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Os ataques contra Silas Malafaia e outros cristãos do Brasil

 

José Bernardo

“Ai da cidade rebelde, impura e opressora! Não ouve a ninguém, e não aceita correção. Não confia no SENHOR, não se aproxima do seu Deus. No meio dela os seus líderes são leões que rugem. Seus juízes são lobos vespertinos que nada deixam para a manhã seguinte.” Sf 3:1-3

No ano passado o desfile anual para promoção do homossexualismo, que acontece em São Paulo com indevido financiamento público, perpetrou indefensável abuso espiritual contra os cristãos em geral ao usar um texto bíblico fora de contexto como tema. Além disso, ao usar referências do catolicismo, tipificando ícones como modelos homossexuais, e ao ridicularizar posições católicas com o pretexto de promover uma questionável prevenção à AIDS, agrediu os católicos. Truculentos, indecentes e imorais, os atos de grande violência paga com dinheiro público não receberam atenção do Ministério Público, incapaz, devido à vergonhosa conivência do governo que os financiou.

Exatamente da mesma forma, sempre pago pelo governo e certamente estimulado pela impunidade, o evento similar em Rio Branco, no Acre, cometeu abuso espiritual ao utilizar música evangélica na promoção de relações carnais que a Bíblia claramente reprova, as quais o apóstolo Paulo classificou de “contrárias à natureza” (Rm 1:26).

Diante da incapacidade e inércia do Ministério Público e de outros setores do governo, vários líderes religiosos e muitos cristãos levantaram a voz em protesto contra tal abuso, exercendo legítimo e natural direito de resistência à agressão. Entre eles destacou-se o pastor Silas Malafaia que em programa de televisão que sucedeu ao infeliz episódio em São Paulo disse: “Os caras na Parada Gay ridicularizaram símbolos da Igreja Católica e ninguém fala nada. É para a Igreja Católica ‘entrar de pau’ em cima desses caras, sabe? ‘Baixar o porrete’ em cima pra esses caras aprenderem. É uma vergonha”.

Embora eu discorde do uso dessa linguagem por um pastor e ainda que não concorde com todas as posturas teológicas do pastor Silas Malafaia, sei reconhecer que a expressão ‘descer o pau’ e tantas similares são usadas cotidianamente no Brasil com o significado de agir com firmeza. De fato, agir com firmeza contra os referidos abusos é o direito que a autoridade pública não praticou. Mas, tiradas do contexto em um vídeo editado com clara má intenção e apresentadas ao mesmo Ministério Público, antes inerte diante dos abusos dos homossexuais contra os cristãos, as afirmações do pastor Silas Malafaia geraram desproporcional reação.

Um abismo, outros abismos

O desfile de injustiças, desmandos e vergonhas continua. Ao denunciar os excessos da ação contra o pastor Silas Malafaia no plenário do Senado na semana passada, o senador Lindbergh Farias (PT/RJ) foi fortemente reprovado por uma instituição homossexualista do partido no governo. A firme intenção de calar uma das poucas vozes que se levantaram para defender o direito evidencia um problema maior. Como se sabe, na última década, Estado e Governo se confundiram em um retrógado populismo, da mesma forma Governo e partido governista. Assim, institutos do partido começam a agir como governo e já como Estado. Isso desautoriza o Estado e o impede de agir com justiça.

Então, uma notícia também da semana passada faz supor íntima relação com o uso particular da máquina pública para conveniência de uma minoria que deseja impor suas práticas “contrárias à natureza” ao restante da sociedade. “Dois jovens ameaçaram quebrar uma igreja Evangélica e agredir os frequentadores nesta terça-feira (3), na rua Frei Cirino João Primon, no bairro Senhor Divino, em Coxim, MS. Segundo informações policiais, no local estava acontecendo um culto, quando os dois rapazes, um de 21 anos e outro de 16 passaram na rua e começaram a ameaçar um dos religiosos, um homem de 34 anos, dizendo que era para pararem com o culto se não eles iriam quebrar toda a igreja e agredir as pessoas que ali estavam.”

Ao perseguir os evangélicos por motivos religiosos o movimento homossexualista, inclusive usando o Ministério Público, está promovendo violência que já se evidencia por toda parte. É urgente que os evangélicos resistam ao pecado. A democracia está sendo abortada no Brasil. Enquanto ela não morre, antes mesmo de ver a luz, devemos exigir que o Estado de Direito seja restabelecido. O financiamento aos movimentos homossexualistas deve ser cortado imediatamente. A promoção do homossexualismo deve ser restringida, pois não cumpre interesse social. Os movimentos que cometeram abusos contra a fé nos desfiles de São Paulo e Rio Branco no ano passado devem ser responsabilizados criminalmente e punidos. O Ministério Público deve se livrar da influência política de tais movimentos particulares, se eximir da ação contra o pastor Silas Malafaia. Os promotores envolvidos na denúncia vazia devem se desculpar pelo uso da autoridade contra o direito de resistência. Finalmente, a bem da justiça, o Estado deve se declarar incompetente em questões de fé e recuar no intento de legislar sobre o que os cidadãos creem.

Fonte: Evangeliza Brasil

Divulgação: www.juliosevero.com

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Mark Driscoll defende a celebração da Páscoa com Cristo e o coelhinho da Páscoa

 

PorStoyan Zaimov | Repórter do The Christian Post tradutor Amanda Gigliotti

Mark Driscoll, pastor da Igreja Mars Hill em Seattle, Washington, escreveu recentemente num editorial que os cristãos que protestam contra os outros crentes por participarem de tradições não-religiosas da Páscoa são comparáveis "àqueles que mataram Jesus."

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    (Foto: Mars Hill Church via The Christian Post)

    Mars Hill Senior Pastor Mark Driscoll prega para uma multidão de mais de 17.500 pessoas no campo de futebol do estádio Qwest, em Seattle, Washington, no domingo de Páscoa, 24 de abril de 2011.

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O pastor, autor do livro Casamento Real: A Verdade Sobre o Sexo, Amizade, e Vida em Conjunto, discutiu em um editorial para a seção de fé do Washington Post a relevância da Páscoa como um momento para se celebrar "a ressurreição, a vitória de Jesus Cristo sobre Satanás, o pecado e a morte", permitindo que as crianças marquem o feriado com ovos de chocolate e coelhinhos.

Driscoll começou por abordar as questões que alguns cristãos têm com as raízes de Páscoa como uma festa anglo-saxã pagã que um dia envolveram as pessoas usando a ocasião para homenagear Eostre, a deusa da fertilidade e da primavera.

O pastor explicou que os missionários cristãos na região optaram por combinar esta celebração pagã com o dia para honrar a ressurreição de Cristo, e hoje o feriado dos EUA incorpora ambas as tradições. Ele argumentou que aqueles que se opõem a esta combinação tem o direito de comemorar o que quiserem, e não devem criticar outros cristãos por fazerem o que suas consciências permitem.

"Alguns cristãos, em vez de celebrar o fato de que um dia que já foi uma vez dedicada à celebração de um deus pagão e é agora dedicada a Jesus, desejam ser a consciência política e sair por aí dizendo a todos como eles devem parar de se divertir e comemorar, por causa das origens do dia. Se alguém tem um problema de consciência em comemorar o feriado, deve abster-se, mas protestar contra as crianças comerem doces e divertirem-se parece mais com os tipos religiosos que mataram Jesus do que as crianças que se divertiram", Driscoll escreveu.

Ele continuou explicando que ele e sua esposa dizem a seus cinco filhos que o coelhinho da Páscoa, juntamente com o Papai Noel, não são reais, mas são parte de "uma marca da cultura americana", enquanto a ressurreição de Cristo é um fato histórico. Ao mesmo tempo, no entanto, Driscoll insistiu que é possível celebrar em plenitude, tanto tradição americana da Páscoa e do feriado cristão, desde que Cristo não seja ofuscado.

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"Assim como os primeiros missionários não rejeitaram ou receberam o feriado pagão de Eostre, mas o redimiram por Jesus, também nós procuramos resgatar as práticas culturais que observamos nos EUA sem deixá-los ofuscar Jesus e sua ressurreição, e sem fazê-los completamente irrelevantes ou mesmo antagônicas à cultura e a outros cristãos, a todos aqueles que tentam evitar, porque eles acreditam que serem para Jesus também significa serem contra a diversão", afirmou Driscoll.

Ainda assim, alguns na comunidade da fé se ofenderam com pastores de megaigrejas pregando sobre a aceitação e incorporação dos símbolos tanto aparentemente pagãos quanto cristãos na Páscoa, dizendo que uma maior "aceitação" minimiza a importância do sacrifício de Cristo na cruz.

"Todos os Natais, os cristãos lamentam e reclamam dos esforços seculares e ateístas projetados para tirar Cristo fora do Natal, entretanto, mais pastores e mais cristãos cometeram um crime ainda pior de remover Jesus Cristo e Sua ressurreição vitoriosa do túmulo de seus sermões de Páscoa", disse Chris Rosebrough, capitão da Radio de Internet Pirata Cristão, que também acusou o pastor da igreja de Lakewood, Joel Osteen de tirar Cristo de seus sermões de Páscoa.

Em sua mensagem de 1° de abril, Driscoll pregou sobre a crucificação de Jesus e por que ele morreu, em antecipação à celebração da ressurreição de Cristo no domingo de Páscoa. A igreja Mars Hills parece estar focada exclusivamente na pregação sobre a ressurreição de Cristo neste fim de semana da Páscoa, e a sua mensagem convida os crentes a lutarem por sua fé como os primeiros seguidores de Cristo fizeram, e obtiveram motivação através de Seu sacrifício.

Um estudo recente da Sociedade Bíblica Americana e do Grupo Barna descobriu que os americanos em grande parte reconhecem e celebram a tradicional visão cristã da Páscoa como um momento para homenagear a ressurreição de Cristo – 69 por cento dos adultos norte-americanos veem a ocasião como um feriado religioso. Esse número, no entanto, diminuiu entre os adultos jovens, com apenas 56 por cento dos americanos com idade entre 18-27 vendo o dia como religioso.

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Manifestação pró-vida em frente do STF em decisão sobre abortos eugênicos

 

Manifestação pró-vida em frente do STF em decisão sobre abortos eugênicos

Matthew Cullinan Hoffman

4 de abril de 2012 (LifeSiteNews.com) — Manifestações da organização pró-vida Brasil Sem Aborto começaram fora do Supremo Tribunal Federal do Brasil enquanto se aproxima a data para uma decisão que permitirá abortos para bebês anencefálicos.

Os defensores dos bebês em gestação estão profundamente preocupados com o caso, que será decidido por ministros em grande parte nomeados por líderes do PT, que é pró-aborto. A votação final está marcada para 11 de abril.

“Não vejo possibilidade de vitória para a vida na próxima votação”, o ativista pró-vida brasileiro Julio Severo disse para LifeSitenews.com, “não porque eu seja pessimista, mas porque um dos ministros já declarou que os que defendem o aborto de bebês deficientes de anencefalia terão uma grande vitória”.

Severo também comentou que todos os 11 ministros do STF foram nomeados por presidentes pró-aborto, e observou que “há amplas forças governamentais pressionando o avanço do aborto legal”.

O caso, que estava parado desde 2008, estará sob a relatoria de um ministro abertamente pró-aborto que declarou publicamente que ele considera o caso como um “gancho” para entrar num debate mais amplo sobre o aborto e a eutanásia como um “direito”.

Numa entrevista à revista Veja naquele ano, num gabinete cercado por imagens católicas sagradas, o ministro do STF Marco Aurélio Mello disse: “O tema anencefalia é um gancho para discutir situações mais abrangentes e fronteiriças”.

“Em minha opinião, os casos de interrupção de gestação de anencéfalo e os de aborto de forma mais abrangente, quando a gravidez não é desejada, possuem um ponto importante em comum: o direito de a mulher decidir sobre a própria vida”, disse Mello, que acrescentou que “o princípio que está em jogo nessas situações é o do direito à liberdade”.

Bebês com anencefalia têm falta parcial ou completa da matéria cerebral superior, e nascem com uma grande abertura na parte de cima do crânio. Eles raramente sobrevivem mais do que uma semana após o nascimento, embora alguns tenham vivido por vários meses nessa situação.

Embora eles sejam muitas vezes considerados como tendo falta de atividade mental, o testemunho de pais de bebês anencefálicos muitas vezes contradiz essa percepção.

Marcela Ferreira viveu 20 meses fora do útero com anencefalia, de 2007 a 2008. Apesar da ausência da maior parte de sua matéria cerebral superior, ela chupava o polegar, chorava para sua mãe e reagia a outros membros da família. A conduta dela era tão contrária ao pensamento convencional sobre anencefalia que levou pelo menos um médico a negar que ela tivesse o problema, apesar de um diagnóstico de vários médicos.

Várias organizações pró-vida planejam iniciar uma vigília de oração às 18h de 10 de abril na Praça dos Três Poderes na frente do Supremo Tribunal Federal, que durará até que todos os ministros tenham votado no dia seguinte, de acordo com o serviço noticioso católico ACI Digital.

ACI Digital também informa que no mesmo dia, uma campanha pró-vida de Twitter será direcionada ao STF, cujo endereço é @STF_oficial, com as hashtags #anencefalo e #avidaporumfio.

Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Pro-lifers rally outside Brazilian high court as it weighs allowing eugenic abortions

Fonte: www.juliosevero.com