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Deputado pederasta volta a atacar cristãos

Jean Wyllys nega atacar cristãos e chama ‘homens de Deus’ de mentirosos

Por Giana Guterres | Correspondente do The Christian Post

Na última quinta-feira, 14 de março, o deputado postou um texto em sua coluna com o objetivo de se defender de atacar cristãos. No artigo, ele diz que se levantaram difamadores contra o seu trabalho e acusa “homens de Deus” de inventarem mentiras contra ele. A polêmica acontece após a eleição do deputado pastor Marco Feliciano para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias.

  • jean-wyllys

    (Foto: Divulgação)

    Deputado e ex-BBB, Jean Wyllys, do Partido Socialista.

O debate começou após uma suposta notícia do Jornal do Brasil em que o deputado Jean Wyllys estaria criticando os evangélicos. Durante uma entrevista à TV Câmara, em 2011, Jean falou que o casamento homoafetivo não pode ir a plebiscito pelo fato da população brasileira não ser bem informada.

Acusado de incitar o preconceito contra cristãos, ele se manifestou em sua coluna no site IG. “Mais uma vez se levantam difamadores contumazes com suas mentiras, que jamais são provadas, para colocar a população contra a luta pelos direitos humanos de grupos historicamente difamados”, escreveu.

“Não me espanta que criminosos (difamação é crime), disfarçados de “homens de Deus”, criem essas mentiras. Quando me referi a quem me ameaçou de morte como “fanático e doente”, por ter expressado seu fanatismo religioso em suas ameaças, muitos difamadores aproveitaram a oportunidade para dizer que isto se refere a todos os cristãos, abusando da inocência de quem em neles acredita. Espanta-me que exista gente disposta a acreditar e compartilhar, sem sequer procurar a fonte do que eu supostamente disse, e fazendo todas as afirmações possíveis sobre tudo o que jamais foi dito”, acrescentou.

Ele conquistou a antipatia de evangélicos – com declarações contra cristãos conhecidos, entre eles pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano e a psicólogaMarisa Lobo – mas também de católicos quando criticou a postura de líderes como o papa emérito Bento XVI contra o casamento homoafetivo.

Ativistas gays e cristãos estão debatendo nas redes sociais desde a escolha do deputado Marco Feliciano. “Sabia q Jean Wyllys ofendeu os cristãos e declarou guerra?”, postou Silas Malafaia em seu Twitter. Já Marisa Lobo, escreveu no microblog: “O Dep @jeanwyllys_real está me ameaçando com cadeia? por estar divulgando um vídeo de 1 entrevista sua q diz claramente q somos ignorantes?"

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Apesar de negar ofensa aos cristãos e frases atribuídas a ele, Jean Wyllys, fez diversas declarações em suas redes sociais. “A indignação pela tomada da CDHM por fundamentalistas homofóbicos, racistas e exploradores mercantis da fé não é só minha: é de quase todos!" postou.

“O jogo sujo que eles vêm fazendo, graças ao dinheiro obtido com a exploração mercantil da fé dos pobres, tem o objetivo claro de calar”, escreveu ainda. “Além de me caluniar descaradamente, ganhando adesão acrítica e cega dos que lhe dizem ‘amém’, o criminoso faz uso indevido do nome da CBN”, rebateu também no seu Twitter.

Jean Wyllys ainda criticou portais evangélicos, acusando um deles de ser mantido com dízimo e que por isso não traria nenhuma verdade sobre o deputado.

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Marco Feliciano renunciou – veja o vídeo e compartilhe

Página Inicial » Política

18/03/2013 – 14:34 – Atualizado em 18/03/2013 – 14:37

Vídeo irônico mostra “guerra espiritual” entre ativistas e pastor.

por Jarbas Aragão

Marco Feliciano renunciou

Marco Feliciano renunciou

Depois de várias denúncias contra o deputado pastor Marco Feliciano, protestos em frente a igrejas onde ele pregaria, matérias de grandes jornais e revistas, exigências e abaixo-assinados pedindo sua renúncia surtiram efeito.

Um vídeo anunciando que ele renunciou foi postado pelo atual presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Embora a maioria das manifestações se apresentavam com um caráter apenas “ético e político”, parece que o outro lado dessa questão não teve muito espaço na mídia.

No vídeo de pouco mais de oito minutos, publicado pelo pastor em sua conta no Twitter, há uma colagem de imagens e matérias de TV mostrando quem seriam as pessoas que estão por trás dos pedidos de cassação e os motivos para isso.

Obviamente, são ativistas ligados à militância de movimentos LGBT, muitas delas identificadas pelo nome. Pessoas como Toni Reis, Fabio Jesus, Jean Wyllys e outros desafetos são mostrados em cenas que, segundo o material, revelam o aspecto espiritual do confronto. Existem várias manifestações das crenças dos ativistas e a ênfase de que há um confronto que vai “além do que os olhos podem ver”.

Além disso, são exibidas manchetes de casos de violência entre homossexuais, tentando lembrar que muitas vezes eles são vitimas de seus próprios parceiros. Assim como tem feito o pastor Silas Malafaia, Feliciano tenta mostrar de como é feito o financiamento público na produção e distribuição de material defendendo e incentivando as relações homossexuais e o aborto. O material foi compartilhado centenas de vezes nas redes sociais por evangélicos nos últimos dois dias.

A “renúncia” em questão não é da presidência da Comissão, mas o que Feliciano acredita ser muito importante, sua renuncia a ter “privacidade… noites de sono tranquilo… momentos com a família”.

Curiosamente, o vídeo surge logo após o pastor Malafaia defender Marco Feliciano novamente em seu programa de TV no sábado (16) e tentar mostrar que grande parte desse movimento é orquestrado pela esquerda brasileira (leia-se PT) que com isso, tira atenção da mídia para o fato de dois deputados petistas condenados no caso do mensalão terem assumido cargos na Comissão de Constituição e Justiça, a mais importante da Câmara.

Assista:

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Evangélicos pedem a cassação de Jean Wyllys

 

Deputado defensor da comunidade LGBTT atraiu a fúria de católicos e evangélicos.

por Jarbas Aragão

  • O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) ficou famoso nacionalmente após ter vencido um reality show se declarando gay num dos programas de maior audiência da TV brasileira. Eleito deputado com apenas 13.016 mil votos, começou uma campanha na Câmara para que leis como a PL 122 fossem aprovadas, tentando dar fim ao que classifica de “homofobia”.

    Desde que assumiu essa postura, teve diversos embates públicos com os políticos que discordavam dele e de suas propostas, em especial os membros da bancada evangélica. Após a entrevista de Malafaia no SBT e a eleição de Marco Feliciano para presidir a Comissão de Direitos Humanos, Wyllys passou os últimos meses atacando constantemente os posicionamentos dos cristãos, em especial nos debates sobre a comunidade LGBT.

    Não apenas os evangélicos, pois conseguiu angariar muita antipatia entre os católicos depois de ter criticado no Twitter o que ele chama de “fundamentalistas”, incluindo nesse grupo o papa Bento 16 quando este se pronunciou contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

    Nas últimas semanas surgiram campanhas nas redes sociais pedindo a cassação do mandato de Jean Wyllys. Segundo as imagens reproduzidas milhares de vezes no Facebook com frases atribuídas ao deputado, a principal indignação dos evangélicos é sobre o que Wyllys teria dito sobre a pedofilia.

    De um e-mail atribuído a ele e divulgado pelo filósofo Olavo de Carvalho, retirou-se a frase“Defendo, sim, o direito de qualquer pessoa poder dispor do seu corpo da forma que bem entender – inclusive as crianças, pois estas têm as mesmas necessidades que os adultos e não são propriedades de ninguém”.

    A outra frase seria de uma entrevista dele à Rádio CBN também defendendo a pedofilia. Porém, o deputado nega ter dado tais declarações.

    Como recentemente duas petições online contrárias a pastores foram bastante debatidas no Brasil, aparentemente grupos de evangélicos decidiram usar a mesma “arma virtual”. Depois de o site Avaaz ter deixado no ar uma petição pela cassação do registro de psicólogo de Silas Malafaia e retirado a petição que o apoiava, surgiu uma outra petição onde o alvo era impedir que o deputado pastor Marco Feliciano fosse presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

    Agora surgem movimentos de cristãos repetindo quase os mesmos argumentos que ele usou para pedir a cassação de Marco Feliciano: a quebra no decoro parlamentar.

    O abaixo-assinado colocado no site Petição Pública diz:

    “Exigimos a cassação do deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) por falta de Decoro Parlamentar e transgressão a carta magna da Constituição Federal Brasileira, em específico ao Art 5º IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato.
    Esse deputado vêm, com frequência, agindo de forma heterofóbica e contra a família brasileira, através de projetos de leis imorais que visam destruir a família brasileira, a moral e os bons costumes.

    Não podemos aceitar que algo desse tipo seja praticado em nossa sociedade e que os deputados como o Jean Wyllys usem de seu poder e autonomia para perseguir, destruir , desmoralizar e arrazoar com a família brasileira e pessoas de bem.

    Após repetitivos ataques contra o povo brasileiro, à igreja e contra qualquer um que se oponha às exigências feitas pelo deputado, pela falta de respeito para com a família brasileira e pela apologia que ele tem feito de uma “liberdade” que fere vários incisos da nossa Constituição, nós pedimos a cassação do deputado Jean Wyllys”.

    Outra iniciativa similar foi postada no site Change [mudança], que tem versão em português.

    Na página pode ser o lido o seguinte texto:

    “A sociedade brasileira se mostra, por meio desta petição ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados, cansada da quebra de decoro do parlamentar Jean Wyllys que publicamente demonstra e incita o desprezo à partes da sociedade do nosso país e à democracia. Por diversas vezes, o deputado fez comentários contrários à Constituição Federal, ofendendo cidadãos brasileiros que divergem de sua limitada visão de mundo. Realizou ataques pessoais e a grupos, com intuito de se autopromover, desrespeitando o preceito básico do bom senso.

    Um Deputado Federal é um representante do povo, e deve fazer essa representação de uma forma homogênea e não colocando uma parte da sociedade contra a outra como esse senhor vem fazendo na sua incessante busca da dualidade entre religião e sexualidade, como visto em seções públicas na Câmara”

    Sites evangélicos anunciaram esta semana que Jean Wyllys estava declarando “guerra  ao cristianismo”. Curiosamente, alguns desses sites tiraram tais afirmações do ar pouco mais de 24 horas depois.

    Com informações de Brasil Wiki, Mídia Sem Máscara e Facebook.

    *Lembrando que não há provas da entrevista de Jean Wyllys à Rádio CBN. Em momento algum afirmamos que as frases são do referido deputado, apenas noticiamos a campanha por sua cassação