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Kaká e Carol Celico reatam casamento

O casal ficou separado por mais de um mês, os motivos não foram revelados

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Kaká e Carol Celico reatam casamento
Kaká e Carol Celico reatam casamento

Na madrugada desta terça-feira (30) o jogador Kaká e a socialite Carol Celico postaram uma foto nas redes sociais mostrando que eles reataram o casamento.

Foram mais de 30 dias separados até que eles resolveram dar uma nova chance para o relacionamento que dura mais de 12 anos. Na legenda da foto Carol escreveu em inglês a frase “felizes para sempre” mostrando um momento de carinho entre eles.

O jogador copiou a mesma imagem e anunciou aos seus fãs de todo o mundo que eles estão juntos e que assim pretendem ficar para sempre.

Os rumores da separação foram difundidos na imprensa desde junho, mas ambos negavam qualquer tipo de crise no casamento até que em novembro uma pequena nota confirmou que eles estavam se separando. Inclusive as exigências judiciais a respeito da guarda das crianças foi publicada por sites e jornais de celebridades.

O casal e os dois filhos, Luca, 5 anos, e Isabela, 3, estão viajando para comemorar o Ano Novo e pelo Instagram mostram que estão juntos desde o Natal quando a família de Kaká e Carol Celico celebram o nascimento de Jesus em uma reunião íntima.

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Qual a graça desse Natal?

Profile photo of Raquel ElanaPor Raquel Elana em 21 de dezembro de 2014
Qual a graça desse Natal?Qual a graça do Natal? Natal este que para muitos será apenas mais uma celebração onde pouco ou nada, se viverá o amor de Cristo, onde os interesses estarão nos presentes, nas bebidas e nas festas de “confraternização”. Onde muitos vestirão uma capa de reconciliação para problemas que não serão resolvidos e conflitos que não serão perdoados na hipocrisia dos que planejam o mal na escuridão.

Qual será a graça deste Natal? Quando mesmo dentro das igrejas, irmãos que mal se falam, dirão que se amam pelo bem do ritual. As “irmãs” que disputam vestes, bolsas e sapatos mais caros, ignorarão o pobre mendigo que se estende na porta de suas casas e congregações, ou a irmãzinha mais simples que vem com o mesmo vestido no culto. Que graça terá este Natal, se os “pastores” em seus carros luxuosos, não terão tempo de saudar o mais simples irmãozinho, na grande celebração preparada para a glória e vitória de seus ministérios.

Qual a graça deste Natal, se nossos líderes e representantes nos cospem na cara o quanto a oferta do povo lhes proporcionou hotéis, viagens “missionárias” e a prosperidade divina.

Qual a graça deste Natal se o povo endividado, inflacionado e sofrido é levado a crer que precisa dar mais e mais para seus líderes para alcançarem “as bênçãos de Deus”.

Qual a graça deste Natal se agora mesmo no Brasil e fora dele, milhares estão chorando e sofrendo pelas mais diferentes circunstâncias: guerra, fome, doenças e injustiça. Não precisa nem sair da sua cidade que você vai encontrar algum pai de família pensando no que fazer para agradar seus filhos com o feijão básico, uma mãe desesperada sem leite para seus filhos e crianças chorando por brinquedos… Que graça teremos neste Natal?

Qual a graça deste “natal” se o Brasil enfrenta uma de suas piores crises morais e “econômicas”. A Petrobrás é apenas a ponta do iceberg. Mas, claro, a igreja prefere mais uma vez ignorar.

Você pode até fazer pecinha e cantata, mas a apatia que presenciamos no coração dos crentes não deixará que o verdadeiro Natal seja manifesto. Se eu fosse você, nem me preocupava pois depois da “cantata”, a fofoca e a briga entre irmãos vai continuar mesmo e mais um novo velho ano começará…. É, se seu coração não se quebrantar com a situação do mundo e do Brasil, não há muito mais o que falar, a não ser: Feliz Natal!

João respondia: “Quem tem duas túnicas dê uma a quem não tem nenhuma; e quem tem comida faça o mesmo”. Alguns publicanos também vieram para serem batizados. Eles perguntaram: “Mestre, o que devemos fazer?” Ele respondeu: “Não cobrem nada além do que foi estipulado”. Então alguns soldados lhe perguntaram: “E nós, o que devemos fazer?” Ele respondeu: “Não pratiquem extorsão nem acusem ninguém falsamente; contentem-se com o seu salário”.  Lucas 3:11-14

Tocai a trombeta em Sião e dai voz de rebate no meu santo monte; perturbem-se todos os moradores da terra, porque o Dia do SENHOR vem, já está próximo; dia de escuridade e densas trevas, dia de nuvens e negridão! Como a alva por sobre os montes, assim se difunde um povo grande e poderoso, qual desde o tempo antigo nunca houve, nem depois dele haverá pelos anos adiante, de geração em geração. Joel 2: 1-2

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Arábia Saudita decreta pena de morte para quem carregar Bíblia

Nova lei sobre literatura pode por fim ao cristianismo na região

por Jarbas Aragão – gospelprime

 

Arábia Saudita decreta pena de morte para quem carregar Bíblia
Arábia Saudita decreta pena de morte para quem carregar Bíblia

A Arábia Saudita é o “berço” do Islamismo, tendo em Meca a cidade mais sagrada desta religião. Já é proibido aos não muçulmanos entrarem naquela cidade. De modo geral, a perseguição religiosa só aumenta. Não há igrejas conhecidas e a maioria dos cristãos naquela nação são imigrantes estrangeiros.

Agora, o governo do país que já se diz regido pela lei sharia, anuncia modificações em uma lei sobre literatura. Isso poderá marcar o fim do cristianismo na região. O motivo é simples: está prevista pena capital para quem carregar Bíblias para dentro da Arábia. Ou seja, o que já era considerado contrabando, agora chega ao extremo. Não se pode comprar legalmente uma cópia das Escrituras por lá.

A missão Heart Cry  [Clamor do coração] divulgou em seu relatório mais recente que ao legislar sobre a importação de drogas ilegais, incluiu-se um artigo que aborda “todas as publicações de outras crenças religiosas não islâmicas e que tragam prejuízo”. Ou seja, na prática, entrar com uma Bíblia na Arábia Saudita será o mesmo que carregar cocaína ou heroína.

Segundo a lista publicada anualmente pelo Ministério Portas Abertas, em 2014 a Arábia Saudita figura como o 6º país que mais persegue cristãos.  A conversão para outra religião já era proibida na Arábia Saudita, punida com a morte. Mesmo assim, existem relatos crescentes que muçulmanos estão seguindo a Cristo após sonhos e visões.

O portal WND entrou em contato com a embaixada da Arábia Saudita para confirmar as mudanças na lei, mas a resposta oficial é que não haveria comentários. Por ser um importante parceiro comercial dos EUA, a Arábia raramente recebe cobertura negativa da imprensa.

O teólogo Joel Richardson, que tem escrito vários livros e produz documentários sobre o islamismo e o final dos tempos, afirmou: “Se os muçulmanos verdadeiramente tivessem confiança que sua religião é verdadeira, não teriam medo de pessoas que leem a Bíblia”.

Para ele, o decreto é uma prova que o governo saudita tem medo do impacto do cristianismo.  Produtor do documentário “End Times Eyewitness” [Testemunhas do Final dos Tempos], Richardson acredita que “Se eles estão matando pessoas por carregarem uma Bíblia, este é o cumprimento de Apocalipse 6:9″.