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Israel recria vinho dos tempos de Jesus

A indústria israelense de vinhos tem crescido nos últimos anos

por Leiliane Roberta Lopes-gospelprime=

 

Israel recria vinho dos tempos de Jesus
Israel recria vinho dos tempos de Jesus

A vinícula Recanati Winery, de Israel, resolveu produzir um vinho com uvas locais que relembre bebidas consumidas por personagens bíblicos como rei Davi e Jesus Cristo.

O projeto é da Universidade Ariel, na Cisjordânia, que tem feito testes de DNA para identificar vinhos antigos e assim recriá-los.

“As nossas escrituras estão cheias de vinhos e uvas – antes dos franceses começarem a pensar em fazer vinhos, estávemos exportando a bebida”, disse Eliyashiv Drori, enólogo da Ariel. “Temos uma identidade muito antiga e, para mim, reconstruí-la é importante. É uma questão de orgulho nacional.”

Acontece que o redesenvolvimento de castas locais enfrentam problemas políticos, pois as novas diretrizes de rotulagem polêmicas lançadas pela União Europeia exigem que os vinhos sejam produzidos em assentamentos israelenses, enquanto que os palestinos reivindicam a propriedade sobre essas uvas.

Além do problema sobre a terra, outro questionamento reascende a briga entre israelenses e palestinos: a busca por recriar esses vinhos reafirma as raízes judaicas da região.

“Como sempre acontece com os israelenses, eles declaram que o falafel, o tahini, o tabule, o homus e agora as uvas jandali são produtos de Israel”, reclama Amer Kardosh, diretor de exportação da Cremisan. “Gostaria de informá-lo que esses tipos de uva são totalmente palestinos e crescem em vinhedos palestinos”, disse ele por e-mail.

Para o viticultor, Ido Lewinsohn as uvas estão puras de qualquer influência política. “Não são israelenses; não são palestinas. Pertencem à região – e isso é algo bonito”.

Em Israel e na Cisjordânia foram descobertos lagares que datam de tempos bíblicos, mas a produção de vinho se tornou ilegal porque os muçulmanos não permitem o consumo de bebidas alcoólicas. Então desde o século VII, quando eles conquistaram a Terra Santa, a produção de vinho foi paralizada.

Hoje há 350 vinícolas em Israel, elas produzem juntas cerca de 65 milhões de garrafas por ano e agora os pesquisadores tentam criar um DNA para os vinhos israelenses. Com informações O Globo

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O caminho da oração

“[…] Porém venho derramando minha alma perante o SENHOR”. 1Samuel 1:15b

por Paulo Ulisses-gospelprime-

 

O caminho da oração

O episódio de Ana é muito conhecido por toda a igreja, mas com certeza há muitas lições que podemos extrair desse texto tão rico. Devoção, fé, convicção são algumas das qualidades dessa mulher, que tão fervorosamente buscou uma benção da parte de Deus: A maternidade. Vivemos numa sociedade onde a taxa de natalidade é altíssima, de forma que tem se tornado cada vez mais raro, nos deparar com a situação de que uma mulher, não possa engravidar.

Quando vemos um casal que não têm filhos e procuramos saber o motivo, geralmente escutamos que ambos querem simplesmente esperar mais um pouco para “aumentarem a família”. Mas em contraste com nosso tempo, esse costume quase não existia na época em que viveu a jovem Ana. Naquele período, a fertilidade era vista como uma benção de Deus, e os casais buscavam ter o máximo de filhos que podiam.

Outro fator que intensifica essa questão, é que naquele tempo, a poligamia era aceita, como era o caso de Elcana que tinha duas mulheres, o que permitia que o homem tivesse ainda mais filhos, porém Ana era estéril, o próprio Deus havia cerrado sua madre (v. 5), algo que abatia muito sua alma, provocando demasiado sofrimento a ponto de ela ter seu apetite roubado e sofrer profunda depressão.

De tempos em tempos, Elcana subia a casa do Senhor para o adora e prestar sacrifícios, e suas esposas iam com ele. A esposa por nome Penina, sendo mãe de dois filhos pensava de acordo com sua cultura, que o fato de ser mãe configurava ser a mulher, abençoada por Deus, logo a dificuldade de ter filhos era vista como o sinal de rejeição da parte do Senhor, por algum pecado que ela teria cometido. Quando se encontravam, Penina escarnecia da situação de Ana, o que a entristecia ainda mais.

Percebendo isso, seu marido dava a Ana uma porção dobrada quando sacrificava ao Senhor, tentado dessa forma diminuir sua dor através de uma expressão de afeto exclusiva, mas de nada adiantava. A escritura não aponta com clareza, mas através da narrativa, percebemos que essa situação se repetia por muito tempo, e não suportando mais tamanha aflição, Ana recorre a Deus. Ela sobe ao templo para orar e derrama sua alma perante o Senhor. A partir destes versículos, perceberemos que a prece da serva de Deus se diferencia dos tipos de oração até então feitas na escritura.

Ao invés de manifestar expressões de seus sentimentos, ou tecer enormes discursos diante do SENHOR, o clamor de Ana é feito no mais profundo silêncio, de maneira tal, que era apenas percebido o movimento de seus lábios, mas nenhum som era ouvido (v. 13). A oração de Ana não está baseada em busca pelos argumentos certos, numa tentativa de cooptar o Altíssimo atender-lhe o desejo. Ela também não está direcionada a repetir alguma outra oração já feita por uma mulher que tivesse passado por esta situação, usando superstição para alicerçar sua fé, mas apenas derrama sua alma no altar do SENHOR, ela ora a Deus com seu coração.

A oração do coração se refugia em Deus através da fé, clama por socorro no íntimo do ser humano, no mais profundo da alma. Lá onde está o Espírito Santo nós nos conectamos a ele, e então gememos nossas frustrações, nossas dores, expressamos nossa agonia. Não nos preocupamos em maquiar nossas emoções para parecermos fortes diante do Rei, por que sabemos que ele nos sonda e nos conhece, e por ninguém pode ser confundido.

Eli, o sacerdote que estava no templo, vendo a cena não entendeu o que estava acontecendo com Ana, talvez por que não estivesse familiarizado com uma oração feita com tanta intimidade, e pensou que ela pudesse estar bêbada. As vezes nem todos entendem o que estamos passando, e menos ainda detectam que estamos em aflição tal, que nossa busca a Deus se torna tão profunda e intensa, que as demais coisas passam desapercebidas, e por isso nos atribuem negligência em certas áreas da vida.

Mas ainda sim, Ana não se afasta de seu propósito, não se desconecta de Deus, e após receber uma palavra de ânimo do mesmo sacerdote que a interpretou mal, ela finca sua fé em Deus. Ela sabia que a vontade de Deus, talvez não fosse favorecê-la, mas ainda sim estava disposta a manter seu coração com a chama da fé acesa, confiando no Deus que abençoa.

A oração deve ser muito mais do um simples diálogo com Deus, deve ser um exercício de fé. Um refúgio para nossos corações tão abatidos com os golpes que essa vida nos desfere. Um outro fator que torna a oração verdadeira é conhecer à quem estamos orando, ou seja, conhecer a Deus. Saber que o Senhor é nosso Pai celeste, e que ele nos ouve na hora da angústia, que Ele está literalmente dentro de nós, entrelaçado a nosso espírito, sentindo nosso medo, ouvindo nossos gemidos.

Devemos nos chegar ao SENHOR, em humildade de espírito, reconhecendo nossas limitações e imperfeições, mas exaltando a majestade de Deus. Orar também não é só falar, mas talvez seja através do silêncio de uma lágrima que são feitas as mais poderosas e verdadeiras orações. Que venhamos a repetir o que fez Ana, que possamos derramar nossa alma perante o Senhor, e que façamos isso não por simplesmente querer que nossas petições sejam atendidas, mas para que possamos estar cada vez mais ligados a Deus através da oração do coração.

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Ser evangélica não é bom para carreira artística, diz Mara Maravilha

Cantora quer se livrar de “estereótipo”

por Jarbas Aragão-gospelprime-

 

Ser evangélica não é bom para carreira artística, diz Mara Maravilha
“Ser evangélica não é bom para carreira artística”

Aos 47 anos, Mara Maravilha afirmou em entrevista à Rádio Jovem Pan que pretende se “reinventar” como artista. Sua participação no reality show “A Fazenda”, da Record, rendeu muitas polêmicas.

“Fiquei com o estereótipo de evangélica. É bom para o meu lado pessoal, mas como artista não é bom na essência”, desabafou. “Quero mais do que nunca mostrar que sou uma artista e que sei me comunicar com o público”, disse Mara que tem planos para o novo ano.

“Não priorizei muito televisão [nos últimos anos], fiquei meio alérgica à televisão. Acredito que em 2016 que vai ser propício para voltar para a TV com um produto papo reto. Eu quero a Mara polêmica”, asseverou durante entrevista para o programa Morning Show, nesta segunda (28).

Ao ser questionada sobre o que mais deseja fazer, garantiu: “O meu grande projeto é estar no teatro, contando histórias dos anos 80, sobre Angélica, Xuxa, Menudo…”.

Ela foi uma conhecida apresentadora de programas infantis nas décadas de 80 e 90. Também trabalhou como jurada em programas de talentos. A baiana, que teve uma carreira de sucesso no mercado gospel é fiel da Igreja Universal do Reino de Deus.

Durante sua mais recente aparição na TV, no último domingo no programa A Hora do Faro, da Record, a décima eliminada d’A Fazenda 8 revelou que vai ser mãe ainda no primeiro semestre de 2016.

Após o fim de seu segundo casamento, ela está namorando o ator Gabriel Gomes. Explicou que o casal pretende adotar uma criança em breve. A cantora afirmou que se sente grávida “emocionalmente e mentalmente”. Com informações UOL e Yahoo