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“A alma pode abandonar o corpo e observá-lo”, afirmam cientistas

Profile photo of Dan MartinsPor Dan Martins -gnoticias.com – em 14 de janeiro de 2015

“A alma pode abandonar o corpo e observá-lo”, afirmam cientistasUm estudo realizado por uma equipe de pesquisadores holandeses chegou à conclusão de que a alma das pessoas que passam por um estado de morte clínica abandona o corpo físico e pode observar nitidamente o que acontece em seu entorno.

Segundo o History Channel, os cientistas reuniram mais de 70 casos de pessoas que conseguiram relatar suas experiências durante o lapso em que estiveram clinicamente mortas e estabeleceram que a consciência pode viver além do cérebro, apesar de que o mundo tal qual o percebemos seja acessível apenas através dos sentidos físicos.

Um dos casos citados no estudo foi o de um paciente que ficou clinicamente morto por 20 minutos, após uma cirurgia cardíaca de alto risco e que, inesperadamente, voltou à vida. Segundo os cientistas, após sua ressurreição o paciente apresentou um relato preciso sobre as cenas que rodearam sua morte transitória.

Após analisar dezenas de casos como esse, a conclusão dos autores do estudo foi de que estes pacientes estiveram de fato conscientes e fora de seus corpos durante o estado de morte clínica. Do contrário, explicam os pesquisadores, não seria possível a eles descrever as cenas ocorridas durante sua morte clínica tamanha precisão.

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Lideranças do Islã incentivaram ataques na França, diz Malafaia

O pastor evangélico condenou os atentados e falou sobre a liberdade religiosa

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Lideranças do Islã incentivaram ataques na França, diz MalafaiaLideranças do Islã incentivaram ataques na França, diz Malafaia

Em seu Twitter o pastor Silas Malafaia comentou os atentados na Franças dizendo que a liderança do Islã no Qatar e Irã teriam incentivado as ações terroristas na revista Charlie Hebdo.

“Os atentados na França não foram produzidos por atos isolados, foram incentivados pela liderança do Islã no Qatar, Irã”, escreveu.

Malafaia contestava as afirmações de que o islamismo é uma religião de paz. “Se os líderes do Islã pregam a liberdade religiosa, por que as nações onde são religião oficial não permitem as outras religiões?”, questiona.

Em outro tuíte, o líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo lembra que em todos os países onde o islã é a religião oficial as demais crenças são perseguidas, controladas e cerceadas.

Defendendo a liberdade religiosa, o evangélico afirmou que não é possível impor uma crença para a sociedade. “Servir a Deus é um ato voluntário, Deus não aceita adoração imposta pelos outros, impor servir a Deus é um ato produzido por alienados.”

Malafaia acredita que as discussões religiosas devem ficar apenas no campo das ideias, mas que não devem se tornar em agressões físicas. “O que os camaradas do jornal Charlie Hebdo já publicaram satirizando Cristo e a Trindade, infinitamente superior sobre as de Maomé”, escreveu.

A publicação francesa tratava continuamente de assuntos políticos e religiosos, as sátiras chegavam muitas vezes a serem desrespeitosas colocando líderes e personagens religiosos em posições homoeróticas e outras situações vexatórias.

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Igreja Universal vende a Alliance Jet, sua empresa de táxi aéreo

Profile photo of Dan MartinsPor Dan Martins em 12 de janeiro de 2015 – gnoticias

Igreja Universal vende a Alliance Jet, sua empresa de táxi aéreoApós fechar sua gravadora gospel, a Line Records, em 2013, a Igreja Universal do Reino de Deus, denominação comandada pelo bispo Edir Macedo, decidiu também se livrar de sua empresa de táxi aéreo, a Alliance Jet.

Segundo informações do portal UOL, os três aviões da Alliance eram usados pelos bispos da igreja e também alugados a terceiros. A publicação destacou que não foram revelados os montantes envolvidos na venda e nem mesmo quem são os novos proprietários da empresa.

A Alliance Jet tinha um faturamento mensal que girava em toro de R$ 500 mil e esteve entre as empresas de Edir Macedo que foram investigadas no início da década de 90 pelo Ministério Público de São Paulo. O objetivo da investigação era verificar se o religioso e sua igreja estariam envolvidos em esquemas de “lavagem de dinheiro”.