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Carta do CREA para o Lula… uma bomba !

 

Repassem enquanto temos tempo!

Carta do Presidente do CREA ao Presidente Lula
NOTA DO AUTOR:
Pode divulgar o que eu escrevi na íntegra, não precisa cortar nada não. Eu
nunca falo ou escrevo nada em segredo.
Num pais de covardes como este, o único medo que eu tenho é de viver muito
mais do que já vivi.
Abaixo o e-mail que eu mandei para o "presidente" Lula, com cópia para
todos os senadores e deputados federais, revistas, jornais e para todos os
da minha lista.
Um abraço, Otacílio M. Guimarães
================================
===> A CARTA:

Sr. Luis Inácio Lula da Silva:

Causa indignação a qualquer cidadão medianamente esclarecido ouvir ou ler a
asneira abaixo, pronunciada por uma pessoa semi-analfabeta, despreparada,
sem nenhuma ética, que 52 milhões de abobalhados colocaram na presidência da
república do Brasil.

*Esclarecendo: asneira vem de asno ou burro.

*O senhor passou a sua vida toda, juntamente com o seu partido ,
mentindo para um povo até conseguir conquistar as consciências de 52 milhões
de incautos que não sabem distinguir óleo de água e, agora, depois de ter
implantado no Brasil o maior esquema de corrupção jamais visto no mundo,
ainda vem dar uma de o mais honesto do país com essa afirmação
desproposital, descabida e desrespeitosa.

Pois eu lhe digo, senhor Luis Inácio: eu sou um brasileiro de 62 anos de
idade, não sou analfabeto, meus pais não eram analfabetos, eu recebi uma
educação doméstica, moral e formal para dizer ao senhor, o
seguinte: me respeite! Respeite o meu país! Respeite as pessoas que estão
indignadas com a sua desfaçatez!

Se o senhor acha que o único repositório da ética e da moral deste país é o
senhor, pois fique sabendo que eu quero discutir com o senhor sobre ética e
moral, cara a cara, olho no olho.

Eu quero que o senhor me explique como é que Delúbio Soares e Sílvio Pereira
armaram o esquema criminoso que resultou neste mar de lama que emporcalha a
história do Brasil sem que o senhor, o José Genuíno e o José Dirceu
soubessem de nada.

Eu quero que o senhor me explique, cara a cara, olho no olho, porque Celso
Daniel, prefeito de Santo André, foi assassinado friamente e o seu governo
agiu no sentido de paralisar as investigações.

Será que o senhor sabe o que significa obstrução da justiça? Pois foi isto o
que o senhor fez, obstruiu a justiça. Se o Brasil fosse um pais sério, o
senhor já estaria na cadeia só por isto.

Eu quero que o senhor me explique porque mandou a prefeita de São José dos
Campos, Ângela Guadagnin, exonerar o secretário de finanças Paulo de Tarso
Venceslau só porque este, que também fora secretário de finanças da
Prefeitura de Campinas, descobriu um esquema de desvio de dinheiro público
operado pela CPEM, que somente em 1992 desviou 10,5 milhões de dólares da
prefeitura de São José dos Campos, sem falar nas outras três onde o esquema
funcionava prefeito Antônio Palocci, ex-ministro da fazenda>, dinheiro esse que se
destinava a alimentar o caixa 2 do PT.

Nesse esquema o Paulo Okamoto, que não detinha cargo público e era apenas
militante do PT, fazia o papel que o Sílvio Pereira fez até ser desmascarado
recentemente.
Note-se que estes fatos ocorreram há 12/13 anos atrás.

Não é de hoje, portanto, que o PT se utiliza desses esquemas criminosos para
suprir o seu caixa 2 e aumentar o patrimônio de seus integrantes. Inclusive
o seu e do seu filho, o Lulinha, que recentemente recebeu da Telemar cinco
milhões e duzentos mil reais como investimento numa empresa que eu não
pagaria um centavo por ela.

A troco de quê, senhor Lula, a Telemar deu essa dinheirama toda ao seu
filho?

O senhor e seus asseclas vivem dizendo que tudo é culpa das elites
brasileiras. Para mim, as elites que jogaram o PT e o governo Lula na lama
têm nomes: José Dirceu, Sílvio Pereira, Delúbio Soares, Marcos Valério e os
que estão acima destes que o senhor tão bem conhece e eu não preciso citar.

Como tem nome a sua Ministra Chefe da Casa Civil Dilma Rousseff –

ex-guerrilheira, ex-terrorista, ex-assaltante de 4 bancos, ex-assaltante de residências, ex-tudo de ruim.

O senhor é o chefe de todos eles. É o campeão mundial da "maracutaia"
adversários políticos>.

Pois eu lhe digo, senhor Lula: neste país nasceu antes do senhor um homem em
condições de discutir com o senhor, cara a cara, olho no olho, sobre ética e
muitos outros atributos que o senhor não possui, como por exemplo,
capacidade administrativa, discernimento, iniciativa e coragem de tomar
decisões.

E digo mais: que eu não estou sozinho, pois o Brasil tem milhões de homens e
mulheres que têm condições de discutir com o senhor sobre ética e moral e
dar aulas destas matérias, se é que iria entender.

Quer me parecer que o senhor não entende o verdadeiro significado das
palavras ética e moral, talvez seja este o caso, já que nunca estudou e se
gaba de ter nascido de país analfabetos.

Na verdade, quem se gaba de ter nascido de país analfabetos e de ter pouco
estudo não tem o direito de ofender todo um povo arvorando-se no único
repositório da ética e da moral. Isto já é coisa de doente mental como
aconteceu com Hitler, Stalin, Lumumba, Pol Pot, Mao, Fidel, Pinochet,

Idi Amin, Sadan e tantos outros ditadores, responsáveis por milhões de assassinatos de inocentes.

*Senhor Lula, o senhor foi colocado onde está por pessoas tão ignorantes ou
mal intencionadas quanto o senhor*. Mas eu devo lhe dizer que os homens e
mulheres de bem deste país já estão cheios das asneiras que o senhor fala e
faz e com suas bravatas, com a sua incapacidade sobejamente demonstrada em
governar o país e com o fato de estar se esquivando de suas
responsabilidades nos desmandos praticados pela cúpula dirigente do PT
querendo nos fazer crer que Sílvio Pereira e Delúbio Soares agiram
sozinhos. Não creio que Sílvio Pereira e Delúbio Soares sejam tão burros
assim. Só um idiota acreditaria nisso.

E digo-lhe mais uma coisa: pare de subestimar nossa inteligência, pare de ofender os brasileiros,

principalmente aqueles que acreditaram em suas mentiras e suas falácias e lhe colocaram onde está hoje.

Está na hora do senhor devolver estes votos juntamente com um pedido de desculpas tomando a decisão

de renunciar ao cargo para o qual o senhor nunca esteve preparado para exercer.

A seguir trecho do discurso proferido ontem pelo senhor, presidente Lula,
para uma platéia de petroleiros da REDUC, Duque de Caxias, e que ofende pelo
menos aqueles que possuem ética e dignidade neste país, o que não é o seu caso.
"Neste país está para nascer alguém que venha querer discutir ética comigo.
Eu digo sempre o seguinte: sou filho de pai e mãe analfabetos.
E o único legado que eles deixaram, não apenas para mim, mas para toda a
família, é que andar de cabeça erguida é a coisa mais importante que pode
acontecer para um homem ou uma mulher. E eu conquistei o direito de andar de
cabeça erguida neste país com muito sacrifício. E não vai ser a elite
brasileira que vai fazer eu baixar a cabeça".

Estou pronto para discutir com o senhor sobre ética e outros assuntos a
qualquer momento que o senhor escolher. Isto se o senhor tiver coragem,
porque sempre foge covardemente do debate com a imprensa e com pessoas
inteligentes, pois não tem a hombridade de responder ou
enfrentar.*

A maioria do povo brasileiro está de saco cheio com o senhor e
com o seu PT – PARTIDO dos TRAMBIQUEIROS, cambada de assaltantes que ocupam postos chaves de nossa nação, mas vai chegar a hora de prestarem contas das falcatruas que enche seus bolsos dia e noite*. E não vão adiantar operações plásticas e outros artifícios, fugir para outros países, pois o mundo hoje
está muito menor do que já foi no passado e sua figura burlesca já é bem
conhecida lá fora.

*Estarei aberto para debater estes e outros assuntos em público, em dia,
hora e local que bem lhe aprouver, com a presença da imprensa ainda não
comprometida. Considere-se desafiado a partir deste
momento.*

Otacílio M. Guimarães – Presidente do CREA Se você é dos que têm
moral, ética e vergonha na cara, divulgue esta carta, porque o Brasil merece, assim como seus descendentes que estão aí ou virão.

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Divórcio: o escândalo da consciência evangélica

 

Dr. Albert Mohler

Nota: Albert Mohler é o presidente do Seminário Teológico Batista do Sul — a mais importante faculdade da Convenção Batista do Sul e um dos maiores seminários do mundo.

Quinta-feira, 30 de setembro de 2010 (AlbertMohler.com/Notícias Pró-Família) — Mark A. Smith, que ensina ciência política na Universidade de Washington, presta atenção ao que é comumente chamado agora de “guerra cultural” nos EUA. Embora as raízes desse conflito cultural remontem à década de 1960, a profunda divisão por causa de questões sociais e morais ficou quase impossível de negar durante o final da década de 1970 e desde então. É agora opinião geral falar de estados “vermelhos” e estados “azuis”, e esperar conhecidas linhas de divisão por causa de questões tais como aborto e homossexualidade.

No sentido mais geral, a guerra cultural se refere à luta para decidir leis e costumes em muitas questões morais e políticas que separam os americanos em dois acampamentos opostos, muitas vezes apresentados como a direita religiosa e a esquerda secular. Embora a verdade jamais seja muito simples, a realidade da guerra cultural é quase impossível de negar.

Entretanto, ao examinar as linhas de frente da guerra cultural, o Professor Smith ficou surpreso, não tanto pelas questões de polêmica e debate acalorado, mas por uma questão que não era tão óbvia por sua ausência — o divórcio.

“A partir da perspectiva da lógica simples, o divórcio se enquadra de forma nítida dentro da categoria de ‘valores da família’ e daí em hipótese poderia representar a força propulsora na guerra cultural maior”, comenta ele. “Se os ‘valores da família’ se referem à ética e conduta que afetam as famílias, então obviamente o divórcio cumpre os requisitos. Aliás, o divórcio parece carregar uma conexão mais direta com as realidades cotidianas das famílias do que carregam o aborto e a homossexualidade, que são as principais questões da guerra cultural”.

Essa lógica é uma acusação contra o fracasso evangélico e um escândalo monumental da consciência evangélica. Confrontados com essa acusação, muitos evangélicos rapidamente apontam para a adoção das chamadas leis de divórcio sem determinação de culpabilidade na década de 1970. Contudo, embora essas leis tenham sido devastadoras para as famílias (e principalmente para as crianças), Smith faz um argumento convincente de que os evangélicos começaram a se acomodar ao divórcio antes que essas leis tivessem entrado em vigor. As leis de divórcio sem determinação de culpabilidade refletiam simplesmente um reconhecimento do que já havia ocorrido. Conforme ele explica, os evangélicos americanos, junto com outros cristãos, começaram a mudar de opinião acerca do divórcio quando o divórcio ficou comum e quando o divórcio tinha chegado até às proximidades de seus lares.

Quando a direita cristã foi organizada na década de 1970 e solidificada na década de 1980, as questões do aborto e da homossexualidade estavam na atenção central de todos. Onde é que estava o divórcio? Smith documenta o fato de que organizações tais como a Moral Majority (Maioria Moral), que era “pró-família tradicional” e presidida pelo falecido Jerry Falwell, de modo geral não conseguiram nem mesmo mencionar a questão do divórcio em suas publicações e plataformas.

“Durante os 10 anos de sua existência, a organização de Falwell mobilizou e fez iniciativas de pressão em muitas questões políticas, inclusive aborto, pornografia, direitos gays, oração nas escolas, a Emenda de Direitos Iguais e a educação sexual nas escolas”, recorda ele. Onde está o divórcio — uma tragédia que afeta um número muito maior de famílias do que as questões mais “quentes”? A questão do divórcio não conseguiu alcançar essa posição elevada, obtendo uma classificação tão baixa na agenda da organização que os livros sobre a Maioria Moral nem mesmo dão à questão um verbete nos índices.

Mas o escândalo real é muito mais profundo do que a ausência da palavra divórcio nas listagens de índices. O escândalo real é o fato de que os evangélicos se divorciam em índices tão elevados quanto o resto do público. Não é necessário dizer que isso cria uma importante crise de credibilidade quando os evangélicos então se levantam para falar em defesa do casamento.

Quanto à questão do divórcio e direito público, Smith rastreia uma transição imensa no direito e no contexto cultural maior. Em tempos passados, explica ele, tanto o divórcio quanto o casamento eram considerados como assuntos de intenso interesse público. Mas em algum ponto, a cultura foi transformada, e o divórcio foi reclassificado como um assunto puramente pessoal.

Tragicamente, a igreja em grande parte seguiu o exemplo de seus membros e aceitou o que se poderia chamar de a “privatização” do divórcio. As igrejas simplesmente permitiram que uma cultura secular decidisse que o divórcio não é uma questão importante, e que é um assunto puramente particular.

Conforme argumenta Smith, a Bíblia condena o divórcio de modo bastante enérgico. Por esse motivo, o natural seria esperarmos ver evangélicos reivindicando a inclusão do divórcio numa lista de preocupações e objetivos centrais. Mas isso raramente ocorreu. Os evangélicos têm toda razão e merecimento quando reivindicam leis que defendam a santidade da vida humana. Mas isso não ocorre na questão do casamento. Smith explica que a inclusão do divórcio na agenda da direita cristã traria o risco de que os membros se afastassem em massa de suas igrejas. Em resumo, os evangélicos permitiram que a cultura da sociedade prevalecesse sobre a Palavra de Deus.

Uma tragédia ainda maior é o colapso da disciplina eclesiástica dentro das congregações. A maioria dos membros das igrejas simplesmente presume que há uma aparente “zona de privacidade”, e o divórcio é considerado apenas uma preocupação particular.

O Professor Smith está preocupado com essa questão como um cientista político. Por que os evangélicos americanos cedem com tanta facilidade desde que o divórcio acelerou nos EUA? Precisamos fazer essa mesma pergunta com urgência ainda maior. Como foi que o divórcio, tão claramente identificado como pecado grave na Bíblia, se tornou tão comum e aceito em nosso meio?

A santidade da vida humana é uma causa que exige nossa prioridade e sacrifício. O desafio que a possibilidade (ou probabilidade) da legalização do casamento de mesmo sexo representa exige nossa atenção e envolvimento também.

Mas o divórcio prejudica muito mais vidas do que serão tocadas pelo casamento homossexual. Crianças ficam sem pais, esposas sem maridos e lares são destroçados para sempre. Pais são separados de seus filhos, e o casamento é irreparavelmente arruinado quando o divórcio se torna rotina e aceito. O divórcio não é o pecado imperdoável, mas é pecado, e é um pecado que é condenado de forma bastante clara e forte.

Os evangélicos estão seriamente preocupados com a família, e tal preocupação é boa e necessária. Mas nossa credibilidade na questão do casamento sofre um rebaixamento significativo quando aceitamos o divórcio. Para nossa vergonha, a guerra cultural não é o único lugar em que um confronto real com a cultura do divórcio está ausente.

O divórcio é agora o escândalo da consciência evangélica.

Este artigo foi publicado com a permissão de AlbertMohler.com

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

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Líder católico da Bélgica diz que Aids fez justiça a "comportamentos sexuais"

publicado em 15/10/2010 às 14h25: atualizado em: 15/10/2010 às 15h19

Fonte R7

Arcebispo de Bruxelas, Andre Leonard comparou doença a tragédias ecológicas

Gregorio Borgia/08.05.2010/AP

Gregorio Borgia/08.05.2010/AP

Arcebispo e chefe da Igreja Católica da Bélgica, Andre Joseph Leonard, causou polêmica por sua posição sobre a Aids

O chefe da Igreja Católica da Bélgica voltou a defender nesta sexta-feira (15) que a Aids fez justiça a "determinados comportamentos sexuais", fazendo referência aos gays. A declaração, publicada num livro nesta quinta-feira (14), causou polêmica no país, já abalado por uma série de escândalos de pedofilia por parte de padres.

O arcebispo de Bruxelas, Andre Joseph Leonard, uma figura muito ligada ao Papa Bento 16, tentou amenizar a controvérsia, mas manteve sua postura – ele teve suas declarações veiculadas a princípio em um livro de entrevistas.

– Segundo o que li em muitos artigos científicos, a Aids se propagou principalmente por comportamentos sexuais, com todos os tipos de casais, ou por relações sexuais anais, assim como vaginais. A única coisa que estou dizendo é que estão relacionados com os atos.

Leonard disse que sua declaração é decente, honrada e respeitável, apesar de ter suas palavras tachadas pela imprensa e partidos belgas como indignas, inadmissíveis e homofóbicas.

– Se fumamos sem medida, talvez soframos de um câncer de pulmão. Se bebemos uma garrafa de uísque por dia, e não digo que isso seja uma falta, devemos saber que nos expomos a certas consequências.

O chefe da Igreja Católica belga disse em nota que a Aids é uma espécie de justiça , que chega quando maltratamos a natureza profunda do amor humano.

O arcebispo negou que a Aids seja um castigo de Deus devido à liberação sexual. Léonard afirmou que, “no máximo, essa epidemia seria vista como uma espécie de justiça, mas não significa um castigo".

Léonard, um conservador que chegou ao topo da igreja da Bélgica em janeiro, comparou a doença com os desastres ecológicos causados pela ação do homem.

– Quando o meio ambiente é maltratado, ele acaba por responder. Maltratar a natureza profunda do amor humano acaba sempre por originar catástrofes em todos os níveis.

O livro de Léonard foi publicado em holandês e é uma atualização de textos divulgados em francês em 2006.

Declarações geram críticas na Bélgica

As opiniões do líder dos católicos belgas provocaram diversas críticas em seu país.

O Partido Liberal Flamenco (VLD) qualificou as palavras de "incompreensíveis, ofensivas e insuportáveis".

Um comunicado dos parlamentares do VLD afirmou que as declarações de Léonard são um “insulto para os diversos pacientes que lutam contra a doença e para as pessoas que cuidam deles”.

O Partido Verde Francófono qualificou as palavras de "estúpidas" e "discriminatórias".

No mesmo livro, Léonard mostra sua oposição ao fim do celibato dos sacerdotes, alguns meses após terem sido revelados na Bélgica centenas de casos de abusos sexuais contra menores cometidos por membros da Igreja Católica.

– Todos sabemos que a maioria dos casos de pedofilia ocorre no seio das famílias. É esta uma razão para acabar com os casamentos?