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Extinção da humanidade está perto, diz relógio do Apocalipse

Cientistas pedem para que os líderes mundiais ajam com rapidez para evitar que uma grande catástrofe aconteça.

por Leiliane Roberta Lopes – gospelprime

 

Extinção da humanidade está perto, diz relógio do Apocalipse
Extinção da humanidade está perto, diz relógio do Apocalipse

O Relógio do Juízo Final foi adiantado em dois minutos na última semana, indicando o horário de 11h57, simbolizando que a extinção da humanidade está próxima. O símbolo foi criado em 1947 pelo Boletim dos Cientistas Atômicos, uma associação que conta com 18 prêmios Nobel entre seus membros.

Os dois minutos que foram adiantados mostram a iminência de um cataclisma planetário, caso os países não tomem medidas urgentes contra o aquecimento global e contra a corrida armamentista nuclear.

O relógio se aproxima da meia-noite, o que quer dizer que está muito perto o fim da humanidade. Mas essa não é a primeira vez que os cientistas adiantaram os ponteiros do pêndulo do Apocalipse, em 1953 os ponteiros marcavam dois minutos para meia-noite e em 1991 ficou em 17 minutos para meia noite. O horário de 11h57 foi registrado também em 1983 durante a Guerra Fria.

A última alteração dos ponteiros foi feita em 10 de janeiro de 2012 quando os cientistas marcaram cinco minutos para a destruição do mundo.

Agora o aquecimento global e a corrida armamentista têm preocupado os cientistas. “Hoje em dia, o aquecimento global descontrolado e a corrida armamentista nuclear, como resultado da modernização de enormes arsenais, são ameaças extraordinárias e inegáveis para a sobrevivência da humanidade”, avaliou Kennette Benedict.

A decisão de adiantar o relógio foi tomada para alertar as lideranças internacionais. “E os líderes mundiais não agiram com a rapidez nem a abertura necessária para proteger os cidadãos de uma potencial catástrofe”, explicou o cientista. Com informações AFP

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“A alma pode abandonar o corpo e observá-lo”, afirmam cientistas

Profile photo of Dan MartinsPor Dan Martins -gnoticias.com – em 14 de janeiro de 2015

“A alma pode abandonar o corpo e observá-lo”, afirmam cientistasUm estudo realizado por uma equipe de pesquisadores holandeses chegou à conclusão de que a alma das pessoas que passam por um estado de morte clínica abandona o corpo físico e pode observar nitidamente o que acontece em seu entorno.

Segundo o History Channel, os cientistas reuniram mais de 70 casos de pessoas que conseguiram relatar suas experiências durante o lapso em que estiveram clinicamente mortas e estabeleceram que a consciência pode viver além do cérebro, apesar de que o mundo tal qual o percebemos seja acessível apenas através dos sentidos físicos.

Um dos casos citados no estudo foi o de um paciente que ficou clinicamente morto por 20 minutos, após uma cirurgia cardíaca de alto risco e que, inesperadamente, voltou à vida. Segundo os cientistas, após sua ressurreição o paciente apresentou um relato preciso sobre as cenas que rodearam sua morte transitória.

Após analisar dezenas de casos como esse, a conclusão dos autores do estudo foi de que estes pacientes estiveram de fato conscientes e fora de seus corpos durante o estado de morte clínica. Do contrário, explicam os pesquisadores, não seria possível a eles descrever as cenas ocorridas durante sua morte clínica tamanha precisão.

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Estudo oferece explicação científica para a divisão do Mar Vermelho

Computador simula dinâmicas de vento e movimento do mar Segundo o jornal The Washington Post, um dos eventos mais famosos…

por Jarbas Aragão

  • gospelprime

 

Estudo oferece explicação científica para a divisão do Mar Vermelho
Estudo oferece explicação científica para travessia do Mar Vermelho

Computador simula dinâmicas de vento e movimento do mar

Segundo o jornal The Washington Post, um dos eventos mais famosos da Bíblia, a divisão do Mar Vermelho por Moisés, pode ter uma explicação científica. A estreia do filme Êxodo: Deuses e Reis, esta semana, tem contribuído para um amplo debate sobre o assunto.

Ao longo da história, a maioria dos cristãos aceita a narrativa como um milagre. Porém, Carl Drews, engenheiro do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica dos EUA (NCAR), defende que pode comprovar como ocorreu a salvação dos judeus no episódio mais conhecido do Êxodo.

Drews, que se define como “um dos muitos cristãos que aceitam a teoria científica da evolução”, apresentou um estudo, mostrando com simulações em computador, como a divisão do Mar Vermelho pode ter sido um fenômeno meteorológico. As simulações no computador indicam que um forte vento vindo do leste poderia fazer a água retroceder até duas bacias antigas, formando uma espécie de curva ao longo do Mediterrâneo. Isso criou uma “ponte de terra” medindo cerca de 4 km de comprimento por 5 km de largura. Espaço suficiente para o povo liderado por Moisés passar. “As simulações encaixam bem com o que está relatado em Êxodo”, esclarece o pesquisador. Segundo ele, Moisés teve cerca de 4 horas para conduzir o povo até o outro lado.

travessia do mar vermelho Estudo oferece explicação científica para a divisão do Mar Vermelho

Não é de hoje que Drews estuda o tema. Em 2010, sua tese de mestrado para o curso de Ciências Atmosféricas e Oceânicas da Universidade do Colorado em Boulder, já propunha essa explicação. Atualmente, ele trabalha para o Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica, um dos principais institutos de pesquisa dos Estados Unidos.

No centro da proposta de Drews está a reconstrução da geografia do local na época do Êxodo. Ele aponta a maior probabilidade que um vento de 100 km por hora, soprando por 12 horas, poderia “encanar” numa faixa com pouco mais de dois metros de profundidade. Tudo baseado na “dinâmica de fluídos”, área de física essencial nos estudos sobre furacões. Assim que o vento parasse de soprar, as águas rapidamente voltariam a seu estado original.

Um aspecto levantado por ele e aceito amplamente pelos eruditos bíblicos é que a travessia não foi no Mar Vermelho que conhecemos, mas no Mar dos Juncos, situado mais ao norte. Mudanças radicais foram feitas pelo homem naquela região nos últimos séculos. Ele e sua equipe montaram um modelo que reproduz a dinâmica dos ventos na região do canal de Suez e no Delta Oriental do rio Nilo. Isso não mudou tanto com o passar do tempo. Há um relato de um fenômeno similar no ano de 1882, na mesma região.

Ao mesmo tempo, ele segue o relato do texto bíblico de Êxodo 14:21 “Então Moisés estendeu a mão sobre o mar, e o Senhor afastou o mar e o tornou em terra seca, com um forte vento oriental que soprou toda aquela noite. Sua intenção não é negar a intervenção divina, mas tentar explicar como ela aconteceu.

O professor Drews compilou todo seu estudo no livro Between Migdol and the Sea: Crossing the Red Sea with Faith and Science [Entre Migdol e o mar: A travessia do Mar Vermelho com Fé e Ciência]. Para o pesquisador, “Fé e ciência pode ser compatíveis, se você estiver disposto a considerar outras interpretações do texto, outras ideias de como as coisas poderiam ter acontecido”.