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Os Illuminati e a Igreja

 

 

Todos nós sabemos que desde os tempos antigos existiram imperadores, muitos dos quais foram homens tomados de uma ambição desumana que extrapolou toda e qualquer sensibilidade ou compaixão. Vivendo e sendo guiados pela ânsia nua e crua de poder, esmagaram os povos que se opuseram a eles: Alexandre, o Grande; os Césares; Gengis Khan; Napoleão. E até aqueles que, sem ser imperadores, agiram como tal, a exemplo de Adolf Hitler. Esses estadistas ceifaram a vida de multidões como grama para alcançar seus objetivos de poder, em grande parte insanos. A gana por ter nas suas mãos o destino dos povos assegurou a muitos deles um lugar de infâmia na História do mundo.

Ambição é uma constante humana. Em todos os tempos, e em todos os níveis, houve quem quisesse agregar para si poder sobre os outros. Esse poder confere a quem o detém quase que o status de semideus, pois projeta o sentimento do ambicioso para além da condição de mero mortal.

Mas o tempo de ditadores já passou, claro. Vivemos num planeta mais civilizado. Bem… será? Será que não sobrou quem queira dominar o mundo? Será que esse impulso satânico deixou de existir? Afinal, será que todos já aprenderam que querer domínio global é uma ambição fadada ao fracasso e à destruição? Claro que homens da laia de Hitler são coisa do passado! Claro que não existem mais figuras como essas! Na realidade, infelizmente não é bem assim. Sabemos que há líderes tribais na África que sequestram crianças, forçando-as a se tornarem assassinas – até da sua própria família. De metralhadoras nas mãos, e com apenas 11 ou 12 anos de idade, são transformadas em monstros. Liderando essas milícias há homens desprovidos de qualquer noção de humanidade. Não só na África, mas entre as FARC e, por que não dizer, nas favelas dos centros urbanos da nossa própria nação.

Sabemos mais: há companhias que produzem alimentos que sabidamente contêm elementos cancerígenos. Coincidentemente (ou não?), são as mesmas companhias que fabricam os medicamentos que tratam os cânceres que esses aditivos provocam. “Mas isso é loucura!”, poderíamos pensar. “É fruto de um devaneio doentio. Imagine se alguém seria tão cruel e desumano ao ponto de causar doenças só para aumentar a sua fortuna pessoal. Não! Pessoas assim não existem”.

Histórias dessa linha, as que falam de conspirações, cartéis, Illuminati, barões em castelos tramando contra a humanidade… são obras de ficção. Bobagem! O mundo está um caos, isso sim. Está tudo uma grande bagunça. Claro que existe um diabo que quer matar e destruir, mas isso não acontece em larga escala. No máximo ele quer que eu traia a minha esposa ou que eu perca os meus filhos para uma vida de pecado. O resto foi inventado para servir de roteiro em Hollywood. Sim, podemos pensar tudo isso.

Todavia, revoluções criadas pelo mercado do petróleo, experiências com novos remédios em vilarejos inteiros na África, cartéis de tráfico de diamantes que escravizam populações, crédito bancário que mantém os trabalhadores deste mundo num estado perpétuo de escravidão, seres humanos mantidos em regime escravo, tráfico de drogas, safras transgênicas, conspirações de revolução social mundial… essas coisas existem. Por trás de cada uma delas há pessoas que tomam decisões. Que têm noção do que estão fazendo. Há gananciosos que não enxergam o custo em vidas humanas como algo que importa. O seu interesse é tão cruel como o de um Hitler ou um Gengis Khan. Não usam espadas para esquartejar as suas vítimas. Usam computadores. Números. Marqueteiros e fundações. Mas seus métodos são tão cruéis como. Só que os tais não aparecem. Pois temos sido doutrinados a aceitar tudo isso como absolutamente “normal”.

Assisti ao filme Super Size Me – A dieta do palhaço, sobre um homem que decidiu viver por trinta dias alimentando-se apenas de fast food. De manhã, à tarde e à noite, ele consumiu apenas os hambúrgueres, as batatas fritas e os refrigerantes de uma conhecida cadeia internacional de lanchonetes. O filme mostra que ele quase morreu. Provou que fast food é veneno. Só que, em vez de causar uma debandada geral deste hábito tão “normal”, o filme virou cult – algo para ser visto por excêntricos que acreditam nessas “bobagens” de conspiração. Afinal, ninguém nos prejudicaria e, certamente, o governo não permitiria que nos fizessem mal assim, não é?  O pior que os nossos governantes fazem é roubar um pouco do nosso dinheiro. Jamais nos fariam mal. Será?

Porque… e se for verdade? Que sentido tem a vida? O que estamos fazendo aqui? Qual é o papel da Igreja face a todo esse mal sistêmico? Vamos mudar o mundo? Empunhar cartazes? Defender uma alimentação macrobiótica? Deixar de consumir comida industrializada? Mudar para o campo e sobreviver comendo broto de feijão e tecendo a nossa própria roupa?

Certamente o caminho não é esse. Mas a verdade é que a Igreja vive enamorada pelo mundo. Curtimos ver dois brutamontes entrarem numa jaula (no eufemismo, o “octógono”) e se surrarem até que um caia ensanguentado e semiconsciente. “É esporte”, defendem os adeptos. Consumimos a crédito hipotecando nossos futuros e fazendo com que nossa força vital seja sugada por bancos. Escravos do sistema, nos fazemos amigos do mundo. O próprio “evangelho” tem se oferecido a serviço deste mundo. Com promessas de prosperidade e alegria, vivemos numa “festa da virada”. Afinal, Deus nos fez cabeça e não cauda. Vamos às compras. Vamos ao shopping. Vamos fazer um evangelismozinho de vez em quando, porque, afinal, “Jesus merece”. Mas não sejamos radicais. Pega leve. Deus nos criou para gozar das coisas boas da vida.

E, como a grama, nossa saúde, nosso futuro, nossa mente, tudo é ceifado pelos que lucram às custas do mar da humanidade. Pior: há quem esteja servindo este mundo em nome de Deus. Sim, pois há os que, para saciar sua ânsia por poder, satisfazem os anseios do povo e oferecem a versão “gospel” de tudo o que o mundo já oferece na sua versão “ímpia”. Só que não importa o nome que damos a um copo de água poluída, aquilo continua a ser nocivo. Não importa o nome que damos à indústria de entretenimento, ainda assim consumirá nossa mente e nosso tempo.

Paulo disse: “Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus. Portanto, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor.” (Ef 5.15-17)

Os dias são maus? Você realmente acredita nisto? Ah, meu caro, minha cara, como são! Não estamos em festa. A realidade é outra. Os bárbaros põem a mesa com sangue humano. Devoram os fracos. Agregam poder. E a Igreja? Embriagada pelo “vinho” desta geração, anda dissoluta, perdida, e sua fé é inoperante e infrutífera. Os anjos choram. As trevas avançam. Quem levantará os olhos para o único que pode nos salvar? Quantos vão parar e começar a pensar, orar e estudar as Escrituras? Quem se habilita a ser luz entre as trevas?

Na paz,
+W

Bispo Walter Mcalister

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Riesgo de un conflicto bélico de Irán con EEUU e Israel

Informe de la ONU

 

Riesgo de un conflicto bélico de Irán con EEUU e Israel

La evidencia de avances del programa nuclear de Irán aviva el riesgo de un ataque de Israel o EEUU. La ONU posee información de que Teherán ha elevado su capacidad de enriquecer uranio.

25 DE AGOSTO DE 2012, EEUU

La posibilidad de una acción militar contra Irán, incluso antes de las elecciones norteamericanas, ha aumentado considerablemente tras la revelación de nuevos datos que parecen probar que ese país ha aumentado la producción de combustible nuclear que podría ser utilizado para la construcción de armas atómicas. Estados Unidos sigue creyendo que ese peligro no es todavía inminente, pero el Gobierno israelí considera que es urgente frenar la nuclearización de Irán por cualquier medio.
“Ayer mismo recibimos pruebas de que Irán continúa acelerando su trabajo para conseguir armas nucleares y está ignorando por completo las exigencias internacionales”, declaró el primer ministro israelí, Benjamin Netanyahu, tras conocerse las informaciones de que Irán ha instalado centenares de nuevas centrifugadoras para el enriquecimiento de uranio y está protegiendo sus instalaciones nucleares secretas para burlar la vigilancia internacional.
Los hechos recientes, que detallaremos a continuación, han colmado la paciencia de Israel, donde las voces a favor de una acción militar, encabezadas por el propio Netanyahu y por su ministro de Defensa, Ehud Barak, se sienten cada día con más autoridad para reclamar el bombardeo de algunas instalaciones . Recientemente el Canal 10 israelí afirmó en sus informativos que Israel “está decidido a atacar a Irán antes de que se celebren las elecciones presidenciales en Estados Unidos”; y Barak comentó a la Radio de Israel que se vuelve cada vez "más urgente" una acción sobre Irán.
EL INFORME DE LA OIEA
La agencia nuclear de la ONU —el Organismo Internacional de la Energía Atómica (OIEA)— publicará la próxima semana, según han anticipado el diario The New York Times y la agencia Reuters, un informe en el que recoge la instalación de las centrifugadoras en la base militar de Fordo, cerca de la ciudad de Qom, en unas instalaciones subterráneas que se suponen a salvo de cualquier tipo de ataque desde el aire.
Los expertos alertarán, igualmente, según los medios citados, de que eso forma parte de un esfuerzo de las autoridades iraníes por acelerar el enriquecimiento de uranio al nivel del 20%, un grado que deja a Teherán muy cerca del adecuado para la construcción de armas atómicas . El Gobierno iraní ha sostenido siempre que necesita esa pureza del uranio con fines médicos y ha negado que tenga un propósito militar.
NEGOCIACIONES “DE PAZ” INFRUCTUOSAS Y TENSAS
Esta revelación coincide con el estancamiento de las conversaciones que las potencias internacionales han sostenido en los últimos meses con Teherán y con una creciente sensación de que no hay forma de resolver este asunto por medios diplomáticos . El grupo que negocia con Irán –EE UU, China, Rusia y la Unión Europea- ofreció recientemente una propuesta para enriquecer el uranio fuera de Irán, pero nunca obtuvo una respuesta clara. Ayer mismo, representantes del Gobierno iraní se reunieron en Viena con funcionarios del OIEA, que quieren inspeccionar diversas instalaciones iraníes sospechosas, sin que se llegase a acuerdos concretos.
Se va imponiendo la idea de que Irán está tratando de ganar tiempo mientras avanza en su programa nuclear, con la convicción de que no se producirá un ataque contra sus plantas antes de las elecciones del 6 de noviembre en EE UU . El jefe de los inspectores de la OIEA, Herman Nackaerts, ha pedido, para poner a prueba la buena voluntad de Irán, según Reuters, acceso a la base militar de Parchin, donde se cree que los científicos iraníes han realizados pruebas de explosivos que se requieren para la construcción de armas nucleares.
EL BINOMIO ISRAEL – EEUU
Por todo ello, las voces a favor de una acción militar, encabezadas por Netanyahu y su ministro de Defensa, tienen cada vez más fuerza y peso. El principal muro de contención ante esa corriente hasta ahora ha sido la Administración de EE UU, donde aún se considera precipitado el recurso a la fuerza . Incluso después de la última advertencia de la OIEA sobre la aceleración del programa nuclear, fuentes de los servicios secretos norteamericanos citadas por The New York Times consideran que Irán está todavía a meses de distancia, quizá años, de desarrollar una cabeza nuclear que pueda ser transportada en un misil.
En contra de la opinión de Netanyahu, el presidente Barack Obama ha sostenido hasta ahora que los esfuerzos diplomáticos no han sido agotados aún, y que todavía hay tiempo para darle una oportunidad a la negociación.
El primer ministro de Israel ha encontrado ahora un aliado a su causa en Washington: el candidato presidencial republicano, Mitt Romney, que criticó la posición de Obama el mes pasado tras reunirse en Jerusalén con Netanyahu. A poco más de dos meses para las elecciones, Obama no querrá aparecer ante la opinión pública norteamericana como débil en la protección de Israel, el gran aliado de EE UU en Oriente Próximo, lo que complica su posición y abre una posibilidad para un ataque a corto plazo .
Otro argumento a favor del tándem Netanyahu-Romney es que no está funcionando adecuadamente el aislamiento de Irán pretendido por Obama . El hecho de que las autoridades iraníes hayan sido capaces de instalar nuevas centrifugadoras es una prueba de ello. Otra es la reunión que el Movimiento de Países No Alineados celebrará la próxima semana en Teherán, el 30 de agosto, con la asistencia del secretario general de la ONU, Ban Ki-moon.
EGIPTO SE ACERCA A IRÁN, TRAS 30 AÑOS DE DISTANCIA
Por si esto fuera poco fuentes cercanas al presidente Mohamed Morsi han anunciado que acudirá a esta cumbre. Será la primera visita de un jefe de Estado egipcio a Irán en más de tres décadas, un gesto que pone de manifiesto el acercamiento entre ambos países, lo que podría presagiar ciertos cambios en la geoestrategia en Oriente Medio.
El ascenso a la presidencia del islamista Morsi y sus primeras acciones en política exterior han hecho renacer las esperanzas en Teherán sobre la creación de una alianza con el gigante árabe que mine el bloqueo regional al que se encuentra sometido como castigo por su programa nuclear. “Egipto es un pilar en la región, y tiene una estatura especial entre los países árabes e islámicos… y queremos relaciones de amistad y hermandad con él”, declaró el ministro de Exteriores iraní, Ali Akbar Salehi, esta semana al periódico Al Ahram. Además de acudir a la cumbre de Teherán, Morsi propuso recientemente incluir a Irán en la resolución del conflicto sirio, propuesta rechazada tajantemente por Occidente.
La espita del gas está abierta y el ambiente caldeado. Sólo falta que a alguien se le ocurra poner en práctica la idea de iniciar el fuego.

Fuentes: El País

© Protestante Digital 2012

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Milícias usam violência sexual como arma de guerra no Congo

 

Atualizado em  24 de agosto, 2012 – 05:12 (Brasília) 08:12 GMT

Vítima de violência sexual (Foto Christian Aid e Will Storr)

Vítima de estupro no Congo: abuso sexual é uma eficiente arma de guerra

Nos cinco minutos que você levará para terminar de ler esta reportagem, pelo menos três mulheres terão sido estupradas na República Democrática do Congo. A cada hora, 48 mulheres são violentadas no país, segundo um estudo publicado no American Journal of Public Health. Organizações de proteção aos direitos humanos também registram um número impressionante de vítimas masculinas.

No total, 22% dos homens e 30% das mulheres do Congo já foram vítimas de violência sexual em ataques relacionados ao conflito, segundo números de 2010. Tais estatísticas levaram a enviada da ONU ao país, Margot Wallström, a classificar o país como a "capital mundial do estupro" em um apelo para que o Conselho de Segurança tomasse uma atitude para interromper a barbárie.

Mas se os números já são chocantes, os depoimentos reunidos pelo jornalista Will Storr em uma investigação exclusiva para a BBC são um grito de socorro que a comunidade internacional não deveria ser capaz de ignorar.

Os relatos foram reunidos no documentário de rádio An Unspeakable Act (na tradução livre algo como "Um Ato Sobre o Qual não se Pode Falar").

O próprio Storr admite que é difícil ouvi-los até o final, mas diz que o objetivo das vítimas era justamente conseguir que seus dramas fossem divulgados, em uma tentativa de romper o imobilismo internacional sobre o tema.

Relatos

Uma das vítimas, por exemplo, conta como foi estuprada por quatro homens que mataram seu marido e seus seis filhos enquanto riam e pareciam se divertir. "Nunca vou conseguir esquecer. Desde então, tenho uma dor na cabeça constante por causa de todos esses pensamentos ruins. Ao lembrar tudo isso agora, parece que minha cabaça vai explodir", diz a vítima.

Outra mulher relata como os estupradores mutilaram sua genitália – algo frequente nos ataques, como explicam médicos que atendem as vítimas.

Um homem disse ter sido vítima de abusos sexuais cometidos por integrantes do Exército e descreve os ataques e suas sequelas físicas e psicológicas. "Na primeira vez eles me amarraram, me bateram, mataram minha mãe, meu pai e meus filhos na minha frente", diz. "Depois voltaram e me usaram por vários dias."

Um total de 6 milhões de pessoas já foram mortas no conflito na República Democrática do Congo desde 1996. Hoje, a média de mortos é de 54 mil por mês.

Os estupros são cometidos tanto por milícias quanto pelas forças oficiais. Especialistas explicam que, mais do que atos de violência em um ambiente socialmente degradado e sem lei, esses abusos são uma tática de guerra.

Arma de guerra

Vítima masculina (Foto Christian Aid e Will Storr)

Homens também são vítimas de abusos sexuais no Congo

"A violência sexual em conflitos armados é uma tática de uma eficiência incrível porque ela humilha, envergonha e traumatiza a vítima", explicou Lara Stemple, diretora do programa de Saúde e Direitos Humanos da Universidade da Califórnia.

"Em um conflito armado em que a violência está por toda parte, o estupro é um instrumento de dominação total, de subjugação completa."

Para Chris Dolan, diretor de um projeto que dá assistência legal a refugiados congoleses em Uganda, os abusos sexuais são uma arma de guerra mais eficiente do que as convencionais porque rompem a harmonia e o tecido social de uma comunidade.

"Todas as relações entre os integrantes de uma família, e dessa família com a vizinhança e com a sua comunidade podem ser afetadas por um estupro."

Desde 2009, Dolan dirige uma campanha para ampliar a conscientização sobre o fato que vítimas de violência sexual podem ser homens além de mulheres.

Sua organização também oferece ajuda às vítimas masculinas, que sofrem com graves sequelas físicas, além de serem estigmatizadas em sua comunidade.

"As sequelas psicológicas de um abuso desses também são terríveis. As pessoas descrevem essa situação como uma tortura interna", diz William Hopkins, psiquiatra da organização Freedom from Torture, explicando que a vítima passa a "odiar a si mesmo."

Responsabilidade

Vitima de estupro (Foto Christian Aid e Will Storr)

Vítimas descrevem as sequelas psicológicas dos estupros como uma "tortura interna"

Segundo Storr, uma das questões mais difíceis de se entender ao analisar o problema dos estupros endêmicos no Congo é como tantos congoleses – sejam eles integrantes de milícias ou do Exército do país – podem cometer tais atos de barbárie.

Especialistas explicam que a maioria dos estupros são coletivos e aqueles que cometem tais abusos não se sentem individualmente responsáveis por seus atos.

Muitos dos estupradores não têm problema em descrever os ataques e até se sentem "orgulhosos" de fazer parte dos grupos que cometem tais violências.

Um dos milicianos entrevistados no documentário, por exemplo, diz que fica "feliz" depois dos estupros e se torna mais violento quando as vítimas reclamam "mais do que deveriam".

Segundo informações apuradas pelo documentarista, a formação militar dos milicianos e militares, estruturada de modo a desprovê-los de sua "individualidade" e ""humanidade", também ajudaria a agravar o problema.

Fonte: BBC Brasil