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Imagem postada por astronauta revela suposta nave sobrevoando a Terra

Reprodução/TwitterReprodução/Twitter

Com o advento das redes sociais, segurar segredos é uma coisa cada vez mais difícil. Ainda mais quando estamos falando de questões de interesse público, como é a vida alienígena. E um segredo sobre isso pode ter vazado.

O vazamento da informação, que nunca foi confirmada pela Nasa, teria ocorrido de um jeito bem inocente: em um tuíte. E a mensagem em questão tem como autor o astronauta Scott Kelly, que está na Estação Espacial Internacional (EEI).

Em sua conta no Twitter, Kelly colocou uma foto da paisagem no local onde estava. Até aí, tudo bem, parece uma foto comum — e linda! Mas as coisas mudam quando deixamos de reparar na Terra e focamos no ponto mais acima (veja abaixo).

Lá em cima, bem próxima do final da foto, está uma figura que chamou atenção de ufólogos pelo mundo. O que seria a estrutura com duas luzes que brilha ao fundo? Seria uma nave extraterrestre? Segundo os teóricos da conspiração, sim!

Reprodução/TwitterReprodução/Twitter

A foto foi tirada no momento em que a EEI estava exatamente em cima da Índia. O objeto, porém, não tem nenhuma ligação com o país asiático. A Nasa, por sua vez, não comenta esse tipo de assunto e dá mais margem à especulação de quem acredita na existência de vida alienígena.

No último mês, a Nasa viveu uma saia justa bem parecida com esta. Durante uma transmissão espacial feita diretamente da EEI, um usuário flagrou a presença de um objeto estranho que, tão logo apareceu, sumiu da tela com o cancelamento da transmissão. A agência, mais uma vez, não comentou o assunto.

 

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“Stonehenge contemporâneo” instiga arqueólogos

    A estrutura pré-histórica, localizada nas Colinas de Golã, possui cerca de 5 000 anos       e é composta por milhares de pequenas rochas basálticas


Foto feita do alto mostra monumento pré-histórico feito em pedra conhecido como Rujm el-Hiri, que em árabe quer dizer "pilha de pedras do gato selvagem"

  Foto aérea do “Stonehenge contemporâneo”. O complexo tem cinco círculos concêntricos, sendo   que os maiores possuem mais de 150 metros de largura. (VEJA.com/Reuters)

    Quando se passa por uma das estruturas mais misteriosas do Oriente Médio, é fácil não notá-la. O    monumento pré-histórico de pedra passou despercebido por séculos em uma ampla extensão de        campos abertos nas Colinas de Golã.
  Depois que Israel anexou o território após a Guerra dos Seis Dias contra a Síria, em 1967, os         arqueólogos que fazem um mapeamento aéreo da região avistaram um padrão de círculos de pedra, não visível a partir do solo. Depois dessa descoberta, escavações posteriores revelaram que se tratava de uma das maiores e mais antigas estruturas da região.

O monumento foi batizado pela expressão árabe Rujm el-Hiri (em tradução livre, “pilha de pedras do gato selvagem”). O complexo tem cinco círculos concêntricos, sendo que os maiores possuem mais de 150 metros de largura. Além disso, existe uma câmara mortuária enorme no meio da estrutura, que também possui um nome hebraico, Gilgal Refaim (em tradução livre, “roda de gigantes”). Essa nomenclatura faz referência a uma antiga raça de gigantes mencionada na Bíblia.

De acordo com estimativas dos pesquisadores, o monumento é o “Stonehenge contemporâneo”, já que possui cerca de 5 000 anos. Ao contrário do famoso monumento britânico, construído com cerca de 100 pedras enormes ligadas por barras, a estrutura das Colinas de Golã é composta por pilhas de milhares de pequenas rochas basálticas que, juntas, pesam mais de 40 000 toneladas.

“É um local enigmático. Temos fragmentos de informações, mas não o quadro completo”, disse Uri Berger, arqueólogo e especialista em construções monumentais da Autoridade de Antiguidades de Israel. “Os pesquisadores vêm e são surpreendidos com o local. Depois, elaboram suas teorias”.

Os arqueólogos ainda não sabem quem foi o responsável pela construção da estrutura pré-histórica. No entanto, os pesquisadores acreditam na hipótese de que poderia ter sido uma civilização nômade que se instalou na área. Berger também declarou que o monumento também pode ter um significado astrológico: nos dias mais curtos e mais longos do ano – os solstícios de junho e de dezembro – o nascer do sol se alinha com as aberturas nas rochas.

O complexo está localizado em uma área usada para o treinamento de militares de Israel, mas os visitantes podem explorar as paredes e entrar na câmara mortuária nos fins de semana e feriados.

(Da redação com agência Reuters)

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Nasa flagra algo saindo de buraco negro pela primeira vez na História

Nasa flagra algo saindo de buraco negro pela primeira vez na História | Super Incrível – Yahoo Notícias

  

Buracos negros são extremamente intrigantes para a humanidade — sejam leigos ou especialistas. As formações sempre intrigaram a humanidade no sentido do que podem fazer, sempre com teorias que dizem respeita a “passagens” entre dimensões por meio deles.

E, agora, a curiosidade humana ganha mais um capítulo: pela primeira vez na história a Nasa avistou algo saindo de um buraco negro. Não se sabe o que é  e nem os efeitos dessa movimentação, mas a exploração em torno do buraco-negro superlativo Margarina 335 já chama atenção.

O flagra feito pela agência espacial norte-americana aconteceu através do conjunto do telescópio espectroscópico nuclear da Nasa. O momento foi considerado por muitos especialistas que trabalham no projeto como um verdadeiro milagre, já que nunca havia acontecido tal registro.

  

“Essa é a primeira vez que conseguimos conectar o lançamento do halo de uma labareda. Isso vai nos ajudar a entender como os buracos negros superlativos alimentam alguns dos objetos mais brilhantes do Universo”, explica Dan Wilkins, envolvido no projeto e pesquisador da Universidade de Saint Mary.

A principal questão dos pesquisadores agora é descobrir o que é o “algo” que eles flagraram saindo do buraco negro. Se descobrirem, acreditam que darão passo importante nos estudos sobre esse tipo de fenômeno, chegando, por exemplo, a conclusões sobre tamanho, dimensões e funções dos buracos.