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Evangélica se emociona ao ver papa Francisco segurar sua filha no colo, mas diz que não mudará de religião

Ela não pretende mudar de religião, nem influenciar a escolha da pequenina

de 1 ano e 8 meses

Por Maria Carolina Caiafa | Correspondente do The Christian Post

A pequena Izadora, de um ano e oito meses, foi uma das crianças, que foi abençoada pelo papa Francisco, durante seu desfile pelas ruas do centro do Rio de Janeiro (RJ), na segunda-feira (22), quando o líder da Igreja Católica chegou ao Brasil para celebrar a Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Sua mãe, Thaís Albuquerque Ramos, é evangélica e ficou comovida com a cena da filha nos braços do pontífice.

  • Izadora e Thaís Albuquerque Ramos
    (Foto: Facebook/Thaís Albuquerque Ramos)
    Thaís Albuquerque Ramos com sua filha Izadora, que foi abençoada pelo papa Francisco no Rio de Janeiro (RJ).

“É muito emocionante. Não sei explicar a sensação. As minhas pernas começaram a tremer”, disse a mãe, chorando, à reportagem do jornal Folha de São Paulo.

Thaís acompanhava uma amiga católica, quando foi surpreendida com o pedido do papa para segurar a menina. A jovem afirmou que se sente “grata”. No entanto, não pretende mudar de religião, nem influenciar a escolha da pequenina Izadora.

Francisco solicitou que os seguranças levassem a criança até ele. Em seguida, levantou a menina, a beijou e a abraçou, na esquina da rua Araújo Porto Alegre com a rua México. O mesmo aconteceu com diversos pequenos peregrinos durante o trajeto.

“Minha amiga falou pra gente ficar pertinho do gradil para quando o papa viesse eu levantar minha filha”, lembrou Thaís.

Após a cena, peregrinos quiseram tocar e fotografar a criança, que virou símbolo de “boas vibrações”. Izadora adormeceu, em seguida, no colo da mãe.

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Segundo informações da Folha, Thaís vive em Pavuna, na zona norte do Rio de Janeiro (RJ). Ela trabalha como cabeleireira e diz que passa por um momento de crise no casamento.

Ela contou ainda que deixou o marido em Brasília (DF) há cerca de um mês para voltar a morar com o pai no Rio. Em seu espaço no Facebook, a mãe demonstra o amor pela filha em uma coletânea de fotos da pequena.

Nesta quarta-feira (24), papa Francisco foi a Aparecida do Norte, no interior de São Paulo (SP). Ele celebra uma missa no Santuário Nacional de Aparecida, com 12 mil lugares para os fiéis e 3 mil para autoridades e religiosos.

No início da noite, ele retorna à cidade maravilhosa, onde vai inaugurar um centro de tratamento de usuários de crack no hospital da Tijuca, na zona norte.

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Drag Queen chora em culto de pastor ‘ex-gay’ no programa A Liga da Band

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

Nesta terça-feira (23), o programa A Liga da Band esquentou com a presença de um pastor ex-homossexual e uma Drag Queen. O programa colocou os dois lado a lado, promovendo uma conversação e convívio entre eles, num processo que deve ter marcado suas vidas.

  • pastor robson
    (Foto: YouTube/Band A Liga)
    Pastor ex-gay Robson
O missionário e pastor Robson viveu uma vida de homossexual mas diz que foi libertado com a ajuda de Jesus e é casado há 16 anos. Já Walter, a drag queen, vive desta maneira há 13 anos, dentro da personagem Tchaka.

No programa, Walter vai para o culto do pastor, onde ele conhece o religioso que testemunha que assim como ele, foi gay, sofreu bullying e teve envolvimento com drogas.

“Eu estava tão triste, eu tava na rua, me chamavam de gay, mulherzinha, mariquinha e bichona. Hoje não. Homem de Deus, pregador da palavra, profeta, missionário. Onde abundou o pecado, superabundou a graça”, prega Robson.

Durante a pregação, a Drag Queen se posiciona de maneira firme rebatendo todas as afirmações do pastor sobre a homossexualidade ao apresentador do programa que foi junto com ele. 

Entretanto, até certo ponto da pregação sobre libertação contra o pecado, incluindo a homossexualidade, Walter aparece emocionado, tentando conter suas lágrimas.

“Deus me batizou com o Espírito Santo, porque Ele é o Senhor da vida. Ele liberta gay, Ele liberta homossexual, Ele liberta Drag Queen, Ele liberta travesti, Ele liberta quem Ele quiser”, prega o pastor ex-gay em alta voz.

Depois de se conter e já mostrando estar desconfortável com a pregação, Walter rebate: “Deus não precisa me libertar. Eu já sou livre. Livre, completamente livre.”

Entretanto, no momento em que os feis vão para frente do palco louvar a Deus com o pastor, a drag queen não aguenta e suas lágrimas começam a cair de seus olhos. Perguntado se ficou emocionado, ele responde: “Me emociona a fé que as pessoas têm.”

Depois disso, Walter é convidado a passar um tempo na casa do pastor e sua família. Em troca, o pastor depois também vai para a casa da drag queen e mantém um tempo de convívio com ele e sua família.

Até o fim do programa, tanto Walter quanto Robson se posicionam firme em suas verdades e Walter não muda sua opinião, dizendo que não acredita que pode mudar a sua sexualidade.

Após um bom convívio e momentos tensos e polêmicos na casa tanto de um como de outro, os dois se despedem abençoando um ao outro e compartilhando orações.

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Arcebispo de Canterbury fala sobre orar em línguas: ‘apenas vem’

Por Nicola Menzie | Repórter do The Christian Post tradutor Amanda Gigliotti

Justin Welby, o novo Arcebispo de Canterbury, compartilhou recentemente seu testemunho com a imprensa e disse que nem todo “verdadeiro cristão” precisa ter uma experiência de conversão pessoal e que, para ele, falar em línguas é rotina.

  • canterbury
    (Foto: Reuters)
    O Arcebispo de Canterbury Justin Welby fala na Assembly Hall of Church House em foto de 2012.
  • “É apenas uma parte da rotina de disciplina espiritual – você escolhe falar e você fala uma língua que você não sabe. Apenas vem,” disse Welby em uma entrevista com o Telegraph.

Falar em línguas, ou “glossolalia”, não é abraçada por todos os cristãos, pois alguns acreditam que a habilidade de falar em outras línguas humanas ou uma oração inteligível foi inspirada pelo Espírito Santo somente entre os cristãos do primeiro século da igreja.

“Há uma variedade incrível de maneiras em que o Espírito trabalha. Não importa como você recebe. Realmente importa muito onde você está.”

Welby disse que sua própria experiência de conversão pessoal ocorreu em 12 de outubro de 1975, enquanto orava com um amigo cristão na faculdade. Até um ponto em que ele “vagamente assumiu que havia um Deus,” mas que não “acreditava” e “não estava interessado nisso”.

Casado e pai de cinco (um sexto filho morreu em um acidente de carro), explicou que em meio a oração ele sentiu “uma clara sensação de algo mudando, a presença de algo que não existia antes em minha vida.”

“Desesperadamente envergonhado que isso tinha acontecido,” o então jovem de 19 anos, Welby, pediu ao seu amigo para manter isso em segredo.

O chefe da Comunhão Anglicana mundial disse ao jornal The Telegraph que era devido à graça que ele ficou comprometido com sua decisão de seguir a Jesus Cristo. “É a graça. A graça é uma realidade. Sentimentos são efêmeros”, disse ele.

A entrevista em profundidade com Welby também fala sobre sua origem judaica alemã, sua vida de oração, e, como afirma o relatória, como ele pretende “encontrar novas formas para que este país, apesar da idade secular, possa mostrar fidelidade a Deus novamente.”

Welby foi anunciado o arcebispo de Sé de Canterbury em 9 de novembro de 1992. Ele oficialmente assumiu o seu posto em 4 de fevereiro de 2013, e foi empossado em 21 de março de 2013. Ele sucedeu Dr. Roman Williams.