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Promotores do Aborto Indignados com Derrota dos “Direitos das Mulheres” na Rio +20

 

Timothy Herrmann e Stefano Gennarini, J.D.

RIO DE JANEIRO, 28 de junho (C-FAM) Admitindo que sofreram uma derrota dolorosa, líderes políticos se juntaram aos promotores do aborto e do controle populacional nesta semana para expressar indignação com a omissão do termo “direitos reprodutivos” do documento final produzido na conferência Rio +20 da ONU sobre desenvolvimento sustentável nesta semana.

Hillary Clinton, secretária de Estado dos EUA, se dirigiu a cabeças de Estado no último dia da conferência e apontou para o fato de onde a batalha fora perdida. “Embora eu esteja muito contente que o documento final deste ano apoie a saúde sexual e reprodutiva e o acesso universal ao planejamento familiar”, declarou ela, “para alcançar nossas metas no desenvolvimento sustentável temos também de garantir os direitos reprodutivos das mulheres”.

Embora a saúde reprodutiva seja mencionada seis vezes e em três parágrafos diferentes, muitos lamentaram que em sua opinião sem uma menção de direitos reprodutivos, um termo que os defensores do aborto usam como sinônimo de aborto, não daria para se considerar o documento como uma vitória para os direitos das mulheres ou para a sustentabilidade.

A grande organização de mulheres que representa mais de 200 grupos diferentes de mulheres na ONU chegou ao ponto de afirmar que a ausência de direitos reprodutivos significava que “dois anos de negociações culminaram num resultado de Rio+20 que não faz progresso nenhum para os direitos das mulheres e para os direitos das gerações futuras no desenvolvimento sustentável”.

Durante toda a conferência de duas semanas, a Federação Internacional de Planejamento Familiar e outras organizações patrocinaram eventos que ligam explicitamente os direitos reprodutivos e o controle populacional, principalmente nos países em desenvolvimento.

Gro Harlem Brundtland, ex-primeira-minista da Noruega, foi um dos criadores da noção do desenvolvimento sustentável vinte e cinco anos atrás, e vem de forma despudorada fazendo a conexão, avisando que “o único jeito de responder ao crescente número de seres humanos e recursos minguantes é por meio da concessão de mais direitos às mulheres”.

Ela também disse: “A omissão de direitos reprodutivos é lamentável; é um retrocesso de acordos anteriores”. Ela concluiu dizendo que “a declaração da Rio+20 não faz o suficiente para ajustar a humanidade num caminho sustentável”.

Muitas delegações, junto com a Santa Sé, soaram o alarme sobre a ligação desses termos e com êxito excluíram toda menção a eles do documento final. Bruntland respondeu com frustração que “não podemos mais nos dar ao luxo de permitir essa ultrajante omissão, impulsionada por tradições antiquadas, discriminação e pura ignorância”, em referência direta à intervenção da Santa Sé.

Quem também criticou a exclusão dos termos foi Mary Robinson, ex-presidente da Irlanda e presidente do Conselho de Líderes Globais para a Saúde Reprodutiva do Instituto Aspen. Ela declarou: “Não pudemos integrar amplamente a questão do planejamento familiar nesta conferência no Rio de Janeiro. Isso é um engano. O crescimento populacional em países pobres se tornou um problema global, um com implicações de longo prazo para a saúde econômica, ambiental e política do mundo inteiro”.

A saúde materna é mencionada apenas indiretamente no documento, e só num parágrafo. Evidentemente a pressão para promover direitos reprodutivos na conferência não foi tanto sobre a saúde das mulheres quanto foi sobre colocar o aborto e o controle populacional no documento Rio +20 sob o pretexto de desenvolvimento sustentável.

Considerando que a Santa Sé chamou a atenção para essa agenda e várias nações puderam construir o consenso necessário para manter o termo polêmico fora do documento, não é de maravilhar que os defensores do aborto estejam irados com sua perda e continuem a zombar do Vaticano como se o Vaticano estivesse travando uma guerra contra os direitos das mulheres. O lamento real deles é a desmascaração de sua agenda para promover com pressão o aborto e o controle populacional e tendo sido pegos em flagrante.

Tradução: www.juliosevero.com

Fonte: Friday Fax

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Modismos neopentecostais ultrapassam barreiras do protestantismo

ALERTA APOLOGÉTICO

 índpice

Algumas igrejas evangélicas, conhecidas como igrejas neopentecostais, ultrapassaram as barreiras da esfera do protestantismo e as estão à beira do caminho da heresia, afirma um apologista cristão. O pastor João Flávio Martinez, presidente do Centro Apologético Cristão de Pesquisas traz à tona a questão das igrejas que “na teoria tem confissão de fé evangélica, mas na prática se assemelham mais a uma seita”.

Em uma pregação Martinez fala sobre os modismos pentecostais, citando alguns nomes de líderes conhecidos de âmbito nacional como o bispo Edir Macedo, missionário RR Soares, Sônia e Estevam Hernandes, entre outros.

Igrejas como a Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD) também são apontadas como possuindo práticas e ensinamentos que são estranhas ao Evangelho. O apologista afirma que o líder desse movimento chegou a colocar Jesus no nível de “criatura”.

“Muita gente pela tradição da religião, não entende a historia de Jesus. Alguns falam de natal, mas ninguém sabe o dia exato em que Jesus Cristo nasceu. Segundo que Jesus já existia muito antes de tudo. Ele é a imagem do Deus invisível, a encarnação do verbo.Mas ele não é sempiterno, é eterno. O pai que é Deus é sempiterno, aquele que antes dele nunca existiu como ele, nem existirá depois dele, sempre existiu e sempre existirá. A primeira obra dele foi Jesus Cristo…”, citou João Flávio ao Valdemiro como falando em um de seus estudos bíblicos (veja aqui), ao The Christian Post.

Segundo o apologista isso é fruto da falta de embasamento teológico que fundamenta esses movimentos, das quais ele chama de “movimentos contraditórios”.Martinez ainda alerta que eles (tais movimentos como a da IMPD) tem transformado a Igreja Brasileira em uma instituição que preza mais a criatura que o Criador, ou seja, que serve mais ao homem e menos a Deus.

“Os crentes são de vida espiritual supérflua e sem profundidade. A maioria das práticas de igrejas como essa não passa de ‘macumba evangélica’ e não cristianismo Bíblico.”

Pastor João Flávio urge que os fiéis “procurem uma igreja bíblica, fundamentada nos princípios da Reforma, fundamentada em Cristo e na sua Palavra.”“Procurem o evangelho da Cruz e não o evangelho do diabo travestido de culto aos anjos. É preciso que os que querem servir Jesus entendam que Deus nos chama para a fidelidade e não para o hedonismo”, afirmou com indignação ao CP.

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ÓLEO UNGIDO É UM TRUQUE

 

Bispo McAlister, assim como reverendo presbiteriano, questiona ato

Depois de Augustus Nicodemos, reverendo da Igreja Presbiteriana se declarar contrário a unção de objetos e pessoas, outro importante líder, Walter McAlister, da Igreja Cristã Vida Nova, mostrou contrário ao costume. Para ele as campanhas com entrega de óleo ungido são truques para atrair fiéis.

“Não existe na Bíblia que nos ensine a ungir óleo. Óleo ungido não existe, isso não tem fundamento. Isso é um truque para tentar atrair pessoas para a igreja. Não existe óleo especial com propriedades de cura”, complementa.

O líder da Igreja Cristã Nova Vida lembra que o ato de ungir com óleo representado no Velho Testamento é um ato simbólico que representa o Espírito Santo.“Mas não é o óleo que em si tem propriedades, e sim o gesto de obediência seguindo uma orientação sem histerismos, sem show, clamando a Deus”.

Augustus Nicodemos na última semana, como mostrou o CREIO, escreveu artigo mostrando, onde dois pastores conversam sobre o tema,mostrando que os rituais do Antigo Testamento eram simbólicos e típicos e que foram abolidos.