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PT comanda o processo de desconstrução da família, diz Marco Feliciano

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30/09/2014 – 18:20

Deputado usou o Twitter para apontar motivos para os cristãos não votarem em Dilma Rousseff.

por Michael Caceres

  • gospelprime

 

PT comanda o processo de desconstrução da família, diz Marco Feliciano
PT comanda o processo de desconstrução da família, diz Feliciano

O deputado Pastor Marco Feliciano, candidato a reeleição, usou sua conta no Twitter para fazer duras críticas contra o governo Dilma. Nesta terça-feira o parlamentar publicou uma série de tuites com motivos pelos quais cristãos não devem votar na candidata a reeleição.

“Dilma Rousseff prometeu proteger a família, mas está destruindo. O PT comandou o processo de desconstrução da família”, disse o parlamentar.

O líder evangélico lembrou que Dilma não cumpriu compromissos assinados durante a campanha de 2010. “Dilma Rousseff assinou carta em 2010 se comprometendo a não abordar temas polêmicos, mentiu”, disse Feliciano.

Considerado um dos políticos mais influentes das urnas em 2014, o deputado federal já havia anunciado que faria “dura oposição” à candidata do Partido dos Trabalhadores. Feliciano chegou a afirmar que apoiaria qualquer candidato que fosse para o segundo turno contra a petista.

Também anunciou que no segundo turno irá apoiar Marina Silva e chegou a sugerir que o candidato de seu partido, Pastor Everaldo, desista da corrida eleitoral para fortalecer o nome da candidata do PSB.

Em meio às críticas, Feliciano lembrou que Dilma prometeu não mudar a legislação sobre o aborto, não interferir em questões morais e prometeu se abster de enviar para aprovação ou sancionar projetos de lei que versem sobre a legalização do aborto ou casamento gay, não cumprindo nenhuma das promessas.

O parlamentar evangélico lembrou que Dilma falou recentemente que deve retomar o PLC122/2006. “Dilma Rousseff prometeu retomar o PLC122 caso seja reeleita, criminalizando a opinião contra a homossexualidade”.

Marco Feliciano também lembrou que em 2012 durante sua participação no Fórum Social de Porto Alegre, o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, falou sobre suas preocupações em relação a forma como os evangélicos conseguem controlar a classe C da população brasileira e prometeu planejar uma disputa ideológica com os líderes religiosos.

“O governo Dilma vem tentando proibir religião em centros de tratamento químico”, disse. “Dilma vem tentando instalar no país a ditadura petista por decreto, acabando com a democracia”, continuou.

Marco Feliciano criticou a fala da presidente-candidata Dilma Rousseff durante discurso da ONU, defendendo diálogo com os terroristas do Estado Islâmico e lembrou o passado comunista da candidata a reeleição.

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Silas Malafaia choca com imagens fortes e afirma: “Nem gays ou negros, quem mais sofre violência são os cristãos”; Assista antes que retirem do ar.

Avatar de Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas – gmais – em 30 de setembro de 2014
Silas Malafaia choca com imagens fortes e afirma: “Nem gays ou negros, quem mais sofre violência são os cristãos”; AssistaO pastor Silas Malafaia publicou um vídeo com imagens chocantes do assassinato de cristãos pelos terroristas do Estado Islâmico para alertar os fiéis da perseguição que acontece contra os seguidores de Jesus ao redor do mundo.No vídeo, Malafaia critica duramente a postura da presidente Dilma Rousseff (PT), que há dois anos discursou na Organização das Nações Unidas (ONU) e disse que existia no mundo um preconceito contra os muçulmanos.“Em 2012, a presidente Dilma esteve na abertura da [Assembleia Geral] da ONU  e na ocasião ela dá uma palavra dizendo que no mundo existe uma ‘islamobofobia’. Eu quero dizer que a presidente está um bocado, ou estava e continua um bocado equivocada. Desde aquela época, no mundo não tem um ‘islamofobia’. Tem sim, uma contrariedade com o radicalismo islâmico, não com as pessoas que tem a fé no islamismo. ‘Islamofobia’ não tem no mundo”, opina o pastor.Na sequência, Malafaia reproduz dados sobre a perseguição religiosa contra cristãos no mundo: “Em 2013, foram assassinados no mundo, 115 mil cristãos por causa da sua fé. Nenhum grupo social [sofreu perseguição como os cristãos]. Não tem homossexuais, negros, ninguém. O grupo social que teve o maior índice de violência contra eles foram os cristãos. Repito: 115 mil cristãos assassinados no mundo em 2013 pela sua fé”.

O pastor também comentou o discurso da presidente na Assembleia Geral da ONU este ano e, novamente, a criticou por não mencionar a perseguição contra cristãos nos demais países: “90% da nossa nação é cristã. A presidente Dilma esteve agora em 2014 na ONU. Em 2012, ela falou e defendeu o pessoal da fé islâmica. Em 2014 [no seu discurso] não tem uma palavra para falar da ‘cristofobia’ que é real e verdadeira no mundo. Não tem uma palavra da presidente da nação onde 90% dos brasileiros são cristãos”, lamenta Malafaia.

“Mas aí vem o pior: ela tem uma fala ambígua. Numa entrevista com jornalistas ela diz que [com] os terroristas do Estado Islâmico não deve haver confrontação, e sim diálogo. Gente, deixa eu falar uma coisa pra vocês: o Estado Islâmico não é uma nação. É um grupo terrorista dos mais cruéis que assassina cristãos na Síria e no Iraque, cometendo genocídio, tanto é que as nações do mundo, numa coalizão, querem combatê-los. Com terrorista assassino não tem diálogo, tem enfrentamento. Lamento a omissão da fala da presidente Dilma com os assassinatos em massa de cristãos em 2013”, dispara o pastor.

Em sua conclusão, após mostrar cenas fortíssimas do assassinato de cristãos em países onde os radicais islâmicos atuam, Silas Malafaia protesta contra a candidatura de Dilma à reeleição: “Essa mulher, nem pra ganhar para síndico de prédio merece, que dirá para presidente da nação onde 90% da população é cristã. Isso é uma afronta, uma vergonha. Onde é que estão os líderes evangélicos e católicos?”, questiona.

Assista ao desabafo do pastor Silas Malafaia: O vídeo original foi retirado do ar pelo PT, segundo Silas Malafaia.  cópia a seguir foi obtida pelo site Gmais

httpv://www.youtube.com/watch?v=z5nxqY2EVw8

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Pastor diz que ‘Jesus era uma pessoa anti-religião’ e que o cristianismo não é uma religião

Ed Young afirma que chamar Jesus de “Bom Mestre” é intelectualmente desonesto

PorMelissa Barnhart | Repórter do The Christian Post tradutor Alexandre Correia
  • oração
    (Foto: Reuters)
    Jovem cristão orando em igreja dos EUA.
O sermão de Young era parte de sua série atual de mensagens intitulada “Mythbusters” (uma alusão ao programa de TV “Caçadores de Mitos”), que ele tem usado para esclarecer de maneira bíblica noções preconcebidas sobre Deus, que a sociedade tende a manter como verdadeiras. Ao falar sobre religião, Young enfatizou que Deus não quer que seus seguidores sejam religiosos, ao contrário do que as pessoas pensam.

“Existem algumas semelhanças entre as religiões do mundo, porque todas fazem reivindicações exclusivas, mas Jesus diz em João 14:6″: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém chega a Deus, senão por mim”. “Portanto, chamar Jesus apenas de ‘um bom professor’ é ser histórica e intelectualmente desonesto”, afirmou Young.

Ele ainda acrescenta: “O que separa o Cristianismo das outras religiões é o fato de que na verdade não é uma religião. Jesus era a pessoa mais anti-religião que já viveu. Religião é um conjunto de fazer e não o fazer criado pelo homem a fim de agradar Deus”.

Ed observou que religiões do mundo são diferentes do cristianismo quando se trata de salvação, a condição humana, a sua história e reivindicações.

Hinduísmo, segundo ele, é sobre a noção de carma, enquanto o Budismo é “um desdobramento” do hinduísmo, em que o que objetivo é alcançar o nirvana. Young também explicou que essas religiões orientais são consideradas esotéricas, ou seja, suas filosofias são baseadas em olhar para dentro de si.

Por outro lado, as religiões ocidentais, como o judaísmo, o islamismo e o cristianismo são exotéricas, pois “Deus se revelou a partir do exterior através da natureza e também por meio de um livro de confiança”, explicou Young.

“Os judeus não estão preocupados com a vida após a morte, eles estão esperando o Messias para dar-lhes de volta a sua terra e o domínio sobre a terra. É muito histórica, é uma religião baseada em obras”, disse Young.

Ele acrescentou: “O Alcorão foi escrito 580 anos depois da Bíblia, é basicamente uma cópia grosseira do Antigo Testamento. Eles seguem os cinco pilares do Islã e dependendo de quão bem você seguir os pilares, você pode ser punido ou ir para o paraíso eterno. É um jogo de expectativa”.

Para ilustrar seu ponto de vista, Young contou uma anedota de um homem prestes a afogar-se no mar, que se recusou a ajuda de um salva-vidas porque ele queria ser salvo por sua própria força, através de seus próprios esforços. Young também falou sobre outro homem na mesma situação difícil, que permitiu que o salva-vidas o ajudasse, assim que ele percebeu que não conseguiria.

“É assim que muitas pessoas religiosas são”, disse Young, “pois muitos tentam fazer o bem por conta própria, com a esperança de que eles vão conseguir o objetivo final de sua religião. No entanto, a diferença em seguir Jesus em relação ao islamismo e judaísmo é encontrada na Bíblia que diz: [o seu] bom não é bom o suficiente”, disse Young.

“Na religião está escrito”, fazer “enquanto o cristianismo está escrito ‘feito’ porque o trabalho foi realizado, o preço foi pago, porque Cristo fez algo por nós que jamais podemos fazer por nós mesmos”, aponta Young. “Deus colocou em prática esse plano engenhoso. Fez com que Jesus fosse homem e Deus, e Ele fez duas coisas: Ele cumpriu perfeitamente a lei, sem pecado e Ele tomou o castigo na cruz por seus pecados e os meus”.