de Novembro (RS), tem cerca de 80,4% de evangélicos e a sua cidade vizinha Alto Alegre, a 20 km de distância, tem apenas 0,28% de evangélicos.
“A mais evangelizada ao lado de uma das cidades menos evangelizadas do país.”
Luis também pergunta, “será que a vida num país de maioria protestante pode mudar?” Segundo ele, a resposta para essa pergunta depende de como a liderança se comportará daqui para frente.
Para ele, o Brasil possui hoje uma liderança “despreparada em sua maioria e maioria e carente de direção na teologia, eclesiologia e missiologia.”
Ele expressa também algumas preocupações com relação ao crescimento da população evangélica, como por exemplo crescimento econômico que atrairá líderes materialistas.
“A classe média deve dobrar nos próximos anos isso, “atraindo gente com o “olho gordo” nessa fatia da população, ou seja, líderes materialistas com forte vocação para a teologia da prosperidade.”
Além disso, ele cita que há a “superficialidade da vida do povo brasileiro.”
“Vemos isso presente no meio evangélico brasileiro e deve continuar assim pelos próximos anos, acelerando a dualidade entre ‘vida religiosa’ e ‘vida secular,’ que já existe hoje.”
“A religião é um suspiro da criatura oprimida, a alma de um mundo desalmado, assim como é o espírito de uma situação carente de espírito. É o ópio do povo. Ou seja, qualquer impulso humano gerado por uma insatisfação de nível político, econômico ou social pode ser desviada para objetos religiosos.”
Luis mencionou também “o egoísmo e o individualismo presente nesses dias, externando também na vida religiosa.”
“Muito embora, parte do povo evangélico se preocupa com o próximo, uma outra parte, e poderíamos afirmar a maioria, se preocupa apenas com o seu bem-estar.”
Entretanto, ele acredita positivamente na transformação da sociedade brasileira e urge para que haja “uma instituição forte que represente os evangélicos, em sua maioria, “que grite alto pelos interesses pautados na Palavra de Deus.”
“Precisamos de fato orarmos ao Senhor dos céus para que essa transformação da nação brasileira possa ser genuína de acordo com os moldes apresentados no Evangelho de Cristo.”
Os estudiosos da SEPAL aguardam a divulgação do próximo censo, o de 2010, para obterem condições reais para verificar as estimativas quanto aos evangélicos e a população brasileira.
Eles planejam após isso fazer o mapa evangelístico do país baseado nos novos dados e compará-los com os anteriores.

Fonte: Christian Post / Jornal Gospel News