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Nasa encontra dois planetas do tamanho da Terra

 

GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO

Criado para caçar um planeta gêmeo da Terra, o telescópio espacial Kepler já encontrou, pelo menos, dois "primos". A Nasa (agência espacial americana) anunciou a descoberta de uma dupla que tem quase o mesmo tamanho do nosso planeta.

Associated Press

A partir da esq., o Kepler-20e, Vênus, a Terra e o Kepler-20f; veja galeria com mais planetas descobertos pela Nasa

A partir da esq., o Kepler-20e, Vênus, a Terra e o Kepler-20f; veja galeria com mais planetas descobertos pela Nasa

Os dois novatos orbitam uma estrela do mesmo tipo do Sol, localizada a quase 950 anos-luz da Terra e são, até agora, os dois menores planetas já registrados fora do Sistema Solar.

Um deles é ligeiramente menor do que a Terra. O Kepler-20e tem 0,86 vez o raio terrestre. Já seu companheiro, o Kepler-20f, tem praticamente o mesmo tamanho. Seu raio é só 0,03 vez maior.

Os cientistas acreditam que os dois planetas sejam rochosos, como a Terra, e tenham uma composição química parecida com a do nosso planeta.

Apesar das semelhanças, ambos são provavelmente quentes demais para abrigar vida. Eles estão bem próximos da sua estrela, a uma distância relativamente menor até a que a de Mercúrio com o Sol.

Por conta disso, em Kepler 20e a temperatura fica em torno de escaldantes 760°C. Já o Kelpler-20f, com 430°C, é um pouco mais ameno, mas ainda infernal.

"Essa descoberta é um marco, pois se trata de planetas muito pequenos. Os pesquisadores estão refinando cada vez mais sua capacidade de localização", diz Carolina Chavero, pesquisadora de astronomia e astrofísica do Observatório Nacional.

Além da dupla, a estrela Kepler-20 também têm outros três planetas ligeiramente maiores em sua órbita.

O trabalho foi publicado na versão on-line da revista "Nature".

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PASTOR TEM DIREITO A 13o. SALÁRIO

 

Economista recomenda usar dinheiro extra para quitar dívidas

 

Por: Vinicius Cintra -Redação Creio

O pagamento da segunda parcela do 13º salário neste ano deve colocar R$ 118 bilhões na economia brasileira, montante que representa 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB), informa estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Mas de acordo com especialistas no assunto, esse dinheiro a mais tem que ser usado com sabedoria e não gasto de forma irracional. O consultor evangélico Paulo de Tarso vai além e lembra que é preciso dar dízimo da quantia.

O 13º passou a vigorar com a lei número 4.090, de 13 de julho de 1962. O problema é que o brasileiro conta o ano todo com essa quantia e acaba fazendo dívidas antes mesmo de ver a cor do dinheiro. Nesse ano de acordo com estudos, 60% das pessoas vão usar o benefício para quitar dívidas. A maioria pretende zerar as pendências.  O consultor financeiro evangélico Paulo de Tarso, recomenda que as dívidas sejam pagas, principalmente aquelas de juros altos, como o cheque especial e rotativo do cartão de crédito.

Mas não basta zerar as pendências é preciso ter equilíbrio e lembrar que no início do ano vem as tradicionais dívidas como IPTU, IPVA e material escolar. “Deve investir uma parte e também fazer alguns gastos. Para aqueles que não têm dívidas, penso que a pessoa poderia gastar o mínimo com presentes de fim de ano e guardar uma boa quantia para as despesas do ano seguinte” afirma Paulo, que gerencia o site Finanças para Vida.

PASTOR TAMBÉM TEM DIREITO A 13º

Paulo de Tarso defende a ideia de dar parte do salário extra no dízimo da igreja onde frequenta e que pastor também tem direito do benefício. “Penso que o cristão deve dar o dízimo sim e depois priorizar o pagamento de dívidas, investimentos e gastos.Depende do que foi acertado entre as partes. Mas penso que, se um trabalhador normal tem direito, o pastor também deve receber o 13º salário”.

De acordo com o consultor, a dica para aqueles que muitas vezes não tem um trabalho formal ou com carteira assinada, é economizar 10% de tudo que ganhou no ano, se possível até mais. “Assim o autônomo constrói reservas, o que chamo de ‘montar seu próprio banco, fundamental para o sucesso financeiro”.

Para todo especialista no assunto finança, a disciplina é essencial para ter um controle exato das finanças. Mas não são todos que estão dispostos a esperar retorno de algumas aplicações e economias. Com o crédito facilitado a todos atualmente, a mania de consumo faz com que o impulso de compra tome frente e nos tira as metas e alvos, sem falar nas promessas de juntar dinheiro, feitas a cada virada de ano. Um exemplo bíblico de disciplina, foco e firmeza na administração foi de José. Um dos doze filhos de Jacó é um exemplo clássico de excelência na administração do dinheiro. Ele sabia, a partir do sonho do faraó, que haveria sete anos de fartura, seguido de sete anos de extrema escassez.

José teve a capacidade de não afrouxar as cordas e gastar indiscriminadamente. Ele estabeleceu com clareza o alvo de investir 20% (vinte por cento) de toda a produção agrícola egípcia para o período “pós fartura”, e manteve uma disciplina ferrenha para não se desviar de sua meta. Os registros históricos dão conta de que a acumulação foi tão grande que não havia números suficientes na época para expressá-la. O resultado desta disciplina foi patente. No período “pós fartura”, havia fome em todas as terras, mas em todo o Egito havia alimento. E o mais espetacular em tudo isso é que esta disciplina de José beneficiou toda a humanidade de sua época.

EDUCAÇÃO FINANCEIRA:

1 – Seja seletivo com os convites de festas e confraternizações e participe somente dos encontros que são realmente necessários. O resultado da gastança pode anular efeitos do ano que passou.

2 – Dê presentes como panetones para aqueles que você realmente queira agradar. Não dê caixinhas ou gorjetas. O décimo terceiro salário é uma forma de remuneração “diferida”, isto é, deixada para depois, justamente para “salvar” a pessoa no momento de êxtase coletivo.

3 – A melhor época de comprar presentes é depois do ano novo e não às vésperas do natal. Dê presentes que não sejam material, como massagem, aula de dança, ingresso para evento, pois além de não estar sujeito a sazonalidade, fica mais barato e mais criativo. O consultor financeiro Humberto Veiga lembra que, na verdade, o Natal é uma festa religiosa cristã e está associada ao nascimento de Jesus: “Nada há que associe o nascimento de Cristo à ‘obrigação’ de dar presentes. Acontece que virou costume. Os empresários e bancos adoram este costume. A mensagem subliminar é para comprar, enquanto a visível é de ‘fraternidade e amor’”.

4 – Não esqueça de agendar os pagamentos ou pagar antecipadamente, desde que haja recursos disponíveis, as contas. É possível fazer isso pela internet e em caixas eletrônicos.

5 – Caso viaje não deixe eletroeletrônicos ligados na tomada, isso vai gerar economia e evitar custos futuros em caso de queima, uma vez que chuvas de verão vêm acompanhadas de raios.

6 – Por conta da forte demanda nas férias de verão, tudo tem preço elevado e não há barganhas. Por isso a sugestão é tentar não fazer compras nesta época do ano, principalmente de produtos relacionados com a temperatura alta do verão, como ventiladores, aparelhos de ar condicionado e protetores solares.

Evite gastos ao máximo ou pesquise bastante se não tiver como deixar a compra para depois.

7 – Todos já sabem que o cartão de crédito é perigoso. Então leve dinheiro em espécie em viagens internacionais, para evitar que os juros de 6,38% sobre as compras no exterior pese na hora de pagar a fatura.

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Globo Alcança 13 Pontos no Ibope com Festival Promessas, Apesar de Desconfiança de Evangélicos

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

Festival Promessas, transmitido pela Globo

A TV Globo dedicou no domingo (18), 75 minutos de sua programação à transmissão do evento Festival Promessas, apresentação de nomes consagrados do mundo gospel que aconteceu no Aterro do Flamengo, atraindo cerca de 20 mil pessoas, número bem abaixo do esperado.

A atração alcançou treze pontos de média no início da tarde de ontem na Grande São Paulo, de acordo com números prévios do Ibope, segundo a Veja. O resultado foi quase o dobro dos sete pontos registrados pela Record do bispo Edir Macedo.

Os números do Ibope confirmaram a expectativa da emissora, de que o segmento gospel é um grande filão do mercado publicitário e musical. Segundo a Folha Online, o festival teve tratamento VIP na Globo e consumiu R$ 2,9 milhões da Prefeitura do Rio.

Alguns evangélicos, porém, ainda são céticos quanto à intenções globais. Segundo o pastor Silas Malafaia, da igreja Vitória em Cristo, o baixo quórum no festival é parcialmente explicado por “evangélicos desconfiados” após anos “apanhando” da rede, de acordo com suas palavras.

A emissora é conhecida entre os crentes por denegrir a imagem dos evangélicos, como em 1995, quando Edson Celulari viveu um pastor pilantra na série “Decadência”. Hoje, muitos acusam a emissora de entrar em um jogo cujas regras eles desconhecem.

Malafaia, que chegou a reunir-se com João Roberto Marinho, vice-presidente das Organizações Globo, quando sugeriu o festival, afirma que a rede “tem doutorado em tecnologia, mas em mundo evangélico é analfabeta”.

Reportagens da rede de notícias Globonews sobre o festival, por exemplo, usaram termos como “fãs” e “ídolos”. Os termos ofenderam alguns fiéis, que rejeitam termos ligados à idolatria.

Por meio de sua conta no Twitter, Malafaia postou comentários sobre o festival Promessas:

“estou querendo entender alguns no meio evangélico. Tem gente criticando o evento da globo dizendo que tem interesse comercial!!”. E acrescenta: “pergunto novamente: Por algum acaso as editoras, e gravadoras evangélicas não tem interesse comercial?!!”

“Oramos por este momento, e os críticos de plantão falando asneira!! Isso é dor de cotovelo!! Deus estará sendo louvado em rede nacional!” . E finalizou: “assim que Deus faz. Quando os que deveriam abrir as portas fecham, Deus usa os ímpios para glorificá-lo”.

Segundo fontes do setor, no mercado gospel circulam R$ 2 bilhões anuais. Ao que tudo indica emissora fez do festival promessas seu cartão de visitas para este segmento em ascensão.

Estima-se que os evangélicos já sejam aproximadamente 20% da população brasileira, segundo o Novo Mapa das Religiões publicados pela Fundação Getúlio Vargas neste ano.